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Espetáculo

Matheus Nachtergaele estrela o espetáculo Molière no Theatro Via Sul Fortaleza

Texto: Sabina Berman | Tradução: Elcio Nogueira Seixas e Renato Borghi | Adaptação: Diego Fortes e Luci Collin | Direção: Diego Fortes | Elenco: Matheus Nachtergaele, Renato Borghi, Elcio Nogueira Seixas, Nilton Bicudo, Rafael Camargo, Luciana Borghi, Georgette Fadel, Regina França, Marco Bravo, Débora Veneziani, Edith de Camargo, Fábio Cardoso, Maria Fernanda, Beatriz Lima | Cenografia: André Cortez | Figurino: Karlla Girotto | Direção Musical: Gilson Fukushima | Iluminação: Beto Bruel e Nadja Naira | Fotos: Eika Yabusame, Jamil Kubruk, Luísa Bonin, Paulo Uras| Assessoria de Imprensa: Adriana Monteiro- Ofício das Letras | Produção Executiva: Jamil Kubruk | Direção de Produção: Camila Bevilacqua e Fioravante Almeida | Coordenador de Produção: Luís Henrique Daltrozo (Luque) | Produção: Lady Camis e Daltrozo Produções | Idealização e Execução: Teatro Promíscuo e Flo Produções.

Uma disputa bem-humorada entre a Comédia, representada por seu mais ilustre autor, Molière, vivido por Matheus Nachtergaele, e a Tragédia, personificada pelo poeta Jean Racine, apresentado por Elcio Nogueira Seixas. Essa é a premissa do espetáculo “Molière”, que chega ao Theatro Via Sul Fortaleza, dias 27, 28 e 29 de março. ​
Embalada por músicas de Caetano Veloso, executadas ao vivo e com arranjos originais do maestro Gilson Fukushima, a peça marca a estreia da obra teatral da renomada dramaturga mexicana Sabina Berman no Brasil. A peça é dirigida por Diego Fortes, ganhador do Prêmio Shell em 2017 pelo espetáculo O Grande Sucesso. ​
Inspirada no próprio teatro de Molière, que fundia vários estilos em uma mesma obra (Commedia Dell’Arte; influências renascentistas e barrocas; humor satírico), a encenação busca integrar linguagens diversas em uma intensa dinâmica cênica.  “A fusão de linguagens de Molière e a autenticidade de suas criações nos possibilitaram misturar cores e texturas com extrema liberdade, procurando sempre uma encenação em que regras pudessem ser quebradas”, diz o diretor Diego Fortes.​
Em cena, quatorze atores e músicos vão narrar o inusitado conflito entre formas opostas de pensar o mundo, expressas pelas famosas máscaras do Teatro: uma ri malandramente de tudo e de todos, a outra mostra reverência e temor diante da dor e da morte. O embate épico entre estas duas faces da vida tem como cenário a corte carnavalesca de Luis XIV, o Rei Sol (Guilherme Weber), na França.​
Amado pelo público e favorito do extravagante do rei, Molière trava uma luta tragicômica, com seu aprendiz Racine para manter a posição de dramaturgo mais prestigiado da corte. Enquanto isso, Arcebispo de Paris, grade entusiasta da guerra, Monsenhor Péréfixe (Renato Borghi), tentará se aproveitar do conflito para banir do reino o Teatro e seus artistas, endurecer a censura e lançar a França em uma era de conquistas, violência e sacrifício. É mais nobre fazer o público rir ou chorar? Os artistas devem mostrar o mundo como ele é ou como deveria ser? Por que proibir obras de arte e perseguir seus criadores? Até que ponto aqueles que criam devem submeter-se à vontade daqueles que pagam? Estas são algumas das grandes questões que permeiam o enredo do espetáculo inédito.​
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SERVIÇO
Moliére ​
Datas: 27, 28 e 29 de março de 2020​
Horário: sexta e sábado 21h; domingo 20h ​
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz​
Ingressos: R$ 70/R$ 35 (todos os setores); PROMOCIONAL: 30,00 (limitado)​
Vendas: https://site.bileto.sympla.com.br/theatroviasulfortaleza/ ou na bilheteria do teatro​
Duração: 120min​

Classificação: 14 anos​

Capacidade: 732 Pessoas​
Informações: (85) 3099-1290​
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a sábado, das 10h às 22h; Aos domingos e feriados, das 11h às 21h​
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.​
Estacionamento no Via Sul Shopping​

SUCESSO ABSOLUTO DE CRÍTICA E PÚBLICO EM SÃO PAULO, CHAVES – UM TRIBUTO MUSICAL SAI EM TURNÊ PELO BRASIL

  

E Zás… Ele vai rodar o Brasil!!! Após temporada de sucesso em São Paulo com sessões lotadas e mais de 50 indicações a prêmios culturais, o espetáculo Chaves – Um Tributo Musical irá rodar o Brasil e inicia turnê por Fortaleza, dias 14 e 15 de março, no Teatro RioMar Fortaleza. Ingressos à venda no site www.uhuu.com.

Esta é a primeira e única mega produção dessa natureza endossada e licenciada pelo Grupo Chespirito, e pelo SBT. A montagem surpreende os fãs do seriado – e o público em geral – com roteiro original da diretora musical Fernanda Maia e direção geral de Zé Henrique de Paula, ambos conhecidos por musicais como Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812 e Urinal – o musical. A coreografia original é de Gabriel Malo. No repertório, o musical foi recheado de canções clássicas da série e composições inéditas.

Chaves – Um Tributo Musical é apresentado por Ministério da Cidadania e Zurich-Santander, tem patrocínio de Rico e apoio de Dúo Art Ice. Realização Del Claro Produções, Move Concerts Brasil, SBT e Grupo Chespirito.

O gênio da comédia Roberto Gómez Bolaños conquistou crianças e adultos do mundo inteiro com seu humor simples e carismático, criando personagens que serviram de inspiração para diferentes gerações de atores, comediantes e escritores. Para isso, teve como referência (e homenageou) nomes clássicos da comédia. É possível encontrar registros do artista mexicano compondo esquetes que fazem alusão a humoristas como Charles Chaplin, Jerry Lewis e à dupla Oliver Hardy e Stan Laurel (O Gordo e o Magro).

Foi assim que surgiu a ideia de se criar um roteiro inédito que não apenas trouxesse de volta aquela atmosfera lúdica, inocente e saudosista da vila da série, mas que também desse pitadas da vida de Bolaños e de sua trajetória como um grande mestre das artes cênicas e do clown.

Mesmo não se tratando de apenas um “episódio inédito do Chaves transposto para os palcos”, e sim de uma homenagem com uma história inédita, o musical reproduz fielmente o cenário mais conhecido da carreira de Bolaños – a Vila do Chaves -, e causa comoção ao público quando aparece em cena pela primeira vez.

Além de Chaves, muitos outros personagens icônicos aparecem em cena para o público se deliciar com as presepadas de Seu Madruga, Quico, Chiquinha, Sr. Barriga, entre outros. Os espectadores também podem esperar boas surpresas durante as apresentações.

Crédito: Eron Reigota e Bruno Anselmo

Há mais de 45 anos em exibição no México, Chaves é um case de sucesso mundial, com transmissões na Itália, França, Coréia do Sul, Colômbia, Chile, Venezuela, Argentina, Peru, Panamá, Porto Rico e Estados Unidos. No Brasil, os episódios completaram 35 anos no ar em agosto; e são, atualmente, exibidos nos canais SBT e Multishow.

Sobre a série

Roberto Gómez Fernández, a pessoa à frente do Grupo Chespirito

Dar vida a uma grandiosa obra e adaptá-la para os palcos não é tarefa fácil. Principalmente, se essa obra for o legado deixado por Roberto Gómez Bolaños, na forma do personagem Chaves e toda a sua turma. São figuras que vivem no coração de milhões de pessoas de toda a América Latina há mais de três décadas e que, por isso, merecem muita atenção e carinho.

