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Espetáculo

Cia. Barca dos Corações Partidos apresenta “Suassuna – o Auto do Reino do Sol” no Cineteatro São Luiz


Suassuna – O Auto do Reino do Sol traz na essência uma série de características de seu homenageado. Ariano Suassuna (1927- 2014) – que teria completado 90 anos em junho de 2017 – defendeu incansavelmente a brasilidade e a valorização da cultura nacional, ao mesclar a arte popular e o universo erudito em todas as suas obras.

Idealizadora deste tributo ao escritor paraibano, a produtora Andrea Alves, da Sarau Agência, lançou o desafio para a Cia. Barca dos Corações Partidos e convidou três ilustres conterrâneos de Ariano para criar algo totalmente inédito, inspirado em seu legado e desenvolvido em um processo coletivo. Desta forma, nasceu o musical, com canções inéditas de Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho, encenação de Luiz Carlos Vasconcelos e texto de Braulio Tavares.

Em 2007, a Sarau Agência realizou uma grande programação para festejar os 80 anos de Ariano e, desde então, foi criado um vínculo do escritor com Andrea, responsável por todas as montagens da Barca dos Corações Partidos e por uma série de projetos que celebraram a arte brasileira nos últimos 25 anos. “Há algum tempo, Ariano me falou: ‘Não venha comemorar meus 85 anos, eu não vou morrer, quero que você festeje os meus 90!’. Naquele momento me senti condecorada e com uma grande missão pela frente”, conta a produtora.

A ideia inicial surgiu em conversas de Andrea com Ariano, que se confessava um palhaço frustrado e que elegeu o palhaço de O Auto da Compadecida como um dos seus personagens prediletos. “Assim, surgiu a ideia de uma grande homenagem ao palhaço de Ariano e pensei na reunião da Barca dos Corações Partidos com o que eu chamo de “trio paraibano”. Assim foi sendo criada esta peça inédita, com músicas e texto originais, mas totalmente inspirada no legado de Ariano”, resume Andrea.

A escolha de Ariano Suassuna foi também coerente com toda a trajetória da Barca dos Corações Partidos, fiel defensora de um repertório nacional e de um teatro que privilegia o intercâmbio de linguagens. Recentemente, o grupo arrebatou os principais prêmios da temporada (Prêmio APTR de Melhor Espetáculo, Música e Produção; Prêmio Shell de Direção para Duda Maia; Prêmio Cesgranrio de Direção, Direção Musical e Espetáculo; Prêmio Botequim Cultural de Melhor Espetáculo Musical, Direção, Autor, Ator (coletivo de atores), com Auê (2016), espetáculo construído apenas com músicas originais dos membros do grupo, responsáveis por utilizar no palco elementos de teatro, música, dança e performance. Com Suassuna – O Auto do Reino do Sol não foi diferente e a Barca alcançou recordes de indicações e troféus.

O grupo se formou no processo de Gonzagão – A Lenda (2012), celebração de outro ícone nordestino, Luiz Gonzaga, e logo em seguida reviveu um clássico de Chico Buarque (Ópera do Malandro, 2014), ambos com direção de João Falcão. A Cia. Barca dos Corações Partidos tem 4 espetáculos no repertório, 45 prêmios agraciados e um público de 478 mil espectadores.

Chico César, Braulio Tavares e Luís Carlos Vasconcelos assistiram aos dois primeiros trabalhos e aceitaram na mesma hora o convite para se unir nesta nova empreitada. “Além de ser um espetáculo que homenageia os 90 anos de Ariano Suassuna, quero falar do meu fascínio com essa trupe. Sempre trabalho com meus atores, com o meu grupo. Sempre tive receio de pegar um trabalho de outra companhia, mas tudo se dissipou em nosso primeiro encontro. É fascinante observar todas as possibilidades que estes atores tem como músicos, cantores, atores e palhaços”, diz Luís Carlos, fundador do celebrado grupo Piollin e diretor de montagens emblemáticas, como Vau da Sarapalha, em repertório desde a estreia, em 1992.

O texto e as canções do musical foram produzidos ao longo do processo de ensaios, que começou ainda no ano passado, quando o elenco fez uma série de oficinas circenses e também excursionou pelo Nordeste brasileiro no que foi chamado de Circuito Ariano Suassuna. Guiados por Dantas Suassuna, filho de homenageado, a trupe esteve em Casa Forte (Recife), conheceu a famosa Pedra do Ingá e visitou a fazenda de Taperoá (Paraíba).
Entre muitas palestras e oficinas, o grupo se preparou para o intenso processo criativo, em que se reuniram por oito horas diárias e apenas uma folga semanal nos últimos quatro meses.

Neste período, Braulio Tavares idealizou a história central da montagem, centrada em uma trupe de circo-teatro e nos acontecimentos de uma noite de apresentação do grupo. O picadeiro de um circo é o cenário perfeito para aparecerem personagens de Ariano, como João Grilo e Chicó (‘O Auto da Compadecida’) e outros conhecidos tipos da Literatura Clássica, além de servir como pano de fundo para as histórias dos integrantes da companhia fictícia.

O projeto sempre quis falar de Ariano sem, no entanto, apresentar um espetáculo biográfico ou mesmo uma adaptação de suas obras. “Quando entrei na história, já estava decidido que não seria um espetáculo Armorial e que teríamos a liberdade de subverter, de trazer o Ariano de outras formas. A criação foi toda impregnada de Ariano, de seus personagens e de seu universo”, relata Luís Carlos Vasconcelos, que trouxe toda a sua imensa bagagem como palhaço para o processo. “É uma homenagem ao Ariano palhaço. O público é guiado por uma espécie de Palhaço Mestre de Cerimônias, como era habitual em seu teatro”, diz.

A parte musical seguiu pelo mesmo caminho. Os textos poéticos e as letras das músicas usam as formas tradicionais de poesia popular que foram cultivadas por Ariano, como a sextilha, a décima, o martelo e o galope. Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho, mostravam as melodias e algumas letras surgiam de improviso, outras cabiam exatamente em alguns trechos do texto. A maioria das letras ficou a cargo de Braulio Tavares, mas também tem canções de outros integrantes da companhia, como Adrén Alves e Renato Luciano. “Contaminação é a palavra que define todo este projeto. As melodias foram contaminadas pelas letras e vice-versa. Criamos algo novo, mas totalmente contaminado por Ariano”, analisa Chico, a quem o escritor chegou a dedicar um livro de poesias.

Ficha Técnica:

Uma encenação de Luiz Carlos Vasconcelos
Texto: Bráulio Tavares
Música: Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Tenho
Idealização e Direção de Produção: Andrea Alves
Com Cia. Barca dos Corações Partidos: Adrén Alves, Alfredo Del Penho, Beto Lemos, Fábio Enriquez, Eduardo Rios, Renato Luciano e Ricca Barros.
Atriz convidada: Rebeca Jamir
Artistas convidados: Chris Mourão e Pedro Aune
Cenografia: Sérgio Marimba
Iluminação: Renato Machado
Figurinos: Kika Lopes e Heloisa Stockler
Design de som: Gabriel D’Angelo
Assistente de direção: Vanessa Garcia
Assessoria de Imprensa: VP Comunicação
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno
Produção Executiva: Raphael Baêta

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• VENCEDOR DO PRÊMIO BIBI FERREIRA: MELHOR ATOR (Adrén Alves), Melhor Musical Brasileiro, Melhor ator Coadjuvante (Eduardo Rios) e Melhor Música Original (Chico César, Beto Lemos, Alfredo Del Penho, Adrén Alves, Renato Luciano e Braulio Tavares).
• VENCEDOR DO PRÊMIO APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte): Melhor Espetáculo.
• VENCEDOR DO PRÊMIO REVERÊNCIA DE TEATRO MUSICAL: Categoria Especial – Elenco da Cia. Barca dos Corações Partidos por ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’ e ‘Auê’.
• VENCEDOR DO PRÊMIO CESGRANRIO nas categorias Melhor Espetáculo, Direção Musical (Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho), Figurino (Kika Lopes e Heloísa Stockler) e Ator em Musical (Adrén Alves).
• VENCEDOR DO PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL nas categorias Melhor Espetáculo, Direção (Luiz Carlos Vasconcelos), Autor (Braulio Tavares), Ator (Ádren Alves), Direção Musical e Figurino.
• VENCEDOR DO PRÊMIO SHELL nas categorias Melhor Música (Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho), Figurino (Kika Lopes e Heloísa Stocker) e Melhor Autor (Braulio Tavares).
• VENCEDOR DO PRÊMIO APTR nas categorias de melhor Autor (Braulio Tavares), Ator coadjuvante – (Fábio Enriquez), Música (Alfredo Del-Penho, Beto Lemos e Chico Cesar), e Figurino (Kika Lopes e Heloísa Stockler).
• MELHOR ESPETÁCULO pelo júri do Guia da Folha de S. Paulo
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Serviço:

