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Shopping Parangaba recebe exposição de carros

 

Neste domingo, 17, o Shopping Parangaba recebe uma Exposição de Carros. A mostra trará modelos como: Fusca, Tuning e uma coleção de diversas miniaturas. O evento ocorre no Estacionamento em frente à entrada principal, tem entrada gratuita e estará aberto para visitação a partir das 15h.

A exposição é uma parceria do empreendimento com o grupo de apaixonados por carros “Galera Tuning”, que levará três equipes de colecionadores de veículos.

 

Serviço:

Data: 17 de fevereiro

Horário: 15h

Local: Shopping Parangaba – Estacionamento (Entrada Principal)

Endereço: Rua Germano Franck, 300

Evento gratuit

Eusébio Classic Car promove Carnaval à moda antiga neste sábado, 16, no Shopping Eusébio

 

 

O Shopping Eusébio vai sediar neste sábado, 16, a partir das 16 horas, o 50º encontro do Eusébio Classic Car, o clube de carros antigos e raros do município da Região Metropolitana de Fortaleza. Cerca de 70 automóveis estarão em exposição no estacionamento do shopping e o tema desta edição não poderia ser outro: Carnaval à moda antiga. O bloco “Sai da frente que não tem freio” promete animar o público com as marchinhas dos anos 50, 60 e 70.

Diversos modelos clássicos, datados do século passado como Fusca, Puma, Impala, Cadillac, Maverick e Jeep sairão em desfile pela CE-040 até chegar no estacionamento do shopping, onde ficarão disponíveis para a apreciação dos amantes de carros.

Quem quiser participar como expositor, basta estacionar o automóvel antigo no Shopping Eusébio e começar a trocar ideias com os colecionadores sobre compra e venda de veículos ou peças, para combinar viagens ou passeios, para tirar dúvidas sobre dicas de oficinas e quais são as manutenções preventivas necessárias ou apenas para uma boa conversa. Para quem quiser apenas admirar os veículos, o acesso é gratuito.

 

Clube de carros

Nostálgico, Arnóbio Tomaz é um dos fundadores do Eusébio Classic Car, que nasceu em 2014, e reúne mais de 350 sócios. Ele conta que sentiu a necessidade de formar o clube, quando se mudou para a cidade e percebeu que não havia nenhum grupo formal voltado aos carros antigos.

De acordo com Arnóbio, havia somente a ideia, no entanto não existia um local com a estrutura almejada para receber os futuros sócios. Por isso, com a chegada ao município do Shopping Eusébio, era a oportunidade que faltava para colocar o desejo em prática. Assim, engatou o projeto e acelerou os planos de fundar o Eusébio Classic Car.

O encontro ficou marcado para acontecer todos os terceiros sábados de cada mês. “Meu sonho era fundar esse clube e hoje já somos o maior clube de carros antigos do Brasil”, declara o colecionador e presidente do clube.

 

Serviço:

O quê: 50º Encontro do Eusébio Classic Car e o bloco “Sai da frente que não tem freio”

Data: Sábado, 16/02

Horário: 16h às 21h

Local: Pátio do Shopping Eusébio – Av. Eusébio de Queiroz, 1890, Tamatanduba, Eusébio, às margens da CE-040

Acesso: GRATUITO

 

 

Feira de Flores Holambra é realizada no Shopping Parangaba

 

O Shopping Parangaba recebe a Feira de Flores Holambra. O evento visa propiciar aos clientes o contato com uma grande variedade de flores e plantas ornamentais a preços acessíveis. A feira segue até o dia 26 de fevereiro e está localizada no piso L2, e funciona de acordo com o horário de funcionamento do shopping (segunda a sábado das 10h às 22h; e aos domingos das 13h às 21h).

São mais de 200 espécies em exposição para comercialização, entre elas estão: flores, fruteiras, palmeiras, plantas ornamentais, rosas, azaléias, orquídeas, amarílis, violetas, lírios, kalanchoes, crisântemos, begônias, gérberas, e outras.

Espaço Cultural do North Shopping Fortaleza recebe obras de Valber Benevides

Para promover sua nova exposição, o Espaço Cultural do North Shopping Fortaleza organiza coquetel de abertura da mostra “Artes do Valber Benevides”. O evento se realiza neste sábado (02), a partir de 19h, no próprio Espaço Cultural, localizado no Piso 3.

