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Espetáculo

Teatro Ceará Show recebe o espetáculo de Bruno Mazzeo “Enfim, Nós”

 

Com texto de Bruno Mazzeo e direção de Cláudio Torres Gonzaga, a peça “Enfim, Nós” com elenco formado pelos atores cearenses Larissa Goes e Luis Costa, chega ao Teatro Ceará Show, dias 17 e 24 de fevereiro, às 20h. O espetáculo foi aclamado pela mídia local e sucesso de público nas cinco apresentações anteriores.

ENFIM, NÓS foi escrita por dois experientes autores da TV, Bruno Mazzeo e Cláudio Torres Gonzaga; o primeiro, responsável por programas como Cilada, A Diarista e Junto e Misturado; o segundo, por Zorra Total e Sob Nova Direção, dentre outros. Aplaudido pela crítica e público, o espetáculo atingiu média de 96% da lotação no Teatro Folha em São Paulo, 97% no teatro Laura Alvim e 94% no teatro das Artes no Rio de Janeiro. Esteve em turnê por mais de 90 cidades, como Niterói, Vitória, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Maceió, Natal, Recife, São Luis, Salvador, Belém e Teresina. ENFIM, NÓS é sucesso por onde passa, atingindo a marca de mais de 600 mil espectadores.

ENFIM, NÓS conta em cena com a presença do novo casal, Larissa Góes e Luis Costa, atores cearenses em ascensão. Larissa interpretou o papel de Luzia na fase jovem da personagem na novela Velho Chico em 2016; Luis já é nome conhecido no Nordeste, por ter sido apresentador do Globo Esporte durante oito anos, ingressando em seguida na carreira de ator.

A peça conta a história de Zeca e Fernanda. Os dois vão passar o seu primeiro dia dos namorados juntos, desde que decidiram dividir o mesmo teto. Porém, um pequeno incidente faz com que eles fiquem presos no banheiro. Passar a noite trancados faz muitos sentimentos virem à tona na relação do casal, causando discussões sobre ciúmes, cobranças, manias, amor… Outros contratempos surpreendentes também marcam o roteiro. Sem dúvida, os personagens terão uma noite inesquecível, mesmo que tudo não saia exatamente como o planejado.

Este é um pequeno resumo da comédia “Enfim, nós”, que já foi encenado pelo próprio Bruno Mazzeo e artistas como Fernanda Souza, Maria Clara Gueiros e Ricardo Tozzi, Fernanda Vasconcelos e Cássio Reis, dentre outros pares. E para dar um toque especial à essa comédia romântica, a encenação conta com vozes em off de Luciano Huck, Heloísa Perissé e Leandro Hassum.

Definitivamente, todo casal, antes mesmo de unir os trapos, deveria passar pelo menos uma noite trancado no banheiro.
Serviço:
Enfim, Nós
Dias: 17 e 24 de fevereiro (domingo)
Horário: 20h
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada)
Local: Teatro Ceará Show – Av. Abolição, 2323 – Meireles
Vendas: www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do teatro
Informações: (85) 4012-3030

Espetáculo cearense que usa a LIBRAS em composições coreográficas inicia circulação pelo Nordeste

 

Os bailarinos Clarissa Costa e Jhon Morais apresentam o espetáculo ‘Felizes Para Sempre’, em Fortaleza, nos dias 07 e 11 de fevereiro, abrindo a agenda de circulação do trabalho pela região Nordeste. O espetáculo lança mão de uma pesquisa que envolve dança e a Língua Brasileira de Sinais (Libras). As sessões, em Fortaleza, acontecem de forma gratuita respectivamente na Escola Municipal de Educação Bilíngue Francisco Suderland Bastos Mota (Itaperi) e no Instituto Cearense de Educação de Surdos (Aldeota), às 9h. Além dessas duas sessões, o projeto vai passar por outra escola bilíngue em Fortaleza este mês e, em abril, entra em cartaz nas cidades de Natal (RN) e Recife (PE).

“Felizes Para Sempre” ironiza os picos de euforia comuns no começo das paixões e brinca com a efemeridade do sentimento de amor que nos inícios sempre parece eterno. O espetáculo, que estreou em 2016, é um leve e divertido melodrama com uma proposta cênica de dança integrada. No palco, os bailarinos vão construindo dramaturgia através de movimentos que alternam entre técnicas da dança de salão, referências do cinema mudo e gestos ou vocabulários da Língua Brasileira de Sinais.

Clarissa Costa, que está em cena e também assina a direção geral do trabalho, é graduada em Dança pela Universidade Federal do Ceará. Ela tem se dedicado há alguns anos a essa pesquisa, investigando possibilidades de criação coreográfica a partir da Libras, que foi, inclusive, tema do seu trabalho de conclusão de curso. “O movimento já é inerente à Libras”, explica, “é uma língua que envolve expressividade do corpo todo, nosso desafio com os trabalhos é transformar isso em um movimento dançado”.

Tanto Clarissa quanto o parceiro de cena, Jhon Morais, adotaram Libras como sua segunda língua e vêm se aprofundando nos caminhos dessa relação entre a dança e a língua de sinais. Juntos, eles já têm dois trabalhos nessa estética, o mais recente é Verdeouvir (2018), que envolve bailarinos surdos e ouvintes e se propõe a desconstruir estereótipos sobre a surdez e a relação de pessoas surdas com a música.

 

Oficinas
A agenda do projeto prevê realização de oficinas de improvisação e criação em dança nas cidades por onde o espetáculo vai passar. Usando a Língua Brasileira de Sinais como ferramenta inventiva de movimento e comunicação, os bailarinos propõem jogos que unem sinais próprios da Libras, posturas e máscaras de expressões nos mais diversos fluxos de movimento e proporções do espaço, trabalhando a força dos estados de presença e percepção através de toda a pele, olhos e movimentos.

Esta circulação do espetáculo conta com apoio da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) por meio do XIX Edital de Incentivo às Artes na categoria Dança.

 

Serviço:
Espetáculo “Felizes Para Sempre” em Circulação
Etapa Fortaleza

Data: quinta, 07, às 9h.
Esc. Municipal de Educação Bilíngue Francisco Suderland Bastos Mota
Local: Av Bernardo Manuel, 9970-A (Itaperi)

Data: segunda, 11, 9h.
Instituto Cearense de Educação de Surdos
Local: Av Rui Barbosa, 1970 (Aldeota)

Teatro Ceará Show recebe musical “Prometemos não chorar”

 

O teatro Ceará Show está abrindo as cortinas para novos espetáculos! E para começar com o pé direito apresentamos o musical de sucesso “Prometemos não chorar” em cartaz às quartas de fevereiro (6, 13, 20 e 27), às 20horas! O mais novo teatro cearense terá nova programação com espetáculos de comédia, infantis, musicais e mais! Venha fazer parte dessa nova fase do teatro cearense com o mais novo espaço cultural, no coração do Meireles: Teatro Ceará Show!

O Teatro Ceará Show é localizado no bairro de Meireles, uma das principais regiões de Fortaleza. Pertinho da praia, de hotéis e restaurantes, você vai encontrar o teatro com facilidade e vai aproveitar todo o espetáculo com muita comodidade.