SUASSUNA – O AUTO DO REINO DO SOL
Local: Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Centro
Dias 24 e 25 de novembro – Sábado às 19h e domingo às 18h
Classificação: 14 anos
Duração: 120 minutos
Gênero: Musical
Ingressos: R$ 50,00 plateia | R$ 40,00 balcão
Vendas: na bilheteria do teatro e no site => www.tudus.com.br

Cia. de Dança Rastro, de Quixadá, participa de Festival de Teatro em Portugal, em parceria feita pela Casa de Saberes Cego Aderaldo

A Casa de Saberes Cego Aderaldo, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), em articulação de parceria junto ao Instituto Dragão do Mar, proporciona a ida da Companhia de Dança Rastro, de Quixadá, para o Festival Internacional de Teatro ACERT ( 24º Finta), que acontece na cidade de Tondela, em Portugal, de 14 a 17 de novembro de 2018.

Oito artistas do Sertão Central embarcam nesta quinta-feira, 15/11, para Portugal. Integrantes da Cia. Rastro estarão apresentando no Festival, um espetáculo sobre os Campos de Concentração em Senador Pompeu – O CURRAIS, que foi criado a partir de uma parceria da Companhia de Dança de Quixadá com o Instituto Assum Preto de Senador Pompeu, financiado pela Secult, pelo Edital Incentivo às Artes 2015. O Tema dos Campos de Concentração na cidade de Senador Pompeu e no Estado do Ceará é objeto de pesquisa da Casa de Saberes Cego Aderaldo desde 2016.

O intercâmbio dos artistas neste festival é fruto de uma articulação que vem desde o Fevereiro de 2018 quando a Coordenadora da Casa de Saberes Cego Aderaldo, Paula Geórgia Fernandes, esteve em Portugal em atividades de articulação junto à Universidade do Porto e de Aveiro. Em julho, junto às outras três escolas de Saberes do Ceará, aconteceu o II Encontro de Artes Culturas e Saberes dos Sertões, realizado no equipamento da Secult e também nas cidades de Juazeiro do Norte, Farias Brito, Crato e Barbalha.

Outras instituições como a Universidade do Porto, a Universidade de Angola, a Associação ACERT (Grupo de Teatro Thigolimpo e Ceramistas), Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação José Saramago foram parceiros na realização e estiveram presentes nas ações do encontro, que foram desde palestras, rodas de conversa, às vivências. Foram a partir dessas vivências que o convite à Cia Rastro surgiu.

“Esses artistas quixadaenses participam pela primeira vez desse evento de caráter internacional e de grande importância para o meio artístico das artes do espetáculo. O contato com o festival Finta se deu a partir uma parceria que a Casa de Saberes Cego Aderaldo já possui com a Faculdade do Porto através do curso de Belas Artes, que nos levou ao encontro com os artistas do Grupo Trigo Limpo de Teatro ACERT. Assim surgiu a oportunidade de um intercâmbio, onde recebemos os artistas em julho, vindos com o apoio direto da Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação José Saramago e o Concelho de Tondela.

Cinco Artistas da cidade de Tondela – sendo três artistas do grupo de Teatro Trigo Limpo da ACERT e dois artistas da arte da cerâmica – vieram em julho para o Encontro de Saberes realizado pela Casa de Saberes Cego Aderaldo. Esses três artistas do grupo de Teatro realizaram uma vivência compartilhada com vários artistas da região do Sertão Central e posteriormente no Cariri. Os integrantes da Companhia Rastro participaram desta vivência no Sertão Central. Foi a partir da apresentação do portfólio da Companhia de Dança Rastro, e o espetáculo CURRAIS em especial, para o Diretor Artístico do Festival, o José Rui Tavares, que a seleção aconteceu. O Festival Finta está em sua 24ª edição e reúne artistas do mundo inteiro para espetáculos que vão desde a espaços de auditório à espetáculos de rua. A Cia. de Dança Rastro apresenta o espetáculo CURRAIS no último dia no Festival, fechando a programação com chave de ouro sertanejo” comenta a coordenadora da Casa de Saberes Cego Aderaldo, Paula Geórgia Fernandes.

 

Confira mais informações sobre o Finta e o espetáculo da Cia. de Dança Rastro: https://bit.ly/2OGVW5e

ESPETÁCULOS PEDRA NO SAPATO E PERMISSÃO PARA DESMORONAR FAZEM TEMPORADA NO TEATRO DRAGÃO DO MAR

 

A Companhia Laguz Circo traz novamente para o público, o espetáculo Pedra no Sapato. O espetáculo fica em cartaz nas quartas-feiras de novembro – dias 07,14,21 e 28 – sempre às 20h, no Teatro Dragão do Mar no Programa – Espetáculos Circenses. No palco, os artistas Felipe Abreu (Brasil) e Romina Sanchez (Argentina), que interpretam os palhaços Suspiro e Burbuja, utilizam a técnicas da palhaçaria clássica usando as técnicas circenses como pano de fundo para a montagem realizada pela primeira vez em 2014.

Nesta nova produção que conta com nova roupagem e nova pesquisa, os artistas buscam manter viva a arte cômica onde o corpo está em evidência, explorando as possibilidades de quedas, golpes e absurdos cômicos. O palhaço e a palhaça se inspiram nos antigos clowns de picadeiro, teatro e cinema trazendo-os para o momento atual. O intuito é experimentar possibilidades estéticas gerando no espectador novas referências de comédia ressaltando a poesia sem a necessidade do recurso apelativo.

A programação também apresenta o espetáculo de abertura, Permissão para Desmoronar , uma pesquisa de um número circense do intérprete-criador Iago (Coletivo Quintal), no qual aborda a temática acerca dos “desmoronamentos” pessoais como metáfora aos acontecimentos recentes do mundo e os processos de desistência pelos quais o artista passou em sua vivência recente.

 

Sinopses

Permissão para Desmoronar

Des·mo·ro·nar – Conjugar

Verbo transitivo

1. Derribar (muros, paredes, muralhas).

Verbo pronominal

2. Aluir, abater, cair com estrondo.

Todos os corpos caem com aceleração constante, uma vez que o efeito da aceleração gravitacional, ou seja, da gravidade em todos os corpos, à mesma altura, é igual. Esta lei só é observada no vácuo, pois como a densidade dos corpos é diferente, no ar o corpo que oferece menos resistência atinge o solo primeiro.

Pedra no Sapato

A história baseia-se na relação entre o palhaço Suspiro, o artista, e a palhaça Burbuja, faxineira do teatro. Suspiro entra em cena para apresentar o show, mas é interrompido pela faxineira que se preocupa em fazer o seu trabalho. Com uma sequência de truques clássicos de palhaço, Suspiro e Burbuja direcionam o espetáculo para um final divertido, poético e surpreendente.

Os palhaços comunicam-se essencialmente através da linguagem corporal, gestos e expressões acompanhados pela trilha sonora instrumental feita especialmente para o espetáculo. Um convite a mergulhar na singela e encantadora arte do palhaço clássico.

 

Serviço

Programa – Espetáculos Circenses

Companhia Laguz Circo – Espetáculo Pedra no Sapato

Iago (Coletivo Quintal) – Espetáculo “Permissão para Desmoronar” (abertura)

Teatro Dragão do Mar

Dias: 07,14,21 e 28 de novembro

Horário: 20h

Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação: livre

Informações: (85) 3488 8600

Coral da Ufc e Orquestra Sonial apresentam D’Água – Um espetáculo que trata de pureza, cuidado e afeto.