A exposição exalta as obras do artista plástico Valber Benevides, chargista natural de Itapipoca (CE). Ele é o criador do famoso painel do Cais Bar, que retrata diversas personalidades da MPB, e que faz parte do acervo do Estado do Ceará. Valber é pioneiro na charge animada sistemática e participa semanalmente do programa Leruaite, apresentado por Falcão na TV Ceará.
Sobre a exposição

A mostra “Artes do Valber Benevides” apresenta diversos estilos, desde caricatura e escultura a diversas pinturas, retratando as mulheres, a religiosidade, o sertão e grandes artistas nacionais e internacionais. O público confere obras únicas dentro da unidade do renomado artista. A exposição fica em cartaz até o dia 28 de fevereiro, com acesso gratuito, com visitação de segunda a sábado, de 10h às 22h, e aos domingos, de 13h às 21h.

 

Serviço:

Coquetel de abertura da exposição “Artes de Valber Benevides”.

Dia 02 de fevereiro (sábado), às 19h, no Espaço Cultural do North Shopping Fortaleza (Piso 3). Acesso gratuito. Informações: (85) 3404.3000 e www.northshoppingfortaleza.com.br

Visitas guiadas marcam última semana das exposições Miragem e Sueño de La Razón, no Centro Dragão do Mar

 

 

Esta é a última semana para conferir as exposições “Miragem”, na Multigaleria, e “Sueño de La Razón”, no Museu da Cultura Cearense (MCC), no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Para marcar o encerramento, serão realizadas visitas guiadas nesta quinta (31) e sexta-feira (1º), respectivamente. Com acesso gratuito, as mostras ficam abertas à visitação do público até este domingo, dia 3 de fevereiro. Ambas foram abertas durante a primeira edição do Fotofestival Solar (https://www.solarfotofestival.com/pt), festival internacional de fotografia realizado de 5 a 9 de dezembro de 2018, no Dragão do Mar.

 
Nesta quinta-feira, dia 31 de janeiro, às 19h, será realizada visita guiada à exposição “Miragem”, que reúne, na Multigaleria, os trabalhos de 29 autores cearenses selecionados a partir de convocatória pública. Na sexta-feira, dia 1º de fevereiro, às 18h, é a vez da exposição “Sueño de la razón: fotografia e política”, no MCC. A mostra celebra o projeto editorial homônimo que completa dez anos de articulação em torno da fotografia feita na América do Sul. A visita será conduzida por Tiago Santana, fotógrafo e um dos editores do projeto, e Rodrigo Costa Lima, responsável pelo projeto expográfico.

 
A exposição “Terra em Transe”, com curadoria de Diógenes Moura, segue em cartaz até o dia 31 de março de 2019 no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE). Já a mostra “Sobre a cor da sua pele”, com curadoria de Rosely Nakagawa, permanece em exibição no Museu da Cultura Cearense, com data de encerramento a definir. Essas exposições também fazem parte do Solar.

 
Com regularidade bienal, o Fotofestival Solar é realizado pelo Instituto da Fotografia, em parceria com a Secretaria da Cultura do Estado do Ceará e o Instituto Dragão do Mar, e faz parte do plano estratégico de fortalecimento da cultura e das artes por meio da fotografia.

 

Sobre as exposições
// Miragem

Até dia 3 de fevereiro (domingo), na Multigaleria

Visita guiada dia 31 de janeiro (quinta-feira), às 19h
A MIRAGEM é um fenômeno ótico que ocorre em dias ensolarados e quentes, induzindo o observador a perceber uma imagem a partir do intenso contato da luz com outra superfície. Não se trata de uma “alucinação” de quem vê, e sim de uma refração: o desvio dos raios do sol em contato com o mundo produz uma imagem. O fenômeno também é conhecido como “espelhismo” e pode até ser fotografado.
Na contemporaneidade, o fotógrafo é um colecionador de miragens: um criador de “reflexos” cheios de intenções que, simultaneamente, investiga o real que tenta espelhar. Perceber a miragem seria uma estratégia de antecipar outro mundo possível em contato com o atual? A miragem transita entre o presente, o futuro e a esperança? Ou é apenas uma ilusão?
Com mais de 90 inscrições, foram selecionados 29 projetos em que os fotógrafos cearenses, ou residentes no Estado há mais de dois anos, refletem sobre questões políticas e poéticas atuais, ao criar imagens a partir da observação dos turbulentos tempos que atravessamos. Nesta convocatória, o Fotofestival SOLAR buscou reunir o que é possível enxergar sob a ação intempestiva das transformações sociais que ora parecem se abrir às liberdades, ora caminham rumo ao fascismo.
Autores participantes da exposição MIRAGEM

