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“Enfim Nós” tem apresentação no Dia dos Namorados no Theatro Via Sul Fortaleza

 


Com texto de Bruno Mazzeo e direção de Cláudio Torres Gonzaga, a peça ENFIM, NÓS faz única apresentação no Dia dos Namorados, dia 12 de junho, com elenco formado pelos atores cearenses Larissa Goes e Luis Costa, às 19h30, no Theatro Via Sul Fortaleza.

ENFIM, NÓS foi escrita por dois experientes autores da TV, Bruno Mazzeo e Cláudio Torres Gonzaga; o primeiro, responsável por programas como Cilada, A Diarista e Junto e Misturado; o segundo, por Zorra Total e Sob Nova Direção, dentre outros. Aplaudido pela crítica e público, o espetáculo atingiu média de 96% da lotação no Teatro Folha em São Paulo, 97% no teatro Laura Alvim e 94% no teatro das Artes no Rio de Janeiro. Esteve em turnê por mais de 90 cidades, como Niterói, Vitória, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Maceió, Natal, Recife, São Luis, Salvador, Belém e Teresina. ENFIM, NÓS é sucesso por onde passa, atingindo a marca de mais de 600 mil espectadores.

ENFIM, NÓS conta em cena com a presença do novo casal, Larissa Góes e Luis Costa, atores cearenses em ascensão. Larissa interpretou o papel de Luzia na fase jovem da personagem na novela Velho Chico em 2016; Luis já é nome conhecido no Nordeste, por ter sido apresentador do Globo Esporte durante oito anos, ingressando em seguida na carreira de ator.

A peça conta a história de Zeca e Fernanda. Os dois vão passar o seu primeiro Dia dos namorados juntos, desde que decidiram dividir o mesmo teto. Porém, um pequeno incidente faz com que eles fiquem presos no banheiro. Passar a noite trancados faz muitos sentimentos virem à tona na relação do casal, causando discussões sobre ciúmes, cobranças, manias, amor… Outros contratempos surpreendentes também marcam o roteiro. Sem dúvida, os personagens terão uma noite inesquecível, mesmo que tudo não saia exatamente como o planejado.

Este é um pequeno resumo da comédia “Enfim, nós”, que já foi encenado pelo próprio Bruno Mazzeo e artistas como Fernanda Souza, Maria Clara Gueiros e Ricardo Tozzi, Fernanda Vasconcelos e Cássio Reis, dentre outros pares. E para dar um toque especial à essa comédia romântica, a encenação conta com vozes em off de Luciano Huck, Heloísa Perissé e Leandro Hassum.

Definitivamente, todo casal, antes mesmo de unir os trapos, deveria passar pelo menos uma noite trancado no banheiro.

FICHA TÉCNICA:
Autores: Bruno Mazzeo e Cláudio Torres Gonzaga
Direção: Cláudio Torres Gonzaga
Elenco: Larissa Goes e Luis Costa
Cenário: Edward Monteiro
Iluminação: Luiz Paulo Nenén
Produção de Figurinos: Rhasny Roque (T-SHIRT IN BOX)
Trilha Sonora: Mú Carvalho
Direção de Produção: Mario Alves e Lucia Regina de Souza
Direção Executiva: Manoel Rolim
Produção Nacional: PROCULT e Caravana
Vozes em Off: Luciano Huck, Heloísa Perissé e Leandro Hassum

 

Serviço:
Enfim, Nós
Data: 12 de junho (terça-feira)
Horário: 19h30
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: R$ 60/R$30 (inferior) – R$ 40/R$20 (superior)
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Shopping Via Sul
Informações: (85) 3099-1290

ESPETÁCULO PEDRA NO SAPATO FAZ TEMPORADA NO TEATRO SESC EMILIANO QUEIROZ

 

Está aberta a temporada de palhaçaria!! A Companhia Laguz Circo traz novamente para o público, o espetáculo Pedra no Sapato. Em cartaz nas sextas-feiras de junho – dias 8, 15 e 22 – sempre às 20h, no Teatro Sesc Emiliano, os artistas Felipe Abreu (Brasil) e Romina Sanchez (Argentina), que interpretam os palhaços Suspiro e Burbuja, utilizam a técnicas da palhaçaria clássica usando as técnicas circenses como pano de fundo para a montagem realizada pela primeira vez em 2014.

Nesta nova produção que conta com nova roupagem e nova pesquisa, os artistas buscam manter viva a arte cômica onde o corpo está em evidência, explorando as possibilidades de quedas, golpes e absurdos cômicos. O palhaço e a palhaça se inspiram nos antigos clowns de picadeiro, teatro e cinema trazendo-os para o momento atual. O intuito é experimentar possibilidades estéticas gerando no espectador novas referências de comédia ressaltando a poesia sem a necessidade do recurso apelativo.

 

Sinopse

A história baseia-se na relação entre o palhaço Suspiro, o artista, e a palhaça Burbuja, faxineira do teatro. Suspiro entra em cena para apresentar o show, mas é interrompido pela faxineira que se preocupa em fazer o seu trabalho. Com uma sequência de truques clássicos de palhaço, Suspiro e Burbuja direcionam o espetáculo para um final divertido, poético e surpreendente.

​Os palhaços comunicam-se essencialmente através da linguagem corporal, gestos e expressões acompanhados pela trilha sonora instrumental feita especialmente para o espetáculo. Um convite a mergulhar na singela e encantadora arte do palhaço clássico.

 

Serviço

Companhia Laguz Circo – Espetáculo Pedra no Sapato

Teatro Sesc Emiliano Queiroz

Avenida Duque de Caxias, 1701 – Centro

Dias 8, 15 e 22 de junho

Horário: 20h

Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Informações: (85) 3452 9090

Com muito humor, versão cearense de Titanic chega ao Theatro Via Sul Fortaleza

 

A produção hollywoodiana Titanic em uma roupagem cearense, com a história contada por uma trupe de comediantes prontos para arrancar risos do público. Essa é a premissa da sátira “Tita & Nic”, que entra em cartaz no Theatro Via Sul Fortaleza, dias 2 e 3 de junho. Em cena, seis atores se esmeram para interpretar 2.500 personagens.

O espetáculo estreou há 20 anos e marca a história das artes cênicas no estado, se tornando a comédia mais assistida e com mais tempo em cartaz no nordeste do país. Ao todo, foram 1855 apresentações e mais de um milhão de espectadores.

Sinopse

É início do século e as invenções pipocavam de cabo a rabo. Eis que surge uma inafundável jangada: a Lamparina do Mucuripe. A euforia é total. Uma multidão embarca na jangada que ruma para um fatídico destino em águas fétidas, onde pinta o maior clima entre o humilde da terceira classe, NIC Santoro, e a melancólica e sufocada aristocrata da primeira classe, TITA Lacraia. Por amor, os dois só faltam se lascar.

 

 

 

Ficha técnica

Texto e Direção: Carri Costa
Cenografia/ Figurinos/ Adereços: Oficina de Arte
Assist. Cenografia/Figurinos: Nildenir Campos
Elenco: Carri Costa, Solange Teixeira, Denis Lacerda, Cristiane Carvalho, Lucas Alexandre, Diego Mesquita e Roberta Wermont
Cenotécnica: Adriano Pessoa
Operação de luz / Som: Lucas Alexandre
Contra-Regra: Alysson Freitas
Administração: Socorro Amarante
Produção: APTECE
Design Gráfico: Everardo Matos

 

SERVIÇO

TITA & NIC
Data: 2 e 3 de junho de 2018
Horário: 21h (sábado); 20h (domingo)
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Entrada: R$40/R$20 (superior); R$50/R$25 (inferior)
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas
Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Shopping Via Sul

PEÇA “O DELÍRIO DO VERBO”, COM JONAS BLOCH, É ATRAÇÃO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA NO MÊS DE JUNHO

 

 
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 08 a 10 e de 15 a 17 de junho de 2018, a peça “O Delírio do Verbo”, com o ator Jonas Bloch interpretando textos de Manoel de Barros. Uma narrativa cheia de poesia e humor, que traz um novo olhar sobre a vida, numa linguagem inovadora, surpreendente.

O renomado ator Jonas Bloch, com mais de cinco décadas atuando em televisão, teatro e cinema, apaixonou-se pelos textos de Manoel de Barros e selecionou os que se adaptavam ao teatro para realizar esse espetáculo.
“Ao ler Manoel de Barros, fiquei tão emocionado, quemeu primeiro impulso foi o de compartilhar suas palavras com todo mundo. Selecionei os textos, procurando dar uma visão das diversas faces da obra deste grande poeta. A grande ambição do ator é ser instrumento da beleza, mensageiro de um mundo novo. Fazer com que as pessoas saiam de sua rotina e vivenciem outros universos, tenham experiências que ampliem seus horizontes e cresçam como seres humanos. Manoel de Barros nos oferece isso, um novo olhar sobre a vida, transgride a linguagem estabelecida, a visão estratificada de nossa cultura, abre nossos olhos para as coisas mais essenciais, abrindo caminhos para uma renovação”,comenta Jonas Bloch.

