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ECONOMIA

Calçadistas apresentam certificações de sustentabilidade

 

 

A Semana do Calçado, evento que reúne diversas ações informativas e de promoção de negócios para a cadeia coureiro-calçadista nacional, foi palco para a apresentação das certificações de sustentabilidade Origem Sustentável (calçados e componentes) e CSCB (couros). O webinar aconteceu no formato on-line na manhã do último dia 6 de outubro e pode ser visto na íntegra no link https://bit.ly/2Gmz1Ox.

Criado em 2013 e reformulado em 2019, o Origem Sustentável foi apresentado pelo gestor de Projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Cristian Schlindwein, e pela superintendente da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Ilse Guimarães. Voltado para produtoras de calçados e fornecedores de insumos, o Origem Sustentável certifica processos produtivos sustentáveis nas dimensões ambiental, econômica, social e cultural.  Schlindwein explicou que os conceitos modernos de sustentabilidade já não levam em consideração apenas o aspecto ambiental, embora este seja o mais conhecido.

Schlindwein destacou, ainda, que a certificação consegue abraçar empresas de todos os portes e maturidades na questão da sustentabilidade, pois possui diferentes níveis de certificação (Diamante, para 100% dos indicadores alcançados; Ouro, para 90% dos indicadores; Prata, para 75% dos indicadores; e Bronze, para 50% dos indicadores). “Quando a empresa adere ao Origem Sustentável, ela recebe um manual de implementação dos indicadores e passa por treinamentos antes de solicitar a certificação e auditoria externa. Ou seja, recebe toda a assistência necessária”, ressaltou.

Na segunda parte do evento, o gestor de Inteligência Comercial do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Rogério Cunha, apresentou a certificação CSCB, voltada para curtumes que praticam processos de produção sustentáveis.

Semana do Calçado
webinar aconteceu durante a Semana do Calçado, evento realizado por entidades e institutos ligados à cadeia coureiro-calçadista para fomentar negócios e a discussão de temas importantes para a atividade.

A Semana acontece entre os dias 5 e 8 de outubro e pela primeira vez será totalmente digital. Confira a programação completa no site www.semanadocalcado.com.br.

ZPE Ceará fecha setembro com alta de 13,2% na movimentação de cargas

 

Mesmo diante da crise econômica global desencadeada pela pandemia da Covid-19, a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará, empresa subsidiária do Complexo do Pecém, fechou setembro com alta de 13,2% na sua movimentação de cargas, ante o mesmo período do ano passado. Ao todo, 949.274 toneladas passaram pelos gates da ZPE cearense ao longo do mês.

Entre as principais mercadorias que passaram pela ZPE Ceará em setembro, o maior destaque foi o minério de ferro, com 342.627 toneladas movimentadas, número 17,4% superior aos 291.712 registrados no mesmo mês de 2019. Além disso, a movimentação de carvão mineral também avançou e atingiu 225.397 toneladas, 80 mil toneladas a mais do que em setembro do ano passado.

“É gratificante constatar que, mesmo em um ano atípico, com todo o impacto econômico da pandemia, conseguimos prosperar e seguir contribuindo para o desenvolvimento econômico do Estado”, destaca a diretora de operações da ZPE Ceará, Andréa Freitas. “Não deixamos de operar um único dia” completa.

Única Zona de Processamento de Exportação autorizada a operar em território brasileiro, a ZPE Ceará também registrou aumento na movimentação de cargas no terceiro trimestre deste ano. Isso porque, mesmo com os desafios gerados pela crise, 3,03 milhões de toneladas passaram pela empresa entre julho e setembro, número 5,1% superior aos 2,88 milhões de igual período de 2019.

Ao todo, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, a ZPE Ceará já movimentou 8,41 milhões de toneladas, incluindo mais de 3 milhões de toneladas em minério de ferro e mais de 2 milhões de toneladas em placas de aço, que são produzidas pela Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP).

 

Principais destinos

Entre os principais destinos das mercadorias produzidas pela ZPE Ceará, o grande destaque de setembro foi a China, para onde foram destinadas 86.718 toneladas. Estados Unidos (26,8 mil t) e Bélgica (7,4 mil t) também receberam produtos processados na empresa, que faz o escoamento via Porto do Pecém.

De janeiro a setembro, mais de 1,8 milhão de toneladas foram exportadas pela ZPE Ceará. Desse volume, 706,1 mil foi destinado aos Estados Unidos, 401,3 mil à China e outros 188,4 mil deixaram o Ceará com destino ao Canadá.