 

 

A água envolve toda a existência humana. É o símbolo da vida, da pureza e, principalmente, do amor. A água protege o feto, batiza a criança, diverte homens e mulheres, oferece lugar de labuta, lava e purifica todo o percurso da vida. É disso que fala o próximo espetáculo do Coral da UFC: d’Água. A temporada tem estreia marcada para o próximo dia 2 de novembro, às 20 horas, no Teatro Dragão do Mar, com patrocínio da Cagece por incentivo da Lei Rouanet.

Desta vez, as 31 vozes do coral serão acompanhadas pela Orquestra Sonial, formada por 14 instrumentistas, ambos projetos de extensão da universidade. Esta festa de arte e música marca a abertura das comemorações dos 60 anos do Coral da UFC, que acontece em abril de 2019.
O espetáculo sob a direção do professor e regente Erwin Schrader está sendo cuidadosamente preparado há dois anos. Uma superprodução para os padrões locais, somando, aproximadamente, 620 horas de ensaio de voz e expressão corporal. Para tanto, conta com a condução de mais dois professores, o regente Gerardo Viana Jr. e o maestro Jaderson Teixeira. Como é um espetáculo de formação e extensão universitária, todos os arranjos foram feitos pelo próprios professores e musicistas que são, em sua maioria, estudantes do curso de Música da instituição. Para o repertório, foram selecionadas músicas de compositores brasileiros e, entre eles, destacam-se os cearenses Fausto Nilo, Belchior, Caio Castelo, Flávio Paiva e Tarcisio Sardinha.
O cenário é um brilho à parte nesta montagem. O palco do Teatro do Dragão será coberto por um espelho d´água por onde circularão 5.000 litros de água, totalmente reaproveitada e tratada para evitar desperdício. Uma complexa engenharia que possibilitará momentos de rara beleza. Neste espaço cênico de muita água e som, as 45 pessoas em cena darão visibilidade à fusão das linguagens artísticas de teatro, música e dança desenvolvidos na UFC para contar a história da Sociedade da Água e seu aprendizado sobre o afeto e sua liquidez.
A narrativa se passa em um universo mágico onde existe a Sociedade da Água, uma aldeia erigida em torno de uma cachoeira e de lendas milenares. A história mais lembrada pelo povo trata de três moças responsáveis pela mágica de brotar e purificar a água, que morreram por falta de afeto e, com elas, esvaiu-se a prosperidade do lugar. Apesar do dom que possuíam, a vida delas foi triste. De tamanha tristeza, se jogam no rio durante uma enchente. Assim, a água secou e sobrou um rio de pedras. O vazio. “Foram-se para nunca mais”.
“O espetáculo trata da água que entra e a água que sai na vida e nos corpos das pessoas. A água que sai de nós. Sai pelo suor, pela lágrima, enquanto a água que nós deixamos entrar em nossa vida tem que ser antes purificada”, assim explica Schrader sobre o enredo que gira em torno do afeto e da falta de afeto. Explica que a água une pessoas, mas água demais é enchente, afoga e mata, enquanto água de menos é pedra, seca, e também é morte. O d´Água fica em cartaz até 16 de dezembro.
Serviço:
Espetáculo “d’Água” do Coral da UFC

Link para imagens: https://goo.gl/2hRXr8
Local: Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Período: sextas, sábados e domingos (2 de novembro a 16 de dezembro)
Horário: 20h (19h aos domingos)
Ingressos na bilheteria: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia)

Informações: Alexandre Santos (85) 98868.6965

BLUBELL APRESENTA SHOW “CONFISSÕES DE CAMARIM” NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 

Foto do album “Blubell – Confissões de Camarim”

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 19 a 21 de outubro, o show “Confissões de Camarim”, em que a cantora e compositora paulista Blubell interpreta canções do seu quinto álbum (homônimo ao espetáculo), lançado em 2016. No repertório, misturas de música pop contemporânea e jazz com a performance teatral de Blubell, que também entoa faixas de discos anteriores. Ela ainda empunha guitarra em algumas músicas e sobe ao palco com a banda composta por Bruno Serroni (violoncello), Zé Ruivo (teclados) e Richard Ribeiro (bateria e programações). O show se desvenda como uma peça de teatro em três atos: “o primeiro ato é mais dançante, o segundo mais romântico e o terceiro mais ‘maluquete'”, aponta a artista.

Produzido por Marcio Arantes (Liniker e Mariana Aydar), que trouxe ao álbum novas tonalidades contemporâneas à provocante verve vintage da cantante, “Confissões de Camarim” consagra Blubell como uma das vozes brasileiras da atualidade e pelas composições autorais. Sua assinatura permeia as 11 faixas do disco, que conta ainda com participação de Zeca Baleiro em “A Tardinha”, com letra do maranhense, e a versão da cantora para “Pretexto”, de Pélico. Blubell segreda penitências de amor, prazeres e fluências vindas com as cores lustradas do cotidiano, entre poéticas revelações, finas doses de ironia e encantamentos da vida, como na bossa-novista “Vida em Vermelho” com levada ska; na balada “Cosmos”; em “Another Day”, cantada em inglês e com pegada beatlemaníaca e no “Bolero do Bem” com nuances de reggae.

A multiplicidade rítmica traz músicas modernas com cara de antigas, como “Funny Honeymoon” e “Ontem”, além da diversidade em “Liberdade X Segurança”, canção mais existencialista que romântica; na mensagem irmanada ao público em “No Camarim” e na final “We’re All Alone”. No show, Blubell ainda retoma discos anteriores, como “Eu Sou do Tempo Em Que A Gente Se Telefonava” e “Diva É A Mãe”, entre as embaladas revelações de “Confissões de Camarim”.

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:
[Música]: Confissões de Camarim

Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema.
Data: de 19 a 21 de outubro de 2018 (de Sexta-feira a Domingo)

Horário: Sexta-feira e sábado às 20h (19 e 20/10) e domingo às 19h (21/10)

Classificação indicativa: Livre

Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos).

Vendas a partir de 18 de outubro, das 10h às 20h

Paraciclo disponível no pátio interno

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Cia Solar de Dança apresenta o espetáculo Maracatuará – Nascendo com o Sol no Teatro Chico Anysio

 

 

A Cia Solar de Dança apresenta durante o feriado prolongado, o espetáculo “MARACATUARÁ – Nascendo com o Sol”. O espetáculo em cartaz nos dias 12, 13 e 14 de outubro, às 19h, no Teatro Chico Anysio, no qual celebra o encontro da ancestralidade com o brincar, reverenciando a história do Ceará e a estética da manifestação do maracatu cearense, além de cortejar a nossa variedade de sons, ritmos, cores e corpos dançantes que se farão abertos na brincadeira. Neste trabalho de estreia, o grupo conta com 16 componentes, entre dançarinos, batuqueiros e cantores. As músicas são interpretadas ao vivo.

 

A Cia Solar de Dança

Fundada em 2016, a Cia Solar de Dança é institucionalmente um programa de formação cultural continuada da Associação Cultural Solidariedade e Arte – SOLAR. Sua criação se deu com forte fundamentação histórica no universo das manifestações populares como o maracatu, e tem como objetivo agregar valores a esta importante manifestação cultural de Fortaleza, e servir como instrumento de formação de novos praticantes (brincantes) de maracatu na capital cearense.

A Cia tem à frente os atores/dançarinos Gil Rodriguês e Débora Ingrid, responsáveis pela concepção do espetáculo. Outro aspecto importante do grupo, é seu caráter de formação com oficinas ministradas semanalmente.

 

Serviço
Cia Solar de Dança

“MARACATUARÁ – Nascendo com o Sol

Teatro Chico Anysio

Av. da Universidade, 2175 – Benfica
Dias: 12, 13 e 14 de outubro às 19h
Ingressos: R$ 20 inteira / R$ 10 (meia)

· As 20 primeiras pessoas pagam R$ 10 reais

Nova versão do clássico de Chico Buarque e Paulo Pontes, Gota d’Água [a seco], chega à Fortaleza

 

 

Em dezembro de 1975, Bibi Ferreira subia ao palco do Teatro Tereza Rachel (Rio de Janeiro) para estrear Gota D’Água, transposição da tragédia grega Medeia, de Eurípedes, para a realidade de um conjunto habitacional do subúrbio carioca. Com um arrojado texto em versos de Chico Buarque e Paulo Pontes e canções como Basta um Dia, o espetáculo marcou época e se tornou um clássico moderno do Teatro Brasileiro.

