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Cineteatro São Luiz

Aurélia lança o disco Acesa no Cineteatro São Luiz no dia 29/10

Cantora, compositora, atriz e jornalista, Marta Aurélia, ou simplesmente Aurélia, lança, no dia 29 de outubro de 2018, às 19h, no Cineteatro São Luiz, o seu segundo CD autoral, intitulado Acesa. Produzido pela própria artista, em parceria com Eric Barbosa, o trabalho “cria uma poética da voz em sinestesia com outras fontes sonoras e de instrumentação, de maneira fluida e livre”, como Aurélia faz questão de definir.

Acesa é um álbum orgânico, nascido do desejo da cantora de investigar outros territórios para sua voz, seu som e sua poesia e de aproximar-se mais da performance, do happening, da arte sonora, do noise e, mais do que presente nos sets de cinema como atriz, aproximar-se, também, da linguagem do audiovisual com sua música. Nessa perspectiva, surge a parceria com o músico-performer Eric Barbosa e, daí, começam os encontros criativos na Trincheira – residência artística localizada no Centro de Fortaleza – incluindo, paulatinamente, a presença de Eduardo Escarpinelli e Ayrton Pessoa.

Improvisações de guitarra, baixo, teclado, acordeon, clarinete, voz e efeitos começam a acontecer inicialmente no estúdio, seguidas por ensaios para apresentação, mixagens do material diverso, mantendo sempre a liberdade criativa que se apresenta nas oito faixas que compõem o disco. “O Acesa nasceu com a ideia de se trabalhar a canção, a palavra, em outras fontes e diretrizes, a partir do conceito de hibridismo de linguagem, entre performance sonora e filosofia, passando ainda pelas instalações sonoras e o audiovisual”, afirma Eric, que ainda ressalta, do trabalho, a predileção por novas timbragens dos instrumentos, além das experimentações da voz.

Já Ayrton Pessoa pontua uma característica do processo criativo de Aurélia, que é o fato de seus projetos serem tangenciais, “que se confundem e se atravessam”. “A gente acaba sem saber o que começou, onde, quando, como ou por que”, brinca. Para o músico, Acesa ganhou ainda mais força com a chegada de Eric Barbosa ao projeto, dando ao disco uma orientação estética melhor delineada e, principalmente, trabalhando o poder de escrita de Aurélia, com composições espontâneas e improvisos. Canções tradicionais se transformaram em ‘peças sonoras’ com a mistura de sons complexos e caóticos, ruídos, palavras, timbres de guitarra com riffs, sintetizadores, um clarinete encantadoramente perdido e sua voz.”

Eduardo Escarpinelli destaca ainda a poética sonora sinestésica de Aurélia, do seu texto falado e das frequências de seus movimentos, no estúdio e no palco, que evocam imagens que também geram sons, deslocando poeticamente sentidos clássicos, tradicionais, de se ver/ouvir/sentir/etc. “A Aurélia inverte, expande e junta o cosmos sonoro”, diz.

 

O território da voz

A voz é território de atuação mais comum de Aurélia, desde o rádio, a música, o teatro, o cinema, passando por suas investigações desse que também é instrumento de autoconhecimento e expressão multicultural, dos diversos usos da voz seja na comunicação, seja na arte, e da compreensão do som como experiência com o sagrado e como força vital presente nos processos criativos. É da convergência desses aspectos que Aurélia carrega a bateria para construir uma poética vocal capaz de transitar por alguns parâmetros mais harmônicos do canto e da fala e criar novas imagens sonoras e ruidísticas.

“A voz é expressão do ser, que é perfeito, imperfeito, harmônico e ruidoso. Então, queria caminhar com essa voz, que, quando audível, também pudesse esmorecer, arranhar, borrar, sujar, enfim, além de expressar a beleza do som e da voz, esta entendida também como discurso, como o que está sendo dito. O álbum brinca entre entrar e sair de alguns padrões, entre o som que é e não é, necessariamente, ‘compreensível’ ou ‘entendível’, mas que tem poesia e que provoca a imaginação”, explica a cantora.

“Também não tivemos essa questão de trabalhar com o polimento do som, quando se pensa no referencial de gravação de estúdio, tanto que sons captados da rua foram incorporados ao álbum. Isso porque o Acesa pretende trabalhar essas outras formas de escuta”, pontua Eric Barbosa.

