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Jornalistas

Inscrições abertas para o 1º Prêmio O POVO CBN de Radiojornalismo Universitário

 

Preservação do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável no Ceará é o tema da 1ª edição do Prêmio O POVO CBN de Radiojornalismo Universitário. As inscrições estão abertas por meio do site radios.opovo.com.br/opovocbn/premio e podem ser efetuadas, gratuitamente, até o dia 30 de janeiro de 2020. Os trabalhos podem ser realizados em grupo ou individualmente e estudantes de Jornalismo de todo o Estado poderão enviar reportagens de até três minutos.

 

Os três primeiros colocados serão premiados da seguinte forma: o primeiro lugar ganhará um notebook Lenovo e fará uma visita supervisionada à sede da O POVO CBN, até o fi­m de 2020; terá seu material veiculado na programação da O POVO CBN e ganhará certi­ficado de participação. Os dois outros colocados receberão menção honrosa e suas reportagens também serão veiculadas na programação da rádio O POVO CBN. Todos serão certi­ficados.

 

Critérios – A partir do dia 21 de janeiro, os cinco jornalistas (ver abaixo) que compõem o júri irão avaliar as reportagens inscritas, levando em consideração os critérios: criatividade, clareza, formatação, precisão, linguagem, entrevistados, efeitos sonoros e qualidade técnica. O resultado será divulgado no dia 9 de março de 2020.

 

O edital completo do 1º Prêmio O POVO CBN de Radiojornalismo Universitário está disponível no site radios.opovo.com.br/opovocbn/premio.

 

Júri Técnico

O júri é composto pelos jornalistas Ariane Cajazeiras, Ítalo Coriolano, Maísa Vasconcelos, Maryllenne Freitas e Selma Vidal.

Ariane Cajazeiras – Coordenadora de Comunicação da ESP/CE. Foi produtora, repórter e editora na TV O POVO, apresentadora na O POVO CBN, editora da TV Jangadeiro, editora e apresentadora da Tribuna FM.

Ítalo Coriolano – Editor-chefe da rádio O POVO CBN. Foi repórter de Política do O POVO, editor-adjunto de Conjuntura do O POVO e editor-adjunto do O POVO Online. Está no Grupo O POVO há 11 anos.

Maísa Vasconcelos – Apresentadora dos programas Revista O POVO e Papo de Mulher, na O POVO CBN. Foi apresentadora do Na Boca do Povo (TV Jangadeiro), Sua Manhã (TV Diário) e Pode Contar (NordesTV).

Maryllenne Freitas – Foi produtora e coordenadora da rádio AM do Povo, editora-chefe da rádio O POVO CBN, editora-chefe da TV O POVO, editora-chefe do portal O POVO Online, editora de Opinião do O POVO.

Selma Vidal – Editora-adjunta da O POVO CBN. Foi repórter da TV O Norte (PB), TV Manchete (CE), TV Jangadeiro (CE) e TV Ceará. Foi editora-chefe da TV O POVO (2008-2015) e da Rádio O POVO CBN.

 

Serviço

1º Prêmio O POVO CBN de Radiojornalismo Universitário
Inscrições de 18 de novembro a 30 de janeiro de 2020 e edital completo pelo site: radios.opovo.com.br/opovocbn/premio

Outras informações: Rádio O POVO CBN – (85) 3066 4020

CORREIOS RECEBE O PRÊMIO DE EMPRESA QUE MELHOR SE COMUNICA COM JORNALISTAS

 
Os Correios foram reconhecidos como a Empresa que Melhor se Comunica com Jornalistas na categoria Logística e Transporte, no ano de 2019. A premiação, que está em sua 9ª edição, ocorreu segunda-feira (4), em São Paulo.
Esta é a 5ª vez que a empresa recebe o prêmio, que é auditado pela BDO Brazil e objetiva ressaltar o nível de tratamento que as organizações conferem aos profissionais das redações quanto ao acesso, à disponibilização e à facilidade de apuração de informações. 
A escolha dos ganhadores é feita por meio de voto livre de jornalistas de todo o país, por meio de um link enviado a cerca de 25 mil profissionais das redações. As três companhias mais votadas, em 30 categorias, foram premiadas.
Os Correios foram representados pelo superintendente estadual de Operações em São Paulo Metropolitana, Luiz Enéas da Silva, que recebeu o troféu das mãos do diretor geral do Centro de Estudos de Comunicação (Cecom), Márcio Cardeal, entidade responsável pelo prêmio.