 

Prometemos não chorar
O texto do espetáculo, escrito pelo diretor Glauver Souza em parceria com Vanessa Pinheiro e Bruno do Vale, passeia pelo universo brega, apresentando à plateia os sucessos e a estética do gênero. As canções foram escolhidas entre sucessos dos anos 1960 aos dias de hoje.

O elenco de 10 atores transporta a plateia à Fortal City, na década de 1950, para conhecer as irmãs Perfídia, Carol e Diana, que são obrigadas a trabalhar e conviver no Irapuan Clube, um bar comandado por Charlie Brown, já que a madrasta delas, Lady Laura, e sua filha, Sandra Rosa, usufruem de toda a fortuna que restou do falecido pai banqueiro das três. Enquanto Perfídia sonha em ser descoberta por Conceição, a famosa estrela de rádio, Diana se aproxima de Fernando, namorado de Sandra Rosa e sobrinho de Charlie Brown, e Carol continua investigando o mistério da morte de seu pai. Tudo muda quando ela chega perto da verdade, o que traz à tona a presença do Detetive Falcão para reacender a investigação.

As músicas bregas dão o tom indispensável na encenação. Com um repertório preenchido pelos maiores clássicos do gênero, PROMETEMOS NÃO CHORAR é uma viagem ao universo do romantismo exagerado e do amor sofrido. Todas as canções são interpretadas ao vivo pelos artistas. Figurinos e cenários transitam entre o luxuoso e o kitsch e revelam influência do Teatro de Revista de Walter Clark.

 

Serviço:

Prometemos não chorar
Dias: 6, 13, 20 e 27 (quartas de fevereiro)
Horário: 20h
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada)
Local: Teatro Ceará Show – Av. Abolição, 2323 – Meireles
Vendas: www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do teatro
Informações: (85) 4012-3030

O REGRESSO DUM BARQUINHO DE PAPEL ESTREIA NO THEATRO JOSÉ DE ALENCAR

Imagine mudar de gênero a cada minuto, sendo menino sempre nos minutos pares e menina nos ímpares. Esse dilema traça o percurso vivenciado pela criança no espetáculo infantil “O Regresso dum barquinho de papel”, que estreia no palco principal do Theatro José de Alencar nos dias 03, 10 e 24 de fevereiro, aos domingos, com sessões às 17h.
A obra se apropria do realismo fantástico para contar a história da criança que ora é Beta, ora é Beto. Nessa fábula ambientada em um vilarejo sem água, a personagem, que vive com a bisavó e a cadelinha Baleia, encontra um misterioso bicho gigante no meio da mata. Após esse encontro, a vida da personagem e também o vilarejo passam por mudanças e descobertas que trazem ao espectador reflexões sobre a infância e a relação da humanidade com a natureza. O espetáculo tem direção de Luís Carlos Shinoda, que também atua na montagem.
A peça é uma adaptação do texto “O Braço do Pai”, do dramaturgo Rafael Barbosa e utiliza a cena imagética, sem o uso de falas, com uma proposta sonora e sensorial. “O espetáculo trabalha com som, imagem e manipulação de objetos se desvencilhando das armadilhas da cultura midiática para a infância, como o excesso de colorido, a presença de personagens ingênuas e os roteiros fáceis que subestimam a aprendizagem das pequenas e dos pequenos”, pontua Shinoda.
Gênero na infância

O Regresso Dum Barquinho de Papel estreia no momento em que os estereótipos de gênero na infância são discutidos no país, aprisionando as crianças em caixinhas, dividindo as cores que podem usar, os brinquedos, as roupas, o comportamento, os ideais e os sonhos de cada uma. “Enquanto discurso, notamos que o trabalho que fomos desenvolvendo naturaliza a mudança de gênero daquela criança a tratando como um ser daquele universo fantástico, daquele vilarejo que é capaz de abrigar as mais fantasiosas criaturas. Deixamos os espectadores livres para construírem junto com a gente a identidade daquela personagem”, ressalta Gabi Gomes, atriz do espetáculo.

 

Relação com a natureza

Outra temática abordada no espetáculo é a proximidade da personagem com o meio ambiente e como essa relação se torna singular ao passar do tempo. Para Shinoda, “o espetáculo possui várias mensagens que se entrecruzam e deixam com que o público se identifique ao seu critério. Mas, é importante ressaltar a relação da criança com o Bicho Gigante, enaltecendo o carinho, o afeto e o respeito que o homem deve ter com os seres vivos – o cuidado com a natureza”.

 

Sobre o Cangaias

O Cangaias Coletivo Teatral surgiu em 2012 e atua nas áreas de pesquisa, formação e produção. Tem em seu repertório espetáculos infantis como “Miau!” e “O regresso dum barquinho de papel”; e o adulto “Na Colônia Penal”, obras que trazem reflexões sobre sociedade, contemporaneidade e seus desdobramentos.
O grupo participou de importantes festivais, como o For Rainbow, Festival Maloca Dragão, Festival Popular de Teatro de Fortaleza, Festival de Teatro de Acopiara, Festival de Teatro de Fortaleza, entre outros. Hoje, além de trabalhar com uma pesquisa de linguagem continuada, o grupo vem se ocupando em fomentar cada vez mais a formação em artes cênicas no estado com a realização de oficinas e, principalmente, do Curso Livre de Práticas Teatrais (CLPT).

 

Serviço: 
Estreia do espetáculo infantil O regresso dum barquinho de papel

Data: Dias 03, 10 e 24 de fevereiro

Horário: 17h

Local: Palco Principal do Theatro José de Alencar

Valor: Ingressos R$20 (inteira) / R$10 (meia)

 

“As Travessuras de Mané Gostoso” é atração para crianças e adultos na CAIXA Cultural Fortaleza

 

Foto: Rogério Alves

O brinquedo popular de madeira Mané Gostoso foi transformado em personagem de peça de teatro. As Travessuras de Mané Gostoso, da Cia Meias Palavras (PE) em parceria com a Casa Mecane (PE), continua em cartaz na CAIXA Cultural Fortaleza neste final de semana, dias 02 e 03 de fevereiro. Com direção do paulistano Fernando Escrich – vencedor do Prêmio APCA 2018 pelo conjunto de sua obra – o espetáculo estreou em 2014, fez temporada de sucesso em São Paulo em 2017, já participou de vários festivais e circulou pelo Nordeste, sempre divertindo o público de todas as idades.

A peça segue a linha de criação da companhia, que surgiu do encontro entre teatro, contos populares e a oralidade, em 2012. Traz no elenco os atores pernambucanos Luciano Pontes e Arilson Lopes, além de Samuel Lira, que executa a trilha sonora ao vivo. Desde as rimas do texto às músicas compostas especialmente para As Travessuras de Mané Gostoso, a oralidade é uma das características principais da montagem.