Critérios econômicos para guiar retomada da economia cearense durante a pandemia é um dos temas do Boletim do Economista

O Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE) lançou mais um Boletim do Economista. A publicação, que é trimestral, objetiva avaliar a atual crise, bem como sugerir formas para sair dela. A edição, produzida por economistas filiados ao Corecon-CE, está disponível em: https://cutt.ly/fgqvbJD
O Boletim desta edição aborda temas como “A Desigualdade estrutural no Brasil e a necessidade de um estado redistributivo: o papel dos programas de transferência e de uma tributação progressiva”; “Os critérios Econômicos Adotados para guiar o processo de retomada da economia cearense durante a pandemia”; “Enquanto a Reforma Tributária não passa, outra reforma tributária vai passando”; “Economia Comportamental: e eu com isso?”; “Economistas: o mercado de trabalho dos egressos da UFC” e os “Desafios dos empreendimentos frente a pandemia da COVID 19”.Esta edição destaca a contribuição dos estudantes de economia com artigo sobre a reação e desafio dos empreendedores para sobrevivência e readequação de seus negócios durante a pandemia.

“Estamos trazendo ao debate público o desafio da desconcentração produtiva, tributária e redução das desigualdades, os critérios econômicos que guiaram as decisões do Governo do Estado na reabertura das atividades produtivas, a abordagem da economia comportamental nas decisões dos atores econômicos e o desafio de inserção no mercado de trabalho por parte dos egressos do curso de Ciências Econômicas”, destacou o presidente do Conselho, Ricardo Coimbra.

SOBRE O CORECON CEARÁ

O Conselho de Regional de Economia do Ceará tem por finalidade a fiscalização do exercício da profissão,  por meio de suas redes sociais, vem realizando uma série de lives com o objetivo de estreitar os laços entre o Conselho e a sociedade, especialmente nesse momento de crise econômica.

Banco do Nordeste apresenta cenários e tendências para MPEs

 

“Cenários, tendências pós-pandemia e o papel de um Banco de Desenvolvimento para ampliar a inovação, produtividade e competitividade das MPEs”. É esse o tema da live Dia da MPE, que será realizada pelo Banco do Nordeste, nesta segunda-feira, 5, a partir das 15h.

O evento marca o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado anualmente em 5 de outubro, e será transmitido pelo canal do Banco do Nordeste no Youtube (www.youtube.com/bancodonordesteoficial).

Na ocasião, ocorrerá também a entrega do VI Prêmio Banco do Nordeste MPE 2020, que reconhece os empreendedores do segmento que se destacaram com incentivo e financiamento do BNB.

O painel de abertura contará com a participação do presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, do superintendente da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Evaldo Cruz, e do diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Eduardo Diogo.

live terá continuidade com as exposições do secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Gustavo Ene, do superintendente de Negócios de Varejo e Agronegócio do BNB, Luiz Sérgio Farias, do gerente da Unidade de Relacionamento do Sebrae Nacional, Enio Duarte, e do empresário Helder Montenegro. A mediação será conduzida pelo diretor de Negócios do Banco do Nordeste, Anderson Possa.

Dentre outros assuntos, serão enfocadas as políticas públicas para o segmento, o perfil atual das MPEs e suas necessidades de crédito e o papel do Banco do Nordeste para o fortalecimento da produtividade e inovação e competitividade das MPEs.

Apoio ao segmento

Somente nos primeiros nove meses deste ano, o Banco do Nordeste já investiu R$ 3,4 bilhões por meio do Programa de Financiamento às Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e ao Empreendedor Individual (FNE MPE), registrando incremento de 34% nas aplicações quando comparadas a igual período do ano anterior.

Ao considerar todas as fontes recursos, são R$ 3,6 bilhões de investimentos contabilizados, com 39,9 mil operações que beneficiaram 26,7 mil clientes MPE. Atualmente, o Banco do Nordeste atende 211 mil empresas de micro e pequeno porte cujo faturamento anual é de até R$ 4,8 milhões.

Abicalçados lamenta atraso na votação que analisará veto à desoneração da folha

 

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vê com preocupação o atraso da análise do Congresso Nacional ao veto presidencial à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos. O mais novo revés ocorreu hoje (30) pela manhã, quando a Presidência do Congresso cancelou a votação por tempo indeterminado em função da falta de quórum e de acordo entre os líderes da casa legislativa.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o setor calçadista, que é um dos que segmentos que utiliza o mecanismo da desoneração da folha de pagamentos, enxerga com preocupação o atraso da análise do veto presidencial. “As empresas já estão trabalhando com o planejamento financeiro para 2021, então é um problema grave elas não saberem o que irá acontecer na questão tributária.