Roberto Gómez Fernández é o responsável por manter essa chama acesa para todos nós. Filho de Bolaños e líder do Grupo Chespirito, empresa detentora dos diretos de Chaves, Fernández mantém os olhos abertos para todos os licenciamentos envolvendo a série, inclusive o nosso querido ‘Chaves – Um Tributo Musical’.

Para ele, Chaves é o personagem mais querido da América Latina e tem um papel emblemático na trajetória do pai, pois entende que o amor que o público sente pelo menino da ficção representa também o amor que o público tem pelo pai e toda a sua obra.

Fernández comenta que se sentiu muito honrado e orgulhoso quando ficou sabendo da ideia do musical aqui no Brasil, e que segue se surpreendendo com o impacto que a obra de Chespirito (apelido carinhoso de Bolaños) ainda tem em todo o mundo. Ele diz que (o musical) “é uma enorme responsabilidade para se preservar o legado do meu pai”, e que está “emocionado por saber que (o musical) está em mãos profissionais e talentosas, e com um conceito único e original”.

A paixão do brasileiro pela vila e todos seus personagens é notória e Fernández diz que se sente feliz por poder ser testemunha de todas essas manifestações de carinho. Ele revela que era uma vontade de Bolaños criar um espetáculo direcionado para o nosso país. “Meu pai começou a preparar um show ao vivo para o Brasil e até a estudar português. Porém, por questões políticas, não conseguiu levar o projeto adiante”. Ele arremata dizendo que ‘Chaves – Um Tributo Musical’ é “um sonho que se tornou realidade”.

Por isso, Roberto Gómez Fernández deseja que nosso espetáculo seja um grande sucesso. E nós desejamos que você se divirta e que se emocione com as trapalhadas que preparamos com muito carinho, profissionalismo e dedicação.

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Serviço

CHAVES – UM TRIBUTO MUSICAL
Apresentado por Ministério da Cidadania e Zurich-Santander

Patrocínio: Rico

Apoio: Dúo Art Ice

Realização: Del Claro ProduçõesMove Concerts BrasilSBT Grupo Chespirito.

Fortaleza

 

Sessões:

14 de março, Sábado, 21h

15 de março, Domingo, 16h e 20h

Duração: 120 minutos (com 15 minutos de intervalo)

Classificação: Livre

Teatro RioMar
Rua Lauro Nogueira, 1500 loja 3001 – L3

Papicu • Fortaleza • CE • CEP: 60175-055

www.teatroriomarfortaleza.com.br

INGRESSOS

Plateia Baixa A – R$100,00

Plateia Baixa B – R$80,00

Plateia Alta – R$60,00

Obs.: Confira legislação vigente para meia-entrada

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
Site: www.uhuu.com

Link dedicado: https://uhuu.com/evento/ce/fortaleza/chaves-9081#/
Atendimento: falecom@uhuu.com

Bilheteria Teatro RioMar – Rua Lauro Nogueira, 1500 loja 3001 – L3

De terça a sábado das 12h às 21h, Domingo das 14h às 20h, não abre às segundas.

Adaptação da obra de Noel Rosa, “A Noiva e o Condutor”, faz duas apresentações no Teatro Brasil Tropical

Inspirado na opereta de Noel Rosa e Arnold Gluckmann, “A Noiva e o Condutor” sobe aos palcos nas férias do Teatro Brasil Tropical para apresentações dias 18 e 25 de janeiro, (sábados) às 20h. ​
A narrativa acompanha Helena, moça que sonha em se casar com um rapaz abastado, e é traída pela paixão quando conhece Joaquim. Embalado pelos clássicos do samba como ‘Com que roupa eu vou’ e outras canções menos populares, o espetáculo revela um olhar crítico sobre a sociedade da década de 1930 e dá uma nova roupagem à opereta original.​
  ​
No palco, artistas se entregam na energética mistura de cantar, dançar e atuar para divertir a plateia. A Noiva do Condutor é uma revista radiofônica escrita pelo genial sambista Noel Rosa. Mesmo com a morte precoce, Noel criou uma série de inesquecíveis músicas tocadas ao longo dos anos. O Grupo K’Os Coletivo resolveu repaginar o musical escrito em 1935, batizando-o de “A Noiva e o Condutor”.​
A obra fala da história do Brasil, do apogeu do samba e dos costumes. Além disso, o musical favorece a pesquisa do samba, gênero tão importante na formação da cultura.​
SERVIÇO
A Noiva e o Condutor​
Data: 18 e 25 de janeiro (Sábado)​
Horário: 20h​
Local: Teatro Brasil Tropical (Av. da Abolição, 2323 – Meireles)
Valores: R$60 inteira / R$30 meia-entrada​

Ingressos: sympla.com.br ou na bilheteria do teatro​

Meia-Entrada: Crianças de 2 a 12 anos, Estudantes, Idosos com 60 anos ou mais, Jovens pertencentes a Família de Baixa Renda, Pessoas com Deficiência, Professores e Profissionais da Rede Pública Municipal de Ensino.​

Duração: Aproximadamente 60 minutos​
Classificação indicativa: LIVRE​
Capacidade: 437 lugares​
Informações: (85) 3254-6705

Espetáculo “Ceará Show” segue em temporada nas férias do Teatro Brasil Tropical

Em cartaz por três anos consecutivos, com uma pausa no segundo semestre do ano passado, o musical “Ceará Show” está de volta aos palcos remodelado e pronto para encantar o público, e segue em temporada no Teatro Brasil Tropical neste mês de janeiro (quintas e sextas), às 20h.​ O espetáculo já alcançou a marca de 800 apresentações e plateia estimada em 200 mil pessoas.
O musical, que resgata a cultura nordestina e conquistou o primeiro lugar no TripAdvisor, é considerado poesia sobre os palcos, onde mitos e tradições ganham vida própria e a magia acontece. O Ceará Show é uma peça que carrega não só a intenção de mostrar as preciosidades do estado para quem não as conhecem, mas personificar seus personagens, mitos e figuras de representação para todas as mídias. O espetáculo representa o Ceará e o Brasil, por isso promete divertir e emocionar o espectadores.​
SERVIÇO
Ceará Show​
Datas: 16, 17, 23, 24, 30 e 31 de janeiro (Quintas e Sextas)​
Horário: 20h​
Valores: R$50 inteira / R$25 meia-entrada​
Ingressos: http://www.sympla.com.br ou na bilheteria do teatro​
Meia-Entrada: Crianças de 2 a 12 anos, Estudantes, Idosos com 60 anos ou mais, Jovens pertencentes a Família de Baixa Renda, Pessoas com Deficiência, Professores e Profissionais da Rede Pública Municipal de Ensino.

Local: Teatro Brasil Tropical – Av. Abolição, 2323 – Meireles

Classificação indicativa: LIVRE
Duração: Aproximadamente 90 minutos​

Capacidade: 437 lugares​

Informações: (85) 3254-6705

Cirque Amar realiza apresentação exclusiva para crianças da Associação Peter Pan

 

Nesta quarta-feira (15) a Associação Peter Pan estará recebendo o Cirque Amar no Centro Pediátrico do Câncer às 9h30min. Pacientes e seus cuidadores irão usufruir de diversas apresentações, dentre elas shows musicais, palhaços, ciclistas russos, malabaristas, acrobatas, contorcionistas e muito mais.

Bryan Stevanovich, um dos administradores do circo, explica o que motivou a realização deste espetáculo. “Essa ação beneficente é um dos principais espetáculos que realizamos nas cidades em que nos apresentamos e já acontece há 10 anos. Já visitamos hospitais e creches, mas ter a oportunidade de levar a magia do circo para crianças que lutam contra o câncer faz com que nossa missão seja maior. O que nos trouxe para o Hospital Peter Pan foi a vontade de ajuda-las a esquecer das dores do tratamento e fazer com que o circo entre na memória de cada uma delas”, diz ele.

Ações sociais como esta contribuem para aliviar a tensão decorrente do árduo processo de tratamento da doença, o que vem a contribuir no processo de cura do câncer. “Trazer alegria e divertimento para estas crianças torna a realidade delas um pouco melhor. Ajuda a diminuir a carga de estresse emocional que é inerente ao tratamento de qualquer patologia, mas que com o câncer se torna ainda mais exaustivo”, reforça a Gerente de atividades sociais da Associação Peter Pan, Sandra Salgado.

