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ECONOMIA

SIMPLES NACIONAL: empresas poderão refinanciar débitos federais a partir de 1º de março

 

Publicada no Diário Oficial da União no dia 11 de fevereiro, a portaria nº 1.696/2021 promete trazer um pequeno alívio para os empreendedores brasileiros. Isso porque ela estabelece melhores condições para o pagamento de tributos federais do Simples Nacional vencidos no período de março a dezembro de 2020, que não foram pagos em razão dos impactos econômicos decorrentes da pandemia de Covid-19. A renegociação terá início em 1º de março e permanecerá até as 19h (horário de Brasília) do dia 30 de junho de 2021.

Para o contador e consultor financeiro Marcos Sá, a medida é vista com bons olhos. “Os últimos meses têm sido muito difíceis para todos, inclusive para os empresários. Aqui no Ceará, por exemplo, desde o início da pandemia, mais de 8 mil bares e restaurantes fecharam as portas, de acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-CE). Os impostos são uma parcela considerável dos gastos das empresas brasileiras, por isso tantos negócios não conseguiram honrar seus compromissos nesse momento. Essa flexibilidade por parte do Governo é indispensável”, explica.

Como condição para a adesão ao programa, o Governo avaliará a capacidade de pagamento do contribuinte, levando em consideração os impactos econômicos e financeiros decorrentes da pandemia. “Ao optar pela negociação, o contribuinte vai ter que colocar o que declarou nas notas fiscais de saída, EFD Reinf, DEFIS, GFIP, DIRF, eSocial e o custo com a folha”, pontua Marcos Sá. E completa: “As informações ajudam o Governo a verificar se a empresa está financeiramente saudável, se tem caixa e capacidade de arcar com o refinanciamento”.

Munido com os dados fornecidos pelas empresas, o Governo analisará a forma de pagamento da negociação de cada empresa para que ela não tenha prejuízos e comprometa o caixa. A capacidade de pagamento decorre da situação econômica da empresa e será calculada de forma a estimar se o sujeito passivo possui condições de efetuar o pagamento. Com isso, as empresas poderão ser enquadradas nas seguintes categorias:

Tipo A: créditos com alta perspectiva de recuperação;

Tipo B: créditos com média perspectiva de recuperação;

Tipo C: créditos considerados de difícil recuperação;

Tipo D: créditos considerados irrecuperáveis.

O especialista também lembra que, neste ano, em decorrência da crise agravada pela pandemia, o Governo Federal não excluiu empresas com débitos tributários em 2020. No entanto, ressalta que apenas empresas sem pendências com os fiscos federal, estadual ou municipal puderam ingressar no Simples Nacional em 2021.

Fecomércio e Corecon divulgam 1ª pesquisa sobre expectativa dos economistas para 2021

A Fecomércio-Ce em parceria com o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce) divulgam a quadragésima primeira edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). É o primeiro levantamento do ano sobre as perspectivas dos economistas em relação ao quadro econômico nacional. De acordo com os dados, ocorreu uma estabilização do número de variáveis analisadas com pessimismo em relação à pesquisa anterior, mantendo-se em seis.

Enquanto os índices de percepção geral (85,9 pontos) e presente (70,8 pontos) apresentaram pessimismo, o índice de percepção futura adentra o campo do otimismo (101,0 pontos). Os resultados da pesquisa traduzem os riscos sanitário, econômico e político, nacional e internacional.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. As seis variáveis percebidas com pessimismo foram: nível de emprego (98,8 pontos); taxa de juros (73,8 pontos); taxa de câmbio (73,1 pontos); gastos públicos (60,6 pontos); taxa de inflação (48,8 pontos) e salários reais (45,0 pontos), que atingiu a menor pontuação.

Apenas três variáveis foram analisadas com otimismo: evolução do PIB (133,1 pontos), oferta de crédito (122,5 pontos) e cenário internacional (117,5 pontos).

Considerando a soma das variáveis, o índice de percepção geral passou de 82,3 pontos para 85,9 pontos, uma redução de 4,4% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa revela otimismo, com o índice atingindo 101,0 pontos. Ademais, cabe destacar que a percepção sobre o desempenho presente apresentou queda no pessimismo, de 0,5%, alcançando 70,8 pontos.

As expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período janeiro-fevereiro as expectativas de 103 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

ASSAÍ CRESCE 30% EM RECEITA BRUTA AO LONGO DE 2020 

Mesmo em um ano desafiador, o Assaí Atacadista manteve um forte ritmo de crescimento ao longo de 2020 e registrou uma receita bruta de R$ 39,4 bilhões no ano, com incremento de cerca de R$ 9 bilhões impulsionado pelo ritmo intenso e assertivo de expansão. Os números representam um avanço de 30% ante o mesmo período do ano anterior. Ao longo de 2020, foram inauguradas 19 lojas, que contribuíram para o atual quadro de 184 unidades abertas em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. 