O setor terá um impacto muito grande com a não prorrogação da desoneração, com um acréscimo de carga tributária estimado em mais de R$ 570 milhões ao ano, o que geraria a perda de mais de 15 mil postos”, avalia o dirigente, ressaltando que o baque viria logo após um ano muito difícil em função da pandemia do novo coronavírus. “Entre janeiro e agosto deste ano já perdemos mais de 43 mil postos de trabalho no setor, com uma queda de 36% na produção de calçados. A expectativa de iniciar uma recuperação no próximo ano seria frustrada com a reoneração da folha”, acrescenta Ferreira.

Entenda
O Governo Federal publicou no Diário Oficial da União do último dia 7 de julho a sanção da MP 936, que vem auxiliando o setor industrial a segurar postos de trabalho desde o início da pandemia do novo coronavírus. O revés foi que o presidente Jair Bolsonaro vetou a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos, que permite que 17 setores, entre eles o calçadista, possam substituir o pagamento de 20% sobre a folha de pagamentos por 1% a 4,5% do faturamento bruto da empresa (o setor calçadista tem alíquota de 1,5%). A medida tem o objetivo de auxiliar setores intensivos em mão de obra na manutenção da competitividade e do emprego.

A prorrogação não sancionada previa vigência até dezembro de 2021, sendo que com o veto ela extinguiria em dezembro deste ano. O veto presidencial, agora, não tem prazo para ser analisado no Congresso Nacional.

O setor
Com mais de 6 mil empresas, o setor calçadista brasileiro emprega, diretamente, mais 270 mil pessoas (dado de dezembro de 2019). No ano passado, a produção foi de 908 milhões de pares, dos quais 115 milhões foram exportados para 160 destinos.

Sistema Fecomércio participa de webinar para debater atuação do Sistema S.

O Sistema Fecomércio Ceará participa, através do diretor regional do Sesc e Senac, Rodrigo Leite, do webinário “A importância do Sistema S na economia do Ceará”. Promovido pela plataforma Trends Ceará, o debate vai focar na atuação do Sistema S nos mais diversos setores como um dos provedores do desenvolvimento do Estado. O webinar acontece nesta quarta-feira, 30, a partir das 20h, pelo Youtube.

O Sistema S reúne entidades empresariais voltadas para o treinamento profissional, assistência social, consultoria, pesquisa e assistência técnica. Em relação ao comércio, fazem parte do Sistema S o Sistema Fecomércio, composto pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac), que oferecem aos empresários, trabalhadores do comércio e à sociedade em geral, educação profissional, saúde, cultura, lazer, educação e promoção social.

O Senac Ceará conta com um portfólio com mais de 800 cursos e possui 22 unidades espalhadas pelo Estado, entre fixas, móveis e polos de educação à distância. Sua atuação chega até os 184 municípios do Estado. Para se ter uma ideia do alcance da Instituição, de 2019 até agora foram realizadas um total de 127.456 matrículas entre cursos; ações extensivas como palestras, workshops e oficinas; e cursos gratuitos voltados à inclusão social.

Já o Sesc Ceará atua nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Lazer e Promoção Social. Somente em uma de suas ações, o projeto Mesa Brasil Sesc, que atua na perspectiva da segurança alimentar e nutricional, sustentabilidade e inclusão social, são atendidas no Estado mais de 430 instituições sociais, que juntas ajudam cerca de 280 mil pessoas, por meio de doações de alimentos e atividades educativas. De 2019 até agosto de 2020, foram distribuídos 4.625.620 quilos de alimentos, em 93 municípios, com a ajuda de 500 parceiros doadores.

“O Sistema S é hoje a maior organização de proteção social para o cidadão e forte parceiro para o crescimento econômico do País. Trata-se de um modelo eficaz que há mais de sete décadas está presente na vida dos brasileiros, gerando riqueza e desenvolvimento. O webinar realizado pelo Trends Ceará é mais uma oportunidade de explicar o trabalho realizado por instituições como o Sesc e Senac”, destacou o diretor regional, Rodrigo Leite.

O webinar conta ainda com a participação do diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Paulo André Holanda e do moderador, PHD em Desenvolvimento Regional, Lauro Chaves. O Trends Ceará é um hub de conteúdo especializado em investimentos e tendências do Ceará.

