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EXPOSIÇÃO (RE)CONHECENDO A AMAZÔNIA NEGRA, DE MARCELA BONFIM, SEGUE ATÉ 23/12, NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

“Geração Maloney”, foto de Marcela Bonfim (2016)

 

A exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra, da fotógrafa Marcela Bonfim, segue em cartaz até o dia 23 de dezembro, na CAIXA Cultural Fortaleza. A mostra traz 55 fotografias que ilustram as mais diversas identidades e culturas presentes entre os povos negros da Amazônia e a importância social das religiões de matriz africana na construção do Brasil.

As obras trazem de maneira sensível e original as mais diversas expressões dos grupos que residem na região Norte do País, dentre eles remanescentes quilombolas, afroindígenas, barbadianos e haitianos. Todos carregam em seus traços as heranças socioculturais de uma parcela importante da população brasileira que ainda não é reconhecida historicamente.

As fotos foram produzidas a partir de 2013, durante visitas feitas por Marcela Bonfim a comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e urbanas, além de terreiros e festejos religiosos na região do Vale do Guaporé (RO), em um processo que coincidiu com o próprio reconhecimento da fotógrafa enquanto mulher negra. Segundo Marcela, “Mais que fotografia, o aspecto fundamental da proposta é a crítica ao percurso da história oficial sobre a negritude brasileira. Apesar do importante papel que os negros desempenharam e ainda desempenham para o desenvolvimento econômico, cultural e social do País, há mais de 500 anos, ainda padecem com as ambiguidades e injustiças causadas inicialmente pela seletividade das informações contidas nos livros de história e demais registros de memória, o que é um projeto de degradação e inferiorização destas populações, dos seus costumes e cultura”, aponta.

 

Expressões de fé

A exposição propõe um verdadeiro mergulho na cultura e subjetividade dos povos negros da Amazônia, trazendo histórias de vida e também de expressões religiosas de matriz africana. Logo na entrada, o visitante irá encontrar um altar trazendo alguns dos objetos de variadas religiões, encaminhando-o à primeira parte da mostra.

As imagens seguintes revelam variadas expressões de fé impressas nos detalhes de mãos, pés e semblantes de um povo que mantém fortemente suas tradições e festas religiosas. Elementos como espadas-de-são-jorge e sal grosso também irão compor a expografia, no intuito de apresentar ao público um pouco dos costumes presentes no cotidiano dos povos fotografados.

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:

Exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Data: até 23 de dezembro de 2018

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

EDP é vencedora nacional do Prêmio Aberje com a exposição itinerante ‘A Energia da Língua Portuguesa’

 

A EDP, companhia que atua em todos os segmentos do setor elétrico, foi a vencedora nacional do Prêmio Aberje 2018, na categoria Comunicação de Programas, Projetos e Ações Culturais. Trata-se do principal reconhecimento para organizações e profissionais que se destacaram na área da comunicação empresarial, valorizando as melhores práticas de todo o Brasil. A exposição esteve em Fortaleza nos dias 07, 08 e 09 de setembro, no Aterro da Praia de Iracema.

O case vencedor ‘Caminhão EDP – A Energia da Língua Portuguesa’ é uma exposição sobre rodas, com 300 m², que recebeu mais de 22 mil visitantes de 18 cidades de oito estados do País. Utilizando a estrutura móvel de um caminhão, a mostra permite aos visitantes conhecer mais sobre os países que falam a língua portuguesa, as peculiaridades e diferenças do português falado no Brasil e em Portugal, e curiosidades sobre expressões comuns desse idioma, o mais utilizado no hemisfério sul do planeta.

“Para a EDP, a língua é um patrimônio a ser preservado e valorizado. A Companhia criou essa exposição itinerante para levar a pessoas de todo o Brasil um pouco da a experiência do Museu da Língua Portuguesa, enquanto ele não é reinaugurado”, afirma Eny Caldo, Gestora Operacional Eventos, Patrocínios e Ativação de Marca na EDP.

Com um investimento de R$ 20 milhões, a EDP é a principal patrocinadora da reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, destruído por um incêndio em 2015. Em outubro, a Empresa já havia sido reconhecida regionalmente, no estado de São Paulo, com o Prêmio Aberje e, agora, foi a vencedora da etapa nacional, ao lado da Fundação Roberto Marinho.

Exposição Zé Tarcísio em cartaz, em Quixadá

 

A Casa de Saberes Cego Aderaldo, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), recebe, em Quixadá, em uma realização com o Museu de Arte Contemporânea do Ceará – MAC, através do projeto Museu em Fluxo de seu educativo, um recorte curatorial da exposição Zé – Acervo de experiências vitais, tecida a partir de uma longa pesquisa e convivência no acervo de obras, matérias e entrevistas do artista Zé Tarcísio.

Além da exposição, uma série de ações educativas sobre acessibilidade, mediação, curadoria e expografia já vêm sendo realizadas no mês de novembro na Casa!

A abertura oficial da exposição será nesta quarta-feira, 28, através de uma visita guiada com a Curadora Assistente Cecilia Andrade e o artista Zé Tarcísio.