Os textos foram escritos e as músicas foram compostas durante o processo de construção do Acesa. “Ando Cantando o que Sou” expõe, mais visceralmente, o que a artista revela de si neste momento. Nesta música, é possível perceber o resultado das possibilidades construídas em conjunto, a partir do diálogo entre melodia e voz. “Essa música bate na porta da canção, é quase um aboio. Ela é quase cantada, meio preguiçosa, às vezes quase inaudível. É para você sentir, uma espécie de meditação em si mesma”, explica Aurélia.

Já “Cidades Invisíveis”, “Varanda” e “Escombros” são músicas em que os textos estão mais à frente, quase como uma crônica rítmica. É como se Aurélia contasse uma história, seja sobre cidades contemporâneas destruídas pelas guerras (Escombros), seja sobre os seus locais de afeto, encontrando-se com a poesia e a complexidade dos lugares de Ítalo Calvino (Cidades Invisíveis).

“Entre” fala da condição de vulnerabilidade da artista e do momento intraduzível da criação: “… sem proteção qualquer, a não ser a própria sorte e algum sinal de esmaecida lucidez, avanço, mergulhada no intraduzível do instante”. Complementam o álbum, ainda, “Precário”, cuja poética lança um olhar crítico sobre a condição do artista na relação com seus processos de produção e criação, “Provisória”, que evoca a condição de passagem do processo criativo e “Vox”, na qual a própria voz é motor de criação.

Outra canção de destaque é “Meu Choro”, que traduz o sentimento da cantora ao se deparar com imagens dos flagelados da seca de 1877/1878 durante pesquisa da atriz Juliana Tavares sobre os campos de concentração no Ceará. Mesmo tendo ficado fora do álbum, “Meu Choro” foi mantida no repertório do show pela conexão que estabelece com um dos dramas mais profundos do nosso tempo, a fome, e pelo sentimento de empatia e solidariedade com a tragédia humana.

Guerras, miséria, fome, dor e outros temas que Aurélia traz para as músicas traduzem, entre sons e movimento, a realidade pela qual o Brasil – e o mundo – enfrentou e, mais do que nunca, enfrenta nos dias de hoje. Como disse o jornalista Flávio Paiva, quando viu/ouviu Acesa: “a tragédia da desesperança extrai a energia do corpo e precariza a mente. Mas ninguém desaparece enquanto existir o outro”.

 

Som e imagem

O processo orgânico que deu origem a este álbum vai além da relação entre Aurélia e os músicos. Isso porque o disco também segue um conceito visual, que dialoga com a fluidez das canções e de seu próprio processo de construção. “O disco é um conjunto de todas essas referências: música, imagem, design, poesia, teatro, dentre outras inspirações”, afirma Aurélia.

O processo de desenvolvimento gráfico do disco, por exemplo, foi uma troca entre alguns artistas e realizado em etapas. A capa partiu do desenho da Antonia Malau, baseado nas próprias referências do Acesa, em que a voz de Aurélia é alimentada pelas raízes poéticas, que são ramificadas num “corpo em explosão com a terra e a alma!”, define Antonia. A partir daí, Diego Maia elaborou todo o design do encarte, cuja arte final busca fortalecer o link entre o desenho e a atmosfera criada nas músicas.

As imagens feitas pela fotógrafa Natália Parente, que também dialoga com a estética do álbum, foram feitas apenas com luz natural, a partir da captura com o auxílio da técnica de longa exposição. Após o tratamento digital, Aurélia criou toda a linguagem de forma manual, escrevendo e interferindo sobre as imagens impressas. “A partir desse material, fiz mais intervenções, com pintura, bordado, além de queimar e colocar água. Trata-se de um trabalho que, embora digital, o aspecto manual está muito presente em todo o processo”, explica Natália.

No Cineteatro São Luiz, Aurélia estará acompanhada de Eric Barbosa, Eduardo Escarpinelli e Ayrton Pessoa, além de artistas convidados.