Serviço: 

Webinar – “A importância do Sistema S na economia do Ceará” 

Data: Quarta-feira – 30 de setembro

Hora: 20 horas

Transmissão: Youtube 

Sicredi Asset é destaque em guias de fundos de investimentos da Investidor Institucional e do Valor Econômico

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – conquistou, por meio de sua gestora de recursos, quatro colocações de seus fundos de renda fixa no ranking “Melhores Fundos Para Institucionais”, da Revista Investidor Institucional. Os produtos foram classificados como “excelentes” pelo guia, que considera o período de 12 meses, até dia 30 de junho de 2020.

“A classificação da Investidor Institucional confere aos nossos produtos de renda fixa não só o reconhecimento deles no mercado como também nos orienta sobre estarmos disponibilizando as oportunidades mais rentáveis aos nossos associados. A Asset do Sicredi é responsável pela gestão de mais de R$50 bilhões e possui rating “Forte” pela Fitch Ratings, o que demonstra a robustez e a qualidade de nossos processos de investimentos que, por fim, nos permite oferecer produtos e serviços financeiros dos mais simples aos mais complexos de forma segura e rentável”, diz Ricardo Green Sommer, diretor de Gestão de Recursos de Terceiros do Sicredi.

 

Guia Valor de Fundos de Investimento 2020

Além da classificação pela Revista Investidor Institucional, a Sicredi Asset também foi destaque, no mês passado, no Guia Valor de Fundos de Investimento 2020, publicação do jornal Valor Econômico. O fundo Sicredi FI Institucional RF IRF-M ficou entre os 10 mais rentáveis na categoria Renda Fixa Ativo.

O fundo Schroder Sicredi Ibovespa FIA, também distribuído pelas cooperativas do Sicredi, figurou no ranking como um dos 10 fundos mais rentáveis e entre os cinco com mais cotistas do guia na categoria Ações Índice.

 “Além das avaliações, que conferem os bons desempenhos dos nossos fundos nos rankings, o Sicredi segue implementando melhorias que favoreçam ainda mais os nossos associados. Uma delas foi a revisão do nosso portfólio, na qual reduzimos as taxas de administração dos nossos fundos e também a diminuição dos tickets de aplicação inicial para os fundos de varejo. Cabe lembrar que a Sicredi Asset também lançou um fundo multimercado, que busca teses de investimento complementares, que sobrevivam aos momentos de volatilidade e tensão do mercado. Assim, possuímos estratégias em juros, inflação, câmbio, bolsa e commodities, que podem trazer maior volatilidade ao produto, mas que permite a busca de ganhos de capital no longo prazo”, ressalta Sommer.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Fortaleza Liquida 2020 movimenta mais de R$ 2,2 milhões no comércio

 

A 11ª edição da Fortaleza Liquida (LQD) chegou ao fim no último dia 13 e mostrou mais uma vez porque é considerada uma das maiores campanhas promocionais do Ceará. Neste ano de 2020, a campanha realizada pelo Instituto CDL, com o apoio da CDL de Fortaleza, contabilizou mais de R$ 2,2 milhões em vendas nas lojas participantes localizadas no Centro, em outros corredores comerciais e nos principais shoppings da Capital e Região Metropolitana.

De 3 e 13 de setembro, período da Fortaleza Liquida, mais de 3,6 mil clientes realizaram compras e efetuaram a inscrição no site ou Web App para concorrer aos prêmios da campanha promocional, totalizando mais de 52 mil cupons. Entre os clientes participantes, o ticket médio das compras foi de R$ 609,92, valor considerado bastante satisfatório para os realizadores da LQD e para os lojistas que puderam aquecer as vendas neste momento de retomada e aceleração da economia cearense.

O presidente da CDL de Fortaleza, Assis Cavalcante, ressaltou que a campanha Fortaleza Liquida, na 11ª edição, teve um valor estratégico ainda maior no calendário promocional neste ano para o comércio. “Vivemos um momento desafiador que evidencia a importância da união e da representatividade da classe através da CDL de Fortaleza para a superação das adversidades. Somos a grande parceira para a retomada consciente do nosso comércio e a geração de emprego e renda. E vem mais promoções por aí. Em outubro, tem o Centro Premiado e, em dezembro, o Natal de Prêmios”, adiantou.

Premiados

O sorteio dos prêmios da Fortaleza Liquida foi transmitido, ao vivo, nesta sexta-feira, dia 18, pelo canal da CDL de Fortaleza no Youtube. Os vencedores foram:

1º PRÊMIO

01 CAMINHÃO DE PRÊMIOS (o caminhão não faz parte da premiação)

Ganhadora: Maria Aurilene S. Nascimento

Comprou na loja Sapataria Nova

2º PRÊMIO

01 MOTO YAMAHA FACTOR 125 IED

Ganhadora: Joana Celia Barroso Matos

Comprou na loja Top Móveis

3º PRÊMIO

01 TOYOTA COROLLA GLI

Ganhadora: Leila Souza Policarpo

Comprou na loja Top Móveis

Fortaleza Liquida

Realizada pelo Instituto CDL de Cultura e Responsabilidade Social, a campanha Fortaleza Liquida tem o apoio da CDL de Fortaleza, Mastercard, Newland e Governo do Estado, e ainda o patrocínio da Rede, Pop Credicard, Banco do Nordeste (BNB) e Governo Federal.