 

Serviço: Abertura da Exposição Zé- Acervo de Experiências Vitais
Dia 28/11/2018
Hora: 19:00
Local: Casa de Saberes Cego Aderaldo
Rua Pascoal Crispino, 167 – Centro, Quixadá/CE

BIBLIOTECA SENAC JUAZEIRO PROMOVE EXPOSIÇÃO DA CULTURA DO CARIRI

 

 

Em comemoração aos 30 anos da Biblioteca do Senac Juazeiro, foi aberta ao público a Exposição “Representação Viva da Cultura Nordestina”, do artista Cláudio Lopes. Utilizando materiais recicláveis, transformando o lixo em arte, o trabalho de Cláudio Lopes apresenta um pouco da história da vida e da cultura típica da região do Cariri, através do Engenho da Rapadura, da Casa de Farinha, da Casa do Patativa do Assaré, da Estação Ferroviária e da Vila Juazeiro.

A inspiração do artista vem das famílias, avós e pais que viveram nesta época, incentivando os filhos de hoje a resgatarem a memória cultural do povo nordestino, mostrando a forma como eles trabalhavam dentro de suas cidades.

A exposição, que fica aberta até o final de novembro, celebra o momento histórico da Biblioteca do Senac, que sempre serviu como fonte de apoio à formação, educação e cultura em níveis institucional e regional. Inaugurada no dia 11 de outubro de 1988, desde então, cumpre seu papel na construção do saber ao apoiar e impulsionar a cultura, levando informações e fomentando a pesquisa e a leitura, além de realizar eventos que beneficiam a comunidade caririense.

 

Serviço:
Exposição Representação Viva da Cultura Nordestina

Local: Rua São Luís, s/n – São Miguel – Juazeiro do Norte

Aberto ao público

CAIXA CULTURAL FORTALEZA RECEBE EXPOSIÇÃO (RE)CONHECENDO A AMAZÔNIA NEGRA, DE MARCELA BONFIM

Foto Marcela Bonfim (2016)

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre 02 de novembro e 23 de dezembro, a exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra, da fotógrafa Marcela Bonfim. A mostra traz 55 fotografias que ilustram as mais diversas identidades e culturas presentes entre os povos negros da Amazônia e a importância social das religiões de matriz africana na construção do Brasil.

As obras trazem de maneira sensível e original as mais diversas expressões dos grupos que residem na região Norte do País, dentre eles remanescentes quilombolas, afroindígenas, barbadianos e haitianos. Todos carregam em seus traços as heranças socioculturais de uma parcela importante da população brasileira que ainda não é reconhecida historicamente.

As fotos foram produzidas a partir de 2013, durante visitas feitas por Marcela Bonfim a comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e urbanas, além de terreiros e festejos religiosos na região do Vale do Guaporé (RO), em um processo que coincidiu com o próprio reconhecimento da fotógrafa enquanto mulher negra. Segundo Marcela, “Mais que fotografia, o aspecto fundamental da proposta é a crítica ao percurso da história oficial sobre a negritude brasileira. Apesar do importante papel que os negros desempenharam e ainda desempenham para o desenvolvimento econômico, cultural e social do País, há mais de 500 anos, ainda padecem com as ambiguidades e injustiças causadas inicialmente pela seletividade das informações contidas nos livros de história e demais registros de memória, o que é um projeto de degradação e inferiorização destas populações, dos seus costumes e cultura”, aponta.

 

Expressões de fé

A exposição propõe um verdadeiro mergulho na cultura e subjetividade dos povos negros da Amazônia, trazendo histórias de vida e também de expressões religiosas de matriz africana. Logo na entrada, o visitante irá encontrar um altar trazendo alguns dos objetos de variadas religiões, encaminhando-o à primeira parte da mostra.

As imagens seguintes revelam variadas expressões de fé impressas nos detalhes de mãos, pés e semblantes de um povo que mantém fortemente suas tradições e festas religiosas. Elementos como espadas-de-são-jorge e sal grosso também irão compor a expografia, no intuito de apresentar ao público um pouco dos costumes presentes no cotidiano dos povos fotografados.

 

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:

Exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Abertura: 1º de novembro, às 19h, com visita guiada por Marcela Bonfim

Data: 02 de novembro a 23 de dezembro de 2018

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 
Acesse o site www.caixacultural.gov.br
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SESI BONECOS DO MUNDO 2018 ABRE TURNÊ EM FORTALEZA

 

 

