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“MOSTRA MUNDO GIRAMUNDO” CONTINUA ATÉ OUTUBRO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 


Foto: Divulga Ação

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, até o dia 21 de outubro, a “Mostra Mundo Giramundo”, uma coleção de peças de conteúdo lúdico e educativo que busca revelar o modo de trabalho e o processo criativo do grupo, nacionalmente conhecido por atuar com o universo do teatro de bonecos. O principal objetivo da “Mostra Mundo Giramundo” é a formação de plateia e criação de um espaço de reflexão crítica sobre o teatro de bonecos através de atividades multidisciplinares.

 

MOSTRA MUNDO GIRAMUNDO

O acervo não se limita à exibição convencional de uma coleção de bonecos, o que normalmente enfatiza apenas dimensões estéticas. Muito mais do que isso, a mostra revela as dimensões construtivas, mecânicas e cinéticas das marionetes, que priorizam o movimento e seus mecanismos.

Outro fator distintivo da mostra está na exibição organizada do processo de planejamento e construção de marionetes, suas etapas, ferramentas e abordagens. Isso pode ser qualificado como “acervo imaterial” do Giramundo, representado por seu know-how ligado ao design de bonecos. Nesse campo, destaca-se a rara exibição da coleção de desenhos, estudos e projetos para teatro de marionetes de Álvaro Apocalypse, criador do Giramundo e um dos grandes mestres mundiais desta expressão artística.

A dimensão histórica é representada na mostra por meio de cenas selecionadas dos principais espetáculos do grupo, de 1970 a 2014, com o intuito de compor uma trajetória visual das transformações pelas quais passaram as pesquisas da companhia.

 

Serviço:

Exposição: “Mostra Mundo Giramundo”

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: até 21 de outubro

Horários: terça a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h
Classificação indicativa: livre

Ingressos: entrada franca

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

Shopping Iguatemi Fortaleza traz exposição de insetos gigantes

 

Joaninha, vagalume, besouro-rinoceronte, gafanhoto, borboleta azul e aranha caranguejeira-brasileira. Todos estes insetos poderão ser vistos em réplicas hiper-realistas no Shopping Iguatemi Fortaleza a partir desta terça-feira (04), de 10h às 22h, na exposição “Natureza Gigante”. Com visitação gratuita, a mostra pode ser visitada até o dia 30 de setembro na praça central, em frente à loja Riachuelo, e na praça do elevador panorâmico.

A “Natureza Gigante” conta com placas informativas sobre cada uma das espécies, retratando além de suas características e curiosidades, os diversos efeitos positivos que estes animais proporcionam aos seres humanos, como o fornecimento de alimentos ao consumir materiais em decomposição e melhorar o solo.

Para Wellington Oliveira, superintendente do Shopping Iguatemi, a exposição tem como objetivo mostrar de forma lúdica e educativa a importância dos insetos no meio ambiente. “A mostra é uma verdadeira aula de ciências para os curiosos”, diz.

 

Sobre o Iguatemi

O Shopping Iguatemi Fortaleza tem 35 anos de existência. Empresa do grupo JCC – Jereissati Centros Comerciais, que também controla shopping centers em Belém (PA) e Campo Grande (MS), o Iguatemi Fortaleza traz números bastante positivos. São mais de 450 lojas e quiosques que reúnem o mais completo mix de compras, lazer, gastronomia e serviços de Fortaleza em mais de 90 mil metros quadrados de área. Distribuídos por corredores amplos e projetados para o melhor aproveitamento da iluminação natural, fazer um passeio pelo Iguatemi é experimentar conforto, comodidade e aproveitar o que a vida tem de melhor.

 

Serviço
Exposição Natureza Gigante

De 4 a 30 de setembro, de 10h às 22h

Praça Central, em frente à loja Riachuelo, e na praça do elevador panorâmico.

Visitação gratuita

 

Exposição do artista Silvio Rabelo tem abertura, na quinta-feira (06), no Dragão do Mar

 

Desenhista, pintor e escultor que domina a técnica da marchetaria – arte de ornamentar superfícies planas –, Silvio Rabelo será homenageado com a exposição “Silvio Rabelo reinventando a marchetaria”, que terá abertura próxima quinta-feira (6), às 19h, no Museu da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. O acesso é gratuito.

Sob curadoria de Valéria Laena, diretora de museus do Dragão, a mostra traça um percurso em torno de 40 obras do artista que revelam o olhar sensível para extrair das fibras naturais preciosos tons de madeira, numa expressão plástica que reúne marchetaria e pintura.

Silvio Rabelo destaca-se por ser autodidata assim como pela habilidade na criação de trabalhos com madeira a partir de pesquisa e experimentação. Suas obras ilustram capas de livros, discos e coleções relevantes do Brasil e exterior, compondo também exposições individuais no Museu da Cachaça, Tribunal Regional do Trabalho, Receita Federal, dentre outros.

 

Silvio por Descartes Gadelha

“Ao contrário do arrastão de tudo aquilo que é chamado de arte contemporânea em que o fazer manual é relegado, Silvio reabilita o poder da artesania. Isso nos acalma, lembrando em tempo, que somos humanos possuidores de alma.

Também nos alerta que a tecnologia (ainda) não conseguiu nos transformar em autômatos no rumo da extinção. Portanto, o artista prova que as mãos estão ligadas ao espiritual. No processo criativo faz uma sondagem arqueológica, uma das mais antigas artes, a marchetaria. Seu sentimento estético perfeitamente conectado com as mãos reconstitui e revitaliza essa arte; assim, faz uma assepsia nos olhares poluídos e infectados pelo lixo artístico da sociedade de consumo.

Proporciona novas possibilidades de ver e olhar o objeto artístico ao fundir a marchetaria com a expressão plástica da pintura, resultando numa reinvenção dessas duas técnicas numa só dimensão. Abandona a paleta das cores químicas pela paleta (botânica). Seu olhar de pintor ultrapassa o cromatismo artificial e penetra no lenho, âmago das fibras naturais para garimpar os mais preciosos tons de madeira.

A árvore abatida é replantada. Não existe a infração ecológica porque acontece o reflorestamento no sítio estético.

O artista sabe que a natureza é simples, sem arrogância e pretensão; também sabe que a natureza é a única harmonia legítima. Silvio incorpora esse princípio ao simplificar sua atitude diante da vida e da arte. Daí não mais há exuberância artificial das cores industriais que dominam as temáticas do consumismo. Agora, são as cores suaves e legítimas nos delicados pedacinhos de madeira utilizando a sensível técnica da incrustação. Com as folhas secas que caem no pé da árvore sempre renovando imagens, Silvio monta sua obra com o mesmo sentimento e olhares dos pintores engarrafadores das areias coloridas do Aracati e das bordadeiras da praia do Iguape. Sílvio Rabelo faz parte dessa importante casta de artistas cearenses”.
Sobre o artista

Autodidata no início da juventude, descobriu sua habilidade com a madeira e as possibilidades de criação advindas desse recurso natural renovável. Aos 20 anos, iniciou-se nas artes como entalhador e escultor.