Confiança do consumidor fortalezense apresenta estabilidade

 

Neste mês de setembro, o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) teve um leve decréscimo de -0,6 pontos, passando de 110,8 pontos em agosto, para 110,2 em setembro, representando uma estabilidade. A manutenção na casa dos 110 pontos freia a tendência de alta no índice de confiança do consumidor desde de abril (menor índice do ano).

O Índice de Situação Presente (ISP) teve crescimento de 0,5 pontos, passando de 89,8 pontos, em agosto, para 90,3 pontos neste mês. Já o Índice de Situação Futura (IEF) teve uma leve queda de -1,5 pontos, alcançando o segundo maior nível dos últimos 12 meses:

Expectativa dos consumidores

Neste mês, a pesquisa revelou também que os móveis são os produtos mais desejados pelos consumidores, com 16,3% das respostas. Em segundo lugar, o estudo aponta o item televisões com 14,5% dos consumidores desejando a compra.

Dentre aqueles que demonstram maior entusiasmo, destacam-se os consumidores que se encontram na faixa de rendimento familiar entre 5 e 10 salários mínimos (124,3 pontos versus 110,2 pontos da média global), do agrupamento com idade entre 25 a 34 anos (114,5 pontos versus 110,2 pontos da média global) e do gênero masculino (115 pontos versus 110,2 pontos da média global).

O estudo apresenta uma avaliação boa por 55,3% dos entrevistados quando comparado a situação financeira familiar em relação ao ano anterior. Quando perguntados sobre o futuro, a maioria está otimista: 67,5% acreditam que as condições financeiras de sua família estarão boas quando comparado a situação atual e 15,1% acreditam que estará ótima.

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras mensal teve aumento de 3,8 pontos percentuais, passando de 35,0%, em agosto, para 38,8% neste mês. Observando o estrato das informações o grupo familiar de renda inferior a 5 salários mínimos, foram os que apresentaram aumento na intenção de compra (de 32,1 em agosto para 37,6 em setembro). O valor médio das compras é estimado em R$ 595,91, onde 62,4% dos que possuem intenção de compras no mês estão dispostos a gastar mais de R$ 1.000,00.

Sobre o IPDC

O IPDC, instituição integrante do Sistema Fecomércio, é responsável pela elaboração de estudos e pesquisas, sobretudo de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor. As informações do IPDC auxiliam nas ações de planejamento e desenvolvimento das empresas.

TIM está entre as 10 empresas mais sustentáveis em novo índice da Bolsa

 

A TIM é uma das 10 empresas de destaque no mais novo índice de sustentabilidade da Bolsa brasileira: o S&P/B3 Brasil ESG. A operadora já é a companhia do setor de telecomunicações listada por mais edições consecutivas no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) – há 12 anos – e agora integra a nova carteira, importante referência para investidores preocupados com as práticas ambientais, sociais e de governança (sigla ESG, em inglês).

O indicador reúne 96 organizações brasileiras comprometidas com a sustentabilidade e o Pacto Global da ONU. A presença da TIM neste grupo reforça a sua gestão ética e transparente, destacada inclusive no plano trienal da companhia. A empresa tem metas de longo prazo alinhadas aos objetivos globais do Grupo TIM, como o aumento da eficiência energética em 75%, a redução em 70% das emissões indiretas até 2025 e o compromisso de ser “carbono neutro” até 2030.

“Cada vez mais os investidores estão alinhados com práticas ESG e buscando empresas com este compromisso. É uma tendência mundial e os investidores brasileiros estão aderindo. A TIM é reconhecida em suas práticas sustentáveis porque sempre tratou este tema com prioridade, independentemente dos movimentos mais recentes do mercado”, comenta Adrian Calaza, CFO da TIM Brasil.

A TIM realiza o levantamento de uma série de indicadores de sustentabilidade em suas operações, seguindo as diretrizes da Global Reporting Initiative, com o objetivo de monitorar e reportar – em relatórios publicados anualmente desde 2008 – seu desempenho e eficiência em questões como o consumo de combustíveis, eletricidade, água, geração de resíduos, emissões de gases de efeito estufa, entre outras. Outro importante pilar é a atuação do Instituto TIM, que acaba de completar sete anos e já beneficiou mais de 700 mil pessoas em todo o Brasil.