Apenas na região Nordeste, foram inauguradas sete lojas ao longo do ano nos estados da Bahia, Maranhão, Pernambuco, Ceará e Alagoas, totalizando 49 unidades abertas na região. A companhia também registrou 38,4% de crescimento do EBITDA ajustado, totalizando R$ 2,7 bilhões na comparação com o ano anterior, e mais de R$ 1,0 bilhão de lucro líquido no mesmo período. Além disso, gerou em 2020 mais de 5 mil novos postos de trabalho em todo Brasil. Para 2021, a rede tem a meta de inaugurar até 28 novas lojas até dezembro. 

Indústria cearense demonstra confiança e otimismo

O Índice de Confiança do Empresário Industrial para o Ceará vem dando sinais de otimismo e demonstrando crescimento na reta final de 2020. Na última edição divulgada, a curva ascendente foi de 2,7 pontos, ao registrar 63,1 no geral. O indicador de Condições Atuais no Ceará, realizado mensalmente pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (SFIEC), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou crescimento de 4 pontos em relação ao mês anterior (novembro) e pontuou 60,5, mostrando empresários otimistas pelo quarto mês seguido. Já em relação ao índice de Expectativas, os empresários cearenses continuam otimistas, com o mesmo crescendo 2,1 pontos e registrando 64,1 pontos.

O SindiAlimentos monitora o cenário industrial estadual e avalia o olhar positivista do mercado. “Justifica-se este panorama e os números estão comprovando a nossa expectativa. 2020 foi um ano, como todos sabem e não cansamos de repetir, atípico, desafiador, onde o produtor, o empreendedor precisou se reinventar dentro de uma crise que assolou a todos. E na crise nasce a oportunidade. Foi preciso muita força e trabalho para superar os obstáculos e enfrentar as dificuldades, vários segmentos sofreram, mas não pararam. O resultado é o que estamos vendo, dados positivos, crescimento, evolução”, explica André Siqueira, presidente do SindiAlimentos.

A nível estadual, todos os portes de empresas apresentaram crescimento no nível de otimismo, com destaque para as de grande porte, que cresceram 3,2 pontos. E essa é uma tendência para este ano. “As projeções são as melhores possíveis para 2021, já que estamos vivenciando um período de imunização da população em geral, ou seja, a expectativa é de uma retomada do mercado em geral, de um processo de quase normalidade para, pelo menos, o segundo semestre. O panorama industrial é de evolução”, completa André Siqueira.

 

Crédito da imagem: Divulgação

  Gestão técnica faz o Porto de Fortaleza atingir vários recordes em 2020

 

Resultado de uma gestão técnica e um planejamento bem estruturado colocado em prática pela diretoria executiva da Companhia Docas do Ceará, o ano de 2020 foi marcado por vários recordes no Porto de Fortaleza. Comparado ao mesmo período de 2019, no topo do crescimento está o indicador EBITDA com 254,35% (R$ 3,3 para R$ 11,8 milhões), que mostra o potencial de geração de caixada CDC para futuros investimentos. Na sequência, aparecem as receitas com 13,49% (R$ 56.391 para R$ 64 mil) e a movimentação de cargas com 12% (4,4 para 4,9 milhões de toneladas).

Neste importante equipamento do modal marítimo localizado no bairro Mucuripe, em Fortaleza, atracaram, entre janeiro e dezembro de 2020, 1.157 navios. As atracações no Porto de Fortaleza também apresentaram crescimento, da ordem de 9,5%, em relação ao ano anterior. Os granéis sólidos (cereais e não cereais) responderam por 46,6% de toda a movimentação, seguido pelos granéis líquidos (petróleo e derivados) com 45,3% e carga geral com 8,1%. Respectivamente, foram 2.285.614 toneladas de granéis sólidos, 2.219.815 toneladas de granéis líquidos e 389.501 toneladas de carga geral.

No tocante aos granéis sólidos cereais (trigo), a importação do grão pelos moinhos M. Dias Branco, Grande Moinho Cearense e J. Macêdo foi 9,9% maior se comparado ao ano de 2019, totalizando 1,2 milhão de toneladas por meio de 53 navios e alcançando uma prancha média diária de 8.213,112 toneladas. A carga veio, principalmente, da Argentina, Estados Unidos e Canadá, cujo montante deve ser novamente ultrapassado em 2021, segundo a administração do Terminais de Grãos de Fortaleza Ltda. (Tergran), arrendatario no Porto de Fortaleza. Somente o trigo movimentado respondeu, nos últimos cinco anos, pela importação de 5,8 milhões de toneladas.

Em relação aos granéis sólidos não cereais, o destaque em 2020 foi para a movimentação de clínquer, escória, produtos siderúrgicos, produtos químicos, manganês, minério de ferro, sucata, carvão mineral e gesso. Entre os destinos dessas cargas estão: Estados Unidos, Espanha, China e Manaus.