O maior festival de teatro de bonecos do Brasil e um dos mais importantes do planeta inicia sua turnê 2018 com apresentações em Fortaleza e João Pessoa. O Sesi Bonecos do Mundo coloca em cena mais de 150 artistas de diversas nacionalidades que farão um total de mais de 100 apresentações nas duas capitais, tanto em teatros como em grandes espaços ao ar livre. No Ceará, de 5 a 11 de novembro; na Paraíba, de 13 a 18. Em cena, estarão companhias dos Estados Unidos, Rússia, República Tcheca, Espanha, Argentina, Itália, Chile, Peru e Brasil, que está representado por companhias de oito estados.
Várias técnicas serão exibidas ao público, numa viagem que vai do tradicional mamulengo nordestino, passando pela manipulação com fios e varas, até apresentações nas quais os personagens são partes do próprio corpo dos artistas. O projeto tem o patrocínio do Sesi, dentro da proposta da instituição em promover ações culturais de qualidade para o trabalhador da indústria. Tudo de graça, com áudio descrição e tradução para libras.
O principal diferencial do projeto está na sua proposta de democratização do acesso à cultura, “com a ocupação dos espaços públicos pelo público, unindo patrimônio histórico com patrimônio imaterial”, destaca Lina Rosa Vieira, idealizadora e curadora do projeto, que está na estrada desde 2004. De lá para cá, marionetes de 20 países e 23 estados brasileiros já subiram aos palcos de todas as capitais e do Distrito Federal, levando essa arte a mais de 2,3milhões de pessoas.
Além das apresentações, o público das duas cidades também poderá contemplar uma exposição com quase 300 bonecos. Boa parte deles do acervo de Magda Modesto, umas das maiores pesquisadoras brasileiras sobre o tema. Também estarão expostas verdadeiras relíquias cedidas por mestres mamulengueiros. A mostra celebra a condição do mamulengo como patrimônio imaterial da cultura brasileira, título concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 2015.
RELEITURAS – Uma peculiaridade desta edição de 2018 é que o público poderá prestigiar algumas releituras bem peculiares de grandes clássicos da música e da literatura. O primeiro exemplo é o espetáculo Alice Live, da banda mineira Pato Fu e do grupo Giramundo, também de Minas Gerais. A peça é uma releitura de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll. Outro clássico que estará em cena é “Aladim”, que será encenado pelos tchecos The Forman Brothers’ Theatre. Ainda nessa linha, os russos do Teatro Tenj & Puppentheaterkunstschutzverein trazem a sua visão da Ópera Carmen, do compositor francês Georges Bizet.
Integram a grade artística do festival a companhia Jordi Bertran, da Espanha, que mostrará sua Antologia Poética. Da Argentina, vem a Bululu Teatro, com o espetáculo “A Velha”. Duas companhias italianas estão no Sesi Bonecos: Cia Dromosofista, com o espetáculo “Historietas de um Abraço”; e Giovago & Rondella, com “ Quadri”. Do Chile vem David Juazola, que mostrará “O Jogo do Tempo”. Hugo e Ines, do Peru, encantam o público com uma apresentação em que partes do corpo dos atores/manipuladores se transformam em personagens independentes. A companhia norte americana The Huber Marionettes traz todo o clima da Broadway para o festival.
A lista de brasileiros inclui os mineiros do Pato Fu e Giramundo, as companhias Mosaico Cultural (RS), Caixa de Imagens, Trucks, Pia Fraus (SP) e Cia Artesanal de Teatro (RJ). Mestres mamulengeiros vindos do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, de Pernambuco, do Distrito Federal e do Ceará complementam a trupe.
FORTALEZA – Na capital cearense, as apresentações acontecem em dois espaços. De segunda-feira, 5, à quarta-feira,7, o público assistirá aos espetáculos no Theatro José de Alencar. Para essas apresentações, é necessário retirar o ingresso gratuitamente a partir das 12h do dia da apresentação na bilheteria do teatro. Serão distribuídos até dois ingressos por pessoa.

 

No sábado, 10, e no domingo, 11, as apresentações acontecem no Dragão do Mar. O espaço estará completamente transformado para o festival. A programação começa às 16h30 com espetáculos que interagem diretamente com público. A estrutura do evento é composta também por três palcos, um pavilhão de exposição, um tablado e até uma Kombi abrigará apresentações. Haverá, ainda, um espaço especial para os mestres mamulengueiros, a Praça dos Mamulengos. Esta é a segunda vez que o projeto vem ao Ceará com esse formato. A primeira foi em 2012. Como Sesi Bonecos do Brasil já se apresentou em 2004 e 2008. Somadas as três edições atingiram um público de cerca de 125 mil pessoas.
JOÃO PESSOA – Também com a versão nacional, o festival já esteve na Paraíba em 2004 e 2008. A duas edições levaram o teatro de bonecos para mais de 56 mil pessoas. Essa é a primeira vez que o estado recebe o Sesi Bonecos do Mundo, com participação de companhias estrangeiras. Assim como no Ceará, as apresentações acontecerão em dois locais. De terça-feira, 13, até a quinta-feira, 15, os bonecos ocuparão o Theatro Santa Roza. No final de semana, mudam-se para o Parque Sólon Lucena

Exposição “Vacas Magras” volta ao Campus da UNIFOR

 

Intitulada “Vacas Magras”, a intervenção urbana da artista plástica Márcia Pinheiro, composta por 10 esculturas em tamanho real, de animais subnutridos, símbolos da seca no sertão, feitas de fibra de vidro e resina, volta ao Campus da Universidade de Fortaleza (Unifor) a partir do dia 23 de outubro de 2018. Ano passado as “Vacas Magras” estiveram expostas de fevereiro a abril de 2017, também no Campus da Unifor.

De acordo com Márcia Pinheiro, “as vacas têm a função de sensibilizar as pessoas e aproximá-las da realidade enfrentada pelos moradores do interior. Realidade essa que está próxima de nós, mas muitas vezes é esquecida.”
A identificação da artista com o sertão, cenário recorrente em seu trabalho, vem da família, especialmente da mãe, que mora na cidade de Milhã, no interior do Ceará.