Exportações de calçados caíram 32,7% até agosto

 

Impactadas pelas instabilidades no mercado internacional, especialmente nos Estados Unidos, as exportações de calçados registraram quedas de 32,7% em receita e 25,2% em volume entre janeiro e agosto na relação com igual período do ano passado. No total, foram embarcados 56,4 milhões de pares, que geraram US$ 437,15 milhões. No recorte de agosto, foram exportados 7,27 milhões de pares por US$ 57,9 milhões, quedas de 26,7% em volume e de 30% em receita na relação com o mesmo mês de 2019.

Embora a queda dos embarques deva arrefecer nos últimos meses de 2020, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, ressalta que o ano deve fechar com um revés na casa de 27% em relação a 2019. “A pandemia do novo coronavírus impactou profundamente o mercado internacional. Além de perdermos espaço em mercados importantes, caso dos Estados Unidos, tivemos uma recuperação mais rápida da indústria chinesa, que inflou a concorrência internacional”, explica o dirigente.

Segundo o executivo, nem mesmo o dólar valorizado tem sido o suficiente para impulsionar os embarques de calçados. “O mundo ainda está com muitas restrições, especialmente para encontros físicos. Exemplo disso é a italiana Micam Milano, maior feira mundial do setor, que terá a participação de apenas nove marcas brasileiras, todas com representação local,  em função da restrição para entrada de brasileiros na Itália – ano passado foram 76 marcas”, acrescenta.

Destinos
Entre janeiro e agosto, o principal destino do calçado exportado pelo Brasil foi os Estados Unidos. No período, os norte-americanos importaram 5,88 milhões de pares, que geraram US$ 95,26 milhões, quedas tanto em volume (-26,8%) quanto em receita (-30,8%) em relação ao período correspondente do ano passado.

O segundo destino dos oito meses foi a Argentina, para onde foram embarcados 4,2 milhões de pares que geraram US$ 43,33 milhões, quedas de 27,7% e 33,8%, respectivamente, ante 2019.

Já o terceiro destino do ano foi a França. Nos oito meses, os franceses importaram 4,28 milhões de pares, que geraram US$ 38,28 milhões, quedas tanto em volume (-13,2%) quanto em receita (-3,5%) na relação com igual período do ano passado.

Estados
O maior exportador de calçados do período seguiu sendo o Rio Grande do Sul, com representação de 45% do total, em dólares gerados. Nos oito meses, as fábricas gaúchas embarcaram 13,7 milhões de pares, que geraram US$ 196,5 milhões, quedas tanto em volume (-31,7%) quanto em receita (-34,7%) em relação a igual ínterim de 2019.

O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde foram embarcados 18,25 milhões de pares por US$ 108,21 milhões, quedas de 30,3% e 32,7%, respectivamente, ante o ano passado.

O terceiro exportador dos oito meses foi São Paulo, que exportou 4,25 milhões de pares que geraram US$ 44,68 milhões, quedas tanto em volume (-15,2%) quanto em receita (-34,2%) ante 2019.

Com queda menor, a Paraíba aparece no quarto posto entre os exportadores de calçados. No período, as fábricas paraibanas embarcaram 11,61 milhões de pares por US$ 36,66 milhões, quedas de 8,5% e 16,7%, respectivamente, em relação ao período correspondente do ano passado.

Importações
As importações de calçados caíram menos do que as exportações, piorando a balança comercial brasileira do setor em 31,7%, ou em US$ 16 milhões somente em agosto.

Nos oito meses, entraram no Brasil 16 milhões de pares de calçados por US$ 213 milhões, quedas de 18,3% em volume e de 13,7% em receita na relação com igual período do ano passado. As principais origens seguem sendo os países asiáticos Vietnã, Indonésia e China, que respondem por mais de 86% das importações totais. “São calçados que entram no Brasil com dumping, ou seja, com preços muito abaixo dos praticados pelo mercado, provocando uma concorrência desleal com os produtores nacionais. E é justamente por isso que estamos entrando com pedido para renovação do direito antidumping contra o calçado chinês, o estendendo também contra produtos provenientes do Vietnã e da Indonésia”, explica Ferreira, ressaltando que o direito contra o produto chinês vence em março do próximo ano. Atualmente, cada calçado importado da China paga uma sobretaxa de US$ 10,22 (saiba mais).