A inquietude de sua mente criativa o levou a experimentos exploratórios imprevisíveis com restos de madeira, na tentativa de reaproveitar a matéria-prima que a cada dia parecia descortinar inúmeras possibilidades de expressões. Foi daí que, longe do academicismo, surgiu a empatia com a marchetaria, técnica que tem possibilitado um referencial para descobertas e reconstruções cognitivas.

O trabalho do artista retrata uma herança cultural interiorizada, somada a construção de subjetividade resultante de uma multiplicidade empírica.

O artista Sílvio Rabelo, desenhista, pintor e escultor é versado na técnica da marchetaria que constitui caminho frequente na produção de sua obra que hoje ilustra capas de livros e de discos importantes e compõe acervos relevantes no Brasil e no exterior. Participou recentemente da exposição que percorreu o Brasil em homenagem a Luiz Gonzaga com a curadoria de Bené Fonteles.
Exposições individuais do autor

Faculdade Integrada do Ceará – 2007

Receita Federal do Brasil – 2007

Luciano Cavalcante – 2008

Museu da Cachaça – 2009

Tribunal Regional do Trabalho – 2009
Prêmios

Vencedor por unanimidade do concurso para escolha da logomarca da CEDP – Companhia Estadual de Desenvolvimento Agrário e de Pesca – 1989.
Serviço:

Exposição “Silvio Rabelo reinventando a marchetaria”
Abertura: dia 6 de setembro de 2018, às 19h
Onde: nas salas 1 e 2 do Museu da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
Visitação de 7 de setembro a 4 de novembro de 2018, de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. Acesso gratuito

Classificação etária: Livre

Abertura de exposições “Contrastes” e “Expressões de Gênero” destaca as múltiplas linguagens no debate sobre feminismos e sexualidades

 

De 01 a 30 de setembro, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura recebe a VII Exposição Fotográfica “Contrastes – gênero, tempos, lugares, olhares” e a II Exposição de Ilustrações “Expressões de Gênero”. As exposições fazem parte da programação do Curta O Gênero 2018, que nesta edição traz como tema “Política e Democracia – revisitando conceitos e apontando alternativas a partir dos feminismos latino-americanos”.

As exposições se dedicam a transitar pelos campos das questões de gênero e sexualidade e suas interseccionalidades e ficam abertas à visitação do público das 14h às 20h.

VII Exposição Fotográfica Contrastes – “Gênero, tempos, lugares, olhares”

Organizada pela Fábrica de Imagens, a exposição é realizada desde 2012, com a proposta de acentuar os contrastes, continuidades e descontinuidades nas relações de gênero, a impossibilidade das mesmas serem lidas de um único ponto de vista e a afirmação política da diversidade como um valor humano inegociável.

Com a seleção de fotografias e concepção do projeto expográfico de Carolina Soares, a “Contrastes” apresenta o trabalho de oito fotógrafas e fotográfos, Camilla Michels , Jean dos Anjos, Matheus Dias, Wellington Soares Gomes, Debbie Debandada, Levi Mota Muniz ,Thyara Costa Praciano Sampaio, Ayana Cindy Kooy, Anne Joyce Lima Dantas e Micaela Ramos.

II Exposição de Ilustrações Expressões de Gênero

Em sua segunda edição, a exposição Expressões de Gênero se consolida como um espaço de promoção e valorização da arte desenvolvida por ilustradoras brasileiras. Os trabalhos apresentam em seus traços, múltiplas perspectivas dos feminismos e suas int1erseccionalidades, a partir do olhar descolonial. As ilustrações contam com a curadoria de Christiane Ribeiro Gonçalves, Taiane Alves e Jessika Thaís.

Para compor a exposição, foram selecionadas 10 artistas, Ananda Conceição de Santana, Estela Ribeiro Kuntz , Isadora Ramos Furlan , Josiane Aparecida dos Reis Pereira ,Lívia Pereira da Costa, Maria de, Fátima Peixoto Souza ,Mariamma Fonseca Santana ,Mariana Monteiro de Pinho, Mikaelly Raielly Silva Sampaio,Thais Mota Oliveira Almeida, além da acreana Luciana Nabuco, vencedora do Concurso de Ilustrações, que colore o Curta o Gênero 2018.

Sobre O Curta O Gênero

Evento cujo foco é nas discussões de gênero, sexualidades e feminismos, chega em 2018 à sétima edição, entre os dias 11 e 16 de setembro. A abertura será realizada no dia 11, às 14 horas, com a primeira mesa do VII Seminário Gênero Cultura e Mudança, na Caixa Cultural Fortaleza. O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o Centro Cultural Belchior, também recebem parte do projeto.

Todas as atividades são gratuitas, mas é possível ser solidário e colaborar com as ONG Velaumar e a Instituição de Matriz Africana Yle Ase Olonjudola, doando um quilo de alimento não perecível, um brinquedo ou um livro infantil. Os interessados em participar das atividades devem fazer o credenciamento, no dia 11, a partir das 9h.

 

Serviço:

VII Exposição Fotográfica “Gênero, tempos, lugares, olhares”

II Exposição de Ilustrações “Expressões de Gênero”

Data: 01 a 30 de setembro

Local: Multigaleria do Centro Cultural Dragão do Mar

Horário: 14 às 20h

Visitação gratuita

GALERIA MARIANA FURLANI APRESENTA EXPOSIÇÃO DO ARTISTA PLÁSTICO WILSON NETO

 

 

A Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea (MFAC) apresenta a exposição A Pintura como Paisagem, mostra individual do artista plástico cearense Wilson Neto, que abre para convidados no próximo dia 29 de agosto e fica em cartaz na capital cearense para visitação gratuita até o dia 01 de outubro de 2018.

 

Nessa mostra, Wilson Neto revisita temas orgânicos relevantes na história da arte e apresenta a pintura como território, como habitat, como lugar do artista, revelando, através da tessitura do trabalho e do diálogo com outros pintores, o peso histórico da pintura enquanto técnica e da temática envolvendo a natureza. “O acúmulo de signos na minha pintura, como escritos desconexos em busca de um texto claro, resultou em jardins, hortas, brenhas e florestas”, afirma o artista.