Acesa – Ficha Técnica

Produzido por Marta Aurélia e Eric Barbosa

Concepção e direção artística: Marta Aurélia

Gravação e mixagem: Eric Barbosa

Co-direção artística e assistência de mixagem: Uirá dos Reis

Gravado entre 2016 e 2018 na Trincheira Estúdio (Fortaleza/CE – Brasil)

Masterização: Klaus Sena – KlausHaus Studio (São Paulo/SP – Brasil)

Desenho da capa: Antonia Malau

Artefinal do encarte: Diego Maia

Fotos: Natália Parente

Figurino: Silvania de Deus

Maquiagem: Netinho Nogueira

Assessoria de Imprensa: Bebel Medal

Mídia Social: Nanda Loureiro

Produção executiva e fonográfica: Ana Azeredo

Selo: Trincheira / Índigo Azul / SuburbanaCo

Distribuição: Índigo Azul / OneRPM

 

Serviço:

Show: Acesa

Artista: Aurélia

Dia: 29 de outubro de 2018

Horário: 19h

Local: Cine-Teatro São Luiz

Classificação: livre

Duração: 1h30

Entrada: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia): https://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-acesa-aurelia

Mestra Cacique Pequena abre a programação do Projeto Curta a Tradição, Curta a Cultura, Curta o São Luiz deste mês de outubro

 

 

 

No próximo dia 19, às 12h30 a Mestra Cacique Pequena, da Comunidade Indígena dos Jenipapo-Kanindé, é a convidada que irá falar sobre sua trajetória, vivências e a memória de seu povo. O hall do Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) é o espaço que recebe até fevereiro de 2019 os Tesouros Vivos do Estado do Ceará. O projeto é idealizado pelo ator e circense, Cláudio Ivo e conta com Produção Executiva da Ideias Produções. Foi aprovado no X Edital Mecenas do Ceará e tem Apoio Cultural da Enel.

Com uma vida dedicada ao movimento de resistência do povos indígenas cearenses, Mestra Pequena é a primeira mulher Cacique conhecida no Ceará e no Brasil. Mãe de 16 filhos, foi através de sua luta pela garantia de direitos de sua tribo na Aldeia Lagoa Encantada, em Aquiraz, que ela foi escolhida líder em 1995. Recebeu o título de Tesouro Vivo da Cultura em 2015. Pequena, luta também pela manutenção da cultura local e gravou um CD com as canções que compõe desde moça. No dia 26/10, o projeto recebe Mestre Chico Bento Calungueiro para partilhar suas vivências e conversar com o público.

A programação acontece, quinzenalmente às sextas-feiras e é gratuita. Devido o feriado do dia 12/10, as atividades deste mês acontecem nos dias 19/10 e 26/10. O projeto dialoga sobre os territórios das tradições populares a partir de uma curadoria norteada por histórias, memórias e afetos. Mestres da Cultura e grupos convidados partilham sua trajetória e contribuições para cena cultural cearense como Tesouros Vivos do Estado do Ceará. Todos são convidados a festejar e celebrar entre saberes e fazeres artísticos. O circo, a dança, o teatro, o humor e a música que estarão presentes ao longo desta edição promovendo uma reflexão sobre a nossa relação com a tradicionalidade e a regionalidade.

 

Serviço:

Projeto Curta a Tradição, Curta Cultura, Curta o São Luiz

19/10 às 12h30 – Mestra Cacique Pequena

26/10 às 12h30 – Mestre Chico Bento Calungueiro

Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro, Fortaleza – CE)

Entrada: Gratuita | Classificação Indicativa: Livre

Nova versão do clássico de Chico Buarque e Paulo Pontes, Gota d’Água [a seco], chega à Fortaleza

 

 

Em dezembro de 1975, Bibi Ferreira subia ao palco do Teatro Tereza Rachel (Rio de Janeiro) para estrear Gota D’Água, transposição da tragédia grega Medeia, de Eurípedes, para a realidade de um conjunto habitacional do subúrbio carioca. Com um arrojado texto em versos de Chico Buarque e Paulo Pontes e canções como Basta um Dia, o espetáculo marcou época e se tornou um clássico moderno do Teatro Brasileiro.

Mais de quatro décadas depois, a história voltou à cena com uma adaptação absolutamente inédita do diretor Rafael Gomes. Batizada de Gota D’Água [a seco], a nova versão estreou no Rio de Janeiro em maio de 2016. Contemplado pelo edital da BR, o espetáculo chega a Fortaleza dias 3 e 4 de novembro, no Cineteatro São Luiz, às 19 horas. No palco, Laila Garin e Alejandro Claveaux são acompanhados por cinco músicos sob a direção musical de Pedro Luís.