Mais de quatro décadas depois, a história voltou à cena com uma adaptação absolutamente inédita do diretor Rafael Gomes. Batizada de Gota D’Água [a seco], a nova versão estreou no Rio de Janeiro em maio de 2016. Contemplado pelo edital da BR, o espetáculo chega a Fortaleza dias 3 e 4 de novembro, no Cineteatro São Luiz, às 19 horas. No palco, Laila Garin e Alejandro Claveaux são acompanhados por cinco músicos sob a direção musical de Pedro Luís.

Como ‘a seco’ do título já indica, a montagem busca chegar à essência da história, através dos embates entre os protagonistas, Joana e Jasão, ainda que outros personagens do original também apareçam na adaptação. Mesmo com parte da trama sociopolítica reduzida na versão, Rafael Gomes reitera que a sua leitura da peça é focada em sua natureza política, cruelmente atual.

“A Gota D’Água original possui uma trama política bastante latente em seu embate entre opressores e oprimidos. Ao concentrar a história em Joana e Jasão, em suas ideologias, ações e sentimentos, eu gostaria ainda assim de falar sobre essa política mais essencial da vida, do dia a dia, essa que a maioria das pessoas sublima, esquece ou finge que não é com elas, achando que ser político é somente saber apontar o dedo para o adversário e se manifestar eventualmente por aquilo que interessa, de forma um tanto o quanto individualista”, afirma o diretor, que manteve toda a estrutura formal da peça e inseriu novas canções e pequenas citações de letras de Chico Buarque em algumas passagens do texto.

Gota D’Água [a seco] é o primeiro espetáculo que Rafael Gomes dirigiu fora de sua companhia, a Empório de Teatro Sortido, de onde trouxe alguns colaboradores para esta montagem, como o cenógrafo André Cortez (Prêmio Shell por Um Bonde Chamado Desejo, 2015) e o iluminador Wagner Antônio. Rafael foi convidado pela produtora Andréa Alves, da Sarau Agência, e por Laila Garin para embarcar no projeto.

Estrela de Elis – A Musical, Laila experimenta agora um novo desafio em cena: além de interpretar a mítica personagem eternizada por Bibi Ferreira, dá voz a músicas que não faziam parte da peça original, como Eu Te Amo, Baioque e Cálice. Revelado no projeto Clandestinos, Alejandro Claveaux interpreta o personagem que já foi de Roberto Bonfim e Francisco Milani (na temporada paulistana, em 1977).

 

Peça Gota D’Água (A Seco) – Fotografia Annelize Tozetto

 

 

Uma tragédia carioca, embates universais

Chico Buarque e Paulo Pontes começaram a trabalhar no texto original a partir de uma transposição que Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974) havia feito para a televisão. A feiticeira Medeia virou Joana, moradora do conjunto habitacional Vila do Meio-Dia, mãe de dois filhos, frutos de seu casamento com Jasão, alguns anos mais novo do que ela. Compositor popular, Jasão é cooptado pelo empresário Creonte, que o ajuda a fazer sucesso, e termina por largar Joana para se casar com a filha do milionário. A trama passional – que culmina na vingança de Joana –  tem como pano de fundo as injustiças sociais pelas quais os moradores do local passam, vítimas da exploração de Creonte, todo-poderoso da região.

Por conta deste acúmulo de tensões, Rafael Gomes elegeu o embate como o conceito central de sua montagem. Não somente o embate amoroso, que está no cerne da trama do casal, mas também o social, em um sentido mais amplo, e, principalmente, o íntimo. “São as batalhas internas a que as circunstâncias externas nos sujeitam. Jasão no conflito entre o que está ganhando e o que está deixando para trás, assim como Joana na decisão entre ir às últimas consequências para se vingar ou simplesmente seguir vivendo – o embate entre o humano e o divino, o terreno e o espiritual’, conclui o diretor.

Com esta nova e enxuta adaptação, as músicas que não estavam no original entram justamente para servir à dramaturgia, ao contar partes da história, revelar melhor o caráter e as contradições das personagens, além de amplificar alguns contextos e situações que precisaram ser sumarizados. A entrada de Pedro Luís na direção musical vem ao encontro da vontade de não fazer necessariamente um musical tradicional. “É um arejamento, um olhar diferente. Pedro fez com as canções, todas já tão conhecidas e consagradas, o que eu pretendo fazer com a dramaturgia: dar uma nova dimensão, jogar uma luz por um lado que não estamos acostumados a ver. Isso não implica em uma ambição de ‘melhorar’ nada, apenas de tentar pensar e criar por um caminho menos óbvio”, ressalta Rafael.

 

Música, letra e teatro

Laila Garin sempre teve a carreira teatral atravessada pela música, seja em shows paralelos ou na série de espetáculos musicais que protagonizou recentemente. Após ter iniciado a vida artística em Salvador, sua cidade natal, ela se mudou para o São Paulo e trabalhou com Luiz Carlos Vasconcelos, a Cia. Piolim, antes de ficar por sete anos na Casa Laboratório, dirigida por Cacá Carvalho e a Fondazione Pontedera. Após o período na capital paulista, fixou residência no Rio de Janeiro, onde estrelou Eu Te Amo Mesmo Assim (2010), musical supervisionado por João Falcão, diretor de Gonzagão – A Lenda (2012), do qual Laila fez parte por algumas temporadas.

A sua recriação do mito Elis Regina em Elis – A Musical (2013) provocou um verdadeiro fenômeno teatral de público e crítica, coroado com todos os principais prêmios de atuação do País: APCA, APTR, Bibi Ferreira, Cesgranrio, Quem, Reverência e Shell. No último ano, ainda esteve em O Beijo no Asfalto, versão musical de Claudio Lins para o clássico de Nelson Rodrigues, e estreou na TV na novela Babilônia, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga.

Andréa Alves abraçou a empreitada de revitalizar a tragédia e as canções de Gota D’Água após produzir a recente montagem de Ópera do Malandro, em cartaz por quase dois anos com enorme sucesso popular. À frente da Sarau Agência desde a sua fundação, em 1992, também é a responsável pelo Festival Villa-Lobos e os musicais Grande Otelo – Eta Moleque Bamba!, Gonzagão – A Lenda e Auê, nova criação da Cia. Barca dos Corações Partidos.

Da mesma forma, a música sempre foi um elemento determinante no teatro de Rafael Gomes. Seu texto de estreia, Música Para Cortar os Pulsos (prêmio APCA de Melhor Peça Jovem, 2010), era estruturado a partir de citações musicais e trechos de letras, enquanto nos espetáculos seguintes a trilha sonora sempre exerceu um relevante diálogo com a dramaturgia, caso de Gotas D’Água Sobre Pedras Escaldantes (2014) e Um Bonde Chamado Desejo (2015), que acaba de lhe render o Prêmio Shell de Melhor Direção. Ele considera Gota D’Água [a seco] o seu primeiro musical, embora prefira pensar na montagem como uma “peça com música”.

“Quando Andréa e Laila me convidaram para este trabalho, para além de todo deleite imediato que seria trabalhar com ambas, a ‘questão Chico Buarque’ também calou fundo. Não só pelos motivos óbvios, de Chico ser esse artista gigante, mas porque minha trajetória no teatro está carimbada pela obra dele. A primeira peça que fiz na vida foi como assistente de direção e dramaturgista de Calabar, em 2008, numa montagem dirigida por Heron Coelho. E já dirigi uma releitura de Cambaio, que chamamos também de Cambaio [a seco], em caráter de evento, com apenas sete apresentações”, conta Rafael, que sempre foi admirador de musicais, “de Brecht a Sondheim, passando pelos filmes da Disney e Bob Fosse. Espero que este seja o primeiro de vários”, ressalta.