 

Para Cecília Castellini, pintora, desenhista, gravadora e autora do texto de apresentação da mostra, Wilson Neto vai acompanhado de referências históricas nessa excursão por jardins. “A paisagem foi celebrada na pintura ora como ambientação de uma cena, ora como descrição do desconhecido ou de um momento do dia e finalmente como uma sensação que somente a grandiosidade da natureza poderia descrever”, escreve Castellini, acrescentando: “Wilson faz o uso de elementos artísticos do começo do século XX, das cores do fauvismo, da quebra da perspectiva do cubismo e finalmente da pintura de sensações do impressionismo, criando janelas para experiências intimistas da engenhosidade de ser pintor.”

 
A exposição reúne um conjunto de 34 obras, entre pinturas e monotipias, desenvolvidas todas no primeiro semestre de 2018. São 25 pinturas (acrílica e óleo sobre tela) e 9 monotipias com formatos e tamanhos variados (obras de 38 x 25cm a 130 x 130 cm). Apesar da presença em trabalhos anteriores, a temática envolvendo a natureza, fragmentos de paisagens como que paraísos desejados pela humanidade, aparece, pela primeira vez, de forma preponderante em toda a mostra.

 

SOBRE O ARTISTA

Wilson Neto nasceu em 1980, em Fortaleza, Ceará, onde vive e trabalha. Formou-se em Letras. A atividade artística foi ganhando relevância em sua vida, se misturando à vontade de experimentar com materiais e suportes pouco convencionais. Isso resultou em atravessamentos pictóricos e visuais com tecidos, pigmentos, impressões, bordado, colagens, dentre outros meios que, imbricados, convergem para uma pintura acumulativa, imagética, construída por camadas e, por assim dizer, em expansão. Ao longo de quase 20 anos de carreira, já participou de inúmeras exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior.

 


SOBRE A GALERIA MARIANA FURLANI ARTE CONTEMPORÂNEA

Inaugurada em 2007, a Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea (MFAC) surge em meio ao cenário das artes da cidade de Fortaleza com a proposta inovadora de ser um local de múltiplo uso das expressões artísticas, em especial, nordestinas. Além dos cinco salões de exposições intercalados por um jardim central, a Galeria MFAC, que fica no coração da Varjota, bairro boêmio da capital que reúne charme, gastronomia e arte, passa a contar em 2018 com uma cozinha goumet.

Ao longo de mais de dez anos, a Galeria recebeu grandes exposições, mostras especiais de consagrados e de novos artistas e conversas sobre arte, entre outros eventos.

 

Serviço:

Evento: Exposição A Pintura como Paisagem, do artista plástico Wilson Neto
Abertura: 29 de agosto de 2018 (quarta-feira), às 19h
Visitação: 30 de agosto a 01 de outubro de 2018
Dias e horários: seg. a sex – 10h às 19h | sábado – 9h às 13h
Local: Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea
Endereço: Rua Canuto de Aguiar, 1401, Meireles, Fortaleza / Ceará
Telefones: (85) 3242-2024 / 98894-1206(whatsapp)

A narrativa silenciosa do quadrinista Rafael Sica a partir de 30 de agosto na Caixa Cultural Fortaleza

 

 

Dono de um traço único que preza a riqueza de detalhes em uma narrativa silenciosa, o quadrinista gaúcho Rafael Sica abre a exposição inédita “O Ordinário Rafael Sica”, no dia 30 de agosto na CAIXA Cultural Fortaleza. São mais de 150 obras que fazem um panorama de 15 anos da trajetória do artista, considerado um dos principais nomes das histórias em quadrinhos da atualidade.

Para a abertura, o quadrinista preparou uma publicação inédita, de tiragem limitada e distribuição gratuita ao público presente. Além disso, nos dias 31 de agosto, 01 e 02 de setembro, Rafael Sica produzirá um painel na galeria, onde os visitantes poderão acompanhar, ao vivo, o processo de criação do artista. A mostra poderá ser visitada até o dia 04 de novembro de 2018, com acesso gratuito.

Serão expostos originais de história em quadrinhos, além de gravuras e pinturas. A curadoria é do artista e pesquisador cearense Weaver Lima, que reúne em sua carreira a curadoria de exposições na área dos quadrinhos como “Luiz Sá – 100 anos”, “Monstra Comix”, “HQ CE”, “Desenhomatic LTDA”, “Seres Urbanos – Fanzines 90’s”, entre outras.

 

A obra de Rafael Sica

Grande parte da obra de Rafael Sica é composta por quadrinhos sem textos, característica encarada por muitos críticos como um dos grandes diferenciais de seu trabalho. A ausência dos diálogos se mostra como uma abertura à interpretação do leitor: “Existe uma narrativa, mas é gráfica, visual. Exige que o leitor complete o trabalho. Fui tirando o texto das tiras, diminuindo o número de palavras, fui me dando conta de como isso potencializava as interpretações”, explica Sica.

A produção de Rafael Sica traz questionamentos sobre o modo de vida do indivíduo urbano. Suas tiras são minicontos que fogem do óbvio e da piada, e com um diferenciado tom surrealista, trazem críticas às neuroses das grandes cidades e à massificação das pessoas afogadas na rotina pós-moderna.

Nascido em 1979 em Pelotas (RS), Rafael Sica é reconhecido como um dos mais importantes autores de sua geração. Começou sua carreira na segunda metade dos anos 1990, publicando charges e tiras em jornais da sua cidade. No início dos anos 2000 passou a publicar no jornal Folha de S. Paulo e na internet lançando o blog “Ordinário”. A página foi criada com o objetivo de ser um portfólio virtual, mas acabou se transformando em um dos mais acessados sites de quadrinhos do país.

Sica venceu duas vezes o Prêmio HQ Mix nas categorias Novo Talento (2005) e Web Quadrinhos (2009), com sua série “Quadrinhos Ordinários”. Tem livros publicados por diversas editoras do país. Lançou “Ordinário” (Companhia das Letras) em 2011 e “Tobogã” (Ed. Narval) em 2013. No ano seguinte, 2014, publicou “Novela” (BebelBooks) e, em 2015, “FIM – Fácil e Ilustrado Manifesto” (Editora Beleléu). Em 2017 lançou o livro “Fachadas” (Editora Lote 42) e participou do projeto Baiacu, criado por Laerte e Angeli, que resultou na revista “Baiacu” (Editoras Cachalote e Todavia). Rafael Sica é um dos criadores da “Parada Gráfica”, evento anual que acontece em Porto Alegre (RS) e reúne artistas da cena gráfica independente brasileira.

 

Serviço:

Exposição: O Ordinário Rafael Sica

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 30 de agosto a 04 de novembro de 2018 (abertura no dia 30 às 19h)

Horários: De terça a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: 14 Anos

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Rafael Sica em exposição inédita na Caixa Cultural Fortaleza

Tira de Rafael Sica

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 30 de agosto a 04 de novembro de 2018, a exposição “O Ordinário Rafael Sica”. Com mais de 150 obras, a mostra faz um panorama de 15 anos da trajetória do artista gaúcho, que é um dos principais nomes das histórias em quadrinhos da atualidade.