 

Serviço

Evento: Apresentação do Cirque Amar

Dia: 15/01/2020

Hora: 09h30

Local: Hospital Peter Pan (Rua Alberto Montezuma, 350 – Vila União)

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE É ENCENADA NO TEATRO BRASIL TROPICAL


Um dos famosos clássicos da literatura e do cinema mundial ganha
adaptação pela Escola de Atores Marcelino Câmara. É a A Fantástica
Fábrica de Chocolate, que entra em cartaz dia 3 de novembro, às 17h,
no Teatro Brasil Tropical.

O espetáculo conta a história de Charlotte Bucket é uma garota pobre
que vive com o avô numa pequena e miserável casa. Ela é uma grande
fã de chocolate, do qual ganha apenas uma barra e somente no dia de seu
aniversário, da marca do maior fabricante de chocolate do país: Willy
Wonka, cuja enorme e enigmática fábrica está situada bem perto de sua
casa.

Eis que Willy Wonka lança uma estranha promoção: em cinco de suas
Barras Wonka foram colocados convites dourados, que davam a quem os
achasse o direito de passar um dia visitando a fábrica. Charlotte,
então, abre seu presente anual mais cedo, mas não consegue encontrar o
Convite Dourado.

A primeira criança a encontrar o Convite Dourado é Augustus Gloop. Era
de se esperar que Augustus ganhasse o Convite Dourado, já que come
muitas barras por dia. A segunda pessoa a achar o convite foi Veruca
Salt. Veruca sempre consegue tudo o que quer, e atazanou o pai até
conseguir um Convite. Porém, não foi o senhor Salt que o deu, nem a
senhora Salt, mas sim as empregadas da fábrica de nozes do senhor Salt.
A terceira ganhadora foi Violet Beauregarde que tem entre seus hábitos
a arte de mascar chiclete. Em suas palavras e nas de sua mãe ela “é
uma vencedora”. E até o fato de ela, com apenas 10 anos, ter 263
troféus e medalhas é impressionante. Do que ela parece mais gostar é
de seu recorde mundial de mascar chicletes. O quarto ganhador foi Mary
Game, uma garota que joga muito vídeo game, mal-humorada e metida a
sabe-tudo, além disso, viciada em televisão e não mostra nenhum
interesse por ter ganho um Convite Dourado.

Charlotte encontra o último convite. Uma mulher ofereceu 500 dólares
de presente para Charlotte em troca do convite, mas o dono da loja onde
Charlie comprou a barra mandou-a e a outro interesseiro deixá-lo em
paz, dizendo a ele não dar o convite a ninguém.

Na Fábrica de Chocolate de Wonka, as crianças conhecem Willy Wonka e
seus estranhos empregados, os Oompa-Loompas. Na Fábrica, cada uma das
crianças egoístas recebe um castigo e uma música, composta pelos
Oompa Loompas. O primeiro a ir embora é Augustus Gloop, num acidente na
sala do chocolate. A segunda é Violet Beauregarde, num acidente na
importante sala de invenções. A terceira é Veruca Salt na sala de
nozes. O quarto é Mary Game na sala que ela própria escolheu. Só
sobrou Charlotte que recebe a fábrica de presente.

SERVIÇO:

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE

Local: Teatro Brasil Tropical – Av. da Abolição, 2323

Data: 3 de Novembro (Domingo)

Horário: 17h

Valores: R$40 inteira / R$20 meia

Ingresso: sympla.com.br

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: LIVRE

Informações: (85) 3458-1900

MINHA VIDA EM MARTE, DE MÔNICA MARTELLI, FAZ APRESENTAÇÕES EM FORTALEZA


Créditos: Julia Rodrigues

A comédia Minha Vida em Marte, de MÔNICA MARTELLI, chega a Fortaleza
para apresentações no TEATRO RIOMAR FORTALEZA, NOS DIAS 2 E 3 DE
NOVEMBRO. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos pela
internet, através do site uhuu.com ou na bilheteria dos teatros.
Com a sua peça, Mônica que já conquistou um público impressionante:
são 200 mil espectadores desde sua estreia, em maio de 2017, no Rio de
Janeiro. De lá para cá, a obra recebeu cinco indicações a prêmios e
passou por diversas cidades, sempre com sessões esgotadas. Além disso,
a peça inspirou o filme _Minha Vida em Marte, _que levou mais de 5
milhões de espectadores aos cinemas, o que a faz detentora da maior
bilheteria nacional dos últimos anos – assim como no teatro e na
televisão, Mônica também foi dirigida por sua irmã, SUSANA GARCIA,
celebrando, mais uma vez, o sucesso da parceria.

Minha Vida em Marte é a continuação da saga de Fernanda, personagem
que surgiu pela primeira vez no teatro em 2005, quando Mônica Martelli
lançou a comédia Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou,
sem imaginar o sucesso que a peça, protagonizada e escrita por ela,
alcançaria. Fernanda, a personagem que ela criou para falar de amor e
discutir o empoderamento feminino muito antes da expressão ter a
importância que tem hoje, mudou a vida de Monica. A autora, então com
36 anos, viu o espetáculo tornar-se um sucesso sem precedentes ao
alcançar mais de 2,5 milhões de espectadores e dar origem a um filme
homônimo – que arrastou mais de 2 milhões pessoas para os cinemas
– e a uma série televisiva com o mesmo título que vai para a sua
quinta temporada no GNT, sendo uma das maiores audiências do canal.

Doze anos depois Mônica repete o sucesso de sua peça precursora.
Dirigida pela irmã SUSANA GARCIA, Minha Vida em Marte traz de volta
Fernanda, agora com 45 anos, à procura de respostas para a
sobrevivência conjugal. “Demorei para fazer esta peça porque sei que
só é possível falar com propriedade sobre um assunto quando se
consegue olhar para ele com distanciamento”, resume a autora que, tal
qual sua personagem, conhece a fundo a dor da separação. Tendo como
suporte suas próprias experiências, Monica leva ao teatro um monólogo
bem-humorado que aproxima através do riso e leva homens e mulheres à
reflexão. E assim a atriz se confirma como uma das autoras brasileiras
que melhor traduzem o comportamento feminino moderno.

O ENREDO DE MINHA VIDA EM MARTE

Em_ Os Homens São de Marte…_ Fernanda estava em busca do amor. Minha Vida em Marte traz agora a personagem já casada há oito anos com Tom
com quem ela teve uma menina de 5 anos, Joana. Este é o pano de fundo
para a protagonista se questionar na terapia de grupo. É nas sessões
de análise que ela narra e vivencia deliciosamente as alegrias e os
muitos problemas do seu casamento. Ali, ela expõe assuntos íntimos
como a intolerância no casamento, a falta de tesão, as tentativas de
“trabalhar a relação” e percebe que nas relações estagnadas,
adia-se o afeto e acumulam-se mágoas. “É muito comum no casamento
que a gente deixe para amanhã a ternura, o sexo e a tolerância. E
quando percebemos isso, a família que tanto sonhamos já está por um
fio”, revela Mônica sobre o destino de Fernanda.

Fernanda será capaz de superar a crise ou será preciso se separar?
Vale a pena enfrentar a solidão? A comédia toca ainda em temas como
traição, machismo, trabalho duplo da mulher e educação dos filhos.
Minha Vida em Marte é um texto libertador que foi escrito sob a
premissa de que ser feliz é fundamental.

SOBRE MÔNICA MARTELLI

A atriz carioca é a criadora e intérprete de Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou, montagem que durante 12 anos foi
vista por mais de 2,5 milhões de espectadores, passou por 40 cidades em
20 estados brasileiros – além de Portugal – e tornou-se um dos mais
longevos sucessos de público do gênero no país. O monólogo foi um
verdadeiro fenômeno teatral e deu origem a uma série que vai para a
sua quinta temporada no canal GNT. E a um filme, codirigido também por
Susana Garcia e que levou aos cinemas dois milhões de pessoas em 2014.
Em 2018, estreou sua versão cinematográfica de Minha Vida em Marte
junto dos atores Paulo Gustavo e Marcos Palmeira, cravando um novo
sucesso: são mais de 5 milhões de espectadores e a maior bilheteria
para um filme nacional nos últimos anos.