MRV Engenharia recebe pelo terceiro ano consecutivo o Prêmio Empresas que Melhor se Comunicam com Jornalistas

 

A MRV Engenharia foi reconhecida como uma das empresas que melhor se comunicam com jornalistas pelo terceiro ano consecutivo. A companhia foi destaque na categoria Construção Civil na premiação promovida pelo CECOM – Centro de Estudos da Comunicação e pela Revista Negócios da Comunicação. O prêmio tem o objetivo de reconhecer a qualidade do relacionamento que as empresas mantêm com os jornalistas e com o mercado e ressaltar o nível de tratamento que essas empresas conferem aos profissionais da imprensa.

 
Na premiação a MRV foi representada pelos Gestores de Comunicação, Simone Maia e Daniel Simonetti. Para Simone Maia receber esse reconhecimento pelo terceiro ano consecutivo é motivo de orgulho. “Ser reconhecida como uma das empresas que melhor se comunicam com os jornalistas demonstra que o trabalho da equipe de Comunicação está sendo conduzindo com transparência, respeito e assertividade, estabelecendo relacionamentos perenes com jornalistas de norte a sul do país”, destaca.

 

Segundo Daniel Siomonetti é uma satisfação enorme esse reconhecimento ainda mais sendo um prêmio chancelado pelos próprios jornalistas que convivemos diariamente. “Isso é reflexo de muito trabalho e da cultura e propósito da empresa que, em todos os níveis e áreas, valoriza os meios de comunicação e o trabalho desenvolvido pelos jornalistas”, afirma.

 
O prêmio abrange empresas dos 31 setores da economia que são avaliadas por 25 mil jornalistas de redações de Norte a Sul do país que reconhecem a qualidade do relacionamento entre as empresas e a imprensa quanto à facilidade de apuração das informações.

Pesquisa realizada pela ACM mostra distorção entre perspectiva da imprensa e realidade apontada por juízes

 

 

Em junho deste ano, foi aplicada uma pesquisa com magistrados e jornalistas, para responder à seguinte pergunta principal: “o que pensam os magistrados e os jornalistas a respeito da magistratura?”. Realizada pela VSM Comunicação – agência responsável pela Comunicação da Associação Cearense de Magistrados (ACM) – em parceria com a jornalista e bacharel em Direito, Andrea Melo, a pesquisa aponta dois pontos principais: 1) uma mudança (para melhor) na forma como estes dois públicos enxergam a magistratura; e 2) uma distorção entre a perspectiva que os jornalistas têm acerca da atuação dos juízes em relação àquilo que os próprios magistrados apontam sobre seu trabalho.

Segundo Andrea Melo, a pesquisa nasceu de uma inquietação que surgiu ao perceber uma imensa quantidade de matérias negativas na imprensa, culpando o Judiciário por toda a morosidade da Justiça e criando um estereótipo de que juiz não trabalha. No entanto, a realidade é completamente diferente: a grande maioria dos juízes trabalha muito, mais de 8 horas por dia. A partir dessa premissa, a autora resolveu pesquisar as razões para a crescente taxa de congestionamento do Poder Judiciário e investigar o que pensam os jornalistas a respeito do tema.

“Não devemos esquecer que a Justiça é um sistema que envolve vários atores. Além de possuirmos uma imensa quantidade de litigantes repetitivos, como o Estado e as grandes empresas, somos o país com a maior quantidade de faculdade de Direito no mundo: 1.240, segundo consta na publicação Guia do Estudante, da editora Abril. Para se ter uma ideia, o restante do mundo junto possui 1.100 cursos de Direito. Se comparar a quantidade de juízes x advogados, temos uma relação de 18 mil juízes para mais de um milhão de advogados (1.144.196 )”, ressalta.

Esta foi a segunda edição do levantamento, que agora contou com a participação de 137 magistrados e de 65 jornalistas. No primeiro, em 2014, foram 72 e 57, respectivamente.

Um dos dados levantados nesta pesquisa, que mostra uma grande diferença na forma como os jornalistas avaliam a categoria, no tocante ao que os juízes dizem sobre sua rotina, foi em relação ao estresse na profissão: 60% dos magistrados consideraram alto o seu nível de estresse com relação à sobrecarga de trabalho; 29% consideram esse nível médio; e 4% consideram baixo. Já os jornalistas imaginam o nível de estresse dos magistrados da seguinte forma: 39% alto, 48% médio e 12% baixo.

Outro ponto: a pesquisa perguntou se os magistrados costumam trabalhar aos finais de semana. Um total de 59,85% respondeu que “sim” e 40,15% que “não”. Na contramão destes números, 75% dos jornalistas dizem que eles não trabalham aos sábados e domingos, e apenas 25% dizem que sim.

Aos magistrados, foi questionado: “quantas horas por dia você trabalha?” e 69% disseram que trabalham mais de oito horas; 30% de 6 a 8 horas; 1% de 4 a 6 horas. Ninguém respondeu menos de 4 horas. Já os jornalistas acham que apenas 6,15% dos juízes trabalham mais de 8 horas; 24,62% de 6 a 8 horas, 47,69% de 4 a 6 horas; e 21,54% menos de 4 horas.