Os graneis sólidos (cereais e não cereais) tiveram um crescimento de 28,7% ao longo dos 12 meses do ano passado em relação ao ano de 2019, representando o maior crescimento de carga do Porto de Fortaleza em 2020.

Outro tipo de carga embarcada pelo porto no ano de 2020, tendo entre os destinos os portos de Algeciras e Vigo, na Espanha; Thames, na Grã-Bretanha; Dunkirk e Le Havre, na França; e Rotterdam, na Holanda; foram as frutas. As frutas embarcadas predominantimente foram melão, banana, uva, abacaxi, limão, manga, maçã e melancia por meio de contêineres reffers (refrigerados). Também foram exportadas lagosta congelada, frutas congeladas, nozes, plásticos e granito, entre outros tipos de carga geral, totalizando 44.377 TEUs  movimentados nos 12 meses do ano passado.

Ao avaliar o desempenho do Porto de Fortaleza, a diretora-presidente da Companhia Docas do Ceará, engenheira Mayhara Chaves, reforçou que a administração vem trabalhando para consolidar a movimentação dos granéis sólidos (cereais e não cereais) e granéis líquidos (combustível) com excelência. Quanto aos planos para o ano de 2021, Mayhara elenca a atualização do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do porto; a implantação de programas de Modernização da Gestão Portuária; a automação de processos para a melhoria na qualidade de atendimento; o monitoramento ambiental da Biota Aquática, dos Recursos Hídricos e Sedimentos; e o fomento da parceria com a iniciativa privada para atrair novos investimentos para as áreas não operacionais do porto.

Com resultado bastante expressivo como no EBITDA, o diretor de Administração e Finanças da CDC, Humberto Castelo Branco, pontou que: “No que pese a crise econômica mundial, agravada pelos efeitos da pandemia, as ações como a reestruturação organizacional, o efetivo programa de redução de despesas e o incremento das receitas, adotadas pela diretoria da Companhia docas do Ceará ao final de 2019 e ao longo de 2020, permitiram, de forma efetiva, o sucesso obtido nos resultados financeiros e na considerável melhoria dos nossos indicadores econômicos. 

Estamos preparados, técnica e financeiramente, para os desafios de 2021, ano em que os reflexos das ações implantadas até o momento e aquelas a serem efetivadas robustecem nossa expectativa que será, também, um ano de sucesso para nossa companhia.”

O bom desempenho da gestão da Companhia Docas do Ceará foi reconhecido pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Segundo ele, “os números apresentados pelo Porto de Fortaleza demonstram a importância de medidas que tomamos lá atrás, no início da pandemia, quando asseguramos a continuidade dos serviços e a devida proteção aos trabalhadores.

Isso foi essencial para garantir o escoamento de nossa safra recorde e aproveitar o momento favorável  para nossas commodities. É nessa linha que comemoramos os resultados da Companhia Docas do Ceará, que tem sido uma referência em gestão e demonstra o acerto de colocarmos profissionais qualificados do setor em postos chave. Em nome do Governo Federal, parabenizo toda a equipe”. 

“Estamos atuando para que a Companhia Docas do Ceará seja cada vez mais competitiva em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico. Nossa vocação é conectar o Ceará com o Brasil e o mundo e contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do estado e da capital cearense de forma sustentável, onde estamos inseridos.”Mayhara Chaves.”

 

Características da operação

– 275.280,9 m2 de área alfandegada

– 08 berços com profundidade que variam de 05 a 13 metros

– 07 armazéns com capacidade estática total de 237 mil toneladas (35.139 m2)

Diferencial

– Disponibilidade de áreas para arrendamento

– Infraestrutura moderna para as operações de trigo

– Licenças ambientais regulares

– Programas de Gerenciamento de Riscos e Atendimento de Emergências implantados

– Condições favoráveis de infraestrutura nas vias internas

– Instrumentos e ações para a melhoria dos indicadores de desempenho

Concessões

– MUC01 (Terminal de Trigo): aguardando aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU).

– MUC59 (Formuladora de Combustível)área foi considerada operacional pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e o processo de arrendamento está sendo tratado pela Empresa de Planejamento e Logística S.A (EPL), Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA) e ANTAQ.

– Terminal Marítimo de Passageiros: avaliado como a melhor opção de investimento em portos a partir de um estudo conjunto realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a revista Portos e Navios, o arrendamento foi suspenso temporariamente devido à pandemia do coronavírus.

– Terminal Pesqueiro de Camocim: aguardando autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para ser licitado pela CDC.