O texto de autoria do ator, escritor e dramaturgo Luciano Pontes é inspirado na literatura de cordel e traz personagens do teatro de mamulengo que foram rebatizados, como a mocinha Anarina, o forasteiro e vilão Bibiu, a fofoqueira Comadre Zuzinha e o cabo Zé Firmino. O enredo se desenvolve sempre a partir de uma disputa. O amor de Anarina, por exemplo, é motivo de briga entre Mané Gostoso e Bibiu; e a alma de Mané Gostoso se torna alvo da peleja entre Deus e o diabo.

A encenação potencializa as competições trazidas pelo texto quando permite, inclusive, que a plateia decida qual dos dois atores irá encenar o personagem-título da história no início da peça. “Assim como o próprio Mané Gostoso, o teatro aqui também é uma brincadeira. Não queremos esconder isso do público. Pelo contrário, as pessoas acompanham a trajetória desses atores como narradores, personagens, bonecos. Há uma proximidade”, explica o diretor Fernando Escrich. Cada um dos atores interpreta sete personagens, que mudam de acordo com a escolha do público em cada sessão.

A montagem dialoga com o teatro de mamulengos e com a literatura de cordel. Os bonecos utilizados na peça foram concebidos por Rai Bento, artista pernambucano integrante do grupo mineiro Giramundo, e esculpidos em madeira de mulungu, como são os bonecos tradicionais do mamulengo, pelo mestre Tonho de Pombos. Os figurinos de Joana Gatis, inspirados na estamparia artesanal, foram pintados à mão e fazem referência à xilogravura. A iluminação de Luciana Raposo lembra as festas populares. “É como se fosse o quintal de casa, o terreiro, com toda intimidade que esse ambiente proporciona”, defende o ator Arilson Lopes.

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:

Teatro: As Travessuras de Mané Gostoso

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Datas: 02 e 03 de fevereiro de 2019

Horários: Sábados, às 15h e às 18h | Domingos, às 15h

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre – recomendável para crianças acima de 06 anos

Ingressos: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia)

Vendas começam duas horas antes das sessões, na bilheteria do local.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

 

Acesse o site www.caixacultural.gov.br

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Instagram: @caixaculturalfortaleza

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“Prometemos não chorar” faz única apresentação no Theatro Via Sul Fortaleza neste domingo

 

 
O Grupo Ás de Teatro apresenta a comédia musical PROMETEMOS NÃO CHORAR, com única apresentação no Theatro Via Sul Fortaleza, sábado (27), às 20h. A peça, que tem grande engajamento nas redes sociais, já atraiu mais de 12.000 espectadores e participou de diversos festivais de teatro em Fortaleza.

O texto do espetáculo, escrito pelo diretor Glauver Souza em parceria com Vanessa Pinheiro e Bruno do Vale, passeia pelo universo brega, apresentando à plateia os sucessos e a estética do gênero. As canções foram escolhidas entre sucessos dos anos 1960 aos dias de hoje.

O elenco de 10 atores transporta a plateia à Fortal City, na década de 1950, para conhecer as irmãs Perfídia, Carol e Diana, que são obrigadas a trabalhar e conviver no Irapuan Clube, um bar comandado por Charlie Brown, já que a madrasta delas, Lady Laura, e sua filha, Sandra Rosa, usufruem de toda a fortuna que restou do falecido pai banqueiro das três. Enquanto Perfídia sonha em ser descoberta por Conceição, a famosa estrela de rádio, Diana se aproxima de Fernando, namorado de Sandra Rosa e sobrinho de Charlie Brown, e Carol continua investigando o mistério da morte de seu pai. Tudo muda quando ela chega perto da verdade, o que traz à tona a presença do Detetive Falcão para reacender a investigação.

As músicas bregas dão o tom indispensável na encenação. Com um repertório preenchido pelos maiores clássicos do gênero, PROMETEMOS NÃO CHORAR é uma viagem ao universo do romantismo exagerado e do amor sofrido. Todas as canções são interpretadas ao vivo pelos artistas. Figurinos e cenários transitam entre o luxuoso e o kitsch e revelam influência do Teatro de Revista de Walter Clark.

 

Texto original de Vanessa Pinheiro, Glauver Souza e Bruno do Vale
Grupo Ás de Teatro
Direção: Glauver Souza

 
Serviço:
PROMETEMOS NÃO CHORAR
Data: 27 de janeiro de 2019
Horário: Domingo, às 20h
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: R$40/R$20 (mezanino) e R$40/R$20 (plateia)
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas
Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Shopping Via Sul

Sítio do Picapau Amarelo prorroga temporada no Theatro Via Sul Fortaleza

 

 

O sucesso nas férias foi tanto, que o Theatro Via Sul Fortaleza prorrogou até o final de fevereiro a temporada do espetáculo Sítio do Picapau Amarelo – No reino das águas claras, história que sai de um dos maiores clássicos da literatura infanto-juvenil, escrita por Monteiro Lobato.

Produzido pela Escola de Atores Marcelino Câmara, o espetáculo traz um cenário rico e criativo, onde os empregados e alguns bichos do sítio se reúnem e cantam a trilha sonora ao vivo, juntamente com todo elenco.
Sinopse:

O cenário principal desta versão do clássico é um sítio, batizado com o nome de Picapau Amarelo, onde mora Dona Benta, uma velha de mais de sessenta anos que vive em companhia de sua neta Lúcia, ou Narizinho, como todos dizem, e a emprega Tia Nastácia. Narizinho tem como amiga inseparável uma boneca de pano velho chamada Emília, feita por tia Nastácia. Em um dos capítulos de reinações de Narizinho, Emília começa a falar graças à pílula falante do doutor Caramujo, um médico afamado do reino das águas claras, um palácio que fica no fundo do ribeirão do sítio. Durante as férias escolares, Pedrinho, primo de Narizinho, passa uma temporada de aventuras no sítio. Juntos, eles desfrutam de aventuras explorando fantasia, descoberta e aprendizagem. Em varias ocasiões, eles deixam o sítio para explorar outros mundos, como a terra do nunca, a mitológica da Grécia antiga, um mundo subaquático conhecido como reino das águas claras e o espaço exterior.

 
Serviço
Sítio do Picapau Amarelo – No reino das águas claras,

Datas: 26 e 27 de janeiro; 2, 3, 10, 16, 17, 23 e 24 de fevereiro de 2019

Horário: 17 horas

Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz

Ingressos: R$ 40 (Inteira) e R$ 20 (meia entrada)
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas

Informações: (85) 3099-1290

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.

Estacionamento no Shopping Via Sul

Marcelo Serrado apresenta show de humor no Theatro Via Sul Fortaleza


Com uma visão divertida e crítica sobre o momento atual em que vive o Brasil, o ator Marcelo Serrado apresenta o show de humor “O ATORmentado”, dias 12 e 13 de janeiro, no Theatro Via Sul Fortaleza.​

No show, Marcelo Serrado discorre sobre relacionamentos política,internet de uma maneira bem humorada! O ator fala sobre o momento atual que o país vive com uma visão divertida e critica…o tema sobre crianças também é narrado no espetáculo com muito humor pois o ator foi pai de gêmeos e descreve como foi o começo de cuidar de dois meninos iguais!

Ao final o ator faz uma interação com a plateia com dois improvisos que como o nome já diz cada dia sai de uma maneira.