 

Ficha técnica:

GOTA D’ÁGUA [A SECO] – De Chico Buarque e Paulo Pontes. Adaptação e direção: Rafael Gomes. Com Laila Garin e Alejandro Claveaux. Músicos: Pedro Silveira, Diogo Sili, Marcelo Muller, Luiz Urjais e Marcelo Cebukin. Direção Musical: Pedro Luís. Cenografia: André Cortez. Iluminação: Wagner Antônio. Figurinos: Kika Lopes. Direção de Produção: Andréa Alves. Diretor assistente e direção de movimento: Fabrício Licursi. Design de som: Gabriel D’angelo. Preparação e arranjos vocais: Marcelo Rodolfo e Adriana Piccolo. Assistente de direção musical: Antônia Adnet. Assistente de cenografia: Rodrigo Abreu. Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.

 

Serviço:

GOTA D`ÁGUA [A SECO]

Dias: 3 e 4 de novembro – Sábado 19h e domingo 18h
Local: Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Centro
Classificação: 14 anos
Duração: 100 minutos
Gênero: Musical
Ingressos: R$ 25,00 inteira | 12,50 meia
Vendas: na bilheteria do teatro e no site => www.tudus.com.br

No elenco, Laila Garin e Alejandro Claveaux.

VENCEDOR DO PRÊMIO CESGRANRIO: Melhor Atriz em Musical – Laila Garin.
VENCEDOR DO PRÊMIO BIBI FERREIRA: Melhor Atriz em musical – Laila Garin e Melhor Desenho de Luz – Wagner Antônio
VENCEDOR DO PRÊMIO CENYM: Melhor Trilha Sonora Original ou Adaptada – Pedro Luis e Melhor Canção Original ou Adaptada – Cálice, por Laila Garin (voz) e Pedro Luís (arranjos).
VENCEDOR DO PRÊMIO ARTE QUALIDADE BRASIL: Melhor atriz em Musical – Laila Garin
VENCEDOR DO PRÊMIO MUSICAL CAST: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Direção – Rafael Gomes e Melhor Atriz – Laila Garin.
VENCEDOR DO PRÊMIO REVERÊNCIA – Melhor Atriz em musical – Laila Garin
VENCEDOR DO PRÊMIO APLAUSO BRASIL: Melhor Atriz – Laila Garin, Melhor Iluminação – Wagner Antônio e Melhor Arquitetura Cênica – André Cortez

 

Este projeto foi aprovado pelo edital de circulação da BR e se apresentará nas cidades de Campinas, Fortaleza e Recife.

Espetáculo inspirado na obra de Jorge Amado chega a Caixa Cultural Fortaleza

Crédito: Silvia Machado

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 26 a 28 de outubro de 2018, “Amado”, romance-imaginário que procura levar ao palco a forma de escrita de Jorge Amado, que soube magnificamente traduzir a alma coletiva do povo brasileiro. O espetáculo nasceu no Instituto Brincante, criado e dirigido há mais de 25 anos por Antônio Nóbrega, consultor artístico da peça, e Rosane Almeida, que assina roteiro, montagem e direção. Após a sessão do dia 27 haverá bate-papo do grupo com o público.

“Amado” é um livro vivo para o palco. Várias histórias se entrelaçam numa dramaturgia que contempla uma visão de amor que passa pelos diversos personagens encontrados na obra do autor e ganham vida na voz e no corpo de nove brincantes. Pode também ser visto como uma obra brasileira que usa dança, música, circo e teatro para contar histórias para público de todas as idades, gêneros e classes sociais.

A peça trama diversos personagens que se fundem em uma história. A principal obra inspirada foi Os Velhos Marinheiros ou O Capitão de Longo Curso, passando por personagens de Gabriela Cravo e Canela; Tenda dos Milagres; Tocaia Grande; Terras do Sem Fim; A morte e a morte de Quincas Berro D’água; Jubiabá e Dona Flor e seus Dois Maridos.

O cenário busca, através de peças criadas com material de demolição (basicamente pallets), servir como complemento às narrativas da peça. Tanto o cenário quanto a luz são assinados pela premiada Marisa Bentivegna. Os figurinos tiveram inspiração nas obras de Caribé, que através de pinturas, gravuras, ilustrações, murais e esculturas desvendam o povo baiano de uma maneira única, em afinidade com os personagens, a religiosidade e as cores eternizados pelo amigo Jorge. A trilha sonora, composta em parte pelo elenco e em parte por ele arranjada, é uma síntese dos ritmos brasileiros, explorando o que de melhor se criou na música instrumental. As letras transmitem poeticamente as passagens mais significativas da obra de Jorge Amado e as canções são interpretadas ao vivo em quase toda a duração da peça.

O espetáculo nasceu para homenagear não só o escritor Jorge Amado, mas, também um pensamento do qual compartilham tantos outros brasileiros ilustres, como Dorival Caymmi, Caribé, Darcy Ribeiro, Guimarães Rosa, Anísio Teixeira e muitos outros.

Serviço:

Teatro: Amado

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 26 a 28 de outubro de 2018

Horários: sexta-feira e sábado às 20h | domingo, às 19h

Após a sessão do dia 27 haverá bate-papo com o grupo.

Duração: 75 minutos

Classificação indicativa: livre

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas a partir de 25/10, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Youtuber Kim RosaCuca apresenta espetáculo no Theatro Via Sul Fortaleza

 

 

Considerada a maior youtuber nas áreas da Beleza, DIY e Life Style do Brasil, com mais de 6 milhões e meio de seguidores no seu canal do Youtube e mais de 3 milhões de seguidores em suas redes sociais, Kim RosaCuca apresenta seu espetáculo dia 29 de setembro, às 16h, no Theatro Via Sul Fortaleza.

Nesta peça, Kim traz para o palco uma apresentação sobre o sonho de muitas crianças e adolescentes: o sonho de cantar! E para isso conta com a participação de seus personagens do canal (todos interpretados por ela) para contar esta história divertida e cheia de realizações.

 

Sinopse

Valentina é uma menina alegre, sonhadora e muito fã da youtuber Kim RosaCuca. Com ela, Valentina aprende a fazer material escolar, bijuterias, enfeites e muitas outras coisas legais. Mas Valentina tem um grande sonho desde pequena. Ela quer muito ser cantora. Seu irmão, Joaquim, sempre gostou muito de dançar. Os dois cantavam e dançavam juntos por horas. Mas, a medida que foram crescendo, a realidade foi afastando o menino do seu sonho.

 

Quando Valentina e Joaquim mudam para uma nova escola, fazem novas amizades e conhecem muita gente legal, como a Karolyn e suas irmãs Robervalda e Charlene, o tio Careta e o solitário menino Punk. Valentina descobre que ele, apesar de ser esquisito, era um grande músico. Resolve então incentivar o garoto a se inscrever no Concurso de Talentos da escola. Assim, todo mundo poderia conhecer e admirar o Punk e ele deixaria de ser discriminado pela turma. Karolyn também ia se apresentar. Em seu canal, a Kim ensinou a fazer uma flor rosa-cuca de papel e explicou que esta linda flor tem um significado especial: “Siga em frente, prossiga, não desista”. E foi aí que Valentina criou coragem para participar. Era a sua grande chance de cantar em público!

 

Ficha Técnica

Texto e Direção: Dig Dutra

Atores: Kim Rosa Cuca e Felipe Mariano Direção de Produção: Nilza Guimarães Produção Executiva: Dezo Mota Cenário: Nello Maresse

Projeção Rico Villarouca Figuirno Nello Maresse

Classificação: LIVRE

 

Serviço:

KIM ROSACUCA

Local: Theatro Via Sul Fortaleza- Av, Washington Soares, 4335 Edson Queiroz

Data: 29 de setembro, às 16h

Ingressos: Ingressos: R$80/R$40 (inferior); R$60/30 (superior)

Pontos de venda: Bilheteria do Teatro Via Sul e no site ingresso rápido (www.ingressorapido.com.br)

Classificação indicativa: LIVRE

Capacidade do Teatro: 732 Pessoas

Telefone do teatro: (85) 3099-1290

Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.

Estacionamento no Shopping Via Sul

Júlia Dantas, sucesso do The Voice Brasil, se apresenta no Theatro Via Sul Fortaleza

 

 

Participante que abriu a atual temporada do reality show The Voice Brasil, e já fazendo as quatro cadeiras virarem para seu talento, Júlia Dantas se apresenta no Theatro Via Sul Fortaleza, dia 30 de setembro, às 19h.