Avanços

– Melhora do desempenho dos indicadores financeiros

– Planejamento tributário concluído

– Estruturação de ações voltadas para a redução de despesas como a racionalização dos gastos na prestação de serviços portuários

– Foco nos procedimentos para reajuste e revisão das tarifas dos portos organizados (atendimento à Resolução Normativa Nº 32 – ANTAQ)

– Arrendamento de áreas operacionais e não operacionais

Obras e Manutenções realizadas em 2020

– Demolição e limpeza do galpão na retroárea pertencente à CDC

– Recuperação dos postes de iluminação do TMP

– Recuperação das ilhas das tomadas frigoríficas

– Troca/reforma de defensas

– Recolocação do hidrante no Armazém A4

– Passatempo do píer

– Pinturas e demarcações diversas, entre outras

Construção civil segue aquecida em 2021

O ano de 2020 tinha tudo para não ser tão bom para a construção civil, mas o grande desejo dos brasileiros em conquistar a casa própria e as condições comerciais e econômicas favoráveis transformaram o medo e as incertezas em bons negócios para empresas do setor e para os consumidores que conseguiram realizar o sonho da casa própria. O novo ano que se inicia chega com otimismo e carregando os bons números de vendas de imóveis. Empresas como a MRV já preparam para vários lançamentos por todo o país.

“A MRV fechou 2020 com um crescimento próximo de 8% nas vendas em Fortaleza, Eusébio e Maracanaú se comparado ao ano anterior. Diante disso, as expectativas são altas para as vendas ao longo dos próximos 12 meses. Nacionalmente batemos todos os recordes de vendas líquidas no Ceará”, explica Alessandro Almeida, diretor comercial da empresa.*

“Esse bom momento é consequência de um misto de circunstância e oportunidade. As taxas de juros mais baixas, com Selic a 2%, tornando o financiamento mais barato, e facilidades nas condições de financiamentos ofertados no mercado colaboram para esses resultados. Somados a isso, o brasileiro passou a olhar com um outro prisma o lar, que passou a ser o espaço de lazer, trabalho, de fazer atividades físicas, entre outros”, detalha o executivo.

 

Mercado de trabalh0

O aquecimento do setor também é positivo para o mercado de trabalho. Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, o desemprego no país atingiu em novembro um patamar de mais de 14 milhões de brasileiros. Alessandro Almeida destaca que os novos lançamentos e o crescimento nas vendas impulsionam a criação de novos postos de trabalho. “Para os próximos meses estimamos a abertura de 120 vagas de trabalhos na área comercial e nos canteiros de obras em Fortaleza. Em 2020, o número foi de 100 postos de trabalhos diretos e indiretos abertos”, completa.

Abicalçados alerta para logística reversa do setor

Nos meses mais recentes, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem trabalhando incessantemente na resolução de problemas referentes à logística reversa do setor em Mato Grosso do Sul. Isso porque, em dezembro de 2019 o governo local promulgou decreto normativo exigindo que as empresas que mantêm negócios naquele Estado realizem cadastro no Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e se adequem a diretrizes específicas em Logística Reversa, o que gerou notificações para mais de 9,4 mil empresas, sendo cerca de 200 do setor calçadista.

A advogada e coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, destaca que, para aderir ao cadastro do Imasul, as empresas devem estar vinculadas às chamadas entidades gestoras, caso da Abicalçados. “Nos últimos meses, estamos intensificando esse trabalho de ajustes junto às empresas que possuem atuação no Mato Grosso do Sul, visto que muitas nem mesmo estão cientes das notificações”, conta, acrescentando que as empresas que não se cadastrarem ao Imasul e regularizarem a situação junto ao Estado podem responder administrativamente, com multas que variam de R$ 5 mil a R$ 50 mil, e até mesmo criminalmente, com detenção. “Inclusive, como forma de intensificar a fiscalização, o Governo autorizou o cruzamento de dados fornecidos pela Secretaria Estadual da Fazenda com o cadastro do Imasul”, alerta.

Passos
A partir da aderência ao cadastro do Imasul, as empresas devem calcular as chamadas pegadas ambientais. No caso do setor calçadista, o cálculo se dá, basicamente, com relação às embalagens nas quais são envoltos os produtos.

A regularização das empresas notificadas junto ao Estado, que deveria ocorrer até o dia 10 de dezembro, foi prorrogada para 31 de janeiro de 2021. O ciclo atual para cálculo da pegada ambiental é referente ao segundo semestre de 2018 e 2019 integral. Por lei, a indústria deve pagar o mínimo de 22% do total de pegada gerada. Segundo Suély, o valor é de cerca de R$ 180 por tonelada gerada, valor com desconto de 75% para empresas associadas à Abicalçados.

Calçadistas  diversificam atuação no mercado digital

Com o objetivo de recuperar as exportações de calçados neste momento de retomada econômica, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de fomento às exportações do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promoveu um webinar para apresentar ações digitais no mercado internacional em 2021. A iniciativa ocorreu neste dia 8 de dezembro e foi conduzido pela coordenadora e a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli e Paola Pontin.

Na oportunidade, Letícia e Paola detalharam todas as dez ações do Brazilian Footwear para o próximo ano. “São ações que buscam ir além da manutenção de mercado e que visam expandir a atuação do calçado brasileiro no âmbito internacional”, ressalta Letícia. Segundo ela, as ações recebem subsídios de cerca de 50%. “Além do apoio, é importante destacar que os eventos on-line têm custos muito mais atrativos do que os físicos, especialmente em função da logística envolvida”, explica.