 
Serviço:
“O ATORmentado”
Datas: 12 e 13 de janeiro de 2019​
Horário: 21h (sábado); 19h (domingo)​
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz​
Ingressos: R$60/30 (mezanino); R$80/40 (plateia alta/baixa)
Classificação etária: 16 anos
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas​
Informações: (85) 3099-1290​
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.​
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.​
Estacionamento no Shopping Via Sul​

Cia. Barca dos Corações Partidos apresenta “Suassuna – o Auto do Reino do Sol” no Cineteatro São Luiz


Suassuna – O Auto do Reino do Sol traz na essência uma série de características de seu homenageado. Ariano Suassuna (1927- 2014) – que teria completado 90 anos em junho de 2017 – defendeu incansavelmente a brasilidade e a valorização da cultura nacional, ao mesclar a arte popular e o universo erudito em todas as suas obras.

Idealizadora deste tributo ao escritor paraibano, a produtora Andrea Alves, da Sarau Agência, lançou o desafio para a Cia. Barca dos Corações Partidos e convidou três ilustres conterrâneos de Ariano para criar algo totalmente inédito, inspirado em seu legado e desenvolvido em um processo coletivo. Desta forma, nasceu o musical, com canções inéditas de Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho, encenação de Luiz Carlos Vasconcelos e texto de Braulio Tavares.

Em 2007, a Sarau Agência realizou uma grande programação para festejar os 80 anos de Ariano e, desde então, foi criado um vínculo do escritor com Andrea, responsável por todas as montagens da Barca dos Corações Partidos e por uma série de projetos que celebraram a arte brasileira nos últimos 25 anos. “Há algum tempo, Ariano me falou: ‘Não venha comemorar meus 85 anos, eu não vou morrer, quero que você festeje os meus 90!’. Naquele momento me senti condecorada e com uma grande missão pela frente”, conta a produtora.

A ideia inicial surgiu em conversas de Andrea com Ariano, que se confessava um palhaço frustrado e que elegeu o palhaço de O Auto da Compadecida como um dos seus personagens prediletos. “Assim, surgiu a ideia de uma grande homenagem ao palhaço de Ariano e pensei na reunião da Barca dos Corações Partidos com o que eu chamo de “trio paraibano”. Assim foi sendo criada esta peça inédita, com músicas e texto originais, mas totalmente inspirada no legado de Ariano”, resume Andrea.

A escolha de Ariano Suassuna foi também coerente com toda a trajetória da Barca dos Corações Partidos, fiel defensora de um repertório nacional e de um teatro que privilegia o intercâmbio de linguagens. Recentemente, o grupo arrebatou os principais prêmios da temporada (Prêmio APTR de Melhor Espetáculo, Música e Produção; Prêmio Shell de Direção para Duda Maia; Prêmio Cesgranrio de Direção, Direção Musical e Espetáculo; Prêmio Botequim Cultural de Melhor Espetáculo Musical, Direção, Autor, Ator (coletivo de atores), com Auê (2016), espetáculo construído apenas com músicas originais dos membros do grupo, responsáveis por utilizar no palco elementos de teatro, música, dança e performance. Com Suassuna – O Auto do Reino do Sol não foi diferente e a Barca alcançou recordes de indicações e troféus.

O grupo se formou no processo de Gonzagão – A Lenda (2012), celebração de outro ícone nordestino, Luiz Gonzaga, e logo em seguida reviveu um clássico de Chico Buarque (Ópera do Malandro, 2014), ambos com direção de João Falcão. A Cia. Barca dos Corações Partidos tem 4 espetáculos no repertório, 45 prêmios agraciados e um público de 478 mil espectadores.

Chico César, Braulio Tavares e Luís Carlos Vasconcelos assistiram aos dois primeiros trabalhos e aceitaram na mesma hora o convite para se unir nesta nova empreitada. “Além de ser um espetáculo que homenageia os 90 anos de Ariano Suassuna, quero falar do meu fascínio com essa trupe. Sempre trabalho com meus atores, com o meu grupo. Sempre tive receio de pegar um trabalho de outra companhia, mas tudo se dissipou em nosso primeiro encontro. É fascinante observar todas as possibilidades que estes atores tem como músicos, cantores, atores e palhaços”, diz Luís Carlos, fundador do celebrado grupo Piollin e diretor de montagens emblemáticas, como Vau da Sarapalha, em repertório desde a estreia, em 1992.

O texto e as canções do musical foram produzidos ao longo do processo de ensaios, que começou ainda no ano passado, quando o elenco fez uma série de oficinas circenses e também excursionou pelo Nordeste brasileiro no que foi chamado de Circuito Ariano Suassuna. Guiados por Dantas Suassuna, filho de homenageado, a trupe esteve em Casa Forte (Recife), conheceu a famosa Pedra do Ingá e visitou a fazenda de Taperoá (Paraíba).
Entre muitas palestras e oficinas, o grupo se preparou para o intenso processo criativo, em que se reuniram por oito horas diárias e apenas uma folga semanal nos últimos quatro meses.

Neste período, Braulio Tavares idealizou a história central da montagem, centrada em uma trupe de circo-teatro e nos acontecimentos de uma noite de apresentação do grupo. O picadeiro de um circo é o cenário perfeito para aparecerem personagens de Ariano, como João Grilo e Chicó (‘O Auto da Compadecida’) e outros conhecidos tipos da Literatura Clássica, além de servir como pano de fundo para as histórias dos integrantes da companhia fictícia.

O projeto sempre quis falar de Ariano sem, no entanto, apresentar um espetáculo biográfico ou mesmo uma adaptação de suas obras. “Quando entrei na história, já estava decidido que não seria um espetáculo Armorial e que teríamos a liberdade de subverter, de trazer o Ariano de outras formas. A criação foi toda impregnada de Ariano, de seus personagens e de seu universo”, relata Luís Carlos Vasconcelos, que trouxe toda a sua imensa bagagem como palhaço para o processo. “É uma homenagem ao Ariano palhaço. O público é guiado por uma espécie de Palhaço Mestre de Cerimônias, como era habitual em seu teatro”, diz.

A parte musical seguiu pelo mesmo caminho. Os textos poéticos e as letras das músicas usam as formas tradicionais de poesia popular que foram cultivadas por Ariano, como a sextilha, a décima, o martelo e o galope. Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho, mostravam as melodias e algumas letras surgiam de improviso, outras cabiam exatamente em alguns trechos do texto. A maioria das letras ficou a cargo de Braulio Tavares, mas também tem canções de outros integrantes da companhia, como Adrén Alves e Renato Luciano. “Contaminação é a palavra que define todo este projeto. As melodias foram contaminadas pelas letras e vice-versa. Criamos algo novo, mas totalmente contaminado por Ariano”, analisa Chico, a quem o escritor chegou a dedicar um livro de poesias.