Em partes de calçados – cabedais, saltos, solas, palmilhas etc – , as importações dos oito meses somaram US$ 13,44 milhões, 34,8% menos do que no mesmo ínterim do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Acesse as tabelas detalhadas aqui

Semana Brasil promoverá descontos para impulsionar a economia

Criado e mantido pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo, o Sistema Fecomércio-CE segue firme na missão de contribuir com as empresas do comércio neste momento de retomada das atividades econômicas. E com essa premissa, o Sistema anuncia participação na segunda edição da Semana Brasil. Com o slogan “Todos juntos com segurança pela retomada e o emprego”, a ação promocional acontece de 03 a 13 de setembro, e tem como objetivo estimular o consumo através de promoções e condições para que as pequenas e médias empresas possam se fortalecer.

Para o presidente do Sistema Fecomércio-CE, Maurício Filizola, a iniciativa acontece em um momento extremamente necessário para o comércio: “estamos saindo de uma fase difícil, onde tivemos parte do comércio fechado por um grande período. Esta ação promocional e conjunta irá nos proporcionar um fôlego. O Sistema Fecomércio-CE está aderindo a campanha, e aproveito para convidar todos os empresários cearenses para participar, estamos preparando uma semana bem especial”, reforça Maurício.

Durante a semana, o Sistema Fecomércio-CE vai trazer ofertas especiais para os consumidores. A Instituição estará com descontos na aquisição e renovação do Cartão do Empresário, promoção em pacotes de hospedagem no Sesc Iparana Hotel Ecológico, além de descontos de até 30% em diversos cursos do Senac-CE. Para os cursos, os descontos serão distribuídos nos segmentos de: Beleza, Comércio, Moda, Design, Gastronomia, Gestão, Saúde e Informática.

Como participar

A Semana Brasil é uma iniciativa do Governo Federal, coordenada pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV). Segundo o IDV, a Semana é alicerçada em três pilares: colaboração, otimismo e oportunidade. A campanha conta com o apoio da Confederação Nacional do Comércio (CNC), das Federações, Sindicatos e de toda classe empresarial. Para obter mais informações sobre a Semana Brasil ou se cadastrar, acesse o endereço https://participesemanabrasil.com.br/.

Cartão do Empresário

Criado pela Fecomércio Ceará, o Cartão do Empresário abre as portas do Sistema Fecomércio para seus produtos e serviços. Com ele, o empresário garante preços diferenciados em planos de telefonia, compra de automóvel, cursos profissionalizantes, acesso a clínicas de saúde, academia, esportes e muito mais. Para fazer o cartão, basta ser empresário, ter um CNPJ, ou até ser Microempreendedor Individual (MEI). O seu cartão pode ser solicitado online no site da Fecomércio. Mais informações pelo telefone (85) 3270.4254.

Serviço:

Semana Brasil 2020

Período: 03 a 13 de setembro

Site: https://participesemanabrasil.com.br/

Cargas movimentadas no Porto de Fortaleza contribuem com a internacionalização do Estado do Ceará

 

Minério de manganês, escória, óxido de magnésio, clínquer, coque de petróleo, pescados, couros, cera de carnaúba e castanha de caju que embarcam no Porto de Fortaleza para países como França, Bélgica, Índia, China, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, e Espanha, são algumas das cargas que contribuem com a internacionalização do Estado do Ceará. Desde o último mês de janeiro, este equipamento movimentou 685.122 toneladas de granéis sólidos não cereais e 266.656 toneladas de carga geral.

E como parte do painel “Os Novos Destinos dos Negócios Internacionais do Ceará” promovido pelo Ceará Global, que neste ano realiza edição inédita online intitulada “O Futuro em 360º, a diretora-presidente da Companhia Docas do Ceará, engenheira Mayhara Chaves, falou na última terça-feira (25) sobre a contribuição do Porto de Fortaleza no cenário de internacionalização do estado. Por sinal, a exportação no Mucuripe conta também com um item sazonal, no caso, as frutas. A safra neste ano terá início no dia 18 de setembro e deve se estender até o dia 26 de janeiro de 2021, com destaque para o melão, melancia, manga e uva.

A questão da logística também foi tratada nesse painel, que contou com a participação de Rebeca Oliveira (Complexo do Pecém) e Andreea Pal (Fraport Brasil). De acordo com Mayhara Chaves, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, vem incentivando a logística para melhorar a movimentação de cargas marítimas, aeroportuárias e terrestres no país, além de reduzir o custo do transporte e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico. “A Companhia Docas do Ceará apoia o Projeto de Lei º 4199/2020, conhecido como BR do Mar, que prevê investimentos privados e otimiza recursos públicos. A intenção do Governo Federal, por meio do Minfra, é fazer com que a cabotagem cresça além dos 10% registrado nos últimos anos com este incentivo”, pontua a diretora-presidente da CDC.