Júlia fez da música um instrumento que transforma a vida e a realidade de dezenas de crianças em Fortaleza. E foi esse sonho de ampliar seu trabalho que a fez se inscrever no concurso. Tenente da Polícia Militar no Ceará, um de seus trabalhos é coordenar o projeto Acordarte, que ensina música para crianças de comunidades locais.

A paixão pela música começou já na infância, aos 11 anos, quando aprendeu a tocar violão. Aos 18, quando ingressou na faculdade de Direito, começou a trabalhar com música para ter uma renda durante o curso, apresentando-se em bares e fazendo shows em eventos fechados.

Após se formar, Júlia passou no concurso pra a Polícia Militar, onde ingressou como tenente e atua hoje como subcomandante de uma companhia. E foi durante uma operação em uma comunidade, ao ver a proximidade de crianças tão pequenas com a violência, que ela teve a ideia de resgatar a sua música para servir como instrumento para ajudar esses meninos e meninas. Assim nasceu o projeto Acorde’ Arte! “São crianças que brilham os olhos por um simples estender de mãos e a música mudou a realidade deles”, ressalta a cantora.

Selecionada para a sétima temporada do The Voice Brasil, Júlia iniciou sua participação no programa cantando a música “Começaria Outra Vez”, de Gonzaguinha. Ela escolheu o time de Ivete Sangalo para seguir na disputa, onde se destaca pelas elogiadas performances de clássicos da MPB como “Serrado”, de Djvan; “Vitoriosa”, de Ivan Lins; e escolheu “Explode Coração”, de Gonzaguinha, para cantar na batalha dos técnicos, sua última performance no programa.

 

Serviço:

JÚLIA DANTAS – RECOMEÇAR

Local: Theatro Via Sul Fortaleza (AV. WASHINGTON SOARES, 4335)

Data: 30 de setembro, às 19h

Ingressos: Ingressos: R$60/30

Pontos de venda: Bilheteria do Teatro Via Sul e no site ingresso rápido (www.ingressorapido.com.br)

Classificação indicativa: LIVRE

Capacidade do Teatro: 732 Pessoas

Telefone do teatro: (85) 3099-1290

Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.

Estacionamento no Shopping Via Sul

Gero Camilo traz “Andy” para o Cineteatro São Luiz


                                                        Fotos: Roberto Setton

 

O Cineteatro São Luiz será palco, no próximo dia 28 de setembro, de “Andy”, novo espetáculo da Cia Tertúlia de Acontecimentos. Com direção de Gero Camilo e texto também dele, em parceria com Victor Mendes, a peça faz um mergulho na vertiginosa trajetória do performer americano Andy Kaufman, um humorista à frente do seu tempo. O espetáculo dialoga com os pensamentos transgressores do artista tido como morto em 1984 nos EUA.
A história, uma “biografia ficcional”, traz Victor Mendes como Andy Kaufman e Gero Camilo como Laika, a cadela russa que foi o primeiro animal a viajar para o espaço. Gero interpreta ainda personagens que fizeram parte da vida do artista, como o empresário George Shapiro e o melhor amigo, Bob Zmuda. “Faremos um paralelo entre o homem que tira o pé do chão e está com a cabeça na Terra e o homem que está na Terra mas tem a cabeça na Lua”, explica o diretor.
Embora o artista americano seja mais conhecido por ser um humorista, o espetáculo “Andy” não pode ser classificado apenas como uma comédia, mas também como um espaço para se emocionar com a carreira meteórica de Andy Kaufman.
Sobre Andy Kaufman:

Andy Kaufman (Nova Iorque, 17 de janeiro de 1949 – Los Angeles, 16 de maio de 1984) foi um cantor, dançarino e ator performático estadunidense. O artista quebrou as estruturas da comédia convencional, apresentando números vanguardistas no teatro e outros eventos públicos diversos. O performer misturava a própria vida com a arte e é pioneiro nessa linguagem que buscava desenvolver.
Nesse universo, interpretava personagens que escondiam sua verdadeira identidade, como o cantor Tony Clifton. Seus números irreverentes e criativos o tornaram célebre nos Estados Unidos. Fez sucesso no programa Saturday Night Live e ganhou a admiração de críticos e artistas diversos com suas performances.
Mas Kaufman não se considerava humorista e começou a realizar piadas herméticas para se relacionar com o público. Muitas vezes, irritava seus espectadores com pegadinhas, além de inventar falsas histórias para a imprensa americana. Kaufman queria ser o melhor artista do mundo e, após ser demitido da ABC, passou a fazer shows em ringues de luta livre, onde desafiava mulheres. Muitos o consideraram louco durante essa fase, mas Kaufman, muito além da realidade, estava interpretando seus personagens realísticos.
Devido ao estilo de humor conhecido por encarnar alteregos e aplicar trotes em si mesmo, especula-se até mesmo que o comediante, morto vítima de um câncer em 1984, aos 35 anos, poderia, pelo contrário, estar vivo.
Sobre a Companhia Tertúlia de Acontecimentos:

Criado em janeiro de 2016, a Companhia Tertúlia de Acontecimentos é formada pelos atores Gero Camilo e Victor Mendes e pela produtora cultural Flávia Corrêa.

O significado de Tertúlia é agrupamento ou reunião de pessoas para trocarem conhecimento no campo das artes e pensamentos, justamente o propósito desta nova companhia, que pretende criar espetáculos com dramaturgia própria e alheia, a partir da experiência cênica. Arte e Pensamento no Teatro.

O primeiro trabalho que a companhia assinou, nasceu em 2015 em Portugal é a peça “Caminham nus empoeirados”. Soma-se ao repertório da Companhia as peças “Aldeotas”(2004) ,”Cartas à/de Pio”(2014), “Razão Social” (2016), “Plinioceia Desvairada” (2017) (homenagem a Plinio Marcos), “Andy “ (2018). Estreia ainda este ano o espetáculo infantil “Umbigo”.
Serviço:

ANDY, com Victor Mendes e Gero Camilo

Local: Cineteatro São Luiz

Endereço: Rua Major Facundo, 500 – Centro – Fortaleza

Data: Sexta, 28 de setembro de 2018

Horário: 19h

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: R$20,00(inteira) / R$10,00(meia)

Bilheteria Cineteatro São Luiz

Os ingressos já podem ser adquiridos de terça a sábado, de 10h às 18h30. Venda com taxa de conveniência no site da Tudus: https://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-andy-com-victor-mendes-e-gero-camilo

Mais informações: (85) 3252.4138

Companhia Laguz Circo APRESENTA Espetáculo Pedra no Sapato

O espetáculo “Pedra no Sapato”, encenado pela Companhia Laguz Circo estará em cartaz, em Fortaleza, dias 22 e 29 de setembro, às 15h. no Centro Cultural Banco do Nordeste (Ria Conde D’Eu, 560 – Centro). A companhia Laguz Circo é formada peelo brasileiro, Felipe Abreu, e a argentina, Romina Sanchez, que pesquisa o circo e o palhaço explorando a comicidade nas técnicas circenses.

A companhia utiliza técnicas inerentes da palhaçaria clássica, usando as técnicas circenses como pano de fundo do espetáculo “Pedra no Sapato”. Felipe e Romina buscam manter viva a arte cômica na qual o corpo está em evidência, explorando as possibilidades de quedas, golpes e absurdos cômicos. A dupla se inspira nos antigos clowns de picadeiro, teatro e cinema trazendo-os para o momento atual. O intuito é experimentar possibilidades estéticas, gerando no espectador novas referências de comédia ressaltando a poesia sem a necessidade do recurso apelativo.

 

Sinopse

A história baseia-se na relação entre o palhaço Suspiro, o artista, e a palhaça Burbuja, faxineira do teatro. Suspiro entra em cena para apresentar o show, mas é interrompido pela faxineira que se preocupa em fazer o seu trabalho. Com uma sequência de truques clássicos de palhaço, Suspiro e Burbuja direcionam o espetáculo para um final divertido, poético e surpreendente.