Ficha Técnica:

Uma encenação de Luiz Carlos Vasconcelos
Texto: Bráulio Tavares
Música: Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Tenho
Idealização e Direção de Produção: Andrea Alves
Com Cia. Barca dos Corações Partidos: Adrén Alves, Alfredo Del Penho, Beto Lemos, Fábio Enriquez, Eduardo Rios, Renato Luciano e Ricca Barros.
Atriz convidada: Rebeca Jamir
Artistas convidados: Chris Mourão e Pedro Aune
Cenografia: Sérgio Marimba
Iluminação: Renato Machado
Figurinos: Kika Lopes e Heloisa Stockler
Design de som: Gabriel D’Angelo
Assistente de direção: Vanessa Garcia
Assessoria de Imprensa: VP Comunicação
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno
Produção Executiva: Raphael Baêta

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• VENCEDOR DO PRÊMIO BIBI FERREIRA: MELHOR ATOR (Adrén Alves), Melhor Musical Brasileiro, Melhor ator Coadjuvante (Eduardo Rios) e Melhor Música Original (Chico César, Beto Lemos, Alfredo Del Penho, Adrén Alves, Renato Luciano e Braulio Tavares).
• VENCEDOR DO PRÊMIO APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte): Melhor Espetáculo.
• VENCEDOR DO PRÊMIO REVERÊNCIA DE TEATRO MUSICAL: Categoria Especial – Elenco da Cia. Barca dos Corações Partidos por ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’ e ‘Auê’.
• VENCEDOR DO PRÊMIO CESGRANRIO nas categorias Melhor Espetáculo, Direção Musical (Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho), Figurino (Kika Lopes e Heloísa Stockler) e Ator em Musical (Adrén Alves).
• VENCEDOR DO PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL nas categorias Melhor Espetáculo, Direção (Luiz Carlos Vasconcelos), Autor (Braulio Tavares), Ator (Ádren Alves), Direção Musical e Figurino.
• VENCEDOR DO PRÊMIO SHELL nas categorias Melhor Música (Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho), Figurino (Kika Lopes e Heloísa Stocker) e Melhor Autor (Braulio Tavares).
• VENCEDOR DO PRÊMIO APTR nas categorias de melhor Autor (Braulio Tavares), Ator coadjuvante – (Fábio Enriquez), Música (Alfredo Del-Penho, Beto Lemos e Chico Cesar), e Figurino (Kika Lopes e Heloísa Stockler).
• MELHOR ESPETÁCULO pelo júri do Guia da Folha de S. Paulo
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Serviço:

SUASSUNA – O AUTO DO REINO DO SOL
Local: Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Centro
Dias 24 e 25 de novembro – Sábado às 19h e domingo às 18h
Classificação: 14 anos
Duração: 120 minutos
Gênero: Musical
Ingressos: R$ 50,00 plateia | R$ 40,00 balcão
Vendas: na bilheteria do teatro e no site => www.tudus.com.br

Cia. de Dança Rastro, de Quixadá, participa de Festival de Teatro em Portugal, em parceria feita pela Casa de Saberes Cego Aderaldo

A Casa de Saberes Cego Aderaldo, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), em articulação de parceria junto ao Instituto Dragão do Mar, proporciona a ida da Companhia de Dança Rastro, de Quixadá, para o Festival Internacional de Teatro ACERT ( 24º Finta), que acontece na cidade de Tondela, em Portugal, de 14 a 17 de novembro de 2018.

Oito artistas do Sertão Central embarcam nesta quinta-feira, 15/11, para Portugal. Integrantes da Cia. Rastro estarão apresentando no Festival, um espetáculo sobre os Campos de Concentração em Senador Pompeu – O CURRAIS, que foi criado a partir de uma parceria da Companhia de Dança de Quixadá com o Instituto Assum Preto de Senador Pompeu, financiado pela Secult, pelo Edital Incentivo às Artes 2015. O Tema dos Campos de Concentração na cidade de Senador Pompeu e no Estado do Ceará é objeto de pesquisa da Casa de Saberes Cego Aderaldo desde 2016.

O intercâmbio dos artistas neste festival é fruto de uma articulação que vem desde o Fevereiro de 2018 quando a Coordenadora da Casa de Saberes Cego Aderaldo, Paula Geórgia Fernandes, esteve em Portugal em atividades de articulação junto à Universidade do Porto e de Aveiro. Em julho, junto às outras três escolas de Saberes do Ceará, aconteceu o II Encontro de Artes Culturas e Saberes dos Sertões, realizado no equipamento da Secult e também nas cidades de Juazeiro do Norte, Farias Brito, Crato e Barbalha.

Outras instituições como a Universidade do Porto, a Universidade de Angola, a Associação ACERT (Grupo de Teatro Thigolimpo e Ceramistas), Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação José Saramago foram parceiros na realização e estiveram presentes nas ações do encontro, que foram desde palestras, rodas de conversa, às vivências. Foram a partir dessas vivências que o convite à Cia Rastro surgiu.

“Esses artistas quixadaenses participam pela primeira vez desse evento de caráter internacional e de grande importância para o meio artístico das artes do espetáculo. O contato com o festival Finta se deu a partir uma parceria que a Casa de Saberes Cego Aderaldo já possui com a Faculdade do Porto através do curso de Belas Artes, que nos levou ao encontro com os artistas do Grupo Trigo Limpo de Teatro ACERT. Assim surgiu a oportunidade de um intercâmbio, onde recebemos os artistas em julho, vindos com o apoio direto da Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação José Saramago e o Concelho de Tondela.

Cinco Artistas da cidade de Tondela – sendo três artistas do grupo de Teatro Trigo Limpo da ACERT e dois artistas da arte da cerâmica – vieram em julho para o Encontro de Saberes realizado pela Casa de Saberes Cego Aderaldo. Esses três artistas do grupo de Teatro realizaram uma vivência compartilhada com vários artistas da região do Sertão Central e posteriormente no Cariri. Os integrantes da Companhia Rastro participaram desta vivência no Sertão Central. Foi a partir da apresentação do portfólio da Companhia de Dança Rastro, e o espetáculo CURRAIS em especial, para o Diretor Artístico do Festival, o José Rui Tavares, que a seleção aconteceu. O Festival Finta está em sua 24ª edição e reúne artistas do mundo inteiro para espetáculos que vão desde a espaços de auditório à espetáculos de rua. A Cia. de Dança Rastro apresenta o espetáculo CURRAIS no último dia no Festival, fechando a programação com chave de ouro sertanejo” comenta a coordenadora da Casa de Saberes Cego Aderaldo, Paula Geórgia Fernandes.

 

Confira mais informações sobre o Finta e o espetáculo da Cia. de Dança Rastro: https://bit.ly/2OGVW5e

ESPETÁCULOS PEDRA NO SAPATO E PERMISSÃO PARA DESMORONAR FAZEM TEMPORADA NO TEATRO DRAGÃO DO MAR

 

A Companhia Laguz Circo traz novamente para o público, o espetáculo Pedra no Sapato. O espetáculo fica em cartaz nas quartas-feiras de novembro – dias 07,14,21 e 28 – sempre às 20h, no Teatro Dragão do Mar no Programa – Espetáculos Circenses. No palco, os artistas Felipe Abreu (Brasil) e Romina Sanchez (Argentina), que interpretam os palhaços Suspiro e Burbuja, utilizam a técnicas da palhaçaria clássica usando as técnicas circenses como pano de fundo para a montagem realizada pela primeira vez em 2014.