Além de sensibilizar, a artista complementa que as esculturas dos bovinos desnutridos e esqueléticos servem para alertar sobre o problema da seca e revela que em seus trabalhos sempre predomina alguma problemática social. “Meu objetivo sempre é chamar atenção das pessoas para as questões sociais através da arte”.

Sobre a reação do público, ela conta: “Sempre me surpreendo com a forma como as pessoas interagem com o trabalho. Algumas tocam, conversam, dão nomes e até alimentam as vacas. É muito gratificante conseguir fazer as pessoas refletirem sobre algo, inesperadamente, principalmente numa espaço público, no meio da correria que é a rotina de todos nós no mundo atual”, comenta Márcia.

A pesquisa e o processo criativo para o surgimento de Vacas Magras duraram três anos e iniciado em 2013. Em 2014 a exposição aconteceu em locais públicos como Assembléia Legislativa, Palácio do Governo, Secretaria de Educação, DNOCS, Praças Públicas, Terminal Rodoviário, Terminais de ônibus, Praça José de Alencar, Mercado Central e no Aeroporto Internacional Pinto Martins. Em 2015 e 2016 as “Vacas Magras” ficaram expostas em Postos de Combustíveis e em 2017, durante os meses de fevereiro, março e abril na Universidade de Fortaleza Unifor

“É uma experiência muito gratificante, pois vejo o retorno das pessoas e o interesse pelas vacas, o que consequentemente os leva a refletir sobre a seca, que é a temática principal do trabalho”, disse a artista. As esculturas são itinerantes e ficam expostas por um período mínimo de 60 dias.

A exposição “Vacas Magras” foi viabilizada por meio da Lei Rouanet e realização conjunta da Fundação Edson Queiroz – Universidade de Fortaleza, Núcleo de Produções Culturais e Esportivas – Nuproce, Ministério da Cultura e Governo Federal e com patrocínio do Bradesco.

 

Sobre a artista Márcia Pinheiro

Com formação em Artes Visuais e Design Gráfico, Márcia Pinheiro é uma artista cearense com criação nas áreas das artes plásticas. Sempre tratando temáticas de cunho social, ela já participou de concursos como o Prêmio Design Ceará, o 55º Salão de Abril, o Festival Vida e Arte e a Mostra Cariri. Também participou de exposições coletivas, como Arte Contemporânea e Artes Plásticas em Fortaleza – Ceará, 3º Salão Internacional de Artes Visuais e 5ª Bienal Nacional de Gravura – Olho Latino em São Paulo.

CAIXA Cultural Fortaleza promove oficina de montagem de exposições para mulheres

 

No dia 30 de outubro, terça-feira, das 09h às 17h, a CAIXA Cultural Fortaleza promove a oficina Montagem de Exposições de Obras de Arte para Mulheres, com Juliana Ladun. São 20 vagas, que serão ocupadas por ordem de inscrição, destinadas a mulheres interessadas em montagem de exposição, artistas e gestoras culturais. Não é necessário experiência prévia. As inscrições devem ser realizadas de 22 a 26 de outubro, pelo formulário https://goo.gl/forms/jxGhv5mRwcXD4ts32.

Entre as atividades que serão desenvolvidas na oficina, serão abordados os elementos necessários para a montagem de uma exposição: estilos, história, manuseio de obras de arte, ferramentas utilizadas, diversos tipos de montagem e os cálculos necessários para a instalação de quadros serão alguns dos pontos tratados de forma teórica e prática.

A ação faz parte das atividades da exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra, da fotógrafa Marcela Bonfim, que estará em cartaz na CAIXA Cultural Fortaleza entre 02 de novembro e 23 de dezembro. A exposição terá montagem de Juliana Ladun, que trabalha há sete anos com montagem de exposições de obras de arte em diversos equipamentos culturais de São Paulo, como Biblioteca Mário de Andrade, Centro Cultural da Fiesp, Sesc Araraquara e Casa da Imagem. Fez assistência artística para Pedro Varella e Adriana Peliano, além de atender a colecionadores e galerias.

 
Serviço:
Oficina de Montagem de Exposições de Obras de Arte para Mulheres

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Data: terça-feira, 30 de outubro de 2018, das 09h às 17h

Classificação indicativa: 16 anos

20 vagas

Inscrições gratuitas, de 22 a 26 de outubro de 2018

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza: (85) 3453-2770

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Me Tenha, Distância: exposição de artista cearense mundialmente premiado chega a Fortaleza