Considerado por Carlos Drummond de Andrade, “o maior poeta brasileiro”, a poesia de Manoel não é composta de rimas e métrica. Não se baseia num clima romântico tradicional, é plena de humor, de inovações e delicadezas.

A equipe do premiado espetáculo tem a supervisão de Emilio de Mello, também ator, figurinos de Cassio Brasil e desenho de luz de Bruno Cerezoli. A cenografia é inspirada no artista Arthur Bispo do Rosário, cuja obra se identifica com as citações de Manoel de Barros. Ambos encontram Beleza em coisas que não damos importância, transformando-as em poesia, as “coisas sem santidade”. O ator Jonas Bloch, também formado em Artes Visuais, é quem assina o cenário da peça, assim como o trabalho artesanal presente na cenografia.

Jonas Bloch:

Com mais de cinquenta anos de profissão como ator, Jonas Bloch dividiu sua carreira entre televisão, teatro e cinema. Participou de novelas, como “Mulheres de areia”, “A viagem” e “Novo Mundo”, em filmes como “Amarelo Manga” e “Cabra Cega”, de filmes e séries internacionais, com destaque para “Discretion Assured”, além de peças como “Hamlet” e “Sonho de uma noite de verão”, ambas de Shakespeare.

Também foi professor em Universidades. Já atuou em 38 peças de Teatro, 40 filmes, e em 47 produções para TV. Foi premiado nos Festivais de Cinema de Recife, no “Guarnicê”, o Festival de Cinema do Maranhão e no de Canoa Quebrada.

Manoel de Barros:

Manoel de Barros foi vencedor de dois prêmios Jabuti. Guimarães Rosa, que fez a maior revolução na prosa brasileira, comparou os textos de Manoel a um “doce de coco”. Foi também comparado a São Francisco de Assis pelo filólogo Antônio Houaiss, “na humildade diante das coisas (…). Tenho por sua obra a mais alta admiração e muito amor.” Segundo o escritor João Antônio, a poesia de Manoel vai além: “Tem a força de um estampido em surdina. Carrega a alegria do choro.” Millôr Fernandes afirmou que a obra do poeta é “única, inaugural, apogeu do chão.” E Geraldo Carneiro afirma: “Viva Manoel violeur d’amores violador da úl tima flor do Lácio, inculta e bela. Desde Guimarães Rosa a nossa língua não se submete a tamanha instabilidade semântica”.
Ficha Técnica:
A partir da obra poética de MANOEL DE BARROS
Idealização e Interpretação JONAS BLOCH
Supervisão Cênica EMÍLIO DE MELLO
Cenografia JONAS BLOCH
Desenho de Luz BRUNO CEREZOLI
Figurinos CASSIO BRASIL
Trilha Sonora ALEXANDRE NEGREIROS
Fotografias DÉCIO DANIEL E GUGA MELGAR
Design Gráfico IVAN CRUZ
Direção de Produção BLOCO PI PRODUÇÕES – DAMIANA GUIMARÃES
Produção Local: FREE LANCER
Assessoria de Imprensa Local: DIVULGA AÇÃO

Serviço:
Teatro: “O Delírio do Verbo”
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: de 08 a 10 e de 15 a 17 de junho de 2018
Horários: sexta, às 20h | sábado, às 20h | domingo, às 19h
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Vendas a partir do dia 07/06 para as apresentações de 08 a 10 de junho, e a partir do dia 14/06 para as apresentações de 15 a 17 de junho, das 10h às 20h, na bilheteria do local
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local
Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

5 A SECO

 


Crédito: Dani Gurgel

Método, processo ou operação que consiste em reunir elementos diferentes, concretos ou abstratos e fundi-los num todo coerente. Esta é, sem mudar uma vírgula, a definição do verbete síntese encontrada na wikipedia. Esta é, sem mudar uma vírgula, a descrição fiel e precisa do funcionamento interno do 5 a Seco ao longo dos quase oito anos de trajetória até o momento. Após o lançamento do álbum “Síntese” no Rio de Janeiro, no Teatro Bradesco Rio, dia 17 de março de 2018, agora a Opus Promoções confirma apresentações em Fortaleza (dia 18 de maio, no Teatro RioMar Fortaleza), Recife (dia 19 de maio, no Teatro RioMar Recife) e Porto Alegre (dia 29 de julho, no Teatro do Bourbon Country). Confira o serviço completo abaixo.

Num grupo que nasceu com o preceito de ser a união de cinco artistas com carreiras e formações singulares — um coletivo de compositores e não uma banda –, reunir elementos diferentes e fundi-los num todo coerente é um processo contínuo: uma síntese por dia. Mas é mais do que isso.

Porque é possível emprestar as consagradas categorias da dialética hegeliana de tese, antítese e síntese, e traçar um imediato paralelo com a trajetória fonográfica. Ao vivo no Auditório Ibirapuera (2012) é a tese: a potência do encontro dos cinco cantautores apresentada como ela nasceu, num espetáculo ao vivo. A ideia das trocas de formação instrumental, da ausência de uma formação fixa, com os cinco integrantes dispostos em linha na frente do palco: tudo isso está ali.

Policromo (2014) é a antítese: um álbum de estúdio, cheio de overdubs e experimentações sonoras, com uma procura muito mais detalhada de timbres e texturas, um flerte com uma sonoridade de banda pop: um passo adiante, um contraponto.

Síntese é a integração desses dois mundos.

Do primeiro trabalho, retorna a ideia de experimentar longamente um show antes de registrá-lo em álbum; a noção de que é nas apresentações ao vivo que o 5 a Seco se mostra em sua forma essencial e o conceito da formação em linha, aqui radicalizado, retirando os instrumentos que ficavam ao fundo do palco e posicionando-os à frente.

Essa escolha tem a ver com a afirmação da identidade conceitual do coletivo. Um exemplo: a bateria sai de um praticável distante e aparece agora desmembrada em pequenas estações espalhadas entre os cinco microfones, acarretando não só diferentes texturas sonoras como também uma nova postura cênica e musical dos integrantes no palco.

Este tipo de encaminhamento não seria possível sem a vivência de gravação em estúdio de Policromo, de onde conservam a inquietude de uma pesquisa timbrística cada vez mais detalhista; a procura de uma sonoridade singular presente na profusão de pedais de guitarras; a adoção cada vez mais clara de teclados e sintetizadores e o uso da tecnologia como ferramenta de criação.

Pode saltar aos olhos e ouvidos, nesta nova etapa, a falta do violão, que é o instrumento de origem de cada um dos músicos e com o qual foram tantas vezes associados. Bem, isso não é uma ruptura: é apenas o comprometimento com a procura de uma sonoridade surpreendente- não só para os ouvintes, mas também para eles mesmos. O violão permanece como nossa matriz afetiva, a foto de nossa aldeia, onde vão fabricar as canções para apresentar ao mundo.

Mas é mais do que isso.

É a alegria dos cinco (Leo Bianchini, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni) de estarem juntos e a crença compartilhada na importância do encontro. É a chance de olhar e considerar o outro num momento de crescimento da intolerância no mundo. E, na celebração deste encontro, a crença na força das canções e a sorte de poder tocá-las e cantá-las. E melhor: fazer isso junto.

Em síntese, é isso.

DISCOGRAFIA:
5 a seco

ao vivo no auditório ibirapuera

O primeiro álbum do grupo foi gravado em 2011 no Auditório Ibirapuera e contou com as participações de Lenine, Chico César e Maria Gadu. O CD/DVD está inteiramente disponível no youtube.

5 a seco
policromo
Segundo álbum do grupo, o primeiro de estúdio. Foi gravado na Gargolândia, em 2014, com o apoio da Natura Musical. O CD foi produzido por Alê Siqueira e
Tó Brandileone.