Nesta nova produção que conta com nova roupagem e nova pesquisa, os artistas buscam manter viva a arte cômica onde o corpo está em evidência, explorando as possibilidades de quedas, golpes e absurdos cômicos. O palhaço e a palhaça se inspiram nos antigos clowns de picadeiro, teatro e cinema trazendo-os para o momento atual. O intuito é experimentar possibilidades estéticas gerando no espectador novas referências de comédia ressaltando a poesia sem a necessidade do recurso apelativo.

A programação também apresenta o espetáculo de abertura, Permissão para Desmoronar , uma pesquisa de um número circense do intérprete-criador Iago (Coletivo Quintal), no qual aborda a temática acerca dos “desmoronamentos” pessoais como metáfora aos acontecimentos recentes do mundo e os processos de desistência pelos quais o artista passou em sua vivência recente.

 

Sinopses

Permissão para Desmoronar

Des·mo·ro·nar – Conjugar

Verbo transitivo

1. Derribar (muros, paredes, muralhas).

Verbo pronominal

2. Aluir, abater, cair com estrondo.

Todos os corpos caem com aceleração constante, uma vez que o efeito da aceleração gravitacional, ou seja, da gravidade em todos os corpos, à mesma altura, é igual. Esta lei só é observada no vácuo, pois como a densidade dos corpos é diferente, no ar o corpo que oferece menos resistência atinge o solo primeiro.

Pedra no Sapato

A história baseia-se na relação entre o palhaço Suspiro, o artista, e a palhaça Burbuja, faxineira do teatro. Suspiro entra em cena para apresentar o show, mas é interrompido pela faxineira que se preocupa em fazer o seu trabalho. Com uma sequência de truques clássicos de palhaço, Suspiro e Burbuja direcionam o espetáculo para um final divertido, poético e surpreendente.

Os palhaços comunicam-se essencialmente através da linguagem corporal, gestos e expressões acompanhados pela trilha sonora instrumental feita especialmente para o espetáculo. Um convite a mergulhar na singela e encantadora arte do palhaço clássico.

 

Serviço

Programa – Espetáculos Circenses

Companhia Laguz Circo – Espetáculo Pedra no Sapato

Iago (Coletivo Quintal) – Espetáculo “Permissão para Desmoronar” (abertura)

Teatro Dragão do Mar

Dias: 07,14,21 e 28 de novembro

Horário: 20h

Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação: livre

Informações: (85) 3488 8600

Coral da Ufc e Orquestra Sonial apresentam D’Água – Um espetáculo que trata de pureza, cuidado e afeto.

 

 

A água envolve toda a existência humana. É o símbolo da vida, da pureza e, principalmente, do amor. A água protege o feto, batiza a criança, diverte homens e mulheres, oferece lugar de labuta, lava e purifica todo o percurso da vida. É disso que fala o próximo espetáculo do Coral da UFC: d’Água. A temporada tem estreia marcada para o próximo dia 2 de novembro, às 20 horas, no Teatro Dragão do Mar, com patrocínio da Cagece por incentivo da Lei Rouanet.

Desta vez, as 31 vozes do coral serão acompanhadas pela Orquestra Sonial, formada por 14 instrumentistas, ambos projetos de extensão da universidade. Esta festa de arte e música marca a abertura das comemorações dos 60 anos do Coral da UFC, que acontece em abril de 2019.
O espetáculo sob a direção do professor e regente Erwin Schrader está sendo cuidadosamente preparado há dois anos. Uma superprodução para os padrões locais, somando, aproximadamente, 620 horas de ensaio de voz e expressão corporal. Para tanto, conta com a condução de mais dois professores, o regente Gerardo Viana Jr. e o maestro Jaderson Teixeira. Como é um espetáculo de formação e extensão universitária, todos os arranjos foram feitos pelo próprios professores e musicistas que são, em sua maioria, estudantes do curso de Música da instituição. Para o repertório, foram selecionadas músicas de compositores brasileiros e, entre eles, destacam-se os cearenses Fausto Nilo, Belchior, Caio Castelo, Flávio Paiva e Tarcisio Sardinha.
O cenário é um brilho à parte nesta montagem. O palco do Teatro do Dragão será coberto por um espelho d´água por onde circularão 5.000 litros de água, totalmente reaproveitada e tratada para evitar desperdício. Uma complexa engenharia que possibilitará momentos de rara beleza. Neste espaço cênico de muita água e som, as 45 pessoas em cena darão visibilidade à fusão das linguagens artísticas de teatro, música e dança desenvolvidos na UFC para contar a história da Sociedade da Água e seu aprendizado sobre o afeto e sua liquidez.
A narrativa se passa em um universo mágico onde existe a Sociedade da Água, uma aldeia erigida em torno de uma cachoeira e de lendas milenares. A história mais lembrada pelo povo trata de três moças responsáveis pela mágica de brotar e purificar a água, que morreram por falta de afeto e, com elas, esvaiu-se a prosperidade do lugar. Apesar do dom que possuíam, a vida delas foi triste. De tamanha tristeza, se jogam no rio durante uma enchente. Assim, a água secou e sobrou um rio de pedras. O vazio. “Foram-se para nunca mais”.
“O espetáculo trata da água que entra e a água que sai na vida e nos corpos das pessoas. A água que sai de nós. Sai pelo suor, pela lágrima, enquanto a água que nós deixamos entrar em nossa vida tem que ser antes purificada”, assim explica Schrader sobre o enredo que gira em torno do afeto e da falta de afeto. Explica que a água une pessoas, mas água demais é enchente, afoga e mata, enquanto água de menos é pedra, seca, e também é morte. O d´Água fica em cartaz até 16 de dezembro.
Serviço:
Espetáculo “d’Água” do Coral da UFC

Link para imagens: https://goo.gl/2hRXr8
Local: Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Período: sextas, sábados e domingos (2 de novembro a 16 de dezembro)
Horário: 20h (19h aos domingos)
Ingressos na bilheteria: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia)

Informações: Alexandre Santos (85) 98868.6965

BLUBELL APRESENTA SHOW “CONFISSÕES DE CAMARIM” NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 

Foto do album “Blubell – Confissões de Camarim”

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 19 a 21 de outubro, o show “Confissões de Camarim”, em que a cantora e compositora paulista Blubell interpreta canções do seu quinto álbum (homônimo ao espetáculo), lançado em 2016. No repertório, misturas de música pop contemporânea e jazz com a performance teatral de Blubell, que também entoa faixas de discos anteriores. Ela ainda empunha guitarra em algumas músicas e sobe ao palco com a banda composta por Bruno Serroni (violoncello), Zé Ruivo (teclados) e Richard Ribeiro (bateria e programações). O show se desvenda como uma peça de teatro em três atos: “o primeiro ato é mais dançante, o segundo mais romântico e o terceiro mais ‘maluquete'”, aponta a artista.