Mônica é vista ainda, há seis anos, como uma das apresentadoras do
programa Saia Justa, no canal GNT. Participou de novelas globais como
Beleza Pura e TITITI, integrou o elenco do seriado Mandrake, da
HBO, e de filmes como Trair e Coçar e Só Começar, entre outros.

SUSANA GARCIA, A DIRETORA __

Susana Garcia é a diretora do espetáculo e do recente filme Minha Vida em Marte, além de ser também irmã de Monica Martelli. Essa
parceria profissional começou na codireção do filme Os Homens São de Marte…, continuou durante as quatro temporadas da série do GNT
que Susana dirigiu e que agora completa um ciclo artístico no teatro e
no cinema. Sua carreira teve início como codiretora no espetáculo La Barca d’América. Logo depois seria ovacionada e premiada em sua
estreia na direção, ao lado do marido HERSON CAPRI, em Eu Sou Minha Própria Mulher – a dobradinha de sucesso seria repetida com Capri no
infantil A Casa da Madrinha. Sua assinatura está ainda em outros
trabalhos como Conversando Com Mamãe, Querida Mamãe e A Fada Que Tinha Ideias.

FICHA TÉCNICA

Texto e interpretação de MÔNICA MARTELLI

Direção de SUSANA GARCIA

Cenografia de FLÁVIO GRAFF

Figurino de MARCELLA VIRZI

Iluminação de MANECO QUINDERÉ

Direção de Movimento de MARCIA RUBIN

Direção de produção de HERSON CAPRI

Produção de CAPRI PRODUÇÕES

Produção Executiva DEBORAH AGUIAR

Assessoria de Imprensa de ANTONIO TRIGO (TRIGO PRESS)

FORTALEZA (CE)

Sábado, 2 de novembro, 21h

Domingo, 3 de novembro, 20h
Duração: 70min
Classificação: Livre

Teatro RioMar Fortaleza (Rua Lauro Nogueira, 1.500 – piso L3 do
Shopping RioMar Fortaleza – Papicu)
www.teatroriomarfortaleza.com.br [2]

SETOR

VALOR

MEIA-ENTRADA

1º Lote – Plateia Baixa A

R$140,00

R$70,00

1º Lote – Plateia Baixa B

R$120,00

R$60,00

1º Lote – Plateia Alta

R$90,00

R$45,00

*Descontos não cumulativos a demais promoções e/ou descontos;

** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser
realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante
apresentação de documentos que comprovem a condição de
beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a
comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na
bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;

***A LEI DA MEIA-ENTRADA MUDOU: agora o benefício é destinado a 40%
dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo
quem têm direito a MEIA-ENTRADA e os TIPOS DE COMPROVAÇÕES OFICIAIS
NO CEARÁ:

  • IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação
    de documento de identidade oficial com foto.
  • ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação
    Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida
    pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios
    Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais
    informações: [3]www.documentodoestudante.com.br [3]
  • PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do
    cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social
    da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto
    Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo
    com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de
    maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão
    estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
  • JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e
    29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que
    será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de
    março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
  • JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de
    identidade oficial com foto.
  • PROFESSORES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE FORTALEZA mediante
    apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria Municipal
    de Educação e Assistência Social (SEDAS).
  • DOADORES REGULARES DE SANGUE mediante apresentação de documento
    oficial válido, expedido por banco de sangue. São considerados
    doadores regulares de sangue aqueles registrados nos bancos de sangue
    cos hospitais do Estado do Ceará.

**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não
comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada
dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do
complemento do valor do ingresso.

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

Site: [4]www.uhuu.com [4]

Atendimento: falecom@uhuu.com

BILHETERIA DO TEATRO RIOMAR FORTALEZA: Rua Desembargador Lauro Nogueira,
1500 Piso L3 – Shopping RioMar Fortaleza – Papicu / Horário de
funcionamento: de terça-feira a sábado, das 12h às 21h, e domingo e
feriados, das 14h às 20h. Em dias de apresentações: das 12h até o
início da última apresentação. Segunda-feira: fechada.

FORMAS DE PAGAMENTO:

Internet: Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, American.

Bilheteria: Dinheiro, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, American e
Banricompras (débito).

Espetáculo ‘A criança mais velha do mundo’ estreia em Fortaleza

Envelhecer talvez seja uma das leis naturais mais inquietantes da modernidade, e é esse o tema da nova peça teatral do Grupo Cia Prisma de Artes: A Criança Mais Velha do Mundo. A peça será apresentada no dia 10 de outubro, em sessões de 9h e 15h, para crianças de escolas públicas, projetos sociais e aberta ao público geral, no Teatro Dragão do Mar (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema). A entrada é gratuita.

Muitos dizem que a velhice é a segunda infância, e é disso que trata o espetáculo capaz de encantar e tocar desde o público infantil até as pessoas maduras. “A criança mais velha do mundo” aborda, singelamente, a passagem do tempo e a importância de nunca deixar de ser criança.  No enredo, três personagens contam esta história: a criança Magnólia; o seu pai, Geraldo; e uma velhinha, também chamada de Magnólia.

“A criança mais velha do mundo”, que tem texto de Marcelo Romagnoli e direção de Héctor Briones, faz esse jogo de passado e futuro; velhice e infância. As Magnólias mostram que o tempo é uma questão de referencial. Ela ora é uma menina de 6 anos, ora é uma senhora de 90 anos. Quando criança, ela é cheia de perguntas. Quando idosa, pondera sua vida. De forma poética, a peça fala sobre envelhecer, memória e lembrança.

“É sempre um prazer enorme mostrar nosso trabalho para o público, em especial o infantil. E esse tema é muito atual, visto que cada vez mais nos questionamos com relação ao tempo. Nascer, amadurecer, envelhecer faz parte da vida, mas sempre gera inquietações. Nas crianças, traz curiosidade do futuro. Muitas vezes, para os mais velhos, uma nostalgia. Vale a pena conferir esse trabalho, está muito bonito”, explica Raimundo Moreira, diretor da Cia Prisma de Artes e um dos responsáveis pela montagem do espetáculo.

Sobre Cia Prisma de Artes

Desde 1985, o grupo alia teatro e trabalho comunitário, atuando fortemente na periferia fortalezense. Possui um número significativo de montagens infantis. Além de produções teatrais, a companhia organiza um bloco de pré-carnaval, uma quadrilha junina e um grupo de reisado, bem como realiza o Festival Popular de Teatro de Fortaleza.

Contato: Facebook: https://www.facebook.com/ciaprismadeartes

O ESPETÁCULO

Nome: A Criança Mais Velha do Mundo
Duração: 50 minutos
Classificação etária: A partir de 6 anos
Linguagem: Teatro

Ficha Técnica:

Elenco:

Luisete Carvalho

Raimundo Moreira

Direção:

Hector Briones

Produção:

Luisla Carvalho

Assistente de Produção:

Gal Saldanha

Brenda Louise

Ilustrações e Animação:

Raisa Christina

Lucas Santos

Projeções/ Vídeo Mapping

Matheus

Trilha Sonora:

Carlos Hardy

Figurino e Adereços:

Lara Leon

Klebson Alberto

Designer Gráfico:

Klebson Alberto

Fotografia:

Tim Oliveira

APRESENTAÇÕES:

Fortaleza

10/10/2019 – 9h e 15h– Teatro Dragão do Mar – GRATUITA

“Chapeuzinho Vermelho” volta ao Theatro Via Sul Fortaleza

Um dos contos de fadas mais famosos do mundo e com diversas adaptações desde sua criação, em 1697, “Chapeuzinho Vermelho” volta ao Theatro Via Sul Fortaleza para única apresentação, dia 28 de setembro, às 17h. Produzido pela Cia. de Teatro da Escola de Atores Marcelino Câmara, o espetáculo traz uma versão clássica cheia de humor, imaginação e fantasia, que tem despertado, de geração em geração, o mundo encantado dos sonhos que enfeitam a vida das crianças e dos adultos. ​​

Com um texto escrito em linguagem simples e um primoroso e criativo cenário, “Chapeuzinho Vermelho” é um dos mais belos e famosos clássicos da literatura infantil universal, apresentado em uma linguagem circense teatral: cada personagem estará associado a um artista do circo. 