Dados da Euromonitor apontam o crescimento da participação do e-commerce no mercado internacional, uma tendência puxada pelos consumidores, mas que também tem impacto nos modelos de negócios das empresas. Principal mercado latino-americano de calçados, no Brasil apenas 1,2% das vendas eram realizadas via e-commerce em 2010. Em 2019, a participação pulou para 13%. Já nos três principais mercados consumidores de calçados do mundo, China, Índia e Estados Unidos, a participação pulou de 0,9%, 1,3% e 7,5% para 29,3%, 9,7% e 22,7% , respectivamente.

Confira as ações digitais 2021

Edital de Marketing Digital Internacional: com impacto global, o edital permite que empresas associadas ao Brazilian Footwear proponham ações internacionais com foco em marketing digital junto a parceiros que trabalhem com e-commerce. No ano passado, as ações de marketing digital geraram US$ 643 mil para as participantes. Período: novembro de 2020 a maio de 2021.

Brasil Fashion Now: com duração de seis meses, o Brasil Fashion Now é um showroom digital dedicado à moda brasileira com o objetivo de apresentar, facilitar e gerar exportações para os mercados dos Estados Unidos e Europa. Atualmente, nove calçadistas têm seus perfis expostos na plataforma Blanc Fashion – www.blancfashion.com – para mais de 10 mil compradores de 60 países cadastrados. Período: março a agosto de 2021.

BrazilianFootwear.com: plataforma on-line exclusiva de calçados brasileiros para exportação. Atualmente conta com aproximadamente 160 empresas cadastradas. Período: todo ano.

BrazilianFootwear.com powered by Joor (Estados Unidos): inédita, a ação do Brazilian Footwear facilita a inserção no mercado norte-americano, embora tenha impacto global. Com ferramentas de gestão já consolidadas e exigidas pelos principais players do País, a plataforma é fundamental para empresas que sejam entrar ou reforçar presença no mercado norte-americano. No total, são mais de 200 mil compradores cadastrados. Período: todo ano.

Micam Americas/Footwear@Coterie/Sole Commerce (Américas do Norte e Central): feiras digitais realizadas em parceria com a NuOrder, plataforma de gestão de pedidos e clientes utilizadas por alguns dos maiores
players internacionais do setor. Período: 1º semestre de 2021.

Sourcing at Magic Digital (Américas do Norte e Central): feira digital voltada para fabricantes, fornecedores, prestadores de serviços e private label. Em 2020, acontece até o próximo dia 15 de dezembro. Período: 1º de março a 1º de maio de 2021.

Micam Milano Digital (Europa): a maior feira calçadista do mundo agora no ambiente digital. No total, são mais de 500 mil compradores internacionais cadastrados na plataforma NuOrder, com vendas realizadas diretamente no site. Em 2020, a edição do evento gerou US$ 353 mil para as marcas brasileiras.  Período: 1º semestre de 2021.

Rodadas de Negócios on-line na França: reuniões on-line com compradores franceses interessados nos produtos brasileiros. Período: 1º semestre de 2021.

Rodadas de Negócios on-line na Rússia: reuniões on-line com clientes russos interessados nos produtos brasileiros. Período: junho de 2021.

Rodadas de Negócios on-line na América Latina: a ação estreou ainda em 2020, com duas edições, sendo que a primeira delas deve gerar mais de US$ 1,2 milhão entre negócios efetivados e alinhavados – a segunda terá os dados divulgados na próxima semana. Tratam-se de rodadas de reuniões on-line com compradores dos principais mercados da América Latina. Período: março e agosto de 2021.

Calçadistas apresentam certificações de sustentabilidade

 

 

A Semana do Calçado, evento que reúne diversas ações informativas e de promoção de negócios para a cadeia coureiro-calçadista nacional, foi palco para a apresentação das certificações de sustentabilidade Origem Sustentável (calçados e componentes) e CSCB (couros). O webinar aconteceu no formato on-line na manhã do último dia 6 de outubro e pode ser visto na íntegra no link https://bit.ly/2Gmz1Ox.

Criado em 2013 e reformulado em 2019, o Origem Sustentável foi apresentado pelo gestor de Projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Cristian Schlindwein, e pela superintendente da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Ilse Guimarães. Voltado para produtoras de calçados e fornecedores de insumos, o Origem Sustentável certifica processos produtivos sustentáveis nas dimensões ambiental, econômica, social e cultural.  Schlindwein explicou que os conceitos modernos de sustentabilidade já não levam em consideração apenas o aspecto ambiental, embora este seja o mais conhecido.