Produzido por Marcio Arantes (Liniker e Mariana Aydar), que trouxe ao álbum novas tonalidades contemporâneas à provocante verve vintage da cantante, “Confissões de Camarim” consagra Blubell como uma das vozes brasileiras da atualidade e pelas composições autorais. Sua assinatura permeia as 11 faixas do disco, que conta ainda com participação de Zeca Baleiro em “A Tardinha”, com letra do maranhense, e a versão da cantora para “Pretexto”, de Pélico. Blubell segreda penitências de amor, prazeres e fluências vindas com as cores lustradas do cotidiano, entre poéticas revelações, finas doses de ironia e encantamentos da vida, como na bossa-novista “Vida em Vermelho” com levada ska; na balada “Cosmos”; em “Another Day”, cantada em inglês e com pegada beatlemaníaca e no “Bolero do Bem” com nuances de reggae.

A multiplicidade rítmica traz músicas modernas com cara de antigas, como “Funny Honeymoon” e “Ontem”, além da diversidade em “Liberdade X Segurança”, canção mais existencialista que romântica; na mensagem irmanada ao público em “No Camarim” e na final “We’re All Alone”. No show, Blubell ainda retoma discos anteriores, como “Eu Sou do Tempo Em Que A Gente Se Telefonava” e “Diva É A Mãe”, entre as embaladas revelações de “Confissões de Camarim”.

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:
[Música]: Confissões de Camarim

Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema.
Data: de 19 a 21 de outubro de 2018 (de Sexta-feira a Domingo)

Horário: Sexta-feira e sábado às 20h (19 e 20/10) e domingo às 19h (21/10)

Classificação indicativa: Livre

Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos).

Vendas a partir de 18 de outubro, das 10h às 20h

Paraciclo disponível no pátio interno

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Cia Solar de Dança apresenta o espetáculo Maracatuará – Nascendo com o Sol no Teatro Chico Anysio

 

 

A Cia Solar de Dança apresenta durante o feriado prolongado, o espetáculo “MARACATUARÁ – Nascendo com o Sol”. O espetáculo em cartaz nos dias 12, 13 e 14 de outubro, às 19h, no Teatro Chico Anysio, no qual celebra o encontro da ancestralidade com o brincar, reverenciando a história do Ceará e a estética da manifestação do maracatu cearense, além de cortejar a nossa variedade de sons, ritmos, cores e corpos dançantes que se farão abertos na brincadeira. Neste trabalho de estreia, o grupo conta com 16 componentes, entre dançarinos, batuqueiros e cantores. As músicas são interpretadas ao vivo.

 

A Cia Solar de Dança

Fundada em 2016, a Cia Solar de Dança é institucionalmente um programa de formação cultural continuada da Associação Cultural Solidariedade e Arte – SOLAR. Sua criação se deu com forte fundamentação histórica no universo das manifestações populares como o maracatu, e tem como objetivo agregar valores a esta importante manifestação cultural de Fortaleza, e servir como instrumento de formação de novos praticantes (brincantes) de maracatu na capital cearense.

A Cia tem à frente os atores/dançarinos Gil Rodriguês e Débora Ingrid, responsáveis pela concepção do espetáculo. Outro aspecto importante do grupo, é seu caráter de formação com oficinas ministradas semanalmente.

 

Serviço
Cia Solar de Dança

“MARACATUARÁ – Nascendo com o Sol

Teatro Chico Anysio

Av. da Universidade, 2175 – Benfica
Dias: 12, 13 e 14 de outubro às 19h
Ingressos: R$ 20 inteira / R$ 10 (meia)

· As 20 primeiras pessoas pagam R$ 10 reais

Nova versão do clássico de Chico Buarque e Paulo Pontes, Gota d’Água [a seco], chega à Fortaleza

 

 

Em dezembro de 1975, Bibi Ferreira subia ao palco do Teatro Tereza Rachel (Rio de Janeiro) para estrear Gota D’Água, transposição da tragédia grega Medeia, de Eurípedes, para a realidade de um conjunto habitacional do subúrbio carioca. Com um arrojado texto em versos de Chico Buarque e Paulo Pontes e canções como Basta um Dia, o espetáculo marcou época e se tornou um clássico moderno do Teatro Brasileiro.

Mais de quatro décadas depois, a história voltou à cena com uma adaptação absolutamente inédita do diretor Rafael Gomes. Batizada de Gota D’Água [a seco], a nova versão estreou no Rio de Janeiro em maio de 2016. Contemplado pelo edital da BR, o espetáculo chega a Fortaleza dias 3 e 4 de novembro, no Cineteatro São Luiz, às 19 horas. No palco, Laila Garin e Alejandro Claveaux são acompanhados por cinco músicos sob a direção musical de Pedro Luís.

Como ‘a seco’ do título já indica, a montagem busca chegar à essência da história, através dos embates entre os protagonistas, Joana e Jasão, ainda que outros personagens do original também apareçam na adaptação. Mesmo com parte da trama sociopolítica reduzida na versão, Rafael Gomes reitera que a sua leitura da peça é focada em sua natureza política, cruelmente atual.

“A Gota D’Água original possui uma trama política bastante latente em seu embate entre opressores e oprimidos. Ao concentrar a história em Joana e Jasão, em suas ideologias, ações e sentimentos, eu gostaria ainda assim de falar sobre essa política mais essencial da vida, do dia a dia, essa que a maioria das pessoas sublima, esquece ou finge que não é com elas, achando que ser político é somente saber apontar o dedo para o adversário e se manifestar eventualmente por aquilo que interessa, de forma um tanto o quanto individualista”, afirma o diretor, que manteve toda a estrutura formal da peça e inseriu novas canções e pequenas citações de letras de Chico Buarque em algumas passagens do texto.

Gota D’Água [a seco] é o primeiro espetáculo que Rafael Gomes dirigiu fora de sua companhia, a Empório de Teatro Sortido, de onde trouxe alguns colaboradores para esta montagem, como o cenógrafo André Cortez (Prêmio Shell por Um Bonde Chamado Desejo, 2015) e o iluminador Wagner Antônio. Rafael foi convidado pela produtora Andréa Alves, da Sarau Agência, e por Laila Garin para embarcar no projeto.

Estrela de Elis – A Musical, Laila experimenta agora um novo desafio em cena: além de interpretar a mítica personagem eternizada por Bibi Ferreira, dá voz a músicas que não faziam parte da peça original, como Eu Te Amo, Baioque e Cálice. Revelado no projeto Clandestinos, Alejandro Claveaux interpreta o personagem que já foi de Roberto Bonfim e Francisco Milani (na temporada paulistana, em 1977).

 

Peça Gota D’Água (A Seco) – Fotografia Annelize Tozetto

 

 

Uma tragédia carioca, embates universais

Chico Buarque e Paulo Pontes começaram a trabalhar no texto original a partir de uma transposição que Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974) havia feito para a televisão. A feiticeira Medeia virou Joana, moradora do conjunto habitacional Vila do Meio-Dia, mãe de dois filhos, frutos de seu casamento com Jasão, alguns anos mais novo do que ela. Compositor popular, Jasão é cooptado pelo empresário Creonte, que o ajuda a fazer sucesso, e termina por largar Joana para se casar com a filha do milionário. A trama passional – que culmina na vingança de Joana –  tem como pano de fundo as injustiças sociais pelas quais os moradores do local passam, vítimas da exploração de Creonte, todo-poderoso da região.