Rafael Sica é dono de um traço único que preza a riqueza de detalhes em uma narrativa silenciosa, mas extremamente contundente. Grande parte de sua obra é composta por quadrinhos sem textos, característica encarada por muitos críticos como um dos grandes diferenciais de seu trabalho. A ausência dos diálogos se mostra como uma abertura à interpretação do leitor: “Existe uma narrativa, mas é gráfica, visual. Exige que o leitor complete o trabalho. Fui tirando o texto das tiras, diminuindo o número de palavras, fui me dando conta de como isso potencializava as interpretações”, explica Sica.

A produção de Rafael Sica traz questionamentos sobre o modo de vida do indivíduo urbano. Suas tiras são minicontos que fogem do óbvio e da piada, e com um diferenciado tom surrealista, trazem críticas às neuroses das grandes cidades e à massificação das pessoas afogadas na rotina pós-moderna.

Para a abertura da exposição “O Ordinário Rafael Sica”, o quadrinista preparou uma publicação inédita, de tiragem limitada e distribuição gratuita ao público presente. Além disso, nos dias 31 de agosto, 01 e 02 de setembro, Rafael Sica produzirá um painel na galeria, onde os visitantes poderão acompanhar, ao vivo, o processo de criação do artista. A curadoria é do artista e pesquisador cearense Weaver Lima, que reúne em sua carreira a curadoria de exposições na área dos quadrinhos como “Luiz Sá – 100 anos”, “Monstra Comix”, “HQ CE”, “Desenhomatic LTDA”, “Seres Urbanos – Fanzines 90’s”, entre outras.

Sobre Rafael Sica

Nascido em 1979 em Pelotas (RS), Rafael Sica é reconhecido como um dos mais importantes autores de sua geração. Começou sua carreira na segunda metade dos anos 1990, publicando charges e tiras em jornais da sua cidade. No início dos anos 2000 passou a publicar no jornal Folha de S. Paulo e na internet lançando o blog “Ordinário”. A página foi criada com o objetivo de ser um portfólio virtual, mas acabou se transformando em um dos mais acessados sites de quadrinhos do país.

Sica venceu duas vezes o Prêmio HQ Mix nas categorias Novo Talento (2005) e Web Quadrinhos (2009), com sua série “Quadrinhos Ordinários”. Tem livros publicados por diversas editoras do país. Em 2011 lançou “Ordinário” (Companhia das Letras) e “Tobogã” (Ed. Narval). Em 2014 publicou “Novela” (BebelBooks) e em 2015, “FIM – Fácil e Ilustrado Manifesto” (Editora Beleléu). Em 2017 lançou o livro “Fachadas” (Editora Lote 42) e participou do projeto Baiacu, criado por Laerte e Angeli, que resultou na revista “Baiacu” (Editoras Cachalote e Todavia). Rafael Sica é um dos criadores da “Parada Gráfica”, evento anual que acontece em Porto Alegre (RS) e reúne artistas da cena gráfica independente brasileira.

 

Serviço:

Exposição: O Ordinário Rafael Sica

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 30 de agosto a 04 de novembro de 2018 (abertura no dia 30 às 19h)

Horários: De terça a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: 14 Anos

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Exposição em homenagem a Zé Tarcísio abre, nesta quinta (26), no Dragão do Mar

 

 

Nesta quinta-feira (26), às 18h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC|CE), será aberta a exposição “ZÉ: Acervo de Experiências Vitais”, em homenagem ao cearense Zé Tarcísio. A exposição com seu caráter panorâmico ocupará todo o museu, reunindo mais de 100 trabalhos, entre pinturas, esculturas, instalações, fotos e vídeos. A exposição segue em cartaz até novembro, com visitações gratuitas, de terça a sexta, das 9h às 19h (com último acesso até 18h30), e sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com último acesso até 20h30).

Com curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Cecília Andrade, a exposição decorre de um longo projeto de pesquisa, iniciado há quatro anos. Gerente do MAC|CE, Cassundé afirma que a ideia surgiu por ocasião da exposição “Carneiro”, que ocupou o Museu de Arte Contemporânea do Ceará em 2014, com uma sala em homenagem ao artista: “A partir daí, comecei a me aproximar mais do trabalho do Zé e fazer visitas constantes ao seu ateliê, o que despertou a minha curiosidade sobre alguns de seus trabalhos que estavam guardados há muito tempo, em mapotecas, alguns deles inéditos no Ceará e outros nunca apresentados”.

Segundo Cassundé, a inspiração para o recorte vem da afirmação do próprio homenageado, durante entrevista, em 1969: “Tudo que vivi se incorporou, automaticamente, ao meu acervo de experiências vitais, estando de uma ou outra forma, expresso em meus trabalhos”. ZÉ: Acervo de Experiências Vitais traz obras do acervo do artista, de coleções particulares e de importantes acervos institucionais como o do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, da Coleção do Museu de Arte Contemporânea do Ceará e do Centro Cultural do Banco do Nordeste do Brasil.

Conforme os curadores, a exposição não se propõe a fazer uma retrospectiva, e sim apresentar uma mostra panorâmica que aponta para alguns eixos importantes no trabalho de Zé Tarcísio. As obras não estão organizadas de forma cronológica, a fim de não fragmentá-las pelo tempo. Ao contrário, a disposição das obras foi concebida para potencializar a vitalidade dos trabalhos e a sua capacidade de resgatar a tradição para refletir sobre o contemporâneo. Os trabalhos são agrupados por questões que se vinculam a signos muito recorrentes, a exemplo das pedras, apresentadas como metáfora do corpo e da paisagem.

Trata-se de um conjunto de trabalhos que atravessam as questões do corpo e se projetam nas questões políticas que discutem o entorno, a ecologia, a preservação das dunas e uma natureza envolta pelo desejo. Algumas delas, criadas entre o final da década de 60 e o início da década de 70, apresentam grande carga política, como “Golpe” (1973), quando o artista esteve ligado a movimentos políticos e chegou a ter trabalhos apreendidos pela ditadura.

Estão representadas várias séries do premiado artista, que iniciou sua atuação nas artes nos anos 1960 e segue produtivo até a atualidade, como Loteamentos, Kaosmos, Nativos, entre outras. Constam trabalhos de técnicas e linguagens variadas, como desenho, pintura, gravura e escultura, apontando a versatilidade de Zé Tarcísio em seus 57 anos de produção em artes. “O talento de Zé Tarcísio não pode ser limitado. Embora a exposição privilegie o eixo das artes visuais, o recorte evidencia o perfil multifacetado do artista, que transita com muita fluidez entre diferentes linguagens artísticas, como cinema, teatro, cenografia e artes plásticas”, afirma a curadora assistente Cecília Andrade.