Allan Bastos • Ana Carolina Mundim • Chico Gomes • Dayane Araújo • Emrah Kartal • Fernanda Siebra • Fernando Maia da Cunha • Fernando Silva • Francisco Flor • Coletivo Zóio • Henrique Torres • Igor Cavalcante Moura • Jean Sousa dos Anjos • Júnior Pimenta • Lua Alencar • Lucas Dilacerda • Maira Ortins • Mariana Smith • Marilia Oliveira • Matheus Dias • Nivando Bezerra • NÍvia Uchoa • Osmar Gonçalves • Paula Georgia Fernandes • Régis Amora • Rubens Venâncio • Sérgio Carvalho • Valdir Machado • Yuri Juatama
Comissão de seleção

Ana Soter • Ângela Berlinde • Iana Soares • Isabel Terron • Tiago Santana
Fotos: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1wXp6v40NlwuQrQIcU6ZZjd48xZzuB_qs?ogsrc=32
Visitação de terça a domingo, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.
// Sueño de La Razón

Até dia 3 de fevereiro (domingo), no Museu da Cultura Cearense
Visita guiada nesta sexta-feira (1º), ás 18h
Sueño de la Razón é uma revista colaborativa de fotografia, cujos objetivos são a difusão, a pesquisa e a valorização da fotografia sul-americana. Trabalhamos com uma linha editorial que busca abarcar diferentes concepções fotográficas da região, desde as pesquisas históricas até o desenvolvimento das linguagens contemporâneas. Nosso projeto, criado em 2009, é uma estrutura uma estrutura de gestão de redes, é autogerido e não tem fins lucrativos. Editores e colaboradores participam com a única intenção de dar visibilidade à produção sul-americana.

Sueño de la razón está centrado na possibilidade de construir diversas e múltiplas histórias sobre nossos contextos sociais, culturais, geográficos, econômicos, territoriais, através do reconhecimento, da análise e da pesquisa da produção visual, artística e teórica que se produz no sul do continente. É uma forma de contextualizar a produção e a questão da imagem.

Os colaboradores são fundamentais para nossa política editorial, pois nos interessa construir um arquivo que possa falar em primeira pessoa, como referente direto. Neste mesmo sentido, os editores que participam deste projeto são integrantes ativos de suas respectivas comunidades fotográficas, onde atuam como fotógrafos, artistas e gestores.

A exposição, realizada no marco do Fotofestival SOLAR, em Fortaleza, pretende mostrar o trabalho realizado nos últimos dez anos e exibir, no formato de publicação aberta, uma proposta sobre o político das imagens e do fotográfico, compreendendo o potencial de reflexão que a produção visual possui, tanto a nível de construção cultural e simbólica, como das formas de nos relacionarmos e nos comunicarmos. No contexto político que vive atualmente nosso continente, criar esses espaços de reunião e de difusão é ainda mais relevante para voltarmos a pensar sobre nós e a nos olhar.

Fotos: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1wXp6v40NlwuQrQIcU6ZZjd48xZzuB_qs?ogsrc=32
Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.
// Terra em Transe

Até dia 31 de março de 2019, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará
Um filme. Um livro. Uma exposição. A carne treme. A terra treme. Há Terra em Transe. Violência e paixão: onde está o meu rosto? Quem matou o meu filho? Amor? Amor só de mãe. A imagem alucina. A fotografia está com os dias contados. A carne treme. Há Terra em Transe. A bomba relógio vai explodir.
Curadoria Diógenes Moura

Escritor, curador de fotografia, roteirista e editor. Premiado no Brasil e exterior, acaba de publicar O Livro dos Monólogos (Recuperação para ouvir objetos) pela Editora Vento Leste. Escreve sobre abandono, imagem e existência. Vive em São Paulo, à beira do abismo.
Fotos: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1wXp6v40NlwuQrQIcU6ZZjd48xZzuB_qs?ogsrc=32
Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.
// Sobre a Cor da Sua Pele

Em cartaz no Museu da Cultura Cearense
Encerramento em data ainda a definir
Até o século XIX, o retrato pintado a óleo sobre tela era um privilégio das camadas mais abastadas das sociedades. Ocupando o espaço central do quadro, posado na frente de um fundo contextualizado e cercado por mobília, adornos e adereços, o retratado impunha ao espectador a visão que este deveria ter, de reverência e adoração, na esteira da arte religiosa. Personalidades foram perpetuadas em palácios, igrejas, museus, escolas, bibliotecas. E assim, através do retrato, herdamos uma escala de valores que usamos para lembrarmos e sermos lembrados.