Schlindwein destacou, ainda, que a certificação consegue abraçar empresas de todos os portes e maturidades na questão da sustentabilidade, pois possui diferentes níveis de certificação (Diamante, para 100% dos indicadores alcançados; Ouro, para 90% dos indicadores; Prata, para 75% dos indicadores; e Bronze, para 50% dos indicadores). “Quando a empresa adere ao Origem Sustentável, ela recebe um manual de implementação dos indicadores e passa por treinamentos antes de solicitar a certificação e auditoria externa. Ou seja, recebe toda a assistência necessária”, ressaltou.

Na segunda parte do evento, o gestor de Inteligência Comercial do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Rogério Cunha, apresentou a certificação CSCB, voltada para curtumes que praticam processos de produção sustentáveis.

Semana do Calçado
webinar aconteceu durante a Semana do Calçado, evento realizado por entidades e institutos ligados à cadeia coureiro-calçadista para fomentar negócios e a discussão de temas importantes para a atividade.

A Semana acontece entre os dias 5 e 8 de outubro e pela primeira vez será totalmente digital. Confira a programação completa no site www.semanadocalcado.com.br.

ZPE Ceará fecha setembro com alta de 13,2% na movimentação de cargas

 

Mesmo diante da crise econômica global desencadeada pela pandemia da Covid-19, a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) do Ceará, empresa subsidiária do Complexo do Pecém, fechou setembro com alta de 13,2% na sua movimentação de cargas, ante o mesmo período do ano passado. Ao todo, 949.274 toneladas passaram pelos gates da ZPE cearense ao longo do mês.

Entre as principais mercadorias que passaram pela ZPE Ceará em setembro, o maior destaque foi o minério de ferro, com 342.627 toneladas movimentadas, número 17,4% superior aos 291.712 registrados no mesmo mês de 2019. Além disso, a movimentação de carvão mineral também avançou e atingiu 225.397 toneladas, 80 mil toneladas a mais do que em setembro do ano passado.

“É gratificante constatar que, mesmo em um ano atípico, com todo o impacto econômico da pandemia, conseguimos prosperar e seguir contribuindo para o desenvolvimento econômico do Estado”, destaca a diretora de operações da ZPE Ceará, Andréa Freitas. “Não deixamos de operar um único dia” completa.

Única Zona de Processamento de Exportação autorizada a operar em território brasileiro, a ZPE Ceará também registrou aumento na movimentação de cargas no terceiro trimestre deste ano. Isso porque, mesmo com os desafios gerados pela crise, 3,03 milhões de toneladas passaram pela empresa entre julho e setembro, número 5,1% superior aos 2,88 milhões de igual período de 2019.

Ao todo, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, a ZPE Ceará já movimentou 8,41 milhões de toneladas, incluindo mais de 3 milhões de toneladas em minério de ferro e mais de 2 milhões de toneladas em placas de aço, que são produzidas pela Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP).

 

Principais destinos

Entre os principais destinos das mercadorias produzidas pela ZPE Ceará, o grande destaque de setembro foi a China, para onde foram destinadas 86.718 toneladas. Estados Unidos (26,8 mil t) e Bélgica (7,4 mil t) também receberam produtos processados na empresa, que faz o escoamento via Porto do Pecém.

De janeiro a setembro, mais de 1,8 milhão de toneladas foram exportadas pela ZPE Ceará. Desse volume, 706,1 mil foi destinado aos Estados Unidos, 401,3 mil à China e outros 188,4 mil deixaram o Ceará com destino ao Canadá.

Critérios econômicos para guiar retomada da economia cearense durante a pandemia é um dos temas do Boletim do Economista

O Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE) lançou mais um Boletim do Economista. A publicação, que é trimestral, objetiva avaliar a atual crise, bem como sugerir formas para sair dela. A edição, produzida por economistas filiados ao Corecon-CE, está disponível em: https://cutt.ly/fgqvbJD
O Boletim desta edição aborda temas como “A Desigualdade estrutural no Brasil e a necessidade de um estado redistributivo: o papel dos programas de transferência e de uma tributação progressiva”; “Os critérios Econômicos Adotados para guiar o processo de retomada da economia cearense durante a pandemia”; “Enquanto a Reforma Tributária não passa, outra reforma tributária vai passando”; “Economia Comportamental: e eu com isso?”; “Economistas: o mercado de trabalho dos egressos da UFC” e os “Desafios dos empreendimentos frente a pandemia da COVID 19”.Esta edição destaca a contribuição dos estudantes de economia com artigo sobre a reação e desafio dos empreendedores para sobrevivência e readequação de seus negócios durante a pandemia.

“Estamos trazendo ao debate público o desafio da desconcentração produtiva, tributária e redução das desigualdades, os critérios econômicos que guiaram as decisões do Governo do Estado na reabertura das atividades produtivas, a abordagem da economia comportamental nas decisões dos atores econômicos e o desafio de inserção no mercado de trabalho por parte dos egressos do curso de Ciências Econômicas”, destacou o presidente do Conselho, Ricardo Coimbra.

SOBRE O CORECON CEARÁ

O Conselho de Regional de Economia do Ceará tem por finalidade a fiscalização do exercício da profissão,  por meio de suas redes sociais, vem realizando uma série de lives com o objetivo de estreitar os laços entre o Conselho e a sociedade, especialmente nesse momento de crise econômica.