FORMAÇÃO DE 5 A SECO:
Um grupo formado por cinco artistas, todos compositores, sem protagonistas. Também são cantores e instrumentistas.
PEDRO VIÁFORA – Formado em jornalismo, o músico Pedro Viáfora (27) lançou seu primeiro disco solo em 2013. O álbum, intitulado Feliz pra Cachorro,
contou com produção musical do pai e parceiro, Celso Viáfora.
LEO BIANCHINI – Músico formado pela Faculdade Santa Marcelina, Leo Bianchini é pesquisador e produtor musical. Aos 32 anos, também desenvolve
trabalho com o coletivo “Mundrungo”.
VINICIUS CALDERONI – Aos 31 anos, Vinicius desenvolve carreira na música, teatro, cinema e televisão e já lançou dois álbuns solo. É fundador da cia
teatral Empório de Teatro Sortido. Como “melhor autor”, recebeu o Prêmio Shell 2015 por “Ãrrã” e o Prêmio APC 2016ª por “Os arqueólogos”.
TÓ BRANDILEONE – Aos 30 anos, já lançou três discos próprios. Além da carreira artística, Tó vem se destacando como produtor musical, já tendo
produzido dezenas de outros trabalhos. Em 2016, fez a direção musical do espetáculo “Gabriela Um Musical”, de João Falcão, baseado na obra de Jorge
Amado.
PEDRO ALTÉRIO – Sócio proprietário do estúdio Gargolândia, Pedro Alterio (29) trabalha diariamente com gravação, captação de áudio e produção musical.
Em 2012, lançou um disco em parceria com o pianista Bruno Piazza.
Classificação: Livre
Duração: 70 minutos

Realização: OPUS PROMOÇÕES
FORTALEZA (CE)
Dia 18 de maio
Sexta-feira, às 21h
Teatro RioMar Fortaleza (Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 Piso L3 – Shopping RioMar Fortaleza – Papicu / Fortaleza – CE)
www.teatroriomarfortaleza.com.br

INGRESSOS:

Setor

Valor

Meia-Entrada

Plateia Alta

R$ 70,00

R$ 35,00

Plateia Baixa B

R$ 90,00

R$ 45,00

Plateia Baixa A

R$ 100,00

R$ 50,00

*Descontos não cumulativos a demais promoções e/ou descontos;
** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;
***A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais no Ceará:
– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br
– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.
– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.
– PROFESSORES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO DE FORTALEZA mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria Municipal de Educação e Assistência Social (SEDAS).
– DOADORES REGULARES DE SANGUE mediante apresentação de documento oficial válido, expedido por banco de sangue. São considerados doadores regulares de sangue aqueles registrados nos bancos de sangue cos hospitais do Estado do Ceará.
**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

Site: www.uhuu.com

Atendimento: falecom@uhuu.com

Bilheteria do Teatro RioMar Fortaleza: Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 Piso L3 – Shopping RioMar Fortaleza – Papicu / Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 12h às 21h, e domingo e feriados, das 14h às 20h. Em dias de apresentações: das 12h até o início da última apresentação. Segunda-feira: fechada.

Eduardo Sterblitch estreia comédia “O Rei do Mundo” no Theatro Via Sul Fortaleza

 

O clássico espetáculo Peer Gynt, do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, montado em 1867, ganha uma livre adaptação para o universo brasileiro em “O Rei do Mundo – Uma Comédia Sobrenatural”, em cartaz nos dias 19 e 20 de maio, no Theatro Via Sul Fortaleza.

Com texto e direção de Roberto Alvim, a peça é protagonizada por Eduardo Sterblitch e conta ainda com Louise D`Tuani, Diego Becker, Claudinei Brandão e Thiago Brianti no elenco.

A trama é uma comédia sobrenatural que conta a história de Pedro Peregrino, de sua infância até a velhice. Mentiroso, irresponsável, egoísta e sem escrúpulos, o personagem deseja se tornar rico e poderoso, além de estar disposto a passar por cima de tudo e todos para alcançar sua meta: ser o Rei do Mundo. A narrativa o acompanha por diversas paisagens e encontros com personagens mágicos, que o ajudam a descobrir seu estranho destino, e revela uma visão egoísta do mundo que, por consequência, resulta em solidão.

Com tons de acidez e dramaticidade, a montagem faz um retrato do Brasil contemporâneo. A ideia é que a plateia se veja, se identifique e encontre novas maneiras de viver e de encarar o lado obscuro do país com toda a corrupção e violência.

FICHA TÉCNICA

Texto: Roberto Alvim (Livremente Inspirado em Peer Gynt de Henrik Ibsen)
Direção, Cenário e Iluminação: Roberto Alvim
Elenco: Eduardo Sterblitch, Louise D’tuani, Diego Becker, Claudinei Brandão e Thiago Brianti
Assistente de Direção: Juliana Galdino Produção
Geral: Sandro Chaim Figurinos: Cássio Brasil
Trilha Sonora: L.P. Daniel
Designer de Projeção: Edson Kumasaka
Produção Executiva: Igor Belleza
Produção de Cenário: Luanda Scandura
Operador de Luz : Nildo Bitencourt
Operador de Som e Projeção: Vinicius Soares
Contrarregra: Tadeu Castro
Realização: Chaim Produções

 

SERVIÇO

O Rei do Mundo – Uma Comédia Sobrenatural
Data: 19 e 20 de maio
Horário: 21h (sábado); 20h (domingo)
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: Plateia superior: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia entrada) – Plateia inferior: R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia entrada)
Duração: 75 minutos
Classificação: 14 anos
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas
Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.

Fortaleza recebe instalação/espetáculo Grande Sertão: Veredas em duas únicas apresentações

 

Grande Sertão Veredes – Mostra Oficial – Crédito: Annelize Tozetto

“Contar é muito, muito dificultoso”

“Carece de ter coragem…”

Como transpor ao palco uma leitura da maior obra literária brasileira do século XX? Mais que uma pergunta, esta foi a missão da diretora teatral Bia Lessa ao decidir coisificar os universos contidos em Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e as inúmeras possibilidades de análise do romance. A resposta será apresentada ao público de Fortaleza nos dias 26 e 27 de maio, no Theatro José de Alencar. O espetáculo, vencedor do Prêmio APCA 2017 na categoria Melhor Direção (Bia Lessa), do Prêmio Shell nas categorias Melhor Direção (Bia Lessa) e Melhor Ator (Caio Blat) e do Prêmio Bravo! 2018 na categoria Melhor Espetáculo de Teatro (Grande Sertão: Veredas), chega a Fortaleza após temporada de casa lotada, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

No elenco estão Caio Blat, Luíza Lemmertz, Luísa Arraes, Leonardo Miggiorin, José Maria Rodrigues, Balbino de Paula, Daniel Passi, Elias de Castro, Lucas Oranmian e Clara Lessa. Para dar vida ao mítico sertão, Bia reuniu nomes como Egberto Gismonti (música), Camila Toledo (concepção espacial, com a colaboração de Paulo Mendes da Rocha), Sylvie Leblanc (figurino) e Fernando Mello da Costa (adereços).

“Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo as coisas de rasa importância.”

Bia conhece profundamente o Sertão de Guimarães Rosa. Ela levou o público para dentro da obra na inauguração do Museu da Língua Portuguesa (SP), em 2006. A exposição foi aclamada por onde passou. Agora, ela convida a plateia a um mergulho fundo na epopeia narrada pelo jagunço Riobaldo (Caio Blat), que atravessa o sertão para combater seu maior inimigo, Hermógenes (José Maria Rodrigues), fazer um pacto com o diabo e descobrir seu amor por Diadorim (Luíza Lemmertz). Trata-se de uma instalação, visitada e experimentada pelo público durante o dia no Theatro José de Alencar, e o espetáculo, encenado na mesma estrutura, em 2 horas e 20 minutos de encenação ininterruptas, com o elenco em cena permanentemente, em que o público experimenta a dissolução das fronteiras entre início e fim do espetáculo; entre teatro, cinema e artes plásticas; entre literatura e encenação.

“O teatro para mim é sagrado. Me dedico a ele de tempos em tempos, não me sinto com capacidade de realizar espetáculos um após o outro. Me deparei com o Grande Sertão e ele se apoderou de mim mais uma vez. Quando montei a exposição, algumas questões se apresentavam: a principal delas era como utilizar imagens sem que o significado do Sertão de Guimarães ficasse reduzido a um único lugar. A opção na época foi trabalhar apenas com palavras. No teatro, essa questão volta a se impor: ‘o sertão está dentro da gente’. Nosso caminho foi realizar um trabalho onde homens, animais e vegetais estabelecessem uma relação de diálogo sem supremacia entre eles. Não estamos exatamente no sertão, mas em um espaço “ecológico” e metafísico onde tudo cabe. Um espaço, uma imagem, que nos possibilita a experiência proposta pelo romance, sem obviamente realizar o romance tal como é – fidelidade absoluta (todas as palavras ditas são de Guimarães Rosa), mas liberdade infinita, visto que é apenas uma das leituras possíveis da riquíssima obra de Guimarães. Escolhemos não utilizar grandes efeitos ou recursos, a não ser a valorização do universo sonoro dos espaços propostos pelo romance, apenas os próprios atores”, pontua a diretora.

“O sertão está em toda parte”

A grande estrutura tubular concebida lembra um claustro, uma gaiola. Instalada na rotunda no Theatro José de Alencar, também é, ao mesmo tempo, cenário de violentas batalhas e de reflexões profundas. Como instalação, poderá ser visitada durante o dia. 250 bonecos de feltro com tamanho humano, criados pelo aderecista Fernando Mello da Costa, confeccionados com apoio do Instituto-E | Om Art, compõem uma imagem permanente: a cena da morte de Diadorim como um presépio, passível da participação do público, não só como espectador, mas também como agente da ação, ocupando o lugar da personagem. A trilha sonora completa a atmosfera do Grande Sertão: Veredas, composta por três camadas: os ruídos e sons ambientes, a música composta por Egberto Gismonti e a trilha sonora que representa nossa memória emotiva, com músicas que fazem parte de nosso imaginário. Os figurinos são uma leitura do sertão, sem regionalizá-lo – são personagens do mundo.