O advento da fotografia no século XX provocou uma transformação. Popularizou o retrato e permitiu que outras camadas sociais, sobretudo as surgidas na Revolução Industrial, tivessem acesso a essa perpetuação da própria imagem. Pudemos enfim colocar as personalidades nas paredes das salas de casa e reverenciá-las. Só que elas eram mais próximas, não menos personalidades: eram os nossos ancestrais.

No Brasil, a partir da década de 1930, em algumas capitais se estabeleceram estúdios populares que além de retratos produziam fotos para documentos de identidade, carteira de trabalho e recebiam encomendas vindas do interior. Eram os chamados “foto-estúdios”, localizados em regiões centrais de comércio e que também realizavam uma modalidade muito particular de retrato em cópias colorizadas.

No início da década de 1950, com a introdução da película e do papel em cores na fotografia, o uso dessa técnica diminuiu, mas a força do retrato se manteve. A partir da Consolidação das Leis do Trabalho, em 1943, todo cidadão pôde ter um documento com um retrato e uma representação na sociedade. O retrato 3×4 da carteira de trabalho introduziu os homens e mulheres do povo a uma certa cidadania. Eles posavam nos foto-estúdios com suas roupas de domingo, num ritual feito de alguma preparação e cerimônia, como num rito de passagem.

As ocasiões pediam: eram casamentos, batizados, aniversários, a chegada ou partida de alguém – eternizados em cópias e encadernações caprichadas entregues pelos foto-estúdios. Elas durariam gerações.

Mais tarde, a partir dos anos 1960, as câmeras portáteis e automáticas representam o primeiro passo para a banalização desse ritual. O retrato, agora feito pela própria família, quase sempre pelo pai, desvincula-se do olhar sagrado e formal, passando a registrar o cotidiano, banal e doméstico. Com advento da câmera digital anos 1990, a identificação em documentos e nas portarias banaliza ainda mais o retrato e, a partir dos telefones celulares, fortalece em escala maciça a auto-imagem, o autorretrato. É a era das selfies, que voltam a banalizar o retrato, mas não só ele desta vez. As selfies vulgarizam as ações cotidianas e a privacidade. Cada momento é dissecado e estendido até a fissura do real, desconstruindo a auto-imagem à beira da obscenidade, ou seja, mostrando o que está além da cena e do que deve ser visto publicamente.

Com as selfies registramos nossos passos e nossas ações desprovidos de cerimônia, com toques de exibicionismo e solidão. E tudo é eternizado nas redes de relacionamento virtual: o indivíduo aos olhos da multidão.

A mostra é composta dos núcleos

“O Outro”

“Sobre Cor da Sua Pele”

“Quem Somos Nós”

Curadoria

Rosely Nakagawa é curadora e arquiteta. Nasceu em 1954 em São Paulo, Brasil onde vive e trabalha. É graduada em Arquitetura pela FAU-USP em 1977. Fez especialização em Museologia pela USP, em 1978/80, e em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, em 2005. Desenvolveu atividades de curadoria em diversos espaços e galerias, entre eles o Armazém Cultural 11, a FNAC Brasil, a Casa da Fotografia FUJI, o Festival de mídia eletrônica VideoBrasil, o SENAC Escola de Comunicações e Artes, Núcleo Amigos da Fotografia NAFOTO, no qual realizou o I , II e III Mês Internacional de Fotografia e Seminário Internacional da Fotografia. Foi curadora também do Espaço Cultural CITIBANK.
Fotos: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1wXp6v40NlwuQrQIcU6ZZjd48xZzuB_qs?ogsrc=32
Visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Acesso gratuito. Classificação etária: livre.

