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Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL)

Natal é oportunidade para lembrar que consumo consciente ajuda a economizar e reduzir impactos no meio ambiente

 

Segundo pesquisa divulgada recentemente pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais do país, a maioria dos brasileiros (97%) possui alguma dificuldade em adotar práticas de consumo consciente. Para 41% dos consumidores, melhores hábitos estão associados a aspectos financeiros, como evitar desperdício e compras desnecessárias. Além disso a separação do lixo para a reciclagem continua sendo uma das principais barreiras apontadas.

Praticamente a totalidade da amostra (98%) concorda que é importante adotar atitudes como forma de mudar o próprio estilo de vida e alcançar um mundo mais equilibrado e sustentável. E a principal ação que deve ser tomada é criar o hábito de se planejar financeiramente, fazendo listas para evitar as compras por impulso (45%). Na opinião dos entrevistados, também é preciso reutilizar e reciclar, dando novas utilidades a materiais que seriam descartados (45%), refletir antes de comprar, pensando bem nas necessidades (43%) e evitar adquirir produtos piratas ou contrabandeados (41%).

Entre as práticas de uso consciente do dinheiro, o levantamento destaca a pesquisa de preços (90%) e uso de produtos antigos ou consertá-los em vez de comprar algum item novo (89%).

A boa notícia para os consumidores que pretendem aderir a novos hábitos, é que existem atualmente tecnologias que facilitam ações como a compra e venda de objetos usados. O aplicativo Popsy.app é um deles. Disponível na plataforma Android e no sistema iOS, o download do app pode ser feito direto na Google Play e App Store. Por meio dele os usuários criam anúncios sem pagamento de taxas ou comissões em apenas 5 segundos, com apenas um clique no celular.  Desta forma, ao invés de descartar objetos, roupas e acessórios que estão em bom estado, a pessoa pode dar novas utilidades aos seus itens.

Para o Natal, por exemplo, ainda dá tempo de encontrar de encontrar produtos de qualidade e custo acessível (de R$ 20,00 até R$ 100,00), que não impactem no orçamento, como sapatos, relógios, livros, perfumes, brinquedos e itens para bebês.

71,6% dos consumidores de Fortaleza apontam melhorias na sua situação financeira, aponta pesquisa

 

 

Pesquisa recente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), aponta que a confiança do consumidor aumentou, em 2018, cerca de 12%. A capital do Ceará é uma prova do otimismo financeiro entre os brasileiros. Pesquisa recente do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), realizada pela Fecomércio, aponta que no primeiro mês do ano 53,7% dos consumidores fortalezenses apresentaram disposição para as compra de bens duráveis. O estudo mostra ainda que para 71,6% dos fortalezenses a situação financeira está melhor ou muito melhor que o comparado a um ano atrás.
O consultor Marcos Sá assinala ainda que o otimismo entre os consumidores, que deve ser equilibrado, é peça fundamental para a recuperação da economia, o que acontece também a partir da movimentação de dinheiro. ”Não é necessário gastar descontroladamente. Se o consumidor fizer uso adequadamente do seu dinheiro para o consumo de quaisquer bens que deseja, isso vai influenciar diretamente na economia do país, que é impulsionada a produzir ainda mais, atraindo assim investimento tanto no Brasil como no exterior”.
A pesquisa do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) aponta ainda que, em relação ao futuro, os consumidores de Fortaleza são ainda mais otimistas. Para 86,7% dos entrevistados, a situação econômica será melhor ou muito melhor se comparada a atual.
Brasil

O otimismo, quanto à situação econômica, é uma realidade para 61% dos brasileiros que acreditam que a vida financeira vai melhorar contra outros 9% que relatam não possuir tal otimismo. A pesquisa aponta que desses 61%, 41% acredita que o otimismo é resultado do novo contexto político enquanto outros 12% pensam ser pela queda do desemprego.
O consultor financeiro, Marcos Sá, aponta que esse otimismo não deve ser motor para o consumo desenfreado: ”Antes do consumo é preciso que haja uma reflexão não apenas sobre a necessidade do bem a ser adquirido, mas também se os rumos que a economia do país estão caminhando beneficiam realmente o consumidor”.

Apenas 17% da população pretende utilizar o 13º para pagar contas atrasadas, aponta pesquisa

 

O período do final e início de ano é sempre mais caros para os consumidores. Festas como natal, ano novo, férias e gastos como IPVA e IPTU são alguns dos gastos que os brasileiros não podem escapar e o alívio para todas essas dívidas pode ser o 13º salário. Pesquisa do SPC aponta que apenas 17% dos brasileiros pretendem utilizar o salário extra para pagar dívidas, número que deveria ser maior quando o universo de brasileiros endividados ultrapassa os 62 milhões.
Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que o nordeste alcançou em outubro o segundo lugar no ranking de consumidores inadimplentes, ou seja, 17 milhões de nordestinos estão negativados.
De acordo com o contador e consultor financeiro, Marcos Sá, a regra para se manter equilibrado com as dívidas neste período de final e início de ano é identificar o que é necessidade do que é desejo. ”O período da transição de um ano para outro envolve gastos que as pessoas não podem evitar, como impostos de carro, casa, matrícula, com aqueles que elas geralmente não querem evitar, que são as viagens de férias e gastos com natal e ano novo.
Com o pagamento do 13º salário, cerca de R$ 211 milhões serão movimentados no país, segundo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), valor que pode representar uma diminuição do número de endividados ou pode fazê-lo crescer. ”A aplicação do 13º salário para o pagamento de dívidas pode ser uma saída eficaz para a quitação ou diminuição delas. Para as pessoas que possuem dívidas muito altas o melhor é recorrer a uma negociação, mas quando não for esse o caso, aplicá-lo no pagamento de dívidas antigas é a melhor saída para começar o ano”, conclui o consultor.