Como ‘a seco’ do título já indica, a montagem busca chegar à essência da história, através dos embates entre os protagonistas, Joana e Jasão, ainda que outros personagens do original também apareçam na adaptação. Mesmo com parte da trama sociopolítica reduzida na versão, Rafael Gomes reitera que a sua leitura da peça é focada em sua natureza política, cruelmente atual.

“A Gota D’Água original possui uma trama política bastante latente em seu embate entre opressores e oprimidos. Ao concentrar a história em Joana e Jasão, em suas ideologias, ações e sentimentos, eu gostaria ainda assim de falar sobre essa política mais essencial da vida, do dia a dia, essa que a maioria das pessoas sublima, esquece ou finge que não é com elas, achando que ser político é somente saber apontar o dedo para o adversário e se manifestar eventualmente por aquilo que interessa, de forma um tanto o quanto individualista”, afirma o diretor, que manteve toda a estrutura formal da peça e inseriu novas canções e pequenas citações de letras de Chico Buarque em algumas passagens do texto.

Gota D’Água [a seco] é o primeiro espetáculo que Rafael Gomes dirigiu fora de sua companhia, a Empório de Teatro Sortido, de onde trouxe alguns colaboradores para esta montagem, como o cenógrafo André Cortez (Prêmio Shell por Um Bonde Chamado Desejo, 2015) e o iluminador Wagner Antônio. Rafael foi convidado pela produtora Andréa Alves, da Sarau Agência, e por Laila Garin para embarcar no projeto.

Estrela de Elis – A Musical, Laila experimenta agora um novo desafio em cena: além de interpretar a mítica personagem eternizada por Bibi Ferreira, dá voz a músicas que não faziam parte da peça original, como Eu Te Amo, Baioque e Cálice. Revelado no projeto Clandestinos, Alejandro Claveaux interpreta o personagem que já foi de Roberto Bonfim e Francisco Milani (na temporada paulistana, em 1977).

 

Uma tragédia carioca, embates universais

Chico Buarque e Paulo Pontes começaram a trabalhar no texto original a partir de uma transposição que Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974) havia feito para a televisão. A feiticeira Medeia virou Joana, moradora do conjunto habitacional Vila do Meio-Dia, mãe de dois filhos, frutos de seu casamento com Jasão, alguns anos mais novo do que ela. Compositor popular, Jasão é cooptado pelo empresário Creonte, que o ajuda a fazer sucesso, e termina por largar Joana para se casar com a filha do milionário. A trama passional – que culmina na vingança de Joana –  tem como pano de fundo as injustiças sociais pelas quais os moradores do local passam, vítimas da exploração de Creonte, todo-poderoso da região.

Por conta deste acúmulo de tensões, Rafael Gomes elegeu o embate como o conceito central de sua montagem. Não somente o embate amoroso, que está no cerne da trama do casal, mas também o social, em um sentido mais amplo, e, principalmente, o íntimo. “São as batalhas internas a que as circunstâncias externas nos sujeitam. Jasão no conflito entre o que está ganhando e o que está deixando para trás, assim como Joana na decisão entre ir às últimas consequências para se vingar ou simplesmente seguir vivendo – o embate entre o humano e o divino, o terreno e o espiritual’, conclui o diretor.

Com esta nova e enxuta adaptação, as músicas que não estavam no original entram justamente para servir à dramaturgia, ao contar partes da história, revelar melhor o caráter e as contradições das personagens, além de amplificar alguns contextos e situações que precisaram ser sumarizados. A entrada de Pedro Luís na direção musical vem ao encontro da vontade de não fazer necessariamente um musical tradicional. “É um arejamento, um olhar diferente. Pedro fez com as canções, todas já tão conhecidas e consagradas, o que eu pretendo fazer com a dramaturgia: dar uma nova dimensão, jogar uma luz por um lado que não estamos acostumados a ver. Isso não implica em uma ambição de ‘melhorar’ nada, apenas de tentar pensar e criar por um caminho menos óbvio”, ressalta Rafael.