Entre os destaques da exposição, as esculturas “Movimento I” (1974), mais conhecida como “Regador”, e “Silêncio” (1973), ambas pertencentes ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Na passagem entre os dois pisos do Museu, uma grande instalação formada por ex-votos, que Zé Tarcísio reúne desde os anos 50, toma a forma de instalação, fazendo referência à relação com o sagrado e à questão da graça alcançada. Em outra sala, ganha destaque sua passagem pela figuração pop, entre as décadas de 60 e 70. A mostra exibe ainda um percurso audiovisual da construção do projeto e da composição curatorial, permitindo ao público adentrar na instância mais processual de elaboração da exposição.

Ao longo da mostra, o público também pode conferir a reprodução de trechos de entrevistas dadas por Zé Tarcísio à imprensa. As falas do artista são utilizadas como guia para o percurso. Até novembro, os visitantes poderão ainda participar de oficinas e palestras que abordarão, através da relação de Zé Tarcísio com outras linguagens, o seu fazer artístico.

 

Sobre Zé Tarcísio

José Tarcísio Ramos é pintor, artista intermídia, gravador, escultor, cenógrafo e figurinista. Nascido em 1941 em Fortaleza, inicia seus primeiros trabalhos aos 19 anos, no pensar artístico. No ano seguinte, viaja para o Rio de Janeiro, depois de ter conhecido Antônio Bandeira. Frequenta, por dois anos, o Curso Livre de Pintura na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1971, é comissionado por Walmir Ayala para ser um dos representantes brasileiros na VII Bienal de Paris. E, 1974, expondo no XXIII Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, ganha o prêmio nacional: uma viagem ao exterior. Em 1976, tem seu trabalho Regando Pedras reproduzido em selo pela ECT.

Em 1982, monta seu ateliê nos arredores do Centro Dragão do Mar. No ano seguinte, cria a Por Hipótese Produções. A década de 90 rende-lhe uma homenagem do Museu de Arte da Universidade do Ceará, o MAUC, por 30 anos de atividades artísticas e uma temporada na Europa e em Cuba. Em 2001, recebe a Medalha Boticário Ferreira, da Câmara Municipal de Fortaleza. No ano de 2002 Realiza oficinas de criatividade para Projeto de Interiorização na Escola Pública no Ceará. Já em 2003 retorna ao velho mundo, com algumas atividades: integra o júri da III Bienal Internacional de Arte Jovem, em Vila Verde , Portugal. Realiza sua primeira obra pública na Europa, na Escola Profissionalizante. Promove oficinas culturais para: crianças adolescentes na mesma cidade, e para 500 participantes no Convívio Nacional do Movimento Encontro de Jovens SHALOM em Montemor-o-Velho, em Coimbra, Portugal.

Durante o ano de 2004 realiza oficinas para jovens no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. No ano de 2005 com o prêmio do I Edital de Incentivo as Artes do Estado do Ceará, promovido pela SECULT, edita no formato de cd-rom seu arquivo geral. No mesmo ano retorna à Europa. Integra o júri na VI Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, Portugal. Apresenta o arquivo na Escola de Belas Artes da Universidade do Porto, Portugal.

Exposição “Promessa paga – Pinturas de José Tarcísio” no espaço Cultural correios de Fortaleza – 2006, “Viva a arte viva do povo brasileiro” – Museu Afro-Brasil de São Paulo – 2006/2007, Bienal São Paulo/Valencia – Encuentro Entre dos Mares – Espanha/2007, Exposição Caminhos da Serigrafia – Museu do Ceará 2009. Elos da lusofonia, Museu Histórico Nacional – Rio de Janeiro e Museu Afro Brasil, São Paulo – 2010.

2011 Elos da Lusofonia – curadoria Emanoel Araujo Museu Histórico Nacional – RIO Museu Afro Brasil – São Paulo Deuses D’ África-Visualidades brasileiras – Curadoria Emanoel Araujo – Museu Afro Brasil – São Paulo. Homenagem sala especial – Salão de Abril – Curadoria Ricardo Resende – Fortaleza CE.

 

Serviço:

Abertura da exposição “Zé: acervo de experiências vitais”
Data: 26 de julho de 2018
Hora: 18h
Local: Museu de Arte Contemporânea do Ceará
Acesso gratuito
Visitações até novembro de 2018, de terça a sexta, das 9h às 19h (com último acesso até 18h30), e sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com último acesso até 20h30).

MISS PLUS SIZE CEARÁ ANUNCIA MUDANÇAS NA PROGRAMAÇÃO E NOVIDADES.

 

 

A organização do Miss Plus Size Ceará anunciou a mudança de data e local da 7ª edição do evento, que será sediada no charmoso Marina Park Hotel no dia 27 de outubro. O evento contará com uma grande novidade também em sua programação, que passa a ter três dias, com oficinas, rodas de conversa, exposição de figurinos e shows.

O Miss Plus Size Ceará, já consolidou-se como o maior concurso de moda plus size do Nordeste, e traz à Fortaleza sua 7ª edição com candidatas de várias cidades do estado com a proposta de eleger a cearense, com manequim acima do 44, mais bela do estado.

As inscrições para o concurso estão abertas e vagas são limitadas. Atualmente o concurso já conta com 24 candidatas inscritas, que no período de pré-concurso participam de cursos para preparação com aula de passarela, moda e maquiagem e dos compromissos de misses. Além do título, a primeira colocada ganhará vale compras em lojas parceiras do evento e uma viagem para Buenos Aires em parceria com a JPE Turismo.

Serviço:

MISS PLUS SIZE CEARÁ 2018
Data: 27 de outubro (sábado)
Local: Marina Park Hotel
Informações e inscrições: (85) 98750.7982 ou 99906.6398
Realização: Plus Size Fashion Fortaleza e Via de Produção

Programação comemorativa ao centenário de Mandela é realizada no Dragão do Mar, nestas quarta (18) e quinta-feira (19)

 

Embaixadora de Gana no Brasil, Professora Abena Busia

 

No dia 18 de julho, o mundo inteiro celebra o aniversário de Nelson Mandela, primeiro presidente negro da África do Sul e um dos mais importantes ativistas internacionais dos direitos humanos, que chegou a receber o Prêmio Nobel pela dedicação às causas humanitárias, sociais e promoção da cultura de paz pelo mundo.

É o “Mandela Day”, também conhecido como o Dia Internacional de Nelson Mandela, que este ano chega a Fortaleza com programação especial gratuita e aberta no Dragão do Mar e em outros espaços da Praia de Iracema.