Espaço O POVO de Cultura & Arte recebe exposição do artesão Espedito Seleiro

 

 

O Espaço O POVO de Cultura&Arte recebe, entre os dias 30 de janeiro e 11 de fevereiro, a exposição “Espedito Seleiro, Arte de Embonitar o Couro”. A abertura será dia 30, às 19h, com bate-papo de Espedito Seleiro com Demitri Túlio, repórter especial e colunista do O POVO. A conversa se pautará na vida do artesão, em sua trajetória profissional e no reconhecimento do seu trabalho ao redor do mundo. A entrada é gratuita

Na ocasião também será lançado o livro Meu Coração Coroado (Editora Senac), do autor Eduardo Motta, que estará à venda por R$ 165,90. A obra esmiúça a arte de Seleiro, e conta as histórias e referências em cada elemento decorativo e técnica no trato com o couro utilizado pelo artista cearense.

Após o evento a exposição segue aberta até o dia 11 de fevereiro, das 8 horas às 20 horas, com visitação gratuita. Estarão expostas sandálias, coletes, botas, sapatos, saias, móveis, bolsas, carteiras e mochilas. Todos os objetos estarão à venda.

O artesão Espedito Seleiro é cearense e nasceu em 1939 em Nova Olinda, região do Cariri. Popularizou-se pelas estampas e cores que aplica no couro tanto em artigos para vestuário, quanto em móveis. Da pequena loja fincada em Nova Olinda, seu talento atravessou fronteiras de forma definitiva quando foi descoberto por grifes de moda e desfilou na semana de moda São Paulo Fashion Week com a marca Cavalera.

 

Serviço – Exposição Espedito Seleiro, Arte de Embonitar o Couro
Data: 30 de janeiro (abertura).
Exposição e venda dos produtos segue até 11 de fevereiro
Local: Espaço O POVO de Cultura&Arte (Avenida Aguanambi, 282)
Horário: 19 horas
Mais informações: blogs.opovo.com.br/editoradummar e (85) 3255 6176

Feira de Flores de Holambra conta com mais de 30 espécies de flores e plantas em Fortaleza

 

O RioMar Kennedy está recebendo uma das exposições de plantas mais conhecidas do país: a Feira de Flores de Holambra. Fica aberta ao público até 06 de fevereiro, de segunda a sábado, das 10h às 22h; e aos domingos, das 13h às 21h, no Piso L2, próximo à loja Zenir. Com mais de 30 espécies de flores e plantas, a exposição conta com belas orquídeas, lírios da paz, roseiras, bromélias, callas, bonsais, fontes, vasos e pedras ornamentais. Outro destaque são as diferentes espécies de suculentas e mini cactus. Quem for conferir o espaço pode encontrar unidades a partir de R$ 5,00.

Todas as plantas em exposição são naturais da cidade de Holambra, em São Paulo, um dos maiores polos de produção de flores ornamentais do País.

O espaço tem entrada gratuita. A Feira de Flores de Holambra traz, também, um orquidário com tipos de Phalaenopsis, Denphal, Cattleya e Cymbidium.

 

Serviço:

Feira de Flores de Holambra

Data: Até 06 de fevereiro
Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h; e aos Domingos, das 13h às 21h
Local: Piso L2, próximo à loja Zenir – RioMar Kennedy (Av. Sargento Hermínio Sampaio, 3100 – Presidente Kennedy)
Mais informações: (85) 3089-0909
Espaço aberto ao público

Travessa da Imagem lança exposição fotográfica “Busca”

 

São 14 artistas e 14 olhares sobre temas, como Policromia, Religiosidade, Vogue, Transe, Imortalidade, entre outros. A partir das 19h desta quinta (10), os autores formados em fotografia pela Travessa da Imagem apresentam suas obras, na exposição “Busca”.

Com curadoria do renomado Markos Montenegro, a exposição acontecerá até o dia 10 de fevereiro, na Travessa da Imagem, situada na Rua Adolfo Caminha, número 117, no Centro.

Formadora de todos os artistas, a Travessa da Imagem atua há nove anos tratando a fotografia sob novos olhares, inquietos e questionadores. Com isso, já formou centenas de autores e está entre as mais respeitadas escolas de arte visual e formação de artistas do Brasil.