 

Música, letra e teatro

Laila Garin sempre teve a carreira teatral atravessada pela música, seja em shows paralelos ou na série de espetáculos musicais que protagonizou recentemente. Após ter iniciado a vida artística em Salvador, sua cidade natal, ela se mudou para o São Paulo e trabalhou com Luiz Carlos Vasconcelos, a Cia. Piolim, antes de ficar por sete anos na Casa Laboratório, dirigida por Cacá Carvalho e a Fondazione Pontedera. Após o período na capital paulista, fixou residência no Rio de Janeiro, onde estrelou Eu Te Amo Mesmo Assim (2010), musical supervisionado por João Falcão, diretor de Gonzagão – A Lenda (2012), do qual Laila fez parte por algumas temporadas.

A sua recriação do mito Elis Regina em Elis – A Musical (2013) provocou um verdadeiro fenômeno teatral de público e crítica, coroado com todos os principais prêmios de atuação do País: APCA, APTR, Bibi Ferreira, Cesgranrio, Quem, Reverência e Shell. No último ano, ainda esteve em O Beijo no Asfalto, versão musical de Claudio Lins para o clássico de Nelson Rodrigues, e estreou na TV na novela Babilônia, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga.

Andréa Alves abraçou a empreitada de revitalizar a tragédia e as canções de Gota D’Água após produzir a recente montagem de Ópera do Malandro, em cartaz por quase dois anos com enorme sucesso popular. À frente da Sarau Agência desde a sua fundação, em 1992, também é a responsável pelo Festival Villa-Lobos e os musicais Grande Otelo – Eta Moleque Bamba!, Gonzagão – A Lenda e Auê, nova criação da Cia. Barca dos Corações Partidos.

Da mesma forma, a música sempre foi um elemento determinante no teatro de Rafael Gomes. Seu texto de estreia, Música Para Cortar os Pulsos (prêmio APCA de Melhor Peça Jovem, 2010), era estruturado a partir de citações musicais e trechos de letras, enquanto nos espetáculos seguintes a trilha sonora sempre exerceu um relevante diálogo com a dramaturgia, caso de Gotas D’Água Sobre Pedras Escaldantes (2014) e Um Bonde Chamado Desejo (2015), que acaba de lhe render o Prêmio Shell de Melhor Direção. Ele considera Gota D’Água [a seco] o seu primeiro musical, embora prefira pensar na montagem como uma “peça com música”.

“Quando Andréa e Laila me convidaram para este trabalho, para além de todo deleite imediato que seria trabalhar com ambas, a ‘questão Chico Buarque’ também calou fundo. Não só pelos motivos óbvios, de Chico ser esse artista gigante, mas porque minha trajetória no teatro está carimbada pela obra dele. A primeira peça que fiz na vida foi como assistente de direção e dramaturgista de Calabar, em 2008, numa montagem dirigida por Heron Coelho. E já dirigi uma releitura de Cambaio, que chamamos também de Cambaio [a seco], em caráter de evento, com apenas sete apresentações”, conta Rafael, que sempre foi admirador de musicais, “de Brecht a Sondheim, passando pelos filmes da Disney e Bob Fosse. Espero que este seja o primeiro de vários”, ressalta.

 

Ficha técnica:

GOTA D’ÁGUA [A SECO] – De Chico Buarque e Paulo Pontes. Adaptação e direção: Rafael Gomes. Com Laila Garin e Alejandro Claveaux. Músicos: Pedro Silveira, Diogo Sili, Marcelo Muller, Luiz Urjais e Marcelo Cebukin. Direção Musical: Pedro Luís. Cenografia: André Cortez. Iluminação: Wagner Antônio. Figurinos: Kika Lopes. Direção de Produção: Andréa Alves. Diretor assistente e direção de movimento: Fabrício Licursi. Design de som: Gabriel D’angelo. Preparação e arranjos vocais: Marcelo Rodolfo e Adriana Piccolo. Assistente de direção musical: Antônia Adnet. Assistente de cenografia: Rodrigo Abreu. Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno.

 

Serviço:

GOTA D`ÁGUA [A SECO]

Dias: 3 e 4 de novembro – Sábado 19h e domingo 18h
Local: Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Centro
Classificação: 14 anos
Duração: 100 minutos
Gênero: Musical
Ingressos: R$ 25,00 inteira | 12,50 meia
Vendas: na bilheteria do teatro e no site => www.tudus.com.br

No elenco, Laila Garin e Alejandro Claveaux.