Chapeuzinho é alegre, adora brincar com os animais e é uma ótima BAILARINA DA CORDA BAMBA. O lobo é metido a artista, quer ser MÁGICO e ator, passando o tempo todo a imitar vozes (não é a toa que engana todo mundo). Os caçadores são os PALHAÇOS mais atrapalhados que se pode imaginar, com armas como guarda-chuvas, balas e bolinhas de ping-pong. Vovó não escuta bem, troca as palavras e é a DOMADORA DE ANIMAIS da nossa história. A mãe não perde os programas de culinária e vive mergulhada nos afazeres da casa: ela é a MALABARISTA.​​

Divertido, cheio de cores, músicas temáticas e com atores que vão usar desde a técnica tradicional cênica, passando pelos ‘clowns’, dança e, como não podia deixar de ter nessa montagem: um pouquinho da molecagem cearense.​

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SERVIÇO

Chapeuzinho Vermelho
Datas: 28 de setembro

Horário: Sábado 17h;

Classificação: LIVRE

Duração: 60min

Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz

Ingressos: R$ 40/R$ 20 (mezanino) e R$40/R$20 (plateia)

Vendas: Bilheteria do teatro ou pelo site: https://site.bileto.sympla.com.br/theatroviasulfortaleza/
Capacidade: 732 Pessoas

Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a sábado, das 10h às 22h; Aos domingos e feriados, das 11h às 21h
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.

Estacionamento no Via Sul Shopping

Edinho Vilas Boas e Yayá Vilas Boas se apresentam no Theatro Via Sul Fortaleza

Um dos mais destacados cantores e compositores cearenses, Edinho Vilas Boas apresenta o show “Leve Liberdade Leve”. Um espetáculo especial, em que ele divide o palco com sua filha, a também cantora, compositora, violonista  e pianista Yayá Vilas Boas. Um encontro de gerações e emoções, diante de uma herança musical de amor, leveza e liberdade. Dia 27 de setembro, às 21 horas, no Theatro Via Sul Fortaleza.

“Leve liberdade leve” é uma canção inédita composta por Edinho Vilas Boas e intepretada por ele e Yayá, refletindo também sobre o respeito às diferenças e a manifestação do amor através da arte. “O show traz muitas canções leves e meditativas, convidando o público a sair, por alguns momentos, da velocidade e das preocupações do dia a dia, para mergulhar em um momento de serenidade possibilitado pela música”, ressalta Edinho.

“Embora às vezes sejam associadas a canções tristes, preferimos falar de canções leves, serenas, contemplativas. Músicas que falam dos sentimentos nossos e dos espectadores, de forma completamente independente de qualquer moda ou tendência musical”, indica o cantor e compositor, citando como exemplo “O que você sabe da minha alegria?”, canção de autoria do compositor paulista Junior Meirelles.

Sucessos do repertório de Edinho, como “Retumbante” e ” Platônico” , também estarão no set list da noite, que contará com “Verão de São Martinho” (parceria com Daniel Fernandes), “Sempre luz” (parceria com Rui Faria), ” Questão de Tempo” (parceria com Edil Figuerêdo ), além de composições de Yayá Vilas Boas e de canções em parceria entre pai e filha. Um encontro especialíssimo e inédito, no palco do Teatro Via Sul.

Yayá Vilas Boas
Cantora e compositora,  Yayá ViLas Boas tem sido aplaudida em grandes palcos ao lado do pai, o artista cearense Edinho ViLas Boas. Iniciou os estudos em Piano com o pianista Tito Freitas e hoje é aluna do instituto Beatriz e Lauro Fiúza .  Com apenas 19 anos de idade, já teve a alegria de dividir palco com outros cantores cearenses como Rebeca Câmara, Paulo Façanha , Marcos Lessa, Waldonys e Ednardo.

Edinho Vilas Boas
Edinho Vilas Boas é cantor, violonista, compositor e técnico em música formado pelo Instituto Federal. O artista vem numa ascendente carreira, sendo premiado em festivais, como em 2009 (prêmio de melhor intérprete no festival da serra de Meruoca), 2010 (primeiro lugar no festival Canta Ceará ) e 2012 quando ganhou o prêmio de melhor intérprete do 19° Festival de MPB de Tatuí-SP. Agora no começo do mês de agosto, foi premiado no festival de Pedra Branca com o primeiro lugar na categoria municipal e segundo lugar geral do certame.

Cantou com Luiz Melodia, a música ” Diz que eu fui por aí”, em show realizado no BNB clube, em Fortaleza e participou em duas faixas do DVD “Luar de sol”, de Jorge Vercilo. Viveu em 2005 o malandro no espetáculo “A Ópera do Malandro”, de Chico Buarque de Holanda, adaptação do grupo fortalezense Assuncena. Fez turnê em Portugal apresentando o show Vila Portela em vários segmentos portugueses como Universidade do Porto e Café Guarany, além de ter fechado um circuito com a rede francesa Fnac, levando o espetáculo para Lisboa, Coimbra e Algarve.

Edinho Vilas Boas lançou três discos próprios e um DVD. O primeiro foi o álbum “Hoje à Noite”, que traz a participação especial de Dominguinhos. O segundo foi “Vida Voz e Violão”, gravado ao vivo no teatro Sesc. Depois vieram o álbum “Retumbante” e o DVD “Forró Brasileiro”.

SERVIÇO
Edinho Vilas Boas e Yayá Vilas
Datas: 27 de Setembro de 2019
Horário: Sexta 21h;
Local: Theatro Via Sul Fortaleza –  Av. Washington Soares, 4335 – 3° Piso
Ingressos: R$ 60/R$ 30 (mezanino) e R$60/R$30 (plateia)Vendas: Bilheteria do teatro ou https://site.bileto.sympla.com.br/theatroviasulfortaleza/
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a sábado, das 10h às 22h; Aos domingos e feriados, das 11h às 21hClassificação: LIVRE
Duração: 90minCapacidade: 732 Pessoas
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Via Sul Shopping
Informações: (85) 3099-1290

Musical ‘ELZA’ celebra prêmios e indicações com apresentações no Cineteatro São Luiz

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, indicado ao Prêmio Bibi Ferreira, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro, passou por 15 cidades. Agora, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada, fará apresentações em Fortaleza, no Cineteatro São Luiz, nos dias 5 e 6 de outubro.

Larissa Luz, convidada para a montagem, e outras seis atrizes selecionadas em uma bateria de testes (Janamô, Lu Fogaça, Ágata Matos, Khrystal, Laís Lacorte e Verônica Bonfim) sobem ao palco para celebrar o trabalho, as nove indicações ao Prêmio Bibi Ferreira, o recém-conquistado Prêmio Shell de Melhor Música, os dois prêmios CESGRANRIO (Melhor Direção – Duda Maia e Categoria Especial pelo Elenco), quatro troféus do Prêmio Reverência (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial) e o Prêmio da APCA de Melhor Dramaturgia.

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Com texto inédito de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet. Além disso, o maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegasse. O projeto foi idealizado por Andréa Alves, da Sarau Agência, a partir de um convite da própria Elza e de seus produtores Juliano Almeida e Pedro Loureiro.

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.
Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria.

“A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz. Se a escolha de Pedro Luís para a função foi referendada pela própria Elza – que gravou e escolheu um verso do compositor para nomear seu último disco –, Larissa Luz já estava envolvida com o projeto desde o seu embrião.