“Este levantamento é de extrema importância para, em primeiro lugar, buscarmos entender o porquê de tão grande distorção entre o que os juízes fazem e como os jornalistas, que trabalham com fatos, enxergam a nossa atuação. Este é o primeiro passo para mudarmos esta visão e melhorarmos, inclusive, a maneira de nos comunicarmos com a sociedade, por meio da imprensa”, aponta o juiz Ricardo Alexandre Costa, presidente da ACM.
Mudança no cenário apontado pelos magistrados entre 2014 e 2018

A pesquisa realizada em junho deste ano trouxe novidades em relação à que foi aplicada em janeiro de 2014. Naquele ano, para os juízes, os principais motivos de estresse com a carreira eram, na seguinte ordem: sobrecarga de trabalho, pouca quantidade de servidores, imagem desgastada, remuneração injusta, ausência de segurança, demora nas promoções e remoções.

Em 2018, sobrecarga de trabalho e pouca quantidade de servidores continua no topo das preocupações, seguidos por remuneração injusta, ausência de segurança, imagem desgastada, demora nas promoções e remoções. “Os resultados mostram que os profissionais se preocupam com o excesso de trabalho, e avalio que isso se dá em grande parte por conta de outra causa de estresse: a imagem desgastada, que vai levar mais tempo para mudar, uma vez que a maior produtividade dos juízes nos últimos anos não está sendo suficiente para reduzir as taxas de congestionamento”, afirma Ricardo Alexandre Costa.

De acordo com os resultados da primeira pesquisa, 98,44% dos juízes acreditam que a imagem da sua profissão era ruim, sendo “muito negativa” (54,69%) ou “negativa” (43,75%). Apenas 3,13% acreditavam que a imagem do juiz era positiva. Nesta última pesquisa, 92% continuam considerando a imagem da profissão ruim, sendo “muito negativa” (32%) ou “negativa” (60%). Para 7% a imagem é positiva e para 1% é indiferente.

 

Mudança no cenário apontado pelos jornalistas entre 2014 e 2018

Para os profissionais da imprensa, nas duas edições da pesquisa foi questionado: “De quem é a culpa pela morosidade na Justiça?” Em 2014, 68,5% achavam que era do Poder Judiciário e 11,11% do Sistema. Em 2018, 65% do Poder Judiciário e os demais, de forma pulverizada, atribuíram a diversas causas: sistema, conjunto de fatores, judicialização de tudo, etc.

Outro questionamento: “O que vem à mente quando pensa no Poder Judiciário?”. Em 2014, 84% das respostas tinham conotação negativa, como máfia, luxo, regalias, privilégios, desonestidade; 3,5% usaram palavras positivas como “comprometido” e “direitos humanos”; e 12,5% usaram palavras neutras como juiz, lei, autoridade e justiça. Em 2018, 77,77% utilizaram palavras negativas, como lento, moroso, corrupto, obscuro, elitista, injusto, burocrático, falho; 12,7% usaram palavras positivas (competente, fundamental, avançando, importante, confiável e responsabilidade); e 9,6% usaram palavras neutras (direito, poder, juízes e justiça).

“Percebemos uma pequena, mas significativa mudança na forma de ver a magistratura, e sabemos que esta visão menos negativa se dá pela divulgação de iniciativas exitosas, de projetos e boas práticas que passaram a ser mais conhecidos pela sociedade em geral. Sabemos que esta parceria entre magistratura e imprensa é essencial para que o principal interessado – a população – tenha conhecimento acertado do nosso papel e possa desfrutar dos seus direitos”, finaliza o presidente da ACM.

Sindjorce lança edital para uso dos espaços por associados e movimentos sociais

 

A diretoria do Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) lançou edital com o intuito de receber propostas de uso dos espaços da entidade, para o período de outubro a dezembro de 2017. O objetivo é potencializar as relações com os movimentos sindical e social, além da sociedade civil organizada, sediando cursos, seminários e eventos culturais, abrigando momentos de reflexão, debate e cultura. A utilização dos espaços do Sindjorce foi uma das propostas do Plano de Lutas dos Jornalistas Cearenses, constante no eixo “Empregabilidade e novas formas de exercício profissional”, aprovado por unanimidade no I Congresso Estadual Extraordinário dos Jornalistas do Ceará, em agosto deste ano.

Podem apresentar propostas jornalistas sindicalizados ou não, bem como entidades sindicais e sociais. Os profissionais associados ao Sindjorce, e em dia com as suas obrigações, terão prioridade. São permitidas desde propostas de locação do auditório até cessão para atividades sem fins lucrativos. No entanto, a preferência será dada para projetos que envolvam debate, reflexão, troca de experiências e cultura relacionadas ao Jornalismo e à comunicação.