Em um trabalho tão artesanal, marca da diretora (que passou mais de 600 horas com o elenco, em ensaios diários por 92 dias), e de grande esforço físico (a preparação corporal foi um dos aspectos indissociáveis do trabalho de direção, com aulas de corpo por Amalia Lima diariamente durante os 4 meses de ensaio), a tecnologia foi fundamental para guiar o público em tantas veredas. Cada espectador usará fones de ouvido que permitirão escutar separadamente a trilha sonora, as vozes dos atores, os efeitos sonoros e sons ambientes, levando-o a um nível inédito de interação com a dimensão sonora do espetáculo. Apesar de todos compartilharem o espaço na plateia, cada um terá uma experiência única durante a apresentação.

“Essas são as horas da gente. As outras, de todo tempo, são as horas de todos”

SINOPSE

Em montagem inédita no Theatro José de Alencar, Bia Lessa propõe a um só tempo uma peça de teatro e uma instalação em sua adaptação do livro Grande Sertão: Veredas – matriz do moderno romance brasileiro e obra-prima de João Guimarães Rosa. A peça traz para o palco a saga do jagunço Riobaldo que atravessa o sertão para combater seu maior inimigo, Hermógenes, fazer o pacto com o diabo e viver seu amor por Diadorim. O cenário-instalação estará aberto à visitação do público.

BIA LESSA

Bia Lessa é uma artista multifacetada, cineasta, diretora de teatro e ópera, exposições, ganhadora de vários prêmios. Suas obras são exibidas em vários países, como Alemanha, França e EUA. Criadora do Pavilhão Brasileiro na Expo 2000 em Hannover, Mostra Redescobrimento na Bienal SP, Reabertura do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera Il Trovattore, Pavilhão Humanidades 2012 (Rio + 20), reinauguração dos painéis Guerra e Paz de Candido Portinari na ONU em NY. No cinema, dirigiu os filmes CREDE-MI mostrado em festivais internacionais (Berlim, Biarritz, Nova Iorque, Jerusalem, Brisbane, Minsk, entre outros).

POR SILVIANO SANTIAGO

Para Bia Lessa, só o espetáculo teatral pode expandir a forma inovadora da literatura. Ela não adaptou duas obras clássicas do romance ocidental; levou ao palco os romances Orlando, de Virginia Woolf, e O homem sem qualidades, de Robert Musil, expandindo-os. E agora, quando a nação perde o norte da cidadania e esfarela a vontade dos brasileiros, Bia monta uma escultura na área de convivência do Sesc Consolação. No seu interior, encena o monstruoso e genial Grande sertão: Veredas, do nosso Guimarães Rosa.

Durante o dia, a escultura do Grande sertão: Veredas repousa como se fosse livro fechado, a espicaçar a curiosidade dos visitantes. À noite, a escultura expande o livro aberto. O leitor silencioso e introspectivo se metamorfoseia em espectador, parcela de um coletivo atento e participante, que se renova.

A gongórica e letal escrita de Rosa ganha o corpo dos atores. Empresta-lhes ação e fala. E a trama romanesca se desenvolve diabolicamente, com movimentos desordenados, afetuosos e anárquicos, qual máquina escultural assinada por Jean Tinguely, um dos fundadores do Novo Realismo. Novo Realismo igual a − diz o famoso manifesto − novas percepções do Real.

Grande Sertão: Veredas se expande como espetáculo teatral que libera – qual alegoria rigorosa da nossa contemporaneidade − o modo como os movimentos desenvolvimentistas sem preocupação social e humana não recobrem a nação como um todo. Pelo contrário. O esforço positivo da modernização é localizado, centrado e privilegia. Nas margens, cria enclaves de párias – bairros miseráveis, favelas, prisões, manicômios, etc. − onde violentas forças antagônicas se defrontam e se afirmam pela ferocidade da sobrevivência a qualquer custo, acirrando a irascibilidade do controle e do mando. Viver é perigoso.

Extraordinário em Guimarães Rosa é que, no mais profundo da vida humana miserável e autodestrutiva, na morte, há lugar para o afeto e o amor. Ao compasso de espera, Riobaldo e Diadorim dançam novos e felizes tempos. Piscam a alegria de viver, como vagalumes que a mata libera à noite.

Silviano Santiago

FICHA TÉCNICA

Concepção, Direção Geral, Adaptação e Desenho de Luz – Bia Lessa

Elenco – Balbino de Paula, Caio Blat, Daniel Passi, Elias de Castro, José Maria Rodrigues, Leonardo Miggiorin, Lucas Oranmian, Luisa Arraes, Luiza Lemmertz, Clara Lessa.

Concepção Espacial – Camila Toledo, com colaboração de Paulo Mendes da Rocha

Música – Egberto Gismonti

Colaboração – Dany Roland

Desenho de Som – Fernando Henna e Daniel Turini

Adereços – Fernando Mello Da Costa

Figurino – Sylvie Leblanc

Desenho de Luz – Binho Schaefer

Projeto de Audio – Marcio Pilot

Diretor Assistente: Bruno Siniscalchi

Assistente de Direção: Amália Lima

Direção Executiva: Maria Duarte

Produtor Executivo: Arlindo Hartz

Colaboração – Flora Sussekind, Marília Rothier, Silviano Santiago, Ana Luiza Martins Costa, Roberto Machado

Idealização e Realização: 2+3 Produções Artísticas Ltda

Apoio Institucional : Banco do Brasil | Globosat

Apoio: BMA Advogados | Instituto-E | Om Art

Agradecimento especial à viúva do Autor, a quem a obra foi dedicada, Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa, à Nonada Cultural e a Tess Advogados.

© Nonada Cultural Ltda.

SERVIÇO

GRANDE SERTÃO: VEREDAS

Dias: 26 e 27 de maio de 2018

Horários: dia 26 (sábado) às 20h e dia 27 (domingo) às 18h

Local: Theatro José de Alencar

Informações da bilheteria: 3101.2583 OU 3101.2566, de 14h às 18h

Nos dias de espetáculo de 14h até o início do evento

Duração: 140 minutos

Classificação: 18 anos

Ingressos:

Ingressos à venda na bilheteria do Theatro de terça a domingo, das 14 às 20h e

Lojas Blinclass Shopping Iguatemi e Rio Mar

Ou pelo site: https://ingressando.com.br

Valores:

Palco R$120 + R$ 3,00 de taxa (valor único)

Plateia R$ 100 + R$ 3,00 de taxa (inteira) e R$ 50 + R$ 3,00 de taxa (meia)

Frisa e Camarote R$ 120 + R$ 3,00 de taxa (inteira) e R$ 60 + R$ 3,00 de taxa (meia)

Torrinha R$ 80 + R$ 3,00 de taxa (inteira) e R$ 40 + R$ 3,00 de taxa (meia).

Regras:

Regras de meia-entrada: estudantes, idosos, menores de 21 anos, pessoas com deficiência, professores e profissionais da rede pública municipal de ensino.

Instalação (montada no saguão do Theatro José de Alencar)

Horário: das 14 às 20h

Classificação: livre

Shopping Parangaba oferece espetáculo teatral gratuito

 

Mães e filhos têm diversão garantida no Shopping Parangaba neste domingo, 13. Em parceria com a Cia Mix da Alegria, o empreendimento oferece gratuitamente a apresentação teatral do espetáculo “Ladybug – Uma surpresa para a mamãe”. A peça tem início às 17h, no espaço Parangaba é Show, piso L2.

 

Confira outras opções para este fim de semana:

O Mundo dos Doces

O Mundo dos Doces é um espaço lúdico recheado de gostosuras e diversão. Na cozinha, as crianças podem montar seu próprio cupcake, divertindo-se junto com os pais na produção desse delicioso doce. A atração fica localizada no piso L1, praça central, e funciona de acordo com o horário do empreendimento, de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 13h às 21h. O valor da atração é R$ 20,00, por 20 minutos. Podem participar crianças de 0 a 14 anos.

Feira de Livros Cosmos

O espaço literário reúne temas desde os clássicos da literatura infantil, infanto-juvenis, romances, ficção, e outros, com preços a partir de R$ 5,00. A feira está localizada no piso L1, em frente à loja C&A. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos das 13h às 21h.

Oficina de Artesanato

Em parceria com a Associação Mãos que Criam, o Shopping Parangaba oferece, de segunda a sábado, oficinas de artesanato para o público da melhor idade. Com uma vasta programação, as aulas acontecem das 14h às 16h. Neste sábado será ministrado curso para a produção de artesanatos em geral. Os interessados em participar podem realizar a sua inscrição presencialmente, no piso L2, próximo à loja Magazine Luiza. Todo o material será disponibilizado gratuitamente pelo shopping. As vagas são limitadas.