Por conta deste acúmulo de tensões, Rafael Gomes elegeu o embate como o conceito central de sua montagem. Não somente o embate amoroso, que está no cerne da trama do casal, mas também o social, em um sentido mais amplo, e, principalmente, o íntimo. “São as batalhas internas a que as circunstâncias externas nos sujeitam. Jasão no conflito entre o que está ganhando e o que está deixando para trás, assim como Joana na decisão entre ir às últimas consequências para se vingar ou simplesmente seguir vivendo – o embate entre o humano e o divino, o terreno e o espiritual’, conclui o diretor.

Com esta nova e enxuta adaptação, as músicas que não estavam no original entram justamente para servir à dramaturgia, ao contar partes da história, revelar melhor o caráter e as contradições das personagens, além de amplificar alguns contextos e situações que precisaram ser sumarizados. A entrada de Pedro Luís na direção musical vem ao encontro da vontade de não fazer necessariamente um musical tradicional. “É um arejamento, um olhar diferente. Pedro fez com as canções, todas já tão conhecidas e consagradas, o que eu pretendo fazer com a dramaturgia: dar uma nova dimensão, jogar uma luz por um lado que não estamos acostumados a ver. Isso não implica em uma ambição de ‘melhorar’ nada, apenas de tentar pensar e criar por um caminho menos óbvio”, ressalta Rafael.

 

Música, letra e teatro

Laila Garin sempre teve a carreira teatral atravessada pela música, seja em shows paralelos ou na série de espetáculos musicais que protagonizou recentemente. Após ter iniciado a vida artística em Salvador, sua cidade natal, ela se mudou para o São Paulo e trabalhou com Luiz Carlos Vasconcelos, a Cia. Piolim, antes de ficar por sete anos na Casa Laboratório, dirigida por Cacá Carvalho e a Fondazione Pontedera. Após o período na capital paulista, fixou residência no Rio de Janeiro, onde estrelou Eu Te Amo Mesmo Assim (2010), musical supervisionado por João Falcão, diretor de Gonzagão – A Lenda (2012), do qual Laila fez parte por algumas temporadas.

A sua recriação do mito Elis Regina em Elis – A Musical (2013) provocou um verdadeiro fenômeno teatral de público e crítica, coroado com todos os principais prêmios de atuação do País: APCA, APTR, Bibi Ferreira, Cesgranrio, Quem, Reverência e Shell. No último ano, ainda esteve em O Beijo no Asfalto, versão musical de Claudio Lins para o clássico de Nelson Rodrigues, e estreou na TV na novela Babilônia, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga.

Andréa Alves abraçou a empreitada de revitalizar a tragédia e as canções de Gota D’Água após produzir a recente montagem de Ópera do Malandro, em cartaz por quase dois anos com enorme sucesso popular. À frente da Sarau Agência desde a sua fundação, em 1992, também é a responsável pelo Festival Villa-Lobos e os musicais Grande Otelo – Eta Moleque Bamba!, Gonzagão – A Lenda e Auê, nova criação da Cia. Barca dos Corações Partidos.

Da mesma forma, a música sempre foi um elemento determinante no teatro de Rafael Gomes. Seu texto de estreia, Música Para Cortar os Pulsos (prêmio APCA de Melhor Peça Jovem, 2010), era estruturado a partir de citações musicais e trechos de letras, enquanto nos espetáculos seguintes a trilha sonora sempre exerceu um relevante diálogo com a dramaturgia, caso de Gotas D’Água Sobre Pedras Escaldantes (2014) e Um Bonde Chamado Desejo (2015), que acaba de lhe render o Prêmio Shell de Melhor Direção. Ele considera Gota D’Água [a seco] o seu primeiro musical, embora prefira pensar na montagem como uma “peça com música”.

“Quando Andréa e Laila me convidaram para este trabalho, para além de todo deleite imediato que seria trabalhar com ambas, a ‘questão Chico Buarque’ também calou fundo. Não só pelos motivos óbvios, de Chico ser esse artista gigante, mas porque minha trajetória no teatro está carimbada pela obra dele. A primeira peça que fiz na vida foi como assistente de direção e dramaturgista de Calabar, em 2008, numa montagem dirigida por Heron Coelho. E já dirigi uma releitura de Cambaio, que chamamos também de Cambaio [a seco], em caráter de evento, com apenas sete apresentações”, conta Rafael, que sempre foi admirador de musicais, “de Brecht a Sondheim, passando pelos filmes da Disney e Bob Fosse. Espero que este seja o primeiro de vários”, ressalta.

 

Ficha técnica:

GOTA D’ÁGUA [A SECO] – De Chico Buarque e Paulo Pontes. Adaptação e direção: Rafael Gomes. Com Laila Garin e Alejandro Claveaux. Músicos: Pedro Silveira, Diogo Sili, Marcelo Muller, Luiz Urjais e Marcelo Cebukin. Direção Musical: Pedro Luís. Cenografia: André Cortez. Iluminação: Wagner Antônio. Figurinos: Kika Lopes. Direção de Produção: Andréa Alves. Diretor assistente e direção de movimento: Fabrício Licursi. Design de som: Gabriel D’angelo. Preparação e arranjos vocais: Marcelo Rodolfo e Adriana Piccolo. Assistente de direção musical: Antônia Adnet. Assistente de cenografia: Rodrigo Abreu. Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.

 

Serviço:

GOTA D`ÁGUA [A SECO]

Dias: 3 e 4 de novembro – Sábado 19h e domingo 18h
Local: Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Centro
Classificação: 14 anos
Duração: 100 minutos
Gênero: Musical
Ingressos: R$ 25,00 inteira | 12,50 meia
Vendas: na bilheteria do teatro e no site => www.tudus.com.br

No elenco, Laila Garin e Alejandro Claveaux.

VENCEDOR DO PRÊMIO CESGRANRIO: Melhor Atriz em Musical – Laila Garin.
VENCEDOR DO PRÊMIO BIBI FERREIRA: Melhor Atriz em musical – Laila Garin e Melhor Desenho de Luz – Wagner Antônio
VENCEDOR DO PRÊMIO CENYM: Melhor Trilha Sonora Original ou Adaptada – Pedro Luis e Melhor Canção Original ou Adaptada – Cálice, por Laila Garin (voz) e Pedro Luís (arranjos).
VENCEDOR DO PRÊMIO ARTE QUALIDADE BRASIL: Melhor atriz em Musical – Laila Garin
VENCEDOR DO PRÊMIO MUSICAL CAST: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Direção – Rafael Gomes e Melhor Atriz – Laila Garin.
VENCEDOR DO PRÊMIO REVERÊNCIA – Melhor Atriz em musical – Laila Garin
VENCEDOR DO PRÊMIO APLAUSO BRASIL: Melhor Atriz – Laila Garin, Melhor Iluminação – Wagner Antônio e Melhor Arquitetura Cênica – André Cortez

 

Este projeto foi aprovado pelo edital de circulação da BR e se apresentará nas cidades de Campinas, Fortaleza e Recife.