Caixa Cultural apresenta Ukiyoe – a magia da gravura japonesa

 


Gravura feita por Ichiryusai Hiroshige. Foto: Raquel Silva

A Caixa Cultural Fortaleza recebe a partir do dia 8 de janeiro a exposição Ukiyoe – a magia da gravura japonesa, que reúne gravuras realizadas no Japão entre os séculos XVII e XIX, além de livros e máscaras. As obras pertencem a um dos mais importantes acervos de arte no Brasil, a coleção João Maurício de Araújo Pinho, do Rio de Janeiro.

As gravuras Ukiyoe retratam, em sua maioria, o estilo de vida dos japoneses no período EDO (1603 a 1668), no qual o país foi governado pelos xoguns da família Tokugawa. Nesta época, pela primeira vez, a população urbana japonesa teve oportunidade de se interessar pela cultura, moda e divertimento. Este estilo de vida foi denominado ukiyo (mundo flutuante), do qual faziam parte poesia, música, gueixas, os teatros kabuki e bunkaro e as prostitutas Oiran. Os registros em xilogravura dessa vida hedonista foram chamados de ukiyo-e (retratos de um mundo flutuante). As gravuras representam também cidades, províncias, o Monte Fuji, animais, flores, pássaros e heróis.

Segundo a curadora Anna Paola Baptista, a exposição Ukiyoe – a magia da gravura japonesa é um cartão de visita para a cultura tradicional japonesa: “A mostra nos apresenta as paisagens e as gentes do Japão, bem como lança luz sobre aspectos de sua cultura e costumes tais como a dança, o teatro e a religião. Será possível constatar também a grande influência que a gravura japonesa exerceu sobre importantes nomes da arte europeia, como Edgar Degas, Édouard Manet, Claude Monet, Vicent Van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec”, declara.

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

 

Serviço:

Exposição: Ukioye – A magia da gravura japonesa

Local: CAIXA Cultural Fortaleza – Galeria Multiuso

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Abertura: 08 de janeiro de 2019

Visitação: de 09 de janeiro a 10 de março de 2019

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

CAIXA Cultural Fortaleza recebe exposição “J. Borges 80 anos”

Crédito fotográfico: Xirumba

A CAIXA Cultural Fortaleza recebe, entre 09 de janeiro e 10 de março, a exposição J. Borges 80 Anos, que traz uma coletânea de 40 xilogravuras, sendo 10 inéditas, com temas que retratam a trajetória de vida do artista J. Borges, considerado pelo dramaturgo Ariano Suassuna como o melhor gravador popular do Brasil.

Na exposição que celebra os 80 anos do artista, completados em 2016, os visitantes poderão conferir obras que retratam diversas fases da história de J. Borges com os temas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’, ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.

“Estou muito alegre com essa exposição sobre os meus 80 anos. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto”, afirma J. Borges. Com curadoria de José Carlos Viana e Marcelle Farias, a exposição reserva um lugar especial para a poesia popular com um espaço dedicado à literatura de cordel.

Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano do agreste, acontecimentos políticos, fatos lendários, folclóricos e pitorescos da vida. A mostra trará ainda obras assinadas por J. Miguel e Manassés Borges, filhos e aprendizes do artista além da exibição de uma cinebiografia sobre vida e obra do artista, assinada pelo jornalista Eduardo Homem.

J. Borges desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras. Os temas mais populares em seu repertório são o cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, enfim todo o rico universo cultural do povo nordestino.

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:

Exposição J. Borges 80 Anos

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Abertura da exposição: 08 de janeiro, às 19h, com visita guiada pelo curador José Carlos Viana

Período de visitação: 09 de janeiro a 10 de março de 2019

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno

Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

EXPOSIÇÃO (RE)CONHECENDO A AMAZÔNIA NEGRA, DE MARCELA BONFIM, SEGUE ATÉ 23/12, NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

“Geração Maloney”, foto de Marcela Bonfim (2016)

 

A exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra, da fotógrafa Marcela Bonfim, segue em cartaz até o dia 23 de dezembro, na CAIXA Cultural Fortaleza. A mostra traz 55 fotografias que ilustram as mais diversas identidades e culturas presentes entre os povos negros da Amazônia e a importância social das religiões de matriz africana na construção do Brasil.

As obras trazem de maneira sensível e original as mais diversas expressões dos grupos que residem na região Norte do País, dentre eles remanescentes quilombolas, afroindígenas, barbadianos e haitianos. Todos carregam em seus traços as heranças socioculturais de uma parcela importante da população brasileira que ainda não é reconhecida historicamente.