TJA: Literatura, música, dança e teatro são destaques da semana

 

O Theatro José de Alencar, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) apresenta uma programação especial nesta semana, de 8 a 13 de maio. Os destaques são para a peça “A Visita da Velha Senhora”, com a atriz Denise Fraga; para a arte e cultura popular, com apresentação do Boi do Mestre Zé Pio; e para os lançamentos dos livros “Todos os Dias São Difíceis na Barbúria” do poeta, romancista e ensaísta, Márcio Catunda, e de “60 Anos Grande Sertão: Veredas”, com artigos de pesquisadores cearenses sobre a obra do escritor Guimarães Rosa.
Depois de temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, o espetáculo “A Visita da Velha Senhora” está em turnê pelo Brasil e fica em cartaz em Fortaleza, de 10 a 13 de maio, no Theatro José de Alencar. Na trama escrita pelo suíço Friedrich Dürrenmatt (1921-1990) em 1956, Denise Fraga vive a milionária Claire Zachanassian que retorna à pobre cidadezinha da sua infância com desejo de vingança. Claire promete salvar os cidadãos da cidade de Güllen da falência. Em troca, porém, eles devem matar Alfred (Tuca Andrada), o homem por quem ela se apaixonou na juventude e que a abandonou grávida.
A Visita da Velha Senhora tem direção de Luiz Villaça. Além de Denise Fraga e Tuca Andrada, estão no elenco Ary França, Fábio Herford, Daniel Warren, Maristela Chelala, Romis Ferreira, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho e Rafael Faustino. De quinta a sábado o espetáculo inicia às 20h e no domingo às 18h. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Theatro, nas lojas Blinclass do Iguatemi e Riomar Fortaleza e no site:ingressando.com.br, nos valores: Plateia R$ 50, inteira R$ 25, meia – Frisa R$ 60, inteira R$ 30, meia – Camarote R$ 70, inteira R$ 35,00 meia – Torrinha R$ 40, inteira R$ 20, meia. Há um acréscimo de R$3 de taxa por ingresso. Classificação Indicativa: 12 anos.
Na terça-feira (08) às 14h, acontece no Foyer o “I Encontro de Guias e Estudantes de Turismo no TJA”. O evento tem como objetivo debater as políticas públicas de cultura e turismo. A entrada é gratuita e a classificação indicativa livre.
Arte de Rua Tradição
O programa Arte de Rua Tradição de maio traz à Calçada do TJA o Mestre da Cultura Zé Pio e o seu “Boi Ceará”. A ópera nordestina conta a saga do Vaqueiro e do Boi. A apresentação acontece às 17h30, na quarta-feira (09). Entrada gratuita e classificação indicativa livre.
Literatura em alta
Nos dias 10 e 11 de maio o Foyer do TJA recebe o lançamento de dois livros. Na quinta-feira (10), às 19h o livro “Todos os Dias São Difíceis na Barbúria” do poeta, romancista e ensaísta, Márcio Catunda, traz uma crítica mordaz ao automatismo burocrático e ao autoritarismo no âmbito funcional.

Já na sexta-feira (11) às 18h, acontece o lançamento do livro “60 Anos Grande Sertão: Veredas”. A obra contempla um conjunto de artigos que aborda o universo de Guimarães Rosa e homenageia uma das maiores obras da literatura brasileira. No referido livro, há artigos de pesquisadores oriundos de diversas universidades do Ceará. A entrada das atividades é gratuita e classificação indicativa livre.
Sábado (12) o Theatro José de Alencar realiza mais uma edição da Feira no Jardim do Zé. A partir das 16h, o Jardim recebe uma vasta variedade de produtos, muitos de fabricação artesanal. A feira acontece uma vez no mês e tem entrada gratuita.
Ainda no sábado (12) o Grupo de Violoncelos da UFC apresenta um repertório eclético às 17h, no Foyer. A atividade é uma realização da Casa das Artes da UFC e traz ao público o melhor da música de câmara. E no domingo (13) o programa Sala de Concerto apresenta o Trio Nepomuceno da UFC às 17h no Foyer. O trio é formado pela violinista Liu Man Ying, pela violoncelista Dora Utermohl de Queiroz e pelo pianista Vitor Duarte, todos professores do curso de Licenciatura em Música do Instituto de Artes da Universidade Federal do Ceará. A entrada das atividades é gratuita e classificação indicativa livre.

 


Dança e Teatro no CENA
Nos domingos de maio no Centro de Artes Cênicas do Ceará Padaria Espiritual – CENA recebe os espetáculos “O 3º sinal”, da Cia Vivarte, e o “De Profundis”, do Coletivo As Negas. Às 17h30 no Teatro Morro do Ouro, a Cia Vivarte conta a história os bastidores do teatro e convida o público a mergulhar no universo e nas desventuras de um jovem diretor e quatro atores veteranos nos minutos que antecedem a estreia de uma nova peça. Assim nasce uma trama divertida sobre os encontros e desencontros possíveis da arte teatral. Os ingressos estarão à venda ao preço de R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia) e a classificação indicativa é 14 anos.
A Sala de Teatro Nadir Pápi Saboya recebe o Coletivo As Nega com o solo de dança sobre intimidade, profundezas e abismos do ser humano. Uma dança sobre riscos, sobre corpo e alma. Os ingressos estarão à venda ao preço de R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) e a classificação indicativa é 12 anos.
Confira a programação completa do TJA no site: www.secult.ce.gov.br

“LUIZ GAMA: uma voz pela liberdade”

 


​ Déo Garcez e Nívia Helen em LUIZ GAMA | Foto Maurício Code

No mês em que marca os 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, a peça “LUIZ GAMA – Uma voz pela liberdade” entra em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) para reviver a trajetória do maior abolicionista nacional. Luiz Gama foi ex-escravo, jornalista, poeta, advogado autodidata e responsável pela libertação de mais de quinhentos escravos do cativeiro ilegal. Foi considerado oficialmente advogado em 2015, pela OAB, e, este ano, foi declarado por Lei como patrono da abolição da escravidão e herói da pátria. Apagado pela história e esquecido pela educação, Luiz Gama ressurge de corpo e alma no palco por meio da interpretação potente e marcante dos atores Déo Garcez e Nívia Helen. O espetáculo fica em cartaz de 11 de maio a 3 de junho, às sextas, sábados e domingos, sempre às 19 horas.

A biografia dramatizada “LUIZ GAMA: uma voz pela liberdade” é dirigida por Ricardo Torres e retrata não só a importância de Luiz Gama para o Brasil, mas, também, traz à tona reflexões sobre o preconceito nosso de cada dia. A dramaturgia, idealizada pelo ator e autor Déo Garcez, traz a força de um Brasil que luta contra a desigualdade racial. Nívia Helen completa a história do herói brasileiro passeando por diferentes personagens, sendo apresentadora, musa inspiradora e Luísa Mahin, mãe do abolicionista.
Nívia Helen em cena LUIZ GAMA | Foto Vivian Fernandéz

“Trazemos um novo formato de espetáculo intitulado: biografia dramatizada. Ele nos permite apresentar Luiz Gama a partir de seus escritos e de personagens que circulam por sua história. Os temas abordados são muito atuais, o que instiga o público a refletir e a propor novas discussões sobre a temática em suas realidades”, afirma o diretor Ricardo Torres.

A concepção da peça se baseia em uma visão histórica da vida de Luiz Gonzaga Pinto da Gama. Nas cenas, o ator Déo Garcez provoca diálogos que evocam a luta contra o racismo e a discriminação presente na sociedade brasileira do século XIX. A cenografia remete a uma ambientação clássica e intimista. Com uma mesa de canto e duas cadeiras antigas, o ator trabalha a dualidade das expressões teatrais; ora está sentado lendo, em momentos de reflexão e ora levanta-se para denunciar as mazelas da sociedade escravocrata. Seu movimento corporal é parte do jogo de revolta e embate envolvendo o advogado e a sociedade. Além disso, o espetáculo traz a mãe de Luiz Gama, encenada por Nívia Helen. Ela é múltipla, sendo consciência, mãe e narradora que transcende a cena, levando o público ao mergulho na dramaticidade.

O roteiro foi idealizado a partir da mescla entre a vida e obra de Luiz Gama. Em muitos momentos Déo Garcez traz poemas e textos do próprio abolicionista, dando mais veracidade a interpretação. Além disso, as cenas formam um constante jogo entre o que foi e o que é: a reflexão sobre a discriminação no passado com a reflexão sobre ela nos dias atuais.
​ Déo Garcez em cena LUIZ GAMA | Foto Vivian Fernandéz

SINOPSE:

A peça “LUIZ GAMA: uma voz pela liberdade” relata a história de um advogado negro que viveu entre 1830 e 1882, sofrendo todas as mazelas de se nascer numa época em que a cor da pele era sinônimo de servidão. Luiz Gama seria apenas mais uma criança com a realidade marcada pela sociedade escravocrata. Mesmo tendo nascido livre, já que seu pai era branco e sua mãe uma escrava alforriada, foi vendido como escravo, aos 10 anos, pelo próprio pai para pagar uma dívida de jogo. Gama desafiou o mundo e mudou seu destino. Aprendeu a ler e escrever e, depois, frequentou como ouvinte às aulas da faculdade de Direito. Como advogado, mesmo sem ter o diploma, atuou em defesa dos negros, libertando mais de 500 escravos do cativeiro ilegal.