 
Viver entre o sonho e a realidade, o possível e o impossível, o distante e o perto, questões antônimas que perpassam na vida dos seres humanos e que serão retratadas na exposição premiada “Me Tenha, Distância”, com obras consagradas em mais de 20 países do artista cearense Juca Máximo. A exposição parte de uma provocação do artista visual que apresenta a ideia de perseguir oportunidades para romper a invisibilidade e o silêncio, estabelecendo um diálogo próprio com o mercado, com o público, com a crítica e a arte em sí.
No dia 16 de outubro, a partir das 19h30 a exposição chegará em Fortaleza, no Sótão Moleskine, e trará 17 obras premiadas de Juca. As obras ficarão expostas no local até o dia 16 de novembro.
Este será o momento que o artista considera como o abraço a sua cidade, sua Fortaleza, onde sempre teve o desejo de consagrar seu trabalho. “São obras que passam sentimentos, sensações, ideias e sonhos. Quando a gente sonha, temos a opção de estar perto ou distante. Eu quero ter o desejo de estar mais perto de onde eu me projeto para o mundo”, explica Juca.
Estar perto da cidade é uma realidade cada vez mais presente, mas permanecer conquistando o mundo é um caminho que Juca Máximo quer estar perto também. Sua inspiração veio do amigo que morava ao lado, Mychel Távora, ainda com 13 anos. Este mesmo colega que inspirou traços que já foram expostos em galerias consagradas, como na Espanha, é o curador da Exposição em que Juca Máximo apresenta ao mercado cearense seu talento. “Me tenha, Distância”.
Em suas obras, o artista apresenta muito mais que imagens, Juca convida a uma apreciação que permite reflexões sobre sentimentos expostos. Prova disso são suas obras intituladas “Dança 1 e Dança 2” que demonstra o sonho de crianças moradoras de rua em dançar e “Risque a pele” que transmite uma mensagem bem atual ao sugerir, por exemplo, riscar a pele e não os sonhos.
Uma das obras de mais destaque do artista é a dupla Expressionism Woman e Expressionism Man. Ambas foram premiadas no Festival Art of Humanity em Toronto-Canadá e vêm sendo aplaudidas na capital como obras que não apenas “mostram”, mas “falam” através de pinceladas dramáticas e extremamente expressivas.
O artista:

Na adolescência, chegou a cursar artes plásticas e design gráfico, mas foi na publicidade que se formou e trilhou carreira por longos 10 anos. Filho, pai de família, adora praia e pratica esportes sobre às águas. Com muito trabalho consagrou-se hoje como o cearense que mais esteve na revista Archive, publicação austríaca mais conceituada e aclamada por ilustradores e publicitários do mundo.
Em pouco mais de dois anos, o artista tomou para sua vida profissional uma decisão: trabalhar com arte que não ficasse restrito ao apelo comercial, pela formação em publicidade e a experiência que carrega em diversas agências do Estado. Para Juca, as inúmeras conquistas representam que a arte pintada está ganhando a mente e os corações do segmento.
Países que o artista cearense teve sua arte em destaque
Expressionismo I e II
Canadá e EUA.

Dança I e II
Itália, Áustria, EUA, Espanha, Coreia, Venezuela.

Risque a pele
EUA, Alemanha, França, Itália, Indonésia, Japão, Paquistão, Índia , Budapeste, Portugal, Guiana.

Ausências
Inglaterra e EUA.
Portrait Colors
Áustria, EUA e Brasil.

Liber
Itália e EUA.

Sensuality
Áustria e EUA.
Serviço

Exposição “Me Tenha, Distância” do artista cearense Juca Máximo

Data: 16 de outubro (terça)

Local: Sótão Moleskine (Rua Professor Dias da Rocha, 578 – Meireles)

Horário: 19h30

ÚLTIMOS DIAS DA EXPOSIÇÃO DE WILSON NETO NA GALERIA MARIANA FURLANI


Crédito: divulgação

 

A Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea (MFAC) segue, até 15 de outubro, com a exposição A Pintura como Paisagem, mostra individual do artista plástico cearense Wilson Neto.
Nessa mostra, Wilson Neto revisita temas orgânicos relevantes na história da arte e apresenta a pintura como território, como habitat, como lugar do artista, revelando, através da tessitura do trabalho e do diálogo com outros pintores, o peso histórico da pintura enquanto técnica e da temática envolvendo a natureza. “O acúmulo de signos na minha pintura, como escritos desconexos em busca de um texto claro, resultou em jardins, hortas, brenhas e florestas”, afirma o artista.

A exposição reúne um conjunto de 34 obras, entre pinturas e monotipias, desenvolvidas todas no primeiro semestre de 2018. São 25 pinturas (acrílica e óleo sobre tela) e 9 monotipias com formatos e tamanhos variados (obras de 38 x 25cm a 130 x 130 cm). Apesar da presença em trabalhos anteriores, a temática envolvendo a natureza, fragmentos de paisagens como que paraísos desejados pela humanidade, aparece, pela primeira vez, de forma preponderante em toda a mostra.
SOBRE O ARTISTA

Wilson Neto nasceu em 1980, em Fortaleza, Ceará, onde vive e trabalha. Formou-se em Letras. A atividade artística foi ganhando relevância em sua vida, se misturando à vontade de experimentar com materiais e suportes pouco convencionais. Isso resultou em atravessamentos pictóricos e visuais com tecidos, pigmentos, impressões, bordado, colagens, dentre outros meios que, imbricados, convergem para uma pintura acumulativa, imagética, construída por camadas e, por assim dizer, em expansão. Ao longo de quase 20 anos de carreira, já participou de inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior.
SOBRE A GALERIA MARIANA FURLANI ARTE CONTEMPORÂNEA

Inaugurada em 2007, a Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea (MFAC) surge em meio ao cenário das artes da cidade de Fortaleza com a proposta inovadora de ser um local de múltiplo uso das expressões artísticas, em especial, nordestinas. Além dos cinco salões de exposições intercalados por um jardim central, a Galeria MFAC, que fica no coração da Varjota, bairro boêmio da capital que reúne charme, gastronomia e arte, passa a contar em 2018 com uma cozinha gourmet.