Durante três dias de evento, que será encerrado logo mais às 17 horas, direto do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Fortaleza, com um tributo ao sol da Terra da Luz, tendo no comando o DJ Guga de Castro, foram debatidos outros temas importantes, como: responsabilidade fiscal, transparência, hubs aéreo, logístico e tecnológico, Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e desenvolvimento sustentável.

Inscrições para a 3ª edição do Projeto Mulher Empreendedora seguem até o dia 31

A Prefeitura de Fortaleza lançou o edital para a 3ª edição do Projeto Mulher Empreendedora. A ação, coordenada pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico (SDE), visa a estimular o empreendedorismo feminino, possibilitando acesso a financiamento orientado de até R$ 15 mil, além de capacitações e consultorias. Nesta edição, serão selecionadas até 80 novas propostas de negócio.

A iniciativa, que pretende investir até R$ 1,2 milhão, beneficiará grupos com até três empreendedoras ou de forma individual, sendo obrigatório que o gestor principal seja mulher e tenha a partir de 18 anos de idade. É necessário que as interessadas sejam moradoras de Fortaleza, possuam ou desejem possuir empreendimento na capital cearense. As beneficiadas pagarão apenas 60% do valor recebido, com carência de 6 meses, dividido em 15 parcelas mensais sem juros.

 

Protagonismo feminino

Para incentivar a geração de trabalho e renda para mulheres empreendedoras serão aceitos negócios de diversas áreas, como confecção, alimentação, beleza, tecnologia da informação, dentre outras. Cada empreendimento receberá financiamento orientado para compra de máquinas, insumos e equipamentos. A ação também ofertará acompanhamento técnico por até 12 meses aos empreendimentos beneficiados.

As inscrições seguem até o dia 31 de agosto no site

https://digital.fortaleza.ce.gov.br/desenvolvimento-economico/mulherempreendedora

 

Para mais informações, basta ligar para o telefone 0800 081 4141 ou enviar e-mail para mulherempreendedora@sde.fortaleza.ce.gov.br

Confiança do consumidor apresenta crescimento em agosto

Neste mês de agosto, o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) apresentou crescimento de +3,7%, passando de 107,1 pontos em julho, para 110,8 pontos. Esse aumento confirma a tendência de alta no índice de confiança do consumidor desde abril, quando registrou o menor índice (87,1).

O Índice de Situação Presente (ISP) teve crescimento de +5,4 % passando de 84,4 pontos, em julho, para 89,8 pontos neste mês. Já o Índice de Situação Futura (IEF) teve crescimento de +2,7%, alcançando o maior nível do ano:

Expectativa dos consumidores

A pesquisa revela que, em agosto, os produtos de vestuários são os mais desejados pelos consumidores, 19,5% dos consumidores desejam adquirir itens de vestuários este mês. Em segundo lugar apareceu o item moveis (Guarda-Roupa, Cama e etc.) com 14,5% dos consumidores desejando a compra.

Dentre aqueles que demonstram maior entusiasmo, destacam-se os consumidores que se encontram na faixa de rendimento familiar superior a 10 salários mínimos (128,5 pontos versus 110,8 pontos da média global), do agrupamento com idade entre 18 a 24 anos (114,5 pontos versus 110,8 pontos da média global) e do gênero masculino (112,9% versus 110,8 pontos da média global).

O estudo apresenta uma avaliação boa por 51,9% dos entrevistados quando comparado a situação financeira familiar em relação ao ano anterior. Quando perguntados sobre o futuro a maioria se encontra otimista, sendo que 67,7% acreditam que as condições financeiras de sua família estarão boa quando comparado a situação atual e 17% acreditam que estará ótima.

 

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras mensal teve queda de -0,3 pontos percentuais, passando de 35,3 %, em julho, para 35 % neste mês.

Observando o estrato das informações o grupo familiar de renda inferior a 5 salários mínimos, foram os que apresentaram redução na intenção de compra (de 34,2% em julho para 32,1% em agosto). O valor médio das compras é estimado em R$ 565,8, onde 55,5% dos que possuem intenção de compras no mês estão dispostos a gastar mais de R$ 1.000,00.

Sobre o IPDC

O IPDC, instituição integrante do Sistema Fecomércio, é responsável pela elaboração de estudos e pesquisas, sobretudo de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor. As informações do IPDC auxiliam nas ações de planejamento e desenvolvimento das empresas.