Os palhaços comunicam-se essencialmente através da linguagem corporal, gestos e expressões acompanhados pela trilha sonora instrumental, feita especialmente para o espetáculo. Um convite a mergulhar na singela e encantadora arte do palhaço clássico.

 

Histórico

A primeira montagem do espetáculo “Pedra no Sapato” nasceu em 2014 e estreou em Florianópolis/SC no Espaço Cultural Circo da Dona Bilica. No mesmo ano, foi apresentado em diversas cidades do Ceará no projeto “Arte Itinerante” e em Fortaleza pela “Programação Infantil” as duas através do Centro Cultural Banco do Nordeste. Em 2015, participou do “2º Encontro Internacional de Palhaços Euriso” em Fernandópolis/SP. Depois de dois anos com o espetáculo engavetado, os artistas decidem remontá-lo. O mesmo nome, a mesma ideia, mas cenas totalmente diferentes. Agora com outra roupagem, enfatizando a dramaturgia e a pesquisa na arte da palhaçaria clássica.

Programação semanal Theatro José de Alencar

Programação semanal  do Theatro José de Alencar – TJA de  17 a 23 de setembro

 

[OFICINA – TEATRO] CORPO EM TRABALHO
18 a 22 de Setembro

Anexo CENA do TJA

A oficina “Corpo em Trabalho“ é um projeto de pesquisa/prática acerca das referências ritualísticas abertas dos culto aos orixás e também as referências narrativas as quais os deuses iorubas aparecem; objetivando dessa maneira averiguar o processo criativo de cena por meio de estímulos sensoriais e sinestésicos na busca de outras terreiros de criação e expressão cênica ligadas diretamente ao trabalho físico do ator/atriz. Corpo em Trabalho é uma oficina de teatro prática destinado a atores,atrizes, estudantes de artes cênicas.

Dia 17.09 – Segunda-Feira

TEATRO DE PORTAS ABERTAS – Programação Gratuita

Visita Guiada – 09h 10h 11h 14h 15h 16h 17h

09h

[POLÍTICA CULTURAL] ENCONTRO DA COMISSÃO ESTADUAL DO SISTEMA ESTADUAL DE TEATROS – SET-CE

Local: Sala Sidney Souto | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

O Sistema Estadual de Teatro vincula-se à Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, tendo por objetivos sistematizar e implementar políticas de integração e incentivo aos teatros de todo o Estado, com diretrizes estabelecidas de forma democrática e participativa por essas instituições. Foi sancionado pela Lei 13.604, de 28 de junho de 2005, promovendo a articulação e a troca de experiência entre os teatros existentes no Estado, bem como encaminhando o debate sobre o papel e função dos teatros junto às comunidades, propondo formas de provimento de recursos, financiamento e fomento destinados aos equipamentos do Sistema. Atualmente o SET é composto por gestores de teatro de todas as macro-regiões do Estado.

15h

[TEATRO] ESPETÁCULO “DOIS LOKOS NA GUERRA CONTRA OS POLUIDORES” – Associação Cultural GTRV de Taíba (São Gonçalo do Amarante – CE)

Local: Saguão | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

“Dois Lokos na guerra contra os poluidores”, é uma comédia de temática ambiental que conta a história de dois soldados, soldado Ambiente e soldado Ecologia, de exércitos inimigos, que foram escolhidos para vigiar as fronteiras e cuidar para que invasores não poluam a natureza local, durante uma trégua na guerra.

16h

[HUMOR] SOBREMESA COM ARTE SORRINDO AO PINGO DO MEIO DIA

Local: Calçada | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

16h30

[TEATRO] ESQUETE “MINHA INTERNET CAIU, E AGORA?” – Grupo Cenas e Artes

Local: Teatro Morro do Ouro | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 10 anos

17h

[TEATRO] ESPETÁCULO “GERAÇÃO TRIANON” – Instituto Teatro Público

Local: Diversos Locais | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 12 anos

Com texto de Anamaria Nunes, a peça é ambientada no Teatro Trianon, célebre casa de espetáculos do Rio de Janeiro por suas comédias, entre as décadas de 20 e 30 do século XX.

18h

[TEATRO] HORA DO ANGELUS COM MASOR COSTA

Local: Calçada | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

19h30

[TEATRO] ESQUETE “O CALU” – Grupo Cenas e Artes

Local: Teatro Morro do Ouro | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: 10 anos

19h45

[TEATRO] ESPETÁCULO “BRASILEIRA: PROFISSÃO ESPERANÇA” – Grupo Clareia

Local: Pátio Nobre | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

O espetáculo é um passeio pela vida e obra da cantora Clara Nunes. A sereia Clara que canta e encanta arrastando todos para uma grande viagem pelo imaginário brasileiro. A peça adentra e busca revelar o universo mágico, místico e político do mito, seus sincretismos e sua importância para a música popular brasileira.

Dia 19.09 – Quarta-Feira

Visita Guiada – 09h 10h 11h 14h 15h 16h 17h

17h30

[TEATRO] ARTE DE RUA – “CONVERSA DE LAVADEIRAS” – Coletivo Rei Leal (CE)

Local: Calçada | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

Na peça “Conversas de Lavadeiras”, em tom de brincadeira, os atores destacam a inveja, a cobiça e outros pecados capitais através da história de três lavadeiras, na época em que surgiu o sabão em pó. O texto de Robson Araújo metaforiza a cobiça das pessoas quando mostra as duas que usavam sabão em pedra e a outra, mais jovem, com a novidade em pó.

Dia 20.09 – Quinta-Feira

Visita Guiada – 09h 10h 11h 14h 15h 16h 17h

17h30

[TEATRO] ESPETÁCULO “DA SILVA EL HIJO DE LAS AMÉRICAS “- Dona Zefinha (CE) e Pato Mojado (Argentina)

Local: Calçada | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

Dona Zefinha aposta numa pegada envolvente e divertida, quente fervendo como sabem fazer. Baseado na vida do povo latino com arranjos inspirados nas expressões artísticas populares e fusões de ritmos como a cumbia, tango, bolero, arrocha, samba, milonga, somado aos sons da rabeca, piano, violão, e sopros, trazendo um clima tropical. Convidados especiais Pato Mojado (Argentina) e Daniel Groove.

18h* e 20h

[TEATRO] ESPETÁCULO “O AMOR E O DIABO” – Grupo Arte de viver

Local: Palco Principal | Entrada: Fechado* e R$20 / R$10 | Classificação Indicativa: Livre

Dia 21.09 – Sexta-Feira

Visita Guiada – 09h 10h 11h 14h 15h 16h 17h

16h

[DANÇA] FESTIVAL DO CBDD – CONSELHO BRASILEIRO DA DANÇA – Seletiva Brasil

Local: Palco Principal | Entrada: R$40 / R$20 | Classificação Indicativa: Livre

Seletiva para o Festival Conselho Brasileiro de Dança realizado no Rio de Janeiro. O Festival de Dança do CBDD consiste em um evento com mostra competitiva contemplando os níveis Kids e Adulto, a partir de 4 anos ao avançado, aberto para todas as modalidades e categorias de dança.

18h

[MÚSICA] SHOW “HIATO ENTRE O VÃO E O NADA” – Banda Januário a Sete Palmos

Local: Teatro Morro do Ouro | Entrada: R$10 / R$5 | Classificação Indicativa: Livre

Este trabalho denota através do eu lírico as presenças e faltas de cada ser humano. O projeto se justifica através da humanidade de cada um dos integrantes da banda, que por serem amigos de longa data transparecem total intimidade entre si e conseguem fazer o público ter a mesma emoção, criando de forma muito pessoal uma atmosfera cheia de coloridos e sentimentos.

Dia 22.09 – Sábado

Visita Guiada – 14h 15h 16h 17h

16h

[MÚSICA] SHOW “SAMBAS QUE EU OUVI POR VOCÊ” – Keyliane e Azevedo

Local: Foyer | Entrada: R$10 / R$5 | Classificação Indicativa: Livre

O trabalho compila releituras de lindas canções do samba e bossa nova, envolvidas por um ar clássico e versátil, contando em ordem cronológica do repertório a história de cada música de forma poética. Esta proposta proporciona difusão e perpetuação da música Brasileira, historicamente marcada pelo samba e por suas vertentes.