 

Formação

Nesta quarta-feira (18), Mandela completaria 100 anos. Para marcar a data, será realizado, a partir das 14h, no miniauditório do Museu da Cultura Cearense, o workshop “História Negra Através da Poesia: Mandela e a Memória Diaspórica”. A embaixadora de Gana no Brasil, professora Abena Busia, abordará referências histórico-sociais dos 27 anos em que Nelson Mandela permaneceu preso. Para participar, interessados devem se inscrever pelo email contato@ibraf.org.

Neste mesmo dia, às 16h, o auditório do Dragão sediará a conversa aberta “O Legado de Mandela”, com participação do Prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, do Presidente do Instituto Brasil África, João Bosco Monte, e da professora da UNILAB, Doutora Vera Regina, seguida de apresentação de grupo de maracatu. As ações integram a programação do Mandela Day, iniciativa da Prefeitura de Fortaleza, do Instituto Iracema e do Instituto Brasil África, com apoio do Instituto Dragão do Mar.

Na quinta-feira (19), das 17h às 19h, o Museu da Cultura Cearense realizará, no miniauditório, um Diálogo Cultural sobre “Autodefinição para a construção de uma luta negra no Brasil – Reflexões a partir do Apartheid”. Participam da conversa Luana Apolinário (Graduanda em Serviço Social pela UECE e militante do movimento negro) e Jamieson Simões (Pesquisador do Laboratório de Conflitualidades e Violência/COVIO/UECE, assessor do Comitê pela Prevenção aos homicídios na Adolescência e consultor do UNICEF).

O encontro visa promover a reflexão sobre esse período do Apartheid na África do Sul, mas também traçar paralelos com a história do Brasil e com a atualidade, além de colocar em foco a questão do racismo, discriminação, extermínio da população negra e também as formas de resistir frente a isso.

 

 

Presidente do Instituto Brasil África, João Bosco Monte
Exposição “Mandela: de prisioneiro a presidente”

Desde o dia 20 de junho, Mandela é homenageado no Dragão, com a exposição “Mandela: de prisioneiro a presidente”, em cartaz no Museu da Cultura Cearense. Com visitações gratuitas e abertas até 30 de julho, a mostra reúne 50 painéis com fotos e 9 peças audiovisuais que contam a trajetória do líder sul-africano. Dividida em seis temas, “A pessoa”, “O camarada”, “O líder”, “O prisioneiro”, “O negociador” e “O homem de estado”, a mostra traz detalhes sobre a vida pessoal e a luta política de Mandela.

É concebida pelo Museu do Apartheid e realizada pelo Instituto Brasil África (IBRAF), detentor dos direitos da mostra para o Brasil, e pela Fundação Nelson Mandela, com apoio do Instituto Dragão do Mar e do escritório Aldairton Carvalho Sociedade de Advogados.

Fortaleza foi a primeira cidade brasileira a receber a mostra que já passou por França, Suécia, Estados Unidos, Equador, Argentina, Peru e Luxemburgo e foi vista por mais de um milhão e 100 mil pessoas.

A exposição segue aberta a visitações até 30 de julho de 2018, de terça a sexta, das 9h às 19h (com acesso até as 18h30), e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Acesso gratuito.

 

Professora Doutora Vera Regina, da Unilab

Serviço:

Comemoração do Centenário de Nelson Mandela

Dia 18 de julho de 2018
Mandela Day no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
14h – Workshop com a Embaixadora de Gana no Brasil, Professora Abena Busia – “História Negra através da Poesia: Mandela e a Memória Diaspórica” (miniauditório do Museu da Cultura Cearense)
16h – Palestra “O legado de Mandela” com o Presidente do Instituto Brasil África, João Bosco Monte, e a Professora Doutora Vera Regina, da Unilab (Auditório do Dragão do Mar)
17h – Apresentação de grupo de maracatu
Acesso gratuito

Dia 19 de julho de 2018
Diálogo Cultural
17h às 19h – Autodefinição para a construção de uma luta negra no Brasil, reflexões a partir do Apartheid (miniauditório do Museu da Cultura Cearense)

Exposição “Mandela: de prisioneiro a presidente”

Em cartaz no Museu da Cultura Cearense até 30 de julho de 2018, de terça a sexta, das 9h às 19h (com acesso até as 18h30), e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Acesso gratuito.

Imagem Brasil Galeria abre exposição A Casa do Ser, de Ana Póvoas

 

​Nascida no Rio de Janeiro e residente em Pirenópolis (GO), Ana Póvoas morou em Fortaleza nos anos de 1984 a 1996 onde formou-se em Comunicação Social na UFC.

Em uma casa simples do povoado de Furnas, na histórica cidade de Pirenópolis, em Goiás, mora uma mulher, Alina, a Dona Nica. Na fachada, duas janelas e uma porta no meio. No interior, o retrato da memória afetiva que poderia ser do morador de qualquer pequeno sítio do país, de qualquer tempo. O corredor da casa dá passagem para o quintal com um grande bananal. Foi com a finalidade de comprar bananas nanicas para sua produção de frutas desidratadas que a fotógrafa Ana Póvoas conheceu Dona Nica e seu universo.

“A casa era de chão batido, panelas areadas ao redor do fogão de lenha, bancos de madeira; e talheres arrumados em série, sobre uma parede caiada de tempo. Telhas de barro à mostra. (…) Era um lugar simples, onde Nica morava com sua mãe, Dona Francisca”, diz a fotógrafa no livro A Casa do Ser, título da exposição que abre no dia 21 de julho, às 10h, na Imagem Brasil Galeria, em Fortaleza. “Não sabia por que, mas queria ter aquelas imagens pra mim, levar cada detalhe comigo”, conta a autora. E lembra da escritora e crítica de arte Susan Sontag: “fotografar é apropriar-se da coisa fotografada”.

Nascida no Rio de Janeiro, Ana Póvoas morou em Fortaleza no período de 1984 a 1996, onde formou-se em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Na época, já andava com uma câmera a tiracolo, colecionando seus afetos em imagens.

Sobre sua relação com Dona Nica, Ana conta no livro: “Iniciamos um trabalho juntas: eu comprava bananas para abastecer um negócio familiar de frutas secas; e, portanto, durante alguns anos, constantemente eu estava por lá. Dona Nica apontava com o facão, identificava o cacho que estava bom para ser colhido, cortava o caule da planta, e na sequência, eu carregava os cachos morro acima, durante a tarde toda (…) Diversas vezes, após o trabalho, ela me convidou a entrar na casa para um café. Com o tempo, percebi que aquela construção não era somente um lugar físico pra mim, mas simbólico. Uma casa onde há um silêncio no lugar das coisas. Silêncio dos objetos que envelhecem sem serem trocados com o tempo. Silêncio com cor de jardim, canto de passarinho, vento na folhagem, som de água que não para de jorrar, cheiro de jabuticaba”.