A peça é um manifesto sobre um homem que lutou bravamente contra o preconceito racial, a favor da dignidade humana e em especial pela libertação dos escravos no Brasil. Vítima de exclusão histórica, Luiz Gama recebeu em 3 de novembro de 2015, após 133 anos de sua morte, o título de Advogado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O roteiro convida o público a repensar a realidade histórica de nosso país e permite uma intrínseca reflexão sobre nossos preconceitos contemporâneos preconizados na herança de um passado desigual e opressor.

As temáticas abordadas no espetáculo vão ao encontro das premissas do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. A peça se propõe a ser, também, uma atividade de ensino e de promoção das relações étnico-raciais para jovens estudantes.

Em síntese, a peça é uma biografia dramatizada de Luiz Gama, ex-escravo, jornalista, poeta, primeira voz negra da literatura brasileira, advogado abolicionista que libertou mais de quinhentos escravos do cativeiro ilegal, reconhecido oficialmente como advogado em 2015 pela OAB, hoje considerado o patrono do abolicionismo brasileiro e herói da pátria. O espetáculo convida o público a repensar nossa história oficial, trazendo uma importante reflexão sobre nossos preconceitos contemporâneos.
​ Déo Garcez em cena LUIZ GAMA | Foto Vivian Fernandéz
DÉO GARCEZ que atualmente faz a novela O OUTRO LADO DO PARAÍSO, de Walcyr Carrasco, na Rede Globo de Televisão, onde interpreta o personagem delegado Martinho, de Pedra Santa, formou-se em Bacharelado em Artes Cênicas e em Licenciatura em Artes Cênicas, ambas na Faculdade de Teatro Dulcina de Moraes em Brasília-DF, tendo sido aluno da própria Dulcina. Por causa de seu envolvimento com a figura histórica de Luiz Gama, inclusive com a montagem do trabalho sobre ele, Déo foi convidado para integrar a Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Estado do Rio de Janeiro pelo Presidente da CNVEN, Dr. Humberto Adami dos Santos Junior. Morando no Rio desde 1992, Déo Garcez tem em seu no currículo cerca de cinquenta peças teatrais entre autores nacionais e estrangeiros, tendo participado de diversos espetáculos ligados à causa da negritude. Das novelas as quais participou, destacam-se o Mucamo Paulo em “Xica da Silva” (Manchete), o André de “A Escrava Isaura” (Record), Senhor Morales em “Carrossel” (SBT) e Ezequiel em “O Cravo e a Rosa” (Globo). Dentre os prêmios de ator destacam-se o Troféu Raça Negra de Melhor Ator em 2007 pela AFROBRÁS–SP e o Prêmio Arleguim de Melhor Ator do Festival de Teatro do Rio de Janeiro em 2010.
​ Nívia Helen em cena LUIZ GAMA | Foto Vivian Fernandéz

Atriz: NÍVIA HELEN, atriz formada pela Universidade de Brasília-UnB, apresentadora, telejornalista, dubladora, diretora e professora de teatro. Trabalha profissionalmente há 27 anos na área e tem em seu currículo 3 novelas na Rede globo (Laços de Família, Começar de Novo e Paraíso Tropical), além de várias participações em novelas e programas de Tv na Globo e Rede Record, apresentou programas na TV Cultura, TVE (Canal Brasil), Rede Petrópolis de Televisão, reportagens na Rio TV Câmara, além de muitos institucionais, 05 peças de teatro, 06 filmes e uma indicação à melhor atriz no Festival Internacional de Cinema de Brasília.
​ Ricardo Torres (Diretor) | Foto: Vivian Fernández
DIRETOR: RICARDO TORRES já dirigiu peças de grandes autores do teatro mundial: Harold Pinter, Maquiavel, Jean Genet, Garcia Lorca, Michel de Ghelderode e Oscar Wilde; do teatro nacional: Dias Gomes, Jorge Andrade, Alcione Araújo, Luiz Fernando Emediato e WJ Solha; e várias de sua própria autoria. Além de autor e diretor, também faz cenários, figurinos, adereços e sonoplastia. É, ainda, roteirista, professor, professor de teatro para terceiro grau e jornalista.

 

 

SERVIÇO:

LUIZ GAMA: uma voz pela liberdade

Com Déo Garcez e Nívia Helen – Direção: Ricardo Torres

Produção: Alan de Jesus e Mário Seixas / MS Events

De 11 de maio a 03 de junho de 2018

Sextas, sábados e domingos, às 19h.

CCJF – Centro Cultural Justiça Federal – Avenida Rio Branco, 241, Centro, Rio de Janeiro/RJ.

Ingressos: R$ 30 inteira e R$ 15 meia-entrada

Vendas: ingressorapido.com. br

Duração: 55 minutos

Classificação: Livre

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Déo Garcez e Nívia Helen

Stand- in: Soraia Arnoni
Direção, figurino e cenografia: Ricardo Torres.

Dramaturgia: Déo Garcez

Áudio de abertura (voz): Milton Gonçalves

Trilha sonora: Déo Garcez e Ricardo Torres
Iluminador: Vinícius Gaspar, Alan Leite e Arildo Jr
Produção: Alan de Jesus e Mário Seixas / MS Events.

Coprodução: Olhos D’Água

Programação visual: Mário Seixas

Assessoria de Imprensa: Alan de Jesus e Márcia Araújo.
Fotos: Jean Yoshii, Maurício Code e Vivian Fernández.

AS OLÍVIAS EM 5 HISTÓRIAS NEURÓTICAS CHEGAM EM MAIO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA


Fotos: Evelyn Castilho

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 04 a 06 de maio de 2018, o espetáculo ‘Riso Nervoso’, uma comédia que apresenta novas facetas do grupo As Olívias. Depois de quase uma década em cartaz com o espetáculo ‘As Olívias Palitam’ e diversos trabalhos para internet e TV, elas retornaram ao teatro e se aventuram em uma
dramaturgia mais elaborada, sem perder o olhar nonsense sobre o cotidiano, uma das marcas do grupo, reconhecido nacionalmente pelo humor rápido das esquetes.

No palco, Izabela Pimentel, Lívia Camargo, Renata Augusto, Sheila Friedhofer e Victor Bittow dão vida a mais de 50 personagens, em cinco histórias em que figuras comuns são levadas a situações patéticas e absurdas por conta de suas neuroses.

Com texto e direção de Michelle Ferreira, um dos destaques da nova dramaturgia paulistana, indicada ao Prêmio Shell de melhor autora em 2013, o espetáculo também trata sobre as coisas que nos tiram do
sério no dia a dia: nossa relação com a burocracia e as instituições, nossa necessidade de reclamar de tudo, a
competitividade e a comparação constante com os outros ao nosso redor, a pressão para sermos conectados e atualizados, termos filhos, estarmos dentro de padrões de beleza e de comportamento, dentre
outros temas.

 

AS OLÍVIAS
Formado nos corredores da Escola de Arte Dramática (EAD/USP) pelas atrizes Cristiane Wersom, Marianna Armellini, Renata Augusto e Sheila Friedhofer – além da roteirista Andréa Martins e do diretor Victor
Bittow – As Olívias são um grupo de comédia que resolveu transformar em humor seu jeito inusitado de ver o mundo.

A estreia aconteceu em 2005, com o espetáculo AS OLÍVIAS PALITAM, em São Paulo, que trouxe à cena o humor afiado das mulheres, em um universo, em geral, dominado pelos homens. Desde então, já foram vistas no teatro por milhares de espectadores, além de terem participado dos principais festivais de humor de todo País.

O humor do grupo também ganhou espaço na internet, com a websérie As Olívias Queimam o Filme, lançada em 2009, e com uma segunda temporada em 2010. Com participação especial de convidados como
Anderson Bizzochi, Elídio Sanna, Marco Gonçalves, Oscar Filho, Rafinha Bastos e Rafael Cortez , a série conta com milhões de acessos no YouTube. Depois da internet, As Olívias estrearam também na tv, em 2011, com um programa semanal no canal Multishow  – Olívias na TV .