SOBRE A EQUIPE DE CRIAÇÃO E PRODUÇÃO
A estreia de Elza marca o encontro da dramaturgia de Vinícius Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes.

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e os diretores musicais Pedro Luís, Larissa Luz (esta também em cena) e Antonia Adnet foi determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do princípio que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria com a Sarau, produtora capitaneada por Andrea Alves.

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável montagens tais como Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partidos, e Gota D’Água [a seco], dirigida por Rafael Gomes e protagonizada por Laila Garin. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival Villa-Lobos e do Toca, evento que teve a primeira edição neste ano e trouxe a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.

Indicado ao PRÊMIO BIBI FERREIRA nas categorias: Melhor Visagismo em musicais – Uirandê de Holanda, Melhor Desenho de Luz em musicais – Renato Machado, Melhor Roteiro Original em musicais – Vinícius Calderoni, Melhor Arranjo Original em musicais – Letieres Leite, Melhor Direção Musical em musicais – Pedro Luis, Larissa Luz e Antônia Adnet, Melhor Direção em musicais: Duda Maia, Melhor Atriz em musicais: Larissa Luz, Melhor Musical Brasileiro, Melhor Musical.

Vencedor do PRÊMIO SHELL de Melhor Música (Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet)

Vencedor do PRÊMIO REVERÊNCIA nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Direção (Duda Maia), Melhor Autor (Vinícius Calderoni) e Especial – Arranjos de Letieres Leite
Vencedor do PRÊMIO APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor dramaturgia (Vinícius Calderoni)
Vencedor do PRÊMIO CESGRANRIO nas categorias Melhor Direção (Duda Maia) e Categoria Especial – Elenco

FICHA TÉCNICA
Elenco: Janamô, Lu Fogaça, Ágata Matos, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz.
Direção: Duda Maia
Texto: Vinícius Calderoni
Direção Musical: Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet
Arranjos: Letieres Leite
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves

SERVIÇO
Musical ELZA
Datas: 05 e 06 de outubro de 2019
Horários: Sábado às 20h; Domingo às 18h 
Local: Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Centro
Valor dos ingressos: Plateia Inferior – R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia); Plateia Superior – R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Vendas: na bilheteria do teatro (De terça a sábado, de 10h às 18h30. Domingos e feriados, horário sujeito a alteração, de acordo com a programação do mês) e no site www.tudus.com.br
Classificação: 14 anos
Duração: 150 minutos
Informações: 85) 3252-4138 / (85) 3252-2730
Assessoria de Imprensa: VP Comunicação

BIBI, uma vida em musical

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“Não consigo lembrar de mim fora de um teatro”. É assim que Bibi Ferreira, 96 anos, 76 como atriz, cantora, diretora e produtora, se descrevia.

A trajetória pessoal e profissional dessa estrela brasileira só poderia ser contada e celebrada levando para o palco o próprio palco, das companhias de comédia, do teatro de revista, dos grandes musicais e do teatro engajado em que ela atuou. Assim é BIBI, uma vida em musical, um espetáculo inédito, escrito por Artur Xexéo e Luanna Guimarães, sob direção geral de Tadeu Aguiar, que estará em cartaz em Fortaleza no Theatro José de Alencar nos dias 13, 14 e 15 de setembro.

Apresentado pelo Ministério da Cidadania e Circuito Cultural Bradesco Seguros, através da Lei de Incentivo à Cultura , o musical é uma realização da Negri e Tinoco Produções Artísticas [espetáculo “Excepcionalmente Normal” e diversos shows de Thereza Tinoco e Áurea Martins].

A atriz paulistana Amanda Acosta vive Bibi. Ela foi Eliza Doolittle na montagem paulista de “My Fair Lady” de 2006, o mesmo papel que Bibi Ferreira fez na primeira montagem brasileira da peça americana. Amanda foi integrante do Trem da Alegria, de 1988 a 1992, quando o trio se desfez. Atriz de cinema e TV, ela fez no teatro musical “Essa é a nossa Canção”, “Baby, o Musical” e “4Faces do Amor”, todas sob direção de Tadeu Aguiar. Amanda Acosta venceu quase todos os prêmios de melhor atriz.

Em BIBI, uma vida em musical, a história familiar, profissional e amorosa da artista se enredam. A formação em música, dança e línguas estrangeiras foi estimulada pela mãe Aida Izquierdo, bailarina espanhola. A estreia profissional no teatro, aos 19 anos, foi pela mão do pai, o ator Procópio Ferreira, em papel escrito por ele para a filha.

Assim, o musical percorre todas as fases da vida de Bibi, da escolha do seu nome, sua preparação para os palcos, os espetáculos musicais como os inesquecíveis “Gota d’Água”, de Paulo Pontes e Chico Buarque, “My Fair Lady”, “Alô Dolly” e “Piaf, a Vida de Uma Estrela da Canção”,  seus casamentos, o nascimento da filha única, Tina Ferreira, as viagens para Portugal e Inglaterra a trabalho, a homenagem da escola de samba Viradouro até sua chegada a um teatro da Broadway, aos 90 anos.

Artur Xexéo [“Cartola – O Mundo é um Moinho”, “Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei – Dalva e Herivelto”, “Hebe, o Musical”]avalia a importância de Bibi Ferreira na profissionalização do ator no Brasil, em relação ao seu ofício. “Em relação ao teatro musical, ela foi, sem dúvida, a primeira atriz brasileira pronta para o gênero. Antes dela, havia as vedetes de revista, não necessariamente atrizes, diz o coautor do texto.

Sob direção musical de Tony Lucchesi [“60! Década de Arromba – Doc. Musical”, “Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto”], oito músicos interpretam 33 canções, das quais cinco foram criadas para o espetáculo, letra e música, por Thereza Tinoco [suas composições foram gravadas por Simone, Ney Matogrosso, Lucinha Araújo, entre outros. Sua canção O Viajante foi tema do personagem de Tony Ramos, na novela Baila Comigo, da TV Globo. Compôs para vários infantis, para “Fica Combinado Assim”, de Herval Rossano, e dois números musicais para Bibi in Concert Pop, III, a pedido de Bibi Ferreira].

BIBI, uma vida em musical tem direção geral de Tadeu Aguiar [“Quase Normal”, “Ou tudo ou Nada”, “Essa é a nossa Canção”, “4Faces do Amor”, “Para sempre ABBA”, “Eu não posso lembrar que te amei–Dalva e Herivelto”].

Elenco [ordem alfabética]

Amanda Acosta (Integrante do grupo musical Trem da Alegria, atuou em musicais My Fair Lady, 4 Faces do Amor, Carmem a Pequena Notável, Cangaceiras Guerreiras do Sertão), André Rayol (Rapsodia o Musical, Radio Nacional- as ondas que conquistaram o Brasil), Bel Lima (“60! Década de Arromba – Doc. Musical, Pippin, Cole Porter”), Carlos Arruza (Comunitá, Mamma Mia- Malhação- TV Globo), Carlos Darzé (“Enlace – A Loja do Ourives”, “Curral Grande”, do Coletivo Ponto Zero), Chris Penna (“Yank – o Musical”, “Beatles num Céu de Diamantes”, “Garota de Ipanema – O Amor é Bossa”, “Chacrinha – O Musical”),Flávio Moraes (cantor, assistente de direção musical em Vamp e Elizeth a divina), Guilherme Logullo (“Garota de Ipanema – O Amor é Bossa”, “Elis, a Musical”, “Kiss Me, Kate – O Beijo da Megera”- Pippin , Nelson Gonçalves o amor e o tempo), Gottsha (As Malvadas – Ô Abre Alas (A vida de Chiquinha Gonzaga)  Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava – Godspell), João Telles(“A Peça ao Lado”, “Ubu Rei”, “Godspell”), Julie Duarte (“Rapsódia – O Musical”, “Estúpido Cupido”, infantis “Os Músicos de Bremen”, “A Bela e a Fera”, “Os Saltimbancos”” Peter Pan”), Jullie (Tudo por um pop Star, A Noviça Rebelde, Nelson Gonçalves o amor e o tempo), Leo Bahia (“Chacrinha – O Musical”, “The Book of Mormon”, “O Mambembe”, “Ponte Golden Gate”, “Gabriela, um Musical”), Moira Osório (Chapeuzinho Vermelho – Como Você Nunca Viu, o Musical” Elis a Musical), Ryene Chermont (Estúpido Cupido, Cauby Cauby), Rosana Penna (“Carrossel, o Musical”, “Nuvem de Lágrimas – o Musical” Dogville), Simone Centurione (“Liza por Elas”, “O Som da Motown”, “Como Eliminar seu Chefe” Vamp).