A cada nova visita à Dona Nica, Ana Póvoas colhia bem mais do que bananas nanicas. “Nesse contexto quase mágico, resolvi levar minha câmera, logo nos primeiros encontros. E comecei a fotografar a casa. Sem intenção, sem método, sem projeto. Apenas por ser uma fotógrafa ávida. Foi então que passei a colher bananas e imagens”, conta. “Era claro que Dona Nica não entendia o meu interesse em fotografar o seu lugar, juntamente com ela e seus objetos. Nem eu mesma entendia. Porém, a fotografia se estabeleceu definitivamente como um diálogo. E intensificou uma percepção poética, afetiva e simbólica daquela experiência”.

Ao rever os arquivos, capturados no período de 2007 a 2013, a fotógrafa identificou a possibilidade de desenvolver algo maior, o que resultou na edição do livro A Casa do Ser, lançado em 19 de agosto de 2017 no PIRI DOC, Festival de Cinema Documental de Pirenópolis. No mês seguinte foi em Goiânia, no Goyazes – Festival de Fotografia de Goiás e, mais recentemente, em março de 2018, no Festival de Fotografia de Tiradentes, um dos mais importantes eventos do gênero no país.

“A Casa do Ser trata disso: de como se faz um retrato. E um retrato será, para sempre, um veredicto. Um livro aberto. (…) Ou o extrato de um longo silêncio. Em qualquer lugar do mundo esse ‘outro’ será sempre ele mesmo. Quem deverá se modificar é o fotógrafo. É isso que acontece aqui, página por página. Há um jogo duplo, um segredo tênue que pertence a essas duas mulheres; e que nunca mais será do mesmo jeito, porque, na manhã seguinte, a casa não será a mesma”, relata, na apresentação do livro, Diógenes Moura, escritor e um dos mais conceituados curadores de fotografia do país que, durante 15 anos (1998 a 2013), foi curador de fotografia da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Para A Casa do Ser, de aproximadamente 130 imagens apresentadas por Ana Póvoas, escolheu 45, cuidadosamente organizadas para compor a obra.

 

Serviço:

Exposição e apresentação do livro A CASA DO SER, de Ana Póvoas – Abertura: Dia 21 de julho, às 10h, na Imagem Brasil Galeria (Rua Rocha Lima, 1707, Aldeota – Fortaleza/CE). Informações: (85) 3261-0525.

Livro A Casa do Ser.

Lucarna Casa Editorial.

85 páginas.

À venda na abertura da exposição por R$ 60,00.

SANA PREVIEW ACONTECE ATÉ 22 DE JULHO NO SHOPPING IGUATEMI

Just Dance e exposição de esculturas em tamanho real do Charizard e do Blastoise do Pokémon são algumas atrações do Sana Preview 2018, que acontece até 22 de julho, em frente à loja Riachuelo, no Shopping Iguatemi. A ação é uma amostra do que vai ocorrer no maior evento de cultura pop e oriental do Nordeste, o Sana 2018, nos dias 27, 28 e 29 de julho, no Centro de Eventos do Ceará.

Na amostra, o público poderá se divertir ainda com campeonato de Dragon Ball FighterZ e Tekken 7, ambos no PlayStation 4. Todos os dias terão quadrinistas e ilustradores no local e a presença das startups Frater Studio, com o jogo The Crown Stones: Mirrah, e Rastruando Studios, com o jogo Project E.t.A, nos finais de semana. O Sana Preview acontece no horário de funcionamento do shopping Iguatemi.

 

Serviço:

Sana Preview 2018

Data: 13 a 22 de julho de 2018

Local: Shopping Iguatemi (em frente à loja Riachuelo)

Horário de funcionamento do shopping

Entrada gratuita

Grand Arraiá tem como destaque ação solidária

 

 

O Grand Shopping está promovendo diversas atrações juninas para o seu público. As atividades seguem até dia 1º de julho, com exposição de figurinos, arraiá kids, quadrilhas e música ao vivo. Um dos diferenciais deste ano são as barraquinhas de comida típica, que apoiam ONGs e entidades solidárias. “Este ano, nós trouxemos mais de dez atrações para o shopping. Com as festas, é esperado um aumento de 15% no fluxo de pessoas no período”, diz a gerente de marketing do Grand Shopping, Carla Werneck.

Além de muita festança, o Grand Shopping também acrescentou às comemorações uma dose de solidariedade. Seis instituições filantrópicas foram convidadas para gerenciar as barraquinhas de comidas típicas durante o evento, que utilizarão os valores arrecadados para investir em projetos internos. As instituições apoiadas são Comunidade Servos Por Amor, Instituto Construindo Arte – INCA, Instituto Conselho Nova Vida, Centro Psicossocial do Ceará – Bem Me Quer, Lar Tintin e Sons da Vila.

Durante o período junino, as instituições estão sendo beneficiadas tanto pela venda de produtos como pela divulgação do trabalho que realizam.

 

Serviço:

GRAND ARRAIÁ

Exposição de figurinos Quadrilha Brilho do Sertão

Data: de 21 de junho a 1º de julho

Local: Praça de eventos – Térreo

Horário: das 10h às 22h

Barraquinhas de Comidas Típicas

Data: de 21 a 24 de junho e de 28 de junho a 01 de julho

Local: Praça de eventos – Térreo

Horário: das 16h às 21h

Apresentação Quadrilha Brilho do Sertão

Data: sexta-feira, 29 de junho

Local: Praça de eventos – Térreo

Horário: 20h

Arraiá Kids com Jujubanda

Data: domingo, 1º de julho

Local: Praça de eventos – Térreo

Horário: 17h

Apresentação Quadrilha Infantil Cai Cai Balão

Data: sábado, 30 de junho

Local: Praça de eventos – Térreo

Horário: 18h

Trio Pé de Serra Forró É o Novo

Data: sábado, 30 de junho

Local: Praça de eventos – Térreo

Horário: 19h30

Dragão do Mar celebra o centenário de Nelson Mandela com abertura de exposição internacional inédita no Brasil, no dia 20 de junho

 

 

Até 30 de julho, no Museu da Cultura Cearense, a mostra “Mandela: de Prisioneiro a Presidente” apresenta a trajetória do líder sul-africano. A abertura da exposição, concebida pelo Museu do Apartheid de Joanesburgo, é fruto de parceria entre o Instituto Dragão do Mar e o Instituto Brasil África e conta com patrocínio da Secult-CE.

Na rota de circulação de importantes exposições de artes visuais, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, abrirá para visitações, no dia 20 de junho, a partir das 10h, no Museu da Cultura Cearense, a exposição “Mandela: de Prisioneiro a Presidente”. Com acesso gratuito, a mostra ainda inédita no Brasil reúne 50 painéis com fotos e 9 peças audiovisuais que contam a trajetória do líder sul-africano, em celebração ao seu centenário, em julho.