Ao longo de mais de dez anos, a Galeria recebeu grandes exposições, mostras especiais de consagrados e de novos artistas e conversas sobre arte, entre outros eventos.

 

Serviço:

Evento: Exposição A Pintura como Paisagem, do artista plástico Wilson Neto
Visitação: Até 15 de outubro de 2018
Dias e horários: seg. a sex – 10h às 19h | sábado – 9h às 13h
Local: Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea
Endereço: Rua Canuto de Aguiar, 1401, Meireles, Fortaleza / Ceará
Telefones: (85) 3242-2024 / 98894-1206(whatsapp)

“MOSTRA MUNDO GIRAMUNDO” CONTINUA ATÉ OUTUBRO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 


Foto: Divulga Ação

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, até o dia 21 de outubro, a “Mostra Mundo Giramundo”, uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do grupo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e criação de um espaço de reflexão crítica sobre o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares.

 

MOSTRA MUNDO GIRAMUNDO

O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens. Isso pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-how ligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia.

 

Serviço:

Exposição: “Mostra Mundo Giramundo”

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: até 21 de outubro

Horários: terça a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h
Classificação indicativa: livre

Ingressos: entrada franca

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

Shopping Iguatemi Fortaleza traz exposição de insetos gigantes

 

Joaninha, vagalume, besouro-rinoceronte, gafanhoto, borboleta azul e aranha caranguejeira-brasileira. Todos estes insetos poderão ser vistos em réplicas hiper-realistas no Shopping Iguatemi Fortaleza a partir desta terça-feira (04), de 10h às 22h, na exposição “Natureza Gigante”. Com visitação gratuita, a mostra pode ser visitada até o dia 30 de setembro na praça central, em frente à loja Riachuelo, e na praça do elevador panorâmico.

A “Natureza Gigante” conta com placas informativas sobre cada uma das espécies, retratando além de suas características e curiosidades, os diversos efeitos positivos que estes animais proporcionam aos seres humanos, como o fornecimento de alimentos ao consumir materiais em decomposição e melhorar o solo.

Para Wellington Oliveira, superintendente do Shopping Iguatemi, a exposição tem como objetivo mostrar de forma lúdica e educativa a importância dos insetos no meio ambiente. “A mostra é uma verdadeira aula de ciências para os curiosos”, diz.

 

Sobre o Iguatemi

O Shopping Iguatemi Fortaleza tem 35 anos de existência. Empresa do grupo JCC – Jereissati Centros Comerciais, que também controla shopping centers em Belém (PA) e Campo Grande (MS), o Iguatemi Fortaleza traz números bastante positivos. São mais de 450 lojas e quiosques que reúnem o mais completo mix de compras, lazer, gastronomia e serviços de Fortaleza em mais de 90 mil metros quadrados de área. Distribuídos por corredores amplos e projetados para o melhor aproveitamento da iluminação natural, fazer um passeio pelo Iguatemi é experimentar conforto, comodidade e aproveitar o que a vida tem de melhor.

 

Serviço
Exposição Natureza Gigante

De 4 a 30 de setembro, de 10h às 22h

Praça Central, em frente à loja Riachuelo, e na praça do elevador panorâmico.

Visitação gratuita

 

Exposição do artista Silvio Rabelo tem abertura, na quinta-feira (06), no Dragão do Mar

 

Desenhista, pintor e escultor que domina a técnica da marchetaria – arte de ornamentar superfícies planas –, Silvio Rabelo será homenageado com a exposição “Silvio Rabelo reinventando a marchetaria”, que terá abertura próxima quinta-feira (6), às 19h, no Museu da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. O acesso é gratuito.

Sob curadoria de Valéria Laena, diretora de museus do Dragão, a mostra traça um percurso em torno de 40 obras do artista que revelam o olhar sensível para extrair das fibras naturais preciosos tons de madeira, numa expressão plástica que reúne marchetaria e pintura.

Silvio Rabelo destaca-se por ser autodidata assim como pela habilidade na criação de trabalhos com madeira a partir de pesquisa e experimentação. Suas obras ilustram capas de livros, discos e coleções relevantes do Brasil e exterior, compondo também exposições individuais no Museu da Cachaça, Tribunal Regional do Trabalho, Receita Federal, dentre outros.

 

Silvio por Descartes Gadelha

“Ao contrário do arrastão de tudo aquilo que é chamado de arte contemporânea em que o fazer manual é relegado, Silvio reabilita o poder da artesania. Isso nos acalma, lembrando em tempo, que somos humanos possuidores de alma.

Também nos alerta que a tecnologia (ainda) não conseguiu nos transformar em autômatos no rumo da extinção. Portanto, o artista prova que as mãos estão ligadas ao espiritual. No processo criativo faz uma sondagem arqueológica, uma das mais antigas artes, a marchetaria. Seu sentimento estético perfeitamente conectado com as mãos reconstitui e revitaliza essa arte; assim, faz uma assepsia nos olhares poluídos e infectados pelo lixo artístico da sociedade de consumo.