Banco do Nordeste apresenta cenários e tendências para MPEs

 

“Cenários, tendências pós-pandemia e o papel de um Banco de Desenvolvimento para ampliar a inovação, produtividade e competitividade das MPEs”. É esse o tema da live Dia da MPE, que será realizada pelo Banco do Nordeste, nesta segunda-feira, 5, a partir das 15h.

O evento marca o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado anualmente em 5 de outubro, e será transmitido pelo canal do Banco do Nordeste no Youtube (www.youtube.com/bancodonordesteoficial).

Na ocasião, ocorrerá também a entrega do VI Prêmio Banco do Nordeste MPE 2020, que reconhece os empreendedores do segmento que se destacaram com incentivo e financiamento do BNB.

O painel de abertura contará com a participação do presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, do superintendente da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Evaldo Cruz, e do diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Eduardo Diogo.

live terá continuidade com as exposições do secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Gustavo Ene, do superintendente de Negócios de Varejo e Agronegócio do BNB, Luiz Sérgio Farias, do gerente da Unidade de Relacionamento do Sebrae Nacional, Enio Duarte, e do empresário Helder Montenegro. A mediação será conduzida pelo diretor de Negócios do Banco do Nordeste, Anderson Possa.

Dentre outros assuntos, serão enfocadas as políticas públicas para o segmento, o perfil atual das MPEs e suas necessidades de crédito e o papel do Banco do Nordeste para o fortalecimento da produtividade e inovação e competitividade das MPEs.

Apoio ao segmento

Somente nos primeiros nove meses deste ano, o Banco do Nordeste já investiu R$ 3,4 bilhões por meio do Programa de Financiamento às Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e ao Empreendedor Individual (FNE MPE), registrando incremento de 34% nas aplicações quando comparadas a igual período do ano anterior.

Ao considerar todas as fontes recursos, são R$ 3,6 bilhões de investimentos contabilizados, com 39,9 mil operações que beneficiaram 26,7 mil clientes MPE. Atualmente, o Banco do Nordeste atende 211 mil empresas de micro e pequeno porte cujo faturamento anual é de até R$ 4,8 milhões.

Abicalçados lamenta atraso na votação que analisará veto à desoneração da folha

 

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vê com preocupação o atraso da análise do Congresso Nacional ao veto presidencial à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos. O mais novo revés ocorreu hoje (30) pela manhã, quando a Presidência do Congresso cancelou a votação por tempo indeterminado em função da falta de quórum e de acordo entre os líderes da casa legislativa.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o setor calçadista, que é um dos que segmentos que utiliza o mecanismo da desoneração da folha de pagamentos, enxerga com preocupação o atraso da análise do veto presidencial. “As empresas já estão trabalhando com o planejamento financeiro para 2021, então é um problema grave elas não saberem o que irá acontecer na questão tributária.

O setor terá um impacto muito grande com a não prorrogação da desoneração, com um acréscimo de carga tributária estimado em mais de R$ 570 milhões ao ano, o que geraria a perda de mais de 15 mil postos”, avalia o dirigente, ressaltando que o baque viria logo após um ano muito difícil em função da pandemia do novo coronavírus. “Entre janeiro e agosto deste ano já perdemos mais de 43 mil postos de trabalho no setor, com uma queda de 36% na produção de calçados. A expectativa de iniciar uma recuperação no próximo ano seria frustrada com a reoneração da folha”, acrescenta Ferreira.

Entenda
O Governo Federal publicou no Diário Oficial da União do último dia 7 de julho a sanção da MP 936, que vem auxiliando o setor industrial a segurar postos de trabalho desde o início da pandemia do novo coronavírus. O revés foi que o presidente Jair Bolsonaro vetou a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos, que permite que 17 setores, entre eles o calçadista, possam substituir o pagamento de 20% sobre a folha de pagamentos por 1% a 4,5% do faturamento bruto da empresa (o setor calçadista tem alíquota de 1,5%). A medida tem o objetivo de auxiliar setores intensivos em mão de obra na manutenção da competitividade e do emprego.

A prorrogação não sancionada previa vigência até dezembro de 2021, sendo que com o veto ela extinguiria em dezembro deste ano. O veto presidencial, agora, não tem prazo para ser analisado no Congresso Nacional.

O setor
Com mais de 6 mil empresas, o setor calçadista brasileiro emprega, diretamente, mais 270 mil pessoas (dado de dezembro de 2019). No ano passado, a produção foi de 908 milhões de pares, dos quais 115 milhões foram exportados para 160 destinos.

Sistema Fecomércio participa de webinar para debater atuação do Sistema S.