A mostra traça o percurso da vida de Mandela desde o início do ativismo contra Apartheid, regime racista do governo sul-africano que negava à população negra direitos civis, sociais e econômicos. Dividida em seis temas, “A pessoa”, “O camarada”, “O líder”, “O prisioneiro”, “O negociador” e “O homem de estado”, a mostra traz detalhes sobre a vida pessoal e a luta política de Mandela, abordando seus 28 anos de prisão, a vitória no Prêmio Nobel da Paz, até a eleição como primeiro presidente negro da África do Sul, em 1994.

Fortaleza será a primeira cidade brasileira a receber a mostra que já passou por França, Suécia, Estados Unidos, Equador, Argentina, Peru e Luxemburgo e foi vista por mais de um milhão e 100 mil pessoas. “Para nós é um privilégio que o Dragão seja escolhido para receber uma mostra desse porte, ainda mais para apresentar ao público a trajetória de um dos mais importantes militantes da liberdade, da justiça e da democracia. Falar de Mandela é dar visibilidade à sua luta, mas sobretudo à nossa própria história”, diz Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar.

“A exposição Mandela: de Prisioneiro a Presidente promove um encontro muito instigante, porque ao mesmo tempo que traz a história da liberdade de Nelson Mandela e de sua nação, se assemelha com a história do próprio Chico da Matilde, o Dragão do Mar, que também lutou por liberdade, sendo um abolicionista”, afirma Fabiano Piúba, secretário da Cultura do Ceará.

Segundo o presidente do Instituto Brasil África, João Bosco Monte, a escolha de Fortaleza para abrir o circuito da mostra e do Dragão como sede foi natural: “Consideramos a força da cultura negra no Ceará, pioneiro na luta pela libertação dos escravos, e também levamos em conta que a capital cearense foi onde o Instituto Brasil África começou, para eleger Fortaleza como a primeira cidade brasileira a receber a exposição. O Dragão do Mar, que leva o nome de um dos mais importantes personagens da história abolicionista do Ceará, é também um centro de arte e cultura de nível internacional, que reúne todas as condições para a perfeita execução da mostra, tal como foi concebida pelo Museu do Apartheid, na África do Sul”.

Em visita técnica às instalações do Museu da Cultura Cearense, no dia 13 de abril, Christopher Till, diretor do Museu do Apartheid, disse estar ansioso: “Ver as instalações do Centro me deixou muito empolgado não só pelo espaço que temos disponível, mas também pelo que tenho ouvido sobre a significativa relação entre Fortaleza e a África. Eu acho que trazer o legado de Nelson Mandela para o Brasil, começando por Fortaleza, vai proporcionar uma importante troca com o povo brasileiro. Estamos ansiosos para trazer a exposição e promover o engajamento com o legado de Mandela de uma maneira bem visual e entusiasmante”.

Concebido pelo Museu do Apartheid, “Mandela: de Prisioneiro a Presidente” é realizada ainda pelo Instituto Brasil África (IBRAF), detentor dos direitos da mostra para o Brasil, e pela Fundação Nelson Mandela. Apresentado pelo Governo do Estado do Ceará, conta com patrocínio da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará e apoio do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, do Instituto Dragão do Mar e do escritório Aldairton Carvalho Sociedade de Advogados.

 

 

Serviço: Abertura Exposição “Mandela: de Prisioneiro a Presidente”

Data: 20 de junho de 2018

Hora: 10h

Local: Museu da Cultura Cearense – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)

Visitações até 30 de julho, de terça a domingo, das 9h às 19h (acesso até as 18h30) e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30).

Acesso gratuito.

Museu da Cultura Cearense – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

EXPOSIÇÃO ‘FRANCISCO BRENNAND – MESTRE DOS SONHOS’ ENTRA EM CARTAZ NESTE SÁBADO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Recife, Pernambuco, Brasil. Oficina de cerâmica e Parque de esculturas de Francisco Brennand. 90 anos de Francisco e 100 anos do espaço. Caixa cultural
Foto: Rafael Martins

 

A Caixa Cultural Fortaleza apresenta, de 09 de junho a 15 de julho de 2018, a exposição inédita Francisco Brennand – Mestre dos Sonhos, que reúne cerâmicas, pinturas e desenhos criados pelo artista pernambucano, aclamado mundialmente por sua arte sincrética, ancestral e extremamente peculiar.

A mostra reflete parte do universo místico e fantástico criado pelo artista na Oficina Cerâmica Francisco Brennand e no Parque das Esculturas, dois importantes espaços culturais mantidos em Recife (PE) e que reúnem mais de duas mil obras de arte. Francisco Brennand – Mestre dos Sonhos estará aberta à visitação gratuita de terça-feira a sábado, das 10h às 20h; e nos domingos, das 12h às 19h.

Com curadoria e projeto expográfico assinados por Rose Lima, a exposição conta com 31 obras do acervo original do artista, criadas em diversas fases da sua carreira. Seus trabalhos evidenciam temas como reprodução, mitologia, sexualidade, fauna e flora, personagens históricos e divindades, permeados por signos da tradição popular do Nordeste, bastante valorizados em suas criações.
“O público vai conhecer o homem Brennand e a riqueza da sua arte. A exposição pontuará seu timbre nordestino com referências diversas à sua família, à literatura, às vivências adquiridas e interações com outros artistas como Abelardo da Hora e Cícero Dias, seus tutores, e os amigos de sua geração que se influenciavam mutuamente como Ariano Suassuna e Lina Bo Bardi”, destaca Rose Lima.

A abertura da mostra vai acontecer no dia 09 de junho, a partir das 11h, com a presença de Marinêz Teixeira, museóloga e coordenadora da Oficina Brennand, em Recife, e Fritz Zehnle, responsável pelos projetos expográficos em todas as cidades onde a exposição de Brennand esteve.

Com realização da Via Press Comunicação, Francisco Brennand – Mestre dos Sonhos estreia em Fortaleza já tendo passado por Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Além de oportunizar o público a conhecer a arte de Brennand, a exposição é também uma homenagem em vida ao trabalho de um dos artistas plásticos mais importantes do país na atualidade.
Mais informações no release em anexo.

 
Serviço:
Exposição Francisco Brennand – Mestre dos Sonhos
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Abertura da exposição: 09 de junho de 2018, a partir das 11h, com a presença de Marinêz Teixeira, museóloga e coordenadora da Oficina Brennand, em Recife, e Fritz Zehnle, responsável pelos projetos expográficos em todas as cidades onde a exposição de Brennand esteve

Período de visitação: 09 de junho a 15 de julho de 2018
Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h
Classificação indicativa: Livre
Entrada franca
Acesso para pessoas com deficiência
Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770