O espetáculo foi sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro e em São Paulo, tendo tido 107 indicações a prêmios, fato inédito na história do teatro brasileiro. Agora segue em tournée por 07 (sete) capitais brasileiras: Salvador, Natal, Fortaleza, Maceió, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife.

CIRCUITO CULTURAL BRADESCO SEGUROS

www.bradescoseguros.com.br/circuito_cultural

Manter uma política de incentivo à cultura é compromisso permanente do Circuito Cultural Bradesco Seguros. Nos últimos anos, o Grupo Bradesco Seguros orgulha-se de ter patrocinado e apoiado projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.

Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais “Mudança de Hábito”, “Chacrinha, O Musical”, “Elis – A Musical”, “A Família Addams”, “O Rei Leão”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “60 – Década de Arromba”, “Cinderella” e “Wicked”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais”, “Ballet Zorba, O Grego” e a exposição “Cavaletes de Cristal de Lina Bo Bardi no MASP”.

FICHA TÉCNICA – BIBI, uma vida em musical

Autores Artur Xexéo e Luanna Guimarães

Direção Tadeu Aguiar

Direção musical  Tony Lucchesi

Música original  Thereza Tinoco

Cenário Natalia Lana

Figurino Ney Madeira e Dani Vidal

Coreografia Sueli Guerra

Desenho de luz Rogerio Wiltgen

Desenho de som Gabriel D’Ângelo

Assistência de direção Flavia Rinaldi

Assistência de coreografia Olivia Vivone

Assistência de direção musical Alexandre Queiroz

Assistência de iluminação Wagner Azevedo

Coordenação  Geral de Produção  Cláudia Negri

Coordenação de Produção – Thereza Tinoco

Produção local: Free Lancer Producções

Direção de Produção Edgard Jordão

Realização Negri e Tinoco Produções Artísticas

BIBI, uma vida em musical

Dias: 13 (sexta), 14 (sábado) e 15 (domingo) de setembro

Horários: às 20 horas

Local: Theatro José de Alencar

Endereço:Liberato Barroso, 525 – Centro

Classificação etária: 10 anos

Duração: 165 minutos

INGRESSOS

Plateia: R$ 104,00 inteira / R$ 52,00 meia 

Balcão: R$ 104,00 inteira / R$ 52,00 meia 

Frisa: R$ 104,00 inteira / R$ 52,00 meia 

Camarote: R$ 104,00 inteira / R$ 52,00 meia 

Torrinha: R$ 64,00 inteira R$ 32,00 meia 

Vendas:

INTERNET – www.bilheteriavirtual.com.br

BILHETERIAS OFICIAIS – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

Endereço: Liberato Barroso, 525 – Centro

Telefone: 3101-2583

Horário de Funcionamento: de terça a domingo, das 14h às 19h

Ticket Shop Iguatemi (85- 99201.3095) e RioMar Kennedy  (85- 99272.2015)

“Minha vida amorosa é uma comédia” estreia no Theatro Via Sul Fortaleza

Escrita e interpretada pelos fenômenos da Internet, Rafael Magalhães e Ana Clara Paim, a peça Minha Vida amorosa é uma comédia” traz todo o humor e profundidade dos já consagrados livros “Precisava Escrever” agora para o teatro. Com uma abordagem cômica e com a sensibilidade peculiar das obras dos autores, o roteiro mergulha nos dilemas da vida de solteiro(a) e dos relacionamentos modernos.

Em única apresentação, a comédia acontece dia 6 de setembro, às 21 horas, no Theatro Via Sul Fortaleza. Durante uma hora intensa de espetáculo a plateia vai rir, se emocionar e até mesmo ser convidada a ir ao palco e participar da história. Sucesso de público e crítica em sua pré-estreia em Goiânia, com duas sessões lotadas no último mês de dezembro, o projeto agora pega a estrada para invadir os palcos  dos quatro cantos do país.


Sinopse:
Não há quem possa negar, a vida amorosa de Aninha é mesmo uma comédia. Entre idas e vindas com o ex e novas paqueras, a garota não e muito diferente de qualquer outra mulher de sua idade, exceto pelo fato de ser amiga de Rafael Magalhães, o jovem escritos que esta bombando na internet e parece saber tudo sobre os temas que envolvem o coração feminino. Cansada de se dar mal com suas próprias escolhas, Aninha pede ajuda ao Rafa. Eles então fazem um pacto e nossa aventura começa. Um espetáculo que fala sobre o cotidiano dos casais modernos e os percalços da vida de solteiro. Imperdível! Prepare-se para rir e se emocionar com essa dupla carismática e talentosa.

SERVIÇO
MINHA VIDA AMOROSA É UMA COMÉDIA 
Datas: sexta (06)
Horário:  21h; 
Classificação: 12 Anos
Duração: 80min
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: R$ 60/R$ 30 (mezanino) e R$80/R$40 (plateia)
Capacidade: 732 Pessoas
Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a sábado, das 10h às 22h; Aos domingos e feriados, das 11h às 21h
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Via Sul Shopping

Maestro Cláudio Cohen e o violista Gabriel Marin apresentam o espetáculo “O Concertante” no Teatro Tapera das Artes, em Aquiraz

A música revelada por meio do intérprete e o condutor. Um diálogo com o eterno e o presente. Uma experiência única através de tons solistas e sinfônicos. Esses são alguns dos momentos que o público irá vivenciar durante a programação da 4ª temporada do projeto Encontro Mestre & Aprendiz Almas Gêmeas da Tapera das Artes, que tem como objetivo expandir cada vez mais os horizontes da arte, abrindo caminhos para a troca e para o compartilhamento do saber musical, incentivando o processo de educação infanto-juvenil. 

A dupla brasileira, formada pelo maestro Cláudio Cohen e pelo violista e professor Gabriel Marin,vem a capital cearense para uma apresentação sábado (31), às 17h, no Teatro Tapera das Artes, em Aquiraz, região metropolitana da Fortaleza, trazendo o espetáculo “O Concertante”. 

A programação é uma realização do Centro de Pesquisa e Difusão da Arte-Imaginário e Ministério da Cidadania, tendo como co-realizadores a Enartes – Música Meta Educação & Marketing Cultural e a Tapera das Artes e recebe patrocínio da Usibras, Grupo Fan, M Dias Branco, Cagece, Freseniuns, Eletra Energy, Ortobom, Acal, Banco do Nordeste, Casa Pio, Dakota, Avine, e Agradecimento Especial Enel.

O projeto Encontro Mestre & Aprendiz, que tem a direção artística pedagógica do Maestro Ênio Antunes, acontece no Teatro Escola da Tapera das Artes e traz este ano o tema “Almas Gêmeas”. O projeto abre um diálogo entre mestres e aprendizes de diversas instituições do Estado do Ceará, a partir da cidade de Aquiraz, através de concertos e uma série de encontros artísticos pedagógicos, envolvendo um público expressivo de crianças, adolescentes e jovens, fazendo a conexão entre músicas clássicas e o regionalismo musical expressado na cultura cearense. “Almas Gêmeas é o encontro de muitos; puros de alma e coração; arte e humanidade; patriotas e servidores da máxima do sentir; da sustentável leveza do ser que pode transcender sua própria essência na busca incansável de transformação, agregando pessoas para emocioná-las”, descreve o maestro Ênio Antunes, diretor artístico do projeto.