As fotos foram produzidas a partir de 2013, durante visitas feitas por Marcela Bonfim a comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e urbanas, além de terreiros e festejos religiosos na região do Vale do Guaporé (RO), em um processo que coincidiu com o próprio reconhecimento da fotógrafa enquanto mulher negra. Segundo Marcela, “Mais que fotografia, o aspecto fundamental da proposta é a crítica ao percurso da história oficial sobre a negritude brasileira. Apesar do importante papel que os negros desempenharam e ainda desempenham para o desenvolvimento econômico, cultural e social do País, há mais de 500 anos, ainda padecem com as ambiguidades e injustiças causadas inicialmente pela seletividade das informações contidas nos livros de história e demais registros de memória, o que é um projeto de degradação e inferiorização destas populações, dos seus costumes e cultura”, aponta.

 

Expressões de fé

A exposição propõe um verdadeiro mergulho na cultura e subjetividade dos povos negros da Amazônia, trazendo histórias de vida e também de expressões religiosas de matriz africana. Logo na entrada, o visitante irá encontrar um altar trazendo alguns dos objetos de variadas religiões, encaminhando-o à primeira parte da mostra.

As imagens seguintes revelam variadas expressões de fé impressas nos detalhes de mãos, pés e semblantes de um povo que mantém fortemente suas tradições e festas religiosas. Elementos como espadas-de-são-jorge e sal grosso também irão compor a expografia, no intuito de apresentar ao público um pouco dos costumes presentes no cotidiano dos povos fotografados.

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:

Exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Data: até 23 de dezembro de 2018

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

EDP é vencedora nacional do Prêmio Aberje com a exposição itinerante ‘A Energia da Língua Portuguesa’

 

A EDP, companhia que atua em todos os segmentos do setor elétrico, foi a vencedora nacional do Prêmio Aberje 2018, na categoria Comunicação de Programas, Projetos e Ações Culturais. Trata-se do principal reconhecimento para organizações e profissionais que se destacaram na área da comunicação empresarial, valorizando as melhores práticas de todo o Brasil. A exposição esteve em Fortaleza nos dias 07, 08 e 09 de setembro, no Aterro da Praia de Iracema.

O case vencedor ‘Caminhão EDP – A Energia da Língua Portuguesa’ é uma exposição sobre rodas, com 300 m², que recebeu mais de 22 mil visitantes de 18 cidades de oito estados do País. Utilizando a estrutura móvel de um caminhão, a mostra permite aos visitantes conhecer mais sobre os países que falam a língua portuguesa, as peculiaridades e diferenças do português falado no Brasil e em Portugal, e curiosidades sobre expressões comuns desse idioma, o mais utilizado no hemisfério sul do planeta.

“Para a EDP, a língua é um patrimônio a ser preservado e valorizado. A Companhia criou essa exposição itinerante para levar a pessoas de todo o Brasil um pouco da a experiência do Museu da Língua Portuguesa, enquanto ele não é reinaugurado”, afirma Eny Caldo, Gestora Operacional Eventos, Patrocínios e Ativação de Marca na EDP.

Com um investimento de R$ 20 milhões, a EDP é a principal patrocinadora da reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, destruído por um incêndio em 2015. Em outubro, a Empresa já havia sido reconhecida regionalmente, no estado de São Paulo, com o Prêmio Aberje e, agora, foi a vencedora da etapa nacional, ao lado da Fundação Roberto Marinho.

Exposição Zé Tarcísio em cartaz, em Quixadá

 

A Casa de Saberes Cego Aderaldo, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), recebe, em Quixadá, em uma realização com o Museu de Arte Contemporânea do Ceará – MAC, através do projeto Museu em Fluxo de seu educativo, um recorte curatorial da exposição Zé – Acervo de experiências vitais, tecida a partir de uma longa pesquisa e convivência no acervo de obras, matérias e entrevistas do artista Zé Tarcísio.

Além da exposição, uma série de ações educativas sobre acessibilidade, mediação, curadoria e expografia já vêm sendo realizadas no mês de novembro na Casa!

A abertura oficial da exposição será nesta quarta-feira, 28, através de uma visita guiada com a Curadora Assistente Cecilia Andrade e o artista Zé Tarcísio.