Proporciona novas possibilidades de ver e olhar o objeto artístico ao fundir a marchetaria com a expressão plástica da pintura, resultando numa reinvenção dessas duas técnicas numa só dimensão. Abandona a paleta das cores químicas pela paleta (botânica). Seu olhar de pintor ultrapassa o cromatismo artificial e penetra no lenho, âmago das fibras naturais para garimpar os mais preciosos tons de madeira.

A árvore abatida é replantada. Não existe a infração ecológica porque acontece o reflorestamento no sítio estético.

O artista sabe que a natureza é simples, sem arrogância e pretensão; também sabe que a natureza é a única harmonia legítima. Silvio incorpora esse princípio ao simplificar sua atitude diante da vida e da arte. Daí não mais há exuberância artificial das cores industriais que dominam as temáticas do consumismo. Agora, são as cores suaves e legítimas nos delicados pedacinhos de madeira utilizando a sensível técnica da incrustação. Com as folhas secas que caem no pé da árvore sempre renovando imagens, Silvio monta sua obra com o mesmo sentimento e olhares dos pintores engarrafadores das areias coloridas do Aracati e das bordadeiras da praia do Iguape. Sílvio Rabelo faz parte dessa importante casta de artistas cearenses”.
Sobre o artista

Autodidata no início da juventude, descobriu sua habilidade com a madeira e as possibilidades de criação advindas desse recurso natural renovável. Aos 20 anos, iniciou-se nas artes como entalhador e escultor.

A inquietude de sua mente criativa o levou a experimentos exploratórios imprevisíveis com restos de madeira, na tentativa de reaproveitar a matéria-prima que a cada dia parecia descortinar inúmeras possibilidades de expressões. Foi daí que, longe do academicismo, surgiu a empatia com a marchetaria, técnica que tem possibilitado um referencial para descobertas e reconstruções cognitivas.

O trabalho do artista retrata uma herança cultural interiorizada, somada a construção de subjetividade resultante de uma multiplicidade empírica.

O artista Sílvio Rabelo, desenhista, pintor e escultor é versado na técnica da marchetaria que constitui caminho frequente na produção de sua obra que hoje ilustra capas de livros e de discos importantes e compõe acervos relevantes no Brasil e no exterior. Participou recentemente da exposição que percorreu o Brasil em homenagem a Luiz Gonzaga com a curadoria de Bené Fonteles.
Exposições individuais do autor

Faculdade Integrada do Ceará – 2007

Receita Federal do Brasil – 2007

Luciano Cavalcante – 2008

Museu da Cachaça – 2009

Tribunal Regional do Trabalho – 2009
Prêmios

Vencedor por unanimidade do concurso para escolha da logomarca da CEDP – Companhia Estadual de Desenvolvimento Agrário e de Pesca – 1989.
Serviço:

Exposição “Silvio Rabelo reinventando a marchetaria”
Abertura: dia 6 de setembro de 2018, às 19h
Onde: nas salas 1 e 2 do Museu da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
Visitação de 7 de setembro a 4 de novembro de 2018, de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Acesso gratuito

Classificação etária: Livre

Abertura de exposições “Contrastes” e “Expressões de Gênero” destaca as múltiplas linguagens no debate sobre feminismos e sexualidades

 

De 01 a 30 de setembro, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura recebe a VII Exposição Fotográfica “Contrastes – gênero, tempos, lugares, olhares” e a II Exposição de Ilustrações “Expressões de Gênero”. As exposições fazem parte da programação do Curta O Gênero 2018, que nesta edição traz como tema “Política e Democracia – revisitando conceitos e apontando alternativas a partir dos feminismos latino-americanos”.

As exposições se dedicam a transitar pelos campos das questões de gênero e sexualidade e suas interseccionalidades e ficam abertas à visitação do público das 14h às 20h.

VII Exposição Fotográfica Contrastes – “Gênero, tempos, lugares, olhares”

Organizada pela Fábrica de Imagens, a exposição é realizada desde 2012, com a proposta de acentuar os contrastes, continuidades e descontinuidades nas relações de gênero, a impossibilidade das mesmas serem lidas de um único ponto de vista e a afirmação política da diversidade como um valor humano inegociável.

Com a seleção de fotografias e concepção do projeto expográfico de Carolina Soares, a “Contrastes” apresenta o trabalho de oito fotógrafas e fotográfos, Camilla Michels , Jean dos Anjos, Matheus Dias, Wellington Soares Gomes, Debbie Debandada, Levi Mota Muniz ,Thyara Costa Praciano Sampaio, Ayana Cindy Kooy, Anne Joyce Lima Dantas e Micaela Ramos.

II Exposição de Ilustrações Expressões de Gênero

Em sua segunda edição, a exposição Expressões de Gênero se consolida como um espaço de promoção e valorização da arte desenvolvida por ilustradoras brasileiras. Os trabalhos apresentam em seus traços, múltiplas perspectivas dos feminismos e suas int1erseccionalidades, a partir do olhar descolonial. As ilustrações contam com a curadoria de Christiane Ribeiro Gonçalves, Taiane Alves e Jessika Thaís.

Para compor a exposição, foram selecionadas 10 artistas, Ananda Conceição de Santana, Estela Ribeiro Kuntz , Isadora Ramos Furlan , Josiane Aparecida dos Reis Pereira ,Lívia Pereira da Costa, Maria de, Fátima Peixoto Souza ,Mariamma Fonseca Santana ,Mariana Monteiro de Pinho, Mikaelly Raielly Silva Sampaio,Thais Mota Oliveira Almeida, além da acreana Luciana Nabuco, vencedora do Concurso de Ilustrações, que colore o Curta o Gênero 2018.