Sobre Cláudio Cohen

Natural de Belém do Pará e figura conhecida no cenário musical do país e no exterior, seja na condição de maestro, solista ou camerista, Cláudio Cohen, que também é formado em Direito, se mudou ainda muito pequeno para Brasília, onde começou a estudar música aos 4 quatro anos de idade. Sua mudança para a capital federal foi muito importante para sua formação como músico, devido à forte diversidade cultural da cidade. 

Em sua carreira como músico, Cláudio já integrou o premiado Quarteto de Brasília, apresentou-se nos maiores teatros do mundo e, atualmente, é o Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS), da qual é músico fundador. 

Durante sua trajetória o músico também conquistou o Prêmio Sharp, na categoria de melhor disco Clássico do ano de 1993, sendo também ganhador do Prêmio OK de Cultura e em 2004, vencedor na categoria destaque música de câmara do IX Premio Carlos Gomes com o Quarteto de Brasília; Prêmio Brasil de Excelência ALMUB 2006 e Prêmio Accorde Brasil 2008.

Sobre Gabriel Marin

Nascido em Paracicaba, o solista e violista Gabriel Marin possui em seu currículo uma extensa experiência no universo da música orquestral e de câmara, tendo representando o Brasil na Orquestra Juvenil do Mercosul e Orquestra Jovem das Américas, atuando em concertos nas principais salas de treze países das Américas. O músico coleciona vários destaques pela sua atuação, como é o caso do Prêmio Eleazar de Carvalho no Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. 

Gabriel foi violista da Orquestra Sinfônica de Odense, na Dinamarca, realizando concertos na Alemanha, participando também do famoso Festival de Verbier na Suíça em 2006. Como solista, atuou com diversas orquestras, destacando-se na Orquestra do Festival de Poços de Caldas, Orquestra de Câmara da USP e Orquestra Sinfônica Brasileira e, atualmente, com o Quarteto Raga, vem realizando diversos concertos no Brasil e na Europa.

Sobre o projeto “Encontro Mestre & Aprendiz” – Almas Gêmeas

Idealizado para possibilitar a aproximação de jovens aprendizes com nomes consagrados da música instrumental, o projeto “Encontro Mestre & Aprendiz – Almas Gêmeas” oferece ações educativas que resultam em concertos interativos. A programação artística do Encontro contará ao longo do ano de 2019 com a participação de 16 mestres convidados, sendo 14 atrações nacionais e duas internacionais.

Realizado mensalmente, de maio a dezembro de 2019, o Projeto tem ações que ocupam diferentes espaços, contemplando um público amplo. Atuando, assim, não apenas na formação dos aprendizes, mas também com foco no público geral interessado pela música em seus aspectos sonoros e teóricos. Para este ano, grandes nomes nacionais e internacionais estão confirmados: 

o    Agosto – Claudio Cohen & Gabriel Marin – maestro e violinista; violista;

o    Outubro – Nonato Luiz & Adelson Viana – música instrumental; 

o    Novembro – Roberto Minczuk – maestro brasileiro; 

o    Dezembro – João Carlos Martins, Ricardo Bacelar & Lia Veras – maestro brasileiro; compositor e pianista; cantora, intérprete e professora de educação musical.

Associação Tapera das Artes

A música sempre foi a grande paixão de Ritelza Cabral, idealizadora da Instituição Tapera das Artes. Em 1993, iniciou voluntariamente ateliês com 30 crianças e adolescentes oriundos de famílias de baixa renda do distrito de Tapera, no município de Aquiraz, ocupando as mangueiras de seu sítio. O trabalho logo criou corpo e em pouco tempo já existiam 60 crianças abrigadas nas sombras dos manguezais, e os sons dos pífaros repercutiam intensamente, encantando rendeiras, pescadores, agricultores e familiares dos pequeninos músicos. 

O sucesso que o programa gerou na comunidade possibilitou em pouco tempo a sua expansão, propiciando nos anos seguintes a inclusão de novas ações educativas, com atividades voltadas para o desenvolvimento de diversas atividades artísticas. As mangueiras já não eram suficientes para abrigar os participantes e em 1996 os pequeninos estavam ocupando espaço apropriado na primeira sede da instituição.

A partir daí foi possível a implantação de um programa pedagógico permanente, que gerou vários grupos musicais artísticos, dentre eles a Orquestra Bachiana Jovem de Aquiraz, criada com apoio do maestro João Carlos Martins, sob a regência do maestro Ênio Antunes. Outras conquistas merecem destaque: o Centro Cultural, parceria com a Fundação Vitae e o Teatro Escola da Tapera das Artes, com recursos não reembolsáveis do BNDES; ambos oferecem ações formativas de relevância para a cultura no Estado do Ceará.

O compartilhamento é parte do DNA da Tapera das Artes, que  desde sua fundação vem cumprindo um importante papel no seu território, município de Aquiraz, litoral leste do Ceará, propiciando a formação integral, desenvolvimento do potencial humano, suas competências e habilidades,  e o enriquecimento cultural de crianças, adolescentes, jovens e seus familiares, moradores da região, com  oferta de vários projetos e programas que têm como eixo central a música, mas que trabalham a formação do ser para posturas cidadãs ao longo da vida. 

Encontro Mestre & Aprendiz – Alma Gêmeas apresenta “O Concertante: a música pelo intérprete e o condutor, revelando obras solista e sinfônicas, em diálogo com o eterno e o presente.”

Residência Artística

Data: De 27 a 31/08

Local: Centro Cultural da Tapera das Artes

Espetáculo “O Concertante

Data: 31/08 (sábado), às 17h

Local: Teatro Tapera das Artes (Rua Antônio Gomes dos Santos, S/N – Centro, Aquiraz / Ao lado do Parque Ecoeducativo Engenhoca)

Informações: (85) 3361-2704 / 987548496

ACESSO GRATUITO 

Tapera das Artes

http://www.taperadasartes.org.br/

Facebook: Tapera das Artes

Instagram: @taperadasartes_

Fernando Anitelli apresenta “O Teatro Mágico Voz e Violão” no Theatro Via Sul Fortaleza

Com mais de dois milhões de álbuns vendidos, com sete CDs autorais, três DVDs, quatro músicas em novelas e um dos maiores projetos de música independente nacional, o músico Fernando Anitelli apresenta o seu mais novo projeto: O Teatro Mágico Voz e Violão, dia 31 de agosto, às 21h, no Theatro Via Sul Fortaleza. Um show intimista, cara a cara com o artista, no qual o público testemunhará O Teatro Mágico em seu estado essencial. 

Apesar do projeto sempre ter sido marcado por suas apresentações que misturavam uma série de performances, tudo teve início no álbum solo de Anitelli (inspirado na leitura do livro “O lobo da Estepe” de Herman Hesse) e em suas apresentações iniciais de voz e violão. A construção do primeiro CD “Entrada para raros” foi baseada justamente nas canções, poesias e batidas que até então eram apenas entoadas nos saraus e divulgadas na rede por Seu Odácio, pai de Anitelli.

“Gravamos o álbum inteiro na levada de voz e violão (sem metrônomo) e só no final resolvemos experimentar outros sons, vozes, instrumentos e ruídos. Fomos então para a segunda fase do projeto e convidamos mais de 25 pessoas para participarem dessa aventura! Saímos gravando tudo ao contrário. As peças tinham que se encaixar nas levadas e na essência da música!”, diz Anitelli.

Atualmente, o criador e compositor Fernando Anitelli tem se dedicado a pensar os rumos da companhia e nada melhor do que refletir a partir da essência de toda sua trajetória sonora: o violão, a voz e muita energia conduzida nas canções que fazem do TM um dos maiores projetos da música pop / MPB do país.

SERVIÇO

O Teatro Mágico Voz e Violão
Data: 31 de agosto

Horário: Sábado 21h;

Classificação: 14 Anos

Duração: 80min

Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz

Ingressos: R$ 60/R$ 30 (mezanino) e R$80/R$40 (plateia)

Vendas: https://site.bileto.sympla.com.br/theatroviasulfortaleza/

Capacidade: 732 Pessoas

Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a sábado, das 10h às 22h; Aos domingos e feriados, das 11h às 21h
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.

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