 

Serviço: Abertura da Exposição Zé- Acervo de Experiências Vitais
Dia 28/11/2018
Hora: 19:00
Local: Casa de Saberes Cego Aderaldo
Rua Pascoal Crispino, 167 – Centro, Quixadá/CE

BIBLIOTECA SENAC JUAZEIRO PROMOVE EXPOSIÇÃO DA CULTURA DO CARIRI

 

 

Em comemoração aos 30 anos da Biblioteca do Senac Juazeiro, foi aberta ao público a Exposição “Representação Viva da Cultura Nordestina”, do artista Cláudio Lopes. Utilizando materiais recicláveis, transformando o lixo em arte, o trabalho de Cláudio Lopes apresenta um pouco da história da vida e da cultura típica da região do Cariri, através do Engenho da Rapadura, da Casa de Farinha, da Casa do Patativa do Assaré, da Estação Ferroviária e da Vila Juazeiro.

A inspiração do artista vem das famílias, avós e pais que viveram nesta época, incentivando os filhos de hoje a resgatarem a memória cultural do povo nordestino, mostrando a forma como eles trabalhavam dentro de suas cidades.

A exposição, que fica aberta até o final de novembro, celebra o momento histórico da Biblioteca do Senac, que sempre serviu como fonte de apoio à formação, educação e cultura em níveis institucional e regional. Inaugurada no dia 11 de outubro de 1988, desde então, cumpre seu papel na construção do saber ao apoiar e impulsionar a cultura, levando informações e fomentando a pesquisa e a leitura, além de realizar eventos que beneficiam a comunidade caririense.

 

Serviço:
Exposição Representação Viva da Cultura Nordestina

Local: Rua São Luís, s/n – São Miguel – Juazeiro do Norte

Aberto ao público

CAIXA CULTURAL FORTALEZA RECEBE EXPOSIÇÃO (RE)CONHECENDO A AMAZÔNIA NEGRA, DE MARCELA BONFIM

Foto Marcela Bonfim (2016)

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre 02 de novembro e 23 de dezembro, a exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra, da fotógrafa Marcela Bonfim. A mostra traz 55 fotografias que ilustram as mais diversas identidades e culturas presentes entre os povos negros da Amazônia e a importância social das religiões de matriz africana na construção do Brasil.

As obras trazem de maneira sensível e original as mais diversas expressões dos grupos que residem na região Norte do País, dentre eles remanescentes quilombolas, afroindígenas, barbadianos e haitianos. Todos carregam em seus traços as heranças socioculturais de uma parcela importante da população brasileira que ainda não é reconhecida historicamente.

As fotos foram produzidas a partir de 2013, durante visitas feitas por Marcela Bonfim a comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e urbanas, além de terreiros e festejos religiosos na região do Vale do Guaporé (RO), em um processo que coincidiu com o próprio reconhecimento da fotógrafa enquanto mulher negra. Segundo Marcela, “Mais que fotografia, o aspecto fundamental da proposta é a crítica ao percurso da história oficial sobre a negritude brasileira. Apesar do importante papel que os negros desempenharam e ainda desempenham para o desenvolvimento econômico, cultural e social do País, há mais de 500 anos, ainda padecem com as ambiguidades e injustiças causadas inicialmente pela seletividade das informações contidas nos livros de história e demais registros de memória, o que é um projeto de degradação e inferiorização destas populações, dos seus costumes e cultura”, aponta.

 

Expressões de fé

A exposição propõe um verdadeiro mergulho na cultura e subjetividade dos povos negros da Amazônia, trazendo histórias de vida e também de expressões religiosas de matriz africana. Logo na entrada, o visitante irá encontrar um altar trazendo alguns dos objetos de variadas religiões, encaminhando-o à primeira parte da mostra.

As imagens seguintes revelam variadas expressões de fé impressas nos detalhes de mãos, pés e semblantes de um povo que mantém fortemente suas tradições e festas religiosas. Elementos como espadas-de-são-jorge e sal grosso também irão compor a expografia, no intuito de apresentar ao público um pouco dos costumes presentes no cotidiano dos povos fotografados.

 

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:

Exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Abertura: 1º de novembro, às 19h, com visita guiada por Marcela Bonfim

Data: 02 de novembro a 23 de dezembro de 2018

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 
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