O Sindjorce dispõe de um auditório, com capacidade para 30 pessoas, uma sala de reunião (oficinas, minicursos) com 15 lugares e o Espaço Cultural Sindbar, no qual cabem 100 pessoas.

As propostas devem ser enviadas para sindjorce@sindjorce.org.br, conforme orientação do edital, até o dia 20 de setembro. Também deve ser preenchida uma ficha de inscrição, disponível AQUI.

 

Confira o edital abaixo:

Edital para uso dos espaços do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Ceará

O Sindjorce torna público edital para utilização de seus espaços culturais no período de setembro a dezembro de 2017, tendo em vista ampliar o diálogo com seus sindicalizados e com a sociedade civil organizada, buscando valorizar a produção cultural e formativa dos jornalistas, bem como de grupos organizados do Ceará.

  1. Os espaços abertos para utilização são:
  • Auditório para 30 lugares, com caixa de som, microfone e projetor, das 8h30 às 21h30;
  • Sala de reunião/Espaço multiuso do Sindicato para 15 pessoas, das 8h30 às 21h30 (podendo ir até mais tarde a depender de acerto com a diretoria);
  • Espaço Cultural SindBar para 100 pessoas, com palco, geladeira, fogão, mesas e cadeiras de plástico, das 17h às 23h.
  1. Podem apresentar propostas no presente edital:

– Jornalistas (sindicalizados em dia, sindicalizados inadimplentes e não sindicalizados); Estudantes de jornalismo; Entidades da sociedade civil organizada;

  1. Serão cobrados para uso dos espaços os seguintes preços:

Auditório

  • Atividades com cobrança de inscrição (ou outra forma de remuneração) – R$ 35,00 por hora + R$ 80,00 (taxa de limpeza)
  • Atividades com cobrança de inscrição (ou outra forma de remuneração) para jornalistas sindicalizados em dia – R$ 25,00 por hora + R$ 40,00 (taxa de limpeza)
  • Atividades sem cobrança de inscrição para jornalistas sindicalizados em dia (até seis horas) – R$ 80 (taxa de limpeza/café)
  • Atividades sem cobrança de inscrição para entidades da sociedade civil organizada (até seis horas) – R$ 80 (taxa de limpeza/café)

Sala Multiuso/reunião

  • Atendimento de cliente para jornalista sindicalizado em dia – R$ 10,00 a hora ou fração (com água, café, internet wi-fi)
  • Atendimento de cliente para jornalista sindicalizado inadimplente – R$ 20,00 a hora ou fração (com água, café, internet wi-fi)
  • Atendimento de cliente para jornalista não sindicalizado – R$ 30,00 a hora ou fração (com água, café, internet wi-fi)
  • Atendimento de cliente interessados em geral – R$ 30,00 a hora ou fração (com água, café, internet wi-fi)

Espaço Cultural SindBar

  • Jornalista sindicalizado em dia e movimentos sociais/sindicais – R$ 30,00 por hora + R$ 100,00 (taxa de limpeza)
  • Demais interessados – R$ 40,00 por hora + R$ 100,00 de taxa de limpeza
  1. Serão adotados como critérios para seleção:
  • Prioridade para projetos apresentados por jornalistas sindicalizados em dia e por entidades da sociedade civil organizada;
  • Valorização da apresentação de projetos relacionados a atividades formativas, culturais e de debate, em especial sobre o jornalismo e sobre a comunicação;
  • Não serão aceitas propostas contrárias às diretrizes estatutárias do Sindjorce e práticas estabelecidas pela diretoria da entidade;
  • Em atividades com cobrança de inscrição, será obrigatório oferecer descontos para associados do Sindjorce;
  • Parcerias com o Sindjorce na promoção de eventos poderão ser discutidas e obter critérios diferenciados.
  1. Os participantes do edital deverão:
  • Inserir a logomarca do Sindjorce nos materiais de divulgação das atividades;
  • Autorizar a utilização de imagens e de divulgação dos eventos planejados;
  • Ceder de duas a cinco inscrições gratuitas à Diretoria do Sindjorce.
  1. Os projetos para utilização dos espaços deverão ser entregues entre os dias 5 e 20 de setembro de 2017 e deverão conter:
  • Preenchimento da ficha online de cadastro de propostas, presente no site www.sindjorce.org.br;
  • Nomes e currículos dos produtores ou histórico de grupo organizador (com documentação se o grupo for formalizado – Estatuto, ata da atual gestão, etc);
  • Projeto de ocupação do espaço, contendo objetivo, público alvo, planejamento de execução, planejamento de divulgação e outras fontes de recursos (se pertinentes).
  1. Casos omissos serão decididos pela diretoria do Sindjorce.