16h

[DANÇA] FESTIVAL DO CBDD – CONSELHO BRASILEIRO DA DANÇA – Seletiva Brasil

Local: Palco Principal | Entrada: R$40 / R$20 | Classificação Indicativa: Livre

Seletiva para o Festival Conselho Brasileiro de Dança realizado no Rio de Janeiro. O Festival de Dança do CBDD consiste em um evento com mostra competitiva contemplando os níveis Kids e Adulto, a partir de 4 anos ao avançado, aberto para todas as modalidades e categorias de dança.

Dia 23.09 – Domingo

Visita Guiada – 14h 15h 16h

16h

[DANÇA] FESTIVAL DO CBDD – CONSELHO BRASILEIRO DA DANÇA – Seletiva Brasil

Local: Palco Principal | Entrada: R$40 / R$20 | Classificação Indicativa: Livre

Seletiva para o Festival Conselho Brasileiro de Dança realizado no Rio de Janeiro. O Festival de Dança do CBDD consiste em um evento com mostra competitiva contemplando os níveis Kids e Adulto, a partir de 4 anos ao avançado, aberto para todas as modalidades e categorias de dança.

17h

[Música] SALA DE CONCERTO – SÉRIE CONCERTOS DE CÂMARAS – Orquestra de Base da OSUECE
Local: Foyer | Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

Musical “O Corcunda de Notre Dame” será apresentado no Theatro Via Sul Fortaleza

 

A escola de Teatro Encenna apresenta no dia 15 de setembro, em duas sessões, às 19h e 21h, no Theatro Via Sul Fortaleza, o espetáculo “O Corcunda de Notre Dame – O Musical”, inspirado em uma das obras mais famosas de Victor Hugo, lançado em 1831, considerado o maior romance histórico do autor. A adaptação e direção geral é de Aurélio Barros.

“O Corcunda de Notre Dame” narra a história do amor altruísta de Quasimodo, deficiente sineiro da catedral de Notre Dame, pela cigana Esmeralda. Quasímodo sonha em sair da Catedral para participar do “Festival dos Tolos”, e finalmente é instigado pelos amigos a fugir, aproveitando-se da ausência do poderoso Claude Frollo, homem que o criou desde a infância. A trama se fortalece com os planos cruéis do arquidiácono Frollo e de seus subordinados para deter os ciganos que vivem no pátio dos milagres. Uma reviravolta faz brotar o amor entre o Capitão Phoebus, militar convocado da guerra para perseguir e prender os ciganos e a jovem Esmeralda.

Uma história arrebatadora, em que, medo e coragem, fé e justiça se misturam, levando o expectador a perceber a superação sobre as limitações acerca das deficiências múltiplas, a repensar sua compreensão estética entre o feio e o belo, bem como enaltecer o amor como meio de superação das deficiências humanas.
O Musical conta ainda com a participação especial do coral “Soul Cantor” do Conservatório de Música Alberto Nepomuceno, sob a direção musical de Domízia Almeida e arranjos de Alvany Silva.

 

Serviço:

O Corcunda de Notre Dame – O Musical

Datas: 15 de setembro de 2018 (sábado)
Horário: 19h e 21h
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: R$40/R$20
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas
Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Shopping Via Sul

Dona Zefinha lança álbum “Da Silva: El Hijo de Las Américas” em show dia 16 de setembro no Anfiteatro do Dragão do Mar

 

 

Dona Zefinha e Pato Mojado. Dois grupos de países e idiomas diferentes. Um é de Itapipoca, cidade brasileira do interior do Ceará, e o outro, de Rosário, no interior da Argentina. Fora isso, têm muita coisa em comum. Uma delas é o uso das linguagens da música e do teatro como expressões artísticas em seus espetáculos. A afinidade entre eles deu margem ao intercâmbio que resultou em uma montagem teatral com apoio cultural do IBERESCENA, cuja estreia aconteceu em Rosário em 2016. A trilha sonora da peça está no álbum Da Silva: El Hijo de las Américas (Independente/2018), que Dona Zefinha lança em show no dia 16 de setembro, às 20h, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

“Ambos somos ativistas culturais natos que contribuem para difusão de shows em suas moradas através de ações, eventos, festivais e projetos de exibição pública de arte. A partir destes e de outros itens de pertença e similitude surgiram os primeiros rabiscos de ideias, troca de referências, parcerias musicais e vivências artísticas”, diz Orlângelo Leal, do grupo Dona Zefinha, sobre a parceria com Pato Mojado.

Com 12 faixas, o disco foi gravado em Itapipoca (Studio JP) e Rosário (Studio El Espacio La Casona), entre julho e outubro de 2016, numa co-produção dos dois grupos, através de e-mails e com o auxílio das redes sociais. Tem a participação especial do cearense Daniel Groove na música “Indecisão”. A mixagem e masterização é de Gustavo Portela.

Os temas alternam entre instrumentais e canções populares nas línguas maternas criolas, português e castelhano, figurando lado a lado numa mistura de sotaques que aponta o quanto os dois povos são iguais e distintos no cotidiano. É um trabalho baseado na vida do povo latino, com arranjos inspirados nas expressões artísticas populares e fusões de ritmos como tango, bolero, cumbia, arrocha, samba, milonga e carnavalito. O ecletismo sonoro destaca-se pela diversidade de timbres de instrumentos como rabeca, piano, violão, bombardino, tuba, trompete, flauta, congas, pandeiro, zabumba, proporcionando uma atmosfera de word music.

 

O SHOW

O show no dia 16 de setembro no Anfiteatro do Dragão do Mar faz parte do edital da Temporada de Arte Cearense (TAC), programa de ocupação artística do Dragão do Mar, e da turnê de lançamento do disco, que começa no dia 8 de setembro no Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (FNT). Também no dia 8 o álbum será lançado de forma digital nas plataformas de streaming. Será um espetáculo dançante, com uma pegada latino-americana, envolvente e divertida, tudo junto e misturado, quente fervendo Dona Zefinha e Pato Mojado sabem fazer.

O time dos brasileiros no show será composto por Orlângelo leal (voz, baixo, guitarra), Paulo Orlando (vocal, percussão), Ângelo Márcio (sax, percussão) Joélia Braga (voz) Samuel Furtado (rabeca, bombardino, trompete, trombone, tuba), Vanildo Franco (pífano, percussão), Maninho (bateria), Tamily Braga (baixo, ukulele, vocal) e, como participação especial, o cantor Daniel Groove em “Indecisão”. Do Pato Mojado o show contará com a presença dos músicos Alejo Castillo (voz, sintetizador, piano) e Pedro Jozzami (voz, sintetizador, piano, violão, baixo, guitarra).

 

O ÁLBUM

“Da Silva: El Hijo de las Américas é um disco baseado na vida do povo da América Latina e sua relação com a natureza, sociedade e cultura. Os países da América do Sul são todos frutos da colonização ibérica e vítimas do mercantilismo mundial. As fusões étnicas ‘íberoafroameríndias’ deram margem a diversidade sonora, criando uma música variada e pulsante, que serviu como inspiração para concepção de um álbum latino”, explica Orlângelo Leal, do Dona Zefinha.

As letras de cunho social assumem seu duplo: ora como aglutinador de culturas entre povos de territórios distantes e realidades parecidas, ora como chave para abertura das mentes enclausuradas nas ideologias de dominação, neste ambiente contemporâneo, pós-colonial, trazendo à tona discussões como a subsistência, a capacidade de resiliência e a expertise criadora para fugir da escravidão moderna e navegar com mais autonomia nos tortuosos caminhos da insegurança da era planetária.

As composições são de Orlângelo Leal, Samuel Furtado e dos argentinos Alejo Castillo e Pedro Jozzami. Entre os convidados, Além de Daniel Groove, estão os Itapipoquenses Mauro de Moraes, Alcio Barroso e Arizzinho no samba “Bloco dos Excluídos”, com arranjos vocais de Davi Silvino.

 

SERVIÇO

“Silva: El Hijo de las Américas” – Show de lançamento do novo CD do grupo Dona Zefinha, dia 16 de setembro de 2018, às 20h, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema). Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Informações: (85) 99972-2871.