Sobre O Curta O Gênero

Evento cujo foco é nas discussões de gênero, sexualidades e feminismos, chega em 2018 à sétima edição, entre os dias 11 e 16 de setembro. A abertura será realizada no dia 11, às 14 horas, com a primeira mesa do VII Seminário Gênero Cultura e Mudança, na Caixa Cultural Fortaleza. O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o Centro Cultural Belchior, também recebem parte do projeto.

Todas as atividades são gratuitas, mas é possível ser solidário e colaborar com as ONG Velaumar e a Instituição de Matriz Africana Yle Ase Olonjudola, doando um quilo de alimento não perecível, um brinquedo ou um livro infantil. Os interessados em participar das atividades devem fazer o credenciamento, no dia 11, a partir das 9h.

 

Serviço:

VII Exposição Fotográfica “Gênero, tempos, lugares, olhares”

II Exposição de Ilustrações “Expressões de Gênero”

Data: 01 a 30 de setembro

Local: Multigaleria do Centro Cultural Dragão do Mar

Horário: 14 às 20h

Visitação gratuita

GALERIA MARIANA FURLANI APRESENTA EXPOSIÇÃO DO ARTISTA PLÁSTICO WILSON NETO

 

 

A Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea (MFAC) apresenta a exposição A Pintura como Paisagem, mostra individual do artista plástico cearense Wilson Neto, que abre para convidados no próximo dia 29 de agosto e fica em cartaz na capital cearense para visitação gratuita até o dia 01 de outubro de 2018.

 

Nessa mostra, Wilson Neto revisita temas orgânicos relevantes na história da arte e apresenta a pintura como território, como habitat, como lugar do artista, revelando, através da tessitura do trabalho e do diálogo com outros pintores, o peso histórico da pintura enquanto técnica e da temática envolvendo a natureza. “O acúmulo de signos na minha pintura, como escritos desconexos em busca de um texto claro, resultou em jardins, hortas, brenhas e florestas”, afirma o artista.

 

Para Cecília Castellini, pintora, desenhista, gravadora e autora do texto de apresentação da mostra, Wilson Neto vai acompanhado de referências históricas nessa excursão por jardins. “A paisagem foi celebrada na pintura ora como ambientação de uma cena, ora como descrição do desconhecido ou de um momento do dia e finalmente como uma sensação que somente a grandiosidade da natureza poderia descrever”, escreve Castellini, acrescentando: “Wilson faz o uso de elementos artísticos do começo do século XX, das cores do fauvismo, da quebra da perspectiva do cubismo e finalmente da pintura de sensações do impressionismo, criando janelas para experiências intimistas da engenhosidade de ser pintor.”

 
A exposição reúne um conjunto de 34 obras, entre pinturas e monotipias, desenvolvidas todas no primeiro semestre de 2018. São 25 pinturas (acrílica e óleo sobre tela) e 9 monotipias com formatos e tamanhos variados (obras de 38 x 25cm a 130 x 130 cm). Apesar da presença em trabalhos anteriores, a temática envolvendo a natureza, fragmentos de paisagens como que paraísos desejados pela humanidade, aparece, pela primeira vez, de forma preponderante em toda a mostra.

 

SOBRE O ARTISTA

Wilson Neto nasceu em 1980, em Fortaleza, Ceará, onde vive e trabalha. Formou-se em Letras. A atividade artística foi ganhando relevância em sua vida, se misturando à vontade de experimentar com materiais e suportes pouco convencionais. Isso resultou em atravessamentos pictóricos e visuais com tecidos, pigmentos, impressões, bordado, colagens, dentre outros meios que, imbricados, convergem para uma pintura acumulativa, imagética, construída por camadas e, por assim dizer, em expansão. Ao longo de quase 20 anos de carreira, já participou de inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior.

 


SOBRE A GALERIA MARIANA FURLANI ARTE CONTEMPORÂNEA

Inaugurada em 2007, a Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea (MFAC) surge em meio ao cenário das artes da cidade de Fortaleza com a proposta inovadora de ser um local de múltiplo uso das expressões artísticas, em especial, nordestinas. Além dos cinco salões de exposições intercalados por um jardim central, a Galeria MFAC, que fica no coração da Varjota, bairro boêmio da capital que reúne charme, gastronomia e arte, passa a contar em 2018 com uma cozinha goumet.

Ao longo de mais de dez anos, a Galeria recebeu grandes exposições, mostras especiais de consagrados e de novos artistas e conversas sobre arte, entre outros eventos.

 

Serviço:

Evento: Exposição A Pintura como Paisagem, do artista plástico Wilson Neto
Abertura: 29 de agosto de 2018 (quarta-feira), às 19h
Visitação: 30 de agosto a 01 de outubro de 2018
Dias e horários: seg. a sex – 10h às 19h | sábado – 9h às 13h
Local: Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea
Endereço: Rua Canuto de Aguiar, 1401, Meireles, Fortaleza / Ceará
Telefones: (85) 3242-2024 / 98894-1206(whatsapp)