O Sistema Fecomércio Ceará participa, através do diretor regional do Sesc e Senac, Rodrigo Leite, do webinário “A importância do Sistema S na economia do Ceará”. Promovido pela plataforma Trends Ceará, o debate vai focar na atuação do Sistema S nos mais diversos setores como um dos provedores do desenvolvimento do Estado. O webinar acontece nesta quarta-feira, 30, a partir das 20h, pelo Youtube.

O Sistema S reúne entidades empresariais voltadas para o treinamento profissional, assistência social, consultoria, pesquisa e assistência técnica. Em relação ao comércio, fazem parte do Sistema S o Sistema Fecomércio, composto pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac), que oferecem aos empresários, trabalhadores do comércio e à sociedade em geral, educação profissional, saúde, cultura, lazer, educação e promoção social.

O Senac Ceará conta com um portfólio com mais de 800 cursos e possui 22 unidades espalhadas pelo Estado, entre fixas, móveis e polos de educação à distância. Sua atuação chega até os 184 municípios do Estado. Para se ter uma ideia do alcance da Instituição, de 2019 até agora foram realizadas um total de 127.456 matrículas entre cursos; ações extensivas como palestras, workshops e oficinas; e cursos gratuitos voltados à inclusão social.

Já o Sesc Ceará atua nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Lazer e Promoção Social. Somente em uma de suas ações, o projeto Mesa Brasil Sesc, que atua na perspectiva da segurança alimentar e nutricional, sustentabilidade e inclusão social, são atendidas no Estado mais de 430 instituições sociais, que juntas ajudam cerca de 280 mil pessoas, por meio de doações de alimentos e atividades educativas. De 2019 até agosto de 2020, foram distribuídos 4.625.620 quilos de alimentos, em 93 municípios, com a ajuda de 500 parceiros doadores.

“O Sistema S é hoje a maior organização de proteção social para o cidadão e forte parceiro para o crescimento econômico do País. Trata-se de um modelo eficaz que há mais de sete décadas está presente na vida dos brasileiros, gerando riqueza e desenvolvimento. O webinar realizado pelo Trends Ceará é mais uma oportunidade de explicar o trabalho realizado por instituições como o Sesc e Senac”, destacou o diretor regional, Rodrigo Leite.

O webinar conta ainda com a participação do diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Paulo André Holanda e do moderador, PHD em Desenvolvimento Regional, Lauro Chaves. O Trends Ceará é um hub de conteúdo especializado em investimentos e tendências do Ceará.

Serviço: 

Webinar – “A importância do Sistema S na economia do Ceará” 

Data: Quarta-feira – 30 de setembro

Hora: 20 horas

Transmissão: Youtube 

Sicredi Asset é destaque em guias de fundos de investimentos da Investidor Institucional e do Valor Econômico

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – conquistou, por meio de sua gestora de recursos, quatro colocações de seus fundos de renda fixa no ranking “Melhores Fundos Para Institucionais”, da Revista Investidor Institucional. Os produtos foram classificados como “excelentes” pelo guia, que considera o período de 12 meses, até dia 30 de junho de 2020.

“A classificação da Investidor Institucional confere aos nossos produtos de renda fixa não só o reconhecimento deles no mercado como também nos orienta sobre estarmos disponibilizando as oportunidades mais rentáveis aos nossos associados. A Asset do Sicredi é responsável pela gestão de mais de R$50 bilhões e possui rating “Forte” pela Fitch Ratings, o que demonstra a robustez e a qualidade de nossos processos de investimentos que, por fim, nos permite oferecer produtos e serviços financeiros dos mais simples aos mais complexos de forma segura e rentável”, diz Ricardo Green Sommer, diretor de Gestão de Recursos de Terceiros do Sicredi.

 

Guia Valor de Fundos de Investimento 2020

Além da classificação pela Revista Investidor Institucional, a Sicredi Asset também foi destaque, no mês passado, no Guia Valor de Fundos de Investimento 2020, publicação do jornal Valor Econômico. O fundo Sicredi FI Institucional RF IRF-M ficou entre os 10 mais rentáveis na categoria Renda Fixa Ativo.

O fundo Schroder Sicredi Ibovespa FIA, também distribuído pelas cooperativas do Sicredi, figurou no ranking como um dos 10 fundos mais rentáveis e entre os cinco com mais cotistas do guia na categoria Ações Índice.

 “Além das avaliações, que conferem os bons desempenhos dos nossos fundos nos rankings, o Sicredi segue implementando melhorias que favoreçam ainda mais os nossos associados. Uma delas foi a revisão do nosso portfólio, na qual reduzimos as taxas de administração dos nossos fundos e também a diminuição dos tickets de aplicação inicial para os fundos de varejo. Cabe lembrar que a Sicredi Asset também lançou um fundo multimercado, que busca teses de investimento complementares, que sobrevivam aos momentos de volatilidade e tensão do mercado. Assim, possuímos estratégias em juros, inflação, câmbio, bolsa e commodities, que podem trazer maior volatilidade ao produto, mas que permite a busca de ganhos de capital no longo prazo”, ressalta Sommer.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.