 

FICHA TÉCNICA
Riso Nervoso – As Olívias em 5 histórias neuróticas

DRAMATURGIA E DIREÇÃO: Michelle Ferreira

ELENCO: Izabela Pimentel, Lívia Camargo, Renata Augusto, Sheila
Friedhofer e Victor Bittow

ILUMINAÇÃO: Ariene Godoy

CENÁRIO E FIGURINO: Anne Cerutti

SITE DO GRUPO: www.asolivias.com.br

 
SERVIÇO:

TEATRO: Riso Nervoso – As Olívias em 5 histórias neuróticas

LOCAL: CAIXA Cultural Fortaleza
ENDEREÇO: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

DATA: de 04 a 06 de maio de 2018

HORÁRIOS: sexta, 20h, sábado, 18h e 20h30, e domingo, 19h
DURAÇÃO: 75 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos

INGRESSOS: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Vendas a partir do dia 03 de maio, das 10h às 20h, na bilheteria do
local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770
www.caixa.gov.br/imprensa [8] | @imprensaCAIXA
ACESSE O SITE www.caixacultural.gov.br
SIGA A FANPAGE: facebook.com/CaixaCulturalFortaleza
BAIXE O APLICATIVO “CAIXA CULTURAL”

Dança contemporânea francesa encerra Projeto Giro das Artes em Fortaleza, dia 4 de maio

 

 

Depois do show StepUp, do grupo musical espanhol Aupa QUARTET, e do espetáculo teatral Hamlet, do suíço Boris Nikitin, o projeto Giro das Artes encerra no dia 04 de maio sua primeira edição com a dança contemporânea de duas atrações da França: Kubilai Khan investigations e Herman Diephuis. A programação acontece às 18 horas no Cineteatro São Luiz, com acesso gratuito. Além das apresentações, haverá workshop de dança ministrado pelos artistas convidados. A atividade é destinada a grupos e bailarinos locais convidados.

Uma das atrações é a companhia Kubilai Khan investigations, fundada há 20 anos e que tem mais de 30 criações representadas na França e em mais de 60 países. Ela traz ao Giro das Artes o solo Black Belt, com o intérprete Idio Chichava. Com criação coreográfica e música de Frank Micheletti e luz de Ivan Mathis, a obra chama o público a contemplar uma África em movimento a partir de uma visão interna e não fantasiada que se tem sobre o continente.

Na mesma noite o público vai conferir Tremor and More, dirigida por Herman Diephuis em colaboração com o bailarino brasileiro Jorge Ferreira, que é o intérprete desta obra. Neste trabalho exploram, através da dança, a capacidade de transformação do intérprete. Nascido em Amsterdã e residente em Paris, Herman Diephuis trabalhou como intérprete por muitos anos com coreógrafos como Régine Chopinot, Mathilde Monnier, Jean-François Duroure, Philippe Decouflé, François Verret, Jerome Bel, Xavier Le Roy e Alain Buffard. Em 2004 criou a associação ONNO para implementar suas próprias criações e projetos.

O GIRO DAS ARTES

O projeto Giro das Artes foi lançado este ano, trazendo ao Ceará artistas de três países com espetáculos e atividades formativas nos campos da música, do teatro e da dança. A mostra conta com um apanhado das dimensões e possibilidades de manifestações artísticas proporcionadas pelas diversidades históricas, geográficas e sociais dos territórios onde as obras foram criadas. O intercâmbio cultural proporcionado ao público é expandido por meio da realização de residência artística, workshop e palestra.

O Giro das Artes tem como realizadores a Quitanda das Artes, o Instituto BR Arte e o Cineteatro São Luiz. Patrocínio: Enel. Apoio cultural: Instituto Francês, Fundação suíça para a cultura Pro Helvetia, Embaixada da França no Brasil e Rede de Festivais – MIT SP, MID e Viva Dança. Produção executiva: Marco Zero. Produção: Cinco Elementos Produções. Apoio institucional: Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, através da Lei Nº 13.811, de 16 de agosto de 2006.

 

Serviço:

DANÇA

Giro das Artes apresenta os solos Black Belt, de Kubilai Khan investigations (França) e Tremor and More, de Herman Diephuis (França) – Dia 04 de maio, às 18h no Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro, Fortaleza/CE). GRATUITO. Informações: contato@quitandadasartes.com e (85)3235.4063.

FORTALEZA RECEBE O ESPETÁCULO “A VISITA DA VELHA SENHORA”, DE 10 A 13 DE MAIO, NO TJA

 

O texto do suíço Friedrich Dürrenmatt apresenta um olhar irônico sobre a fragilidade dos nossos valores morais, da justiça e da esperança. Depois de temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, o espetáculo está em turnê pelo Brasil e fica em cartaz em Fortaleza,de 10 a 13 de maio, no Theatro José de Alencar

“Encenar a Visita depois de A Alma Boa e Galileu é quase como finalizar uma trilogia”, diz Denise Fraga. “A trilogia de nosso eterno dilema entre a ética e o ganha pão.”

Em A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, espetáculo visto por mais de 220 mil pessoas, entre os anos de 2008 e 2010, a personagem principal perguntava: “Como posso ser boa se eu tenho que pagar o aluguel? Como posso ser bom e sobreviver no mundo competitivo em que vivemos?” Em Galileu Galilei, também de Brecht, espetáculo que esteve um ano e oito meses em cartaz e foi visto por mais de 140 mil pessoas, o tema é revisitado: Como posso ser fiel ao que penso sem sucumbir ao poder econômico e político vigente? Como manter meus ideais comprando meu vinho bom?

Agora chega A Visita da Velha Senhora, com 13 atores em cena, em que Friedrich Dürrenmatt expõe a fragilidade de nossos valores morais e de nossa noção de justiça quando a palavra é dinheiro. A protagonista da peça é quase a encarnação mítica do poder material, a milionária Claire Zachanassian, vivida por Denise Fraga, que com seu bilhão põe em xeque a cidade de Güllen.
O espetáculo é uma produção original do SESI São Paulo, cumpriu temporada em São Paulo e Rio de Janeiro. Está em Turnê pelo Brasil e em Fortaleza, “A Visita da Velha Senhora” estará em cartaz nos dias 10, 11, 12 e 13 de maio, no Theatro José de Alencar. Com patrocínio do Bradesco, parceiro e patrocinador de “Alma Boa de Setsuan” e “Galileu Galilei”, e realizado em Fortaleza através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, pela NIA Teatro, Ministério da Cultura e Governo Federal.
A direção é do cineasta Luiz Villaça, que depois do sucesso de Sem Pensar, de Anya Reiss, e A Descida do Monte Morgan, de Arthur Miller, retorna mais uma vez ao teatro. A montagem tem a sofisticação de contar com cenários e figurinos do mineiro Ronaldo Fraga, que foi o vencedor da 30ª edição do Prêmio Shell de Teatro de São Paulo. A batuta do maestro Dimi Kireeff, na direção musical, o desenho de luz de Nadja Naira, da companhia brasileira de teatro, Lucia Gayotto na preparação vocal, Keila Bueno nas coreografias e preparação Corporal e Simone Batata, no visagismo.

A Visita da Velha Senhora teve nominações ao Prêmio Shell nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga) e Melhor Figurino (Ronaldo Fraga) e ao Prêmio Aplauso Brasil nas categorias Melhor Atriz (Denise Fraga), Melhor Direção (Luiz Villaça), Melhor Arquitetura Cênica (Ronaldo Fraga) e Melhor Espetáculo Independente.
O enredo é aparentemente simples. Os cidadãos de Güllen, uma cidade arruinada, esperam ansiosos a chegada da milionária que prometeu salvá-los da falência. No jantar de boas-vindas, Claire Zachanassian impõe a condição: doará um bilhão à cidade se alguém matar Alfred Krank, o homem por quem foi apaixonada na juventude e que a abandonou grávida por um casamento de interesse. Ouve-se um clamor de indignação e todos rejeitam a absurda proposta. Claire, então, decide esperar, hospedando-se com seu séquito no hotel da cidade.

A partir dessa premissa, o suíço Friedrich Dürrenmatt nos premia com uma obra-prima da dramaturgia, construindo uma rede de cenas que se entrelaçam, cheias de humor e ironia, um desfile de personagens humanos e reconhecíveis que pouco a pouco, vão escancarando a nossa fragilidade diante do grande regente de nossas vidas: o dinheiro. Quem mata Krank? Cairá Güllen na tentação de satisfazer o desejo de vingança da milionária? Ou fará justiça? O que é fazer justiça? Até que ponto a linha ética se molda ao poder dinheiro?
Dürrenmatt caracteriza A Visita da Velha Senhora como uma comédia trágica e com seu humor cáustico nos pergunta: Até onde nos vendemos para poder comprar? Como o poder e o dinheiro vão descaracterizando os nossos ideais? Por outro lado, quanto nos custa a não submissão? O texto se desenrola abrindo ainda outros ramos de reflexão. Dürrenmatt era completamente obcecado pela questão da justiça e as sutilezas de suas fronteiras. O que é justo? O que significa justiça em nossos tempos? Até que ponto o valor moral da justiça se adequa ao poder? Reconhecível no Brasil nos dias de hoje? A Visita da Velha Senhora expõe questões que sempre estiveram em pauta na história da humanidade, mas que caem como uma luva em nossos tão tristes tempos.

“Acredito no poder de transformação pela arte. Na formação do indivíduo pela arte. O teatro como espelho do mundo, nos fazendo rir para nos reconhecer, dando voz a nossa angústia, dando palavras àquilo que pensamos e não sabemos dizer. O humor e a poesia nos ajudando a elaborar o pensamento para agir, para transformar, para viver criativamente, para por a mão da massa da nossa história”, afirma Denise Fraga. “Depois de dois anos e meio de A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, e um ano e meio de Galileu Galilei, do mesmo gênio alemão, sou mais uma vez surpreendida pela potente atualidade de um clássico. Não foi por acaso que cheguei a Dürrenmatt. Foi discípulo, bebeu em Brecht. Lá está o mesmo fino humor, a mesma ironia e teatralidade. Dürrenmatt também se faz valer do entretenimento para arrebatar o público para a reflexão”.
É natural finalizar tal “trilogia” com a obra máxima de Dürrenmatt. Como Brecht, Dürrenmatt é mestre em dissecar as relações de poder e os conflitos morais em suas obras, em questionar o papel do herói e a sua necessidade para uma sociedade justa, em fazer uso do humor para gerar reflexão. Nas três peças: Alma Boa, Galileu Galilei e A Visita da Velha Senhora, tudo isso está explícito. A diferença é que Brecht prefere desconstruir as ilusões de que nos alimentamos e propor uma possível transformação, enquanto Dürrenmatt as mantém vivas e ri delas por serem apenas isso: ilusões, enganos pelos quais lutamos e sempre lutaremos.
Por Denise Fraga

Amo a comédia porque confio no humor e na ironia como um poderoso agente para a reflexão. Só se ri daquilo que se entende. O humor chama o pensamento e, com isso, dá eficácia e prazer à comunicação de uma ideia. É incrível como muitos dos autores tidos como clássicos confiavam nisso, mas estão com a risada do público presa na poeira de suas linhas. É preciso sacudi-las, dar uma escovada, deixá-las voar.

Brecht dizia: divertir para comunicar. Me identifico com isso. Divertir o público e mandá-lo para casa em estado de reflexão é o que tem me garantido a sensação de plenitude com o meu ofício. O sucesso de ALMA BOA e GALILEU me confirmaram a popularidade de Brecht. Mais da metade de nosso público talvez nunca tivesse ouvido falar dele, mas nem por isso deixaram de ser completamente capturados por sua genialidade.
Esta necessidade de propagar aquilo que me tocou o coração, dar-lhe comunicação e clareza para ver mover no outro o que moveu em mim, se tornou mesmo a grande força motriz de meu trabalho. Tem dado certo. E a cada espetáculo, renovo minha esperança de continuar fazendo o Teatro em que acredito.

Ficha Técnica:

Autor: Friedrich Dürrenmatt

Stage rights by Diogenes Verlag AG Zürich

Tradução: Christine Röhrig

Adaptação: Christine Röhrig, Denise Fraga e Maristela Chelala

Direção Geral: Luiz Villaça

Direção de Produção: José Maria

Elenco: Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira, Eduardo Estrela,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Beto Matos, David Taiyu, Luiz Ramalho, Fernando Neves,

Fábio Nassar e Rafael Faustino

Direção de Arte: Ronaldo Fraga

Direção Musical: Dimi Kireeff

Trilha Sonora Original: Dimi Kireeff e Rafael Faustino

Desenho de Luz: Nadja Naira

Produção Executiva: Marita Prado

Preparação Corporal e Coreografias: Keila Bueno

Direção Vocal: Lucia Gayotto

Preparação Vocal: Andrea Drigo

Visagismo: Simone Batata

Assistente de Direção: André Dib

Assistente de Produção: Musical Nara Guimarães

Engenheiro de Mixagem: Fernando Gressler

Camareira: Cristiane Ferreira

Assistente de Iluminação e Operador de Luz: Robson Lima

Operador de Som: Janice Rodrigues

Cenotécnicos: Jeferson Batista de Santana, Edmilson Ferreira da Silva

Assessoria Financeira: Cristiane Souza

Fotografia: Cacá Bernardes

Making Off: Pedro Villaça e Flávio Torres

Redes Sociais: Nino Villaça

Programação visual: Gustavo Xella

Assessoria de Imprensa BH: Personal Press

Projeto realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Produção Original: SESI São Paulo

Patrocínio Exclusivo: Bradesco

Realização: NIA Teatro, Ministério da Cultura e Governo Federal
Serviço:

A Visita da Velha Senhora

Com Denise Fraga, Tuca Andrada, Fábio Herford, Romis Ferreira,

Maristela Chelala, Renato Caldas, Eduardo Estrela, Beto Matos, Luiz Ramalho,

Rafael Faustino, David Taiyu, Fábio Nassar e Fernando Neves
Dias 10, 11, 12 e 13 de maio

Quinta a sábado, às 20h; Domingo, às 18h

Theatro José de Alencar

Classificação: 14 anos

Duração: 120 min

Gênero: Comédia Trágica

Ingressos:

Plateia R$ 50,00 (R$ 25,00 meia); Frisa R$ 60,00 (R$ 30,00 meia); Camarote R$ 70,00 (R$ 35,00 meia); Torrinha R$ 40,00 (R$ 20,00 meia)

Ingressos à venda na bilheteria do Theatro de terça a domingo, das 14 às 20h

https://ingressando.com.br/a-visita-da-velha-senhora-10-05.html

Curta Mais Teatro recebe espetáculo “Devoração” da Companhia da Arte Andanças

 

“O que é próprio do resistir?”, “Qual a potência do corpo que resiste?”, essas são as inquietações que mobilizam a Companhia da Arte Andanças no espetáculo “Devoração”, a ser exibido no Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), no dia 27 de abril, às 19h. A programação faz parte do projeto Curta Mais Teatro, tem entrada gratuita e limitada a 60 pessoas – a plateia é acomodada no palco. A retirada dos ingressos inicia com uma hora de antecedência na bilheteria do Cineteatro.

Contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014, “Devoração” é um projeto com forte cunho antropológico e etnográfico e perpassa por questões relativas à moradia e habitação. “Não queremos esquecer que suportar o desassossego tem a ver com superar a indiferença, a anestesia de um mundo de excessos vazios, a paralisia dos corpos dóceis. Pontas de experiências, distantes e distintas, nos territórios mais diversos, nos falam de uma mesma capacidade de reinvenção: re-existir. Numa Fortaleza tão frágil, esse trabalho é uma pergunta: Como permanecer fortes?”, afirma o grupo.

Arte Andanças

A Companhia da Arte Andanças iniciou em 1991. Ao longo de mais de 20 anos de trabalho a Companhia reafirma a importância do encontro como prática artística, procedimento fundante de campos de forças, na arte e na vida. Atentos a diluição das fronteiras, entre linguagens e entre instâncias (arte e vida, por exemplo), interessa a Companhia refletir com mais sistematicidade sobre a relevância dos modos de vida na constituição dos processos criativos, e, mais especificamente, no tecido dramatúrgico das obras cênicas e performáticas.

“Devoração” tem direção e composição da coreográfica Andréa Bardawil; conta com os intérpretes-criadores: Sâmia Bittencourt, Aspásia Mariana e Wellington Gadelha; assistência de produção e acompanhamento de ensaios de Luisa Bessa; e figurino de Ruth Aragão.

 

SERVIÇO
Espetáculo “Devoração” da Companhia da Arte Andanças
Dia 27/04, às 19h, no Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro)
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 45 minutos
Entrada GRATUITA (limite de 60 pessoas – a plateia é acomodada no palco) – Retirada dos ingressos iniciam com uma hora de antecedência na bilheteria do Cineteatro.

Eva Wilma apresenta sua história no Theatro Via Sul Fortaleza

 

Em um espetáculo emocionante, a cantora Eva Wilma conta nos palcos do Theatro Via Sul Fortaleza, de forma lúdica, suas memórias e experiências de 65 anos de carreira artística, iniciada nas aulas de violão e canto com Inezita Barroso. Acompanhada por seu filho, Johnnie Beat, e William Paiva, entremeia suas conversas com a interpretação de canções que fizeram parte de sua e nossa história. O espetáculo “Eva Wilma – Casos e canções” acontece no dia 28 de abril, às 21 horas.

Sua impressionante e rica memória trará lembranças da convivência com colegas, grandes atores e atrizes, músicos, cineastas, produtores e empreendedores, que construíram a cultura das artes cênicas do nosso país, desde os primórdios do século XX, no teatro, no cinema, na televisão, nos livros e no suor da dedicação ao trabalho.

O público se emocionará com as histórias, poemas e canções. Do repertório de Inezita traz os clássicos “Uirapuru” e “Azulão”. De sua convivência com Badem Powell canta, em dueto com o filho, “Samba em Prelúdio”, de Baden e Vinícius de Moraes. Do sul do país e das lembranças de suas cantorias de infancia com os pais, “Felicidade”, de Lupiscínio Rodrigues. E de sua admiração pelo poeta Ferreira Gullar e pelo mestre Villa Lobos canta “Trenzinho Caipira”. O trio encerrará interpretando “Tempo Rei”, de Gilberto Gil, que permite sentirmos que “tudo permanecerá transcorrendo, transformando… tempo e espaço navegando todos os sentidos”.

 

 

 

 

Serviço:

Eva Wilma – Casos e canções
Data: 28 de abril
Horário: 21 horas
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Entrada: R$30/60 (superior); R$40/80 (inferior)
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas
Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Shopping Via Sul
Créditos fotos: John Will e Mila Maluhy