VENCEDOR DO PRÊMIO CESGRANRIO: Melhor Atriz em Musical – Laila Garin.
VENCEDOR DO PRÊMIO BIBI FERREIRA: Melhor Atriz em musical – Laila Garin e Melhor Desenho de Luz – Wagner Antônio
VENCEDOR DO PRÊMIO CENYM: Melhor Trilha Sonora Original ou Adaptada – Pedro Luis e Melhor Canção Original ou Adaptada – Cálice, por Laila Garin (voz) e Pedro Luís (arranjos).
VENCEDOR DO PRÊMIO ARTE QUALIDADE BRASIL: Melhor atriz em Musical – Laila Garin
VENCEDOR DO PRÊMIO MUSICAL CAST: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Direção – Rafael Gomes e Melhor Atriz – Laila Garin.
VENCEDOR DO PRÊMIO REVERÊNCIA – Melhor Atriz em musical – Laila Garin
VENCEDOR DO PRÊMIO APLAUSO BRASIL: Melhor Atriz – Laila Garin, Melhor Iluminação – Wagner Antônio e Melhor Arquitetura Cênica – André Cortez

 

Este projeto foi aprovado pelo edital de circulação da BR e se apresentará nas cidades de Campinas, Fortaleza e Recife.

Maracatu Solar grava DVD/CD ao vivo no Cineteatro São Luiz

 

O palco principal do Cineteatro São Luiz, receberá no dia 06 de outubro, às 19h, mais de 150 brincantes do Maracatu Solar que interpretam o espetáculo “Um Cada Um…Um Cada Sol…”, uma verdadeira ópera popular que agrega elementos de ancestralidades, identidades étnicas , e religiosidades através das linguagens da música, da dança e da artesania por meio de figurinos e adereços.

O Maracatu Solar, institucionalmente um Programa de Formação Cultural Continuada da Associação Cultural Solidariedade e Arte –SOLAR, foi fundado nos finais de 2006 por um grupo de artistas, entre estes Pingo de Fortaleza, Alan Mendonça, Descartes Gadelha, Tieta Pontes e Wiltom Matos, entre outros, e desde então vem desenvolvendo um conjunto de ações que procuram agregar valores a essas importante e referencial manifestação cultural cearense.

Com características próprias como a diversidade rítmica, as fantasias leves, a não obrigatoriedade da pintura no rosto entre seus brincantes e a não participação na competição carnavalesca, embora participe dos desfiles das agremiações de carnaval, o maracatu Solar atualmente conta com aproximadamente 300 brincantes e tem sua musicalidade bastante difundida, através dos projetos Brincar de Maracatu, Tambores Ancestrais na Noite Escura, entre outros.

O espetáculo “Um Cada Um…Um Cada Sol…” procura sintetizar a historicidade do Maracatu Solar e apresentar ao público a passagem de um cortejo simbólico de coroação de uma rainha negra por meio da interpretação de 17 canções referenciais de seu hinário, acompanhadas de suas respectivas coreografias e interpretadas por seus brincantes divididos em batuqueiros, dançarinos, cantores e músicos. O espetáculo traz a sonoridade do batuque acrescida de um naipe de sopros, experiência já realizada pelo Maracatu Solar no projeto Batuque de Carnaval, apresentado em praça púbica em janeiro desse ano.

“Realmente a junção do batuque com os sopros e a harmonia do violão fortalecem a sonoridade das canções do Maracatu Solar e valorizam as melodias das suas composições, criando um ambiente mais diversificado e musicalmente mais detalhado”, afirma Pingo de Fortaleza , cantor, compositor e idealizador do espetáculo.

O espetáculo contará com as participações especiais dos cantores, todos eles brincantes do Maracatu Solar: Pingo de Fortaleza, Jord Guedes, Eliahne Brasileiro, Dgal, Cariolano Solar, Wiltom Matos, Juliana Roza, Artur Guindugli, Juliana Eva, Inês Mapurunga e Yane Caracas, além de contar com Descartes Gadelha, griô do Maracatu Solar e responsável pelos arranjos rítmicos do grupo, que será o solista do espetáculo no universo da percussão. A regência de Um cada Um…Um cada Sol… ficará a cargo de Catherine Furtado. No campo da dança a coordenação das coreografias é de Fabrício Óliver, Débora Íngred e Gil Rodrigues.

No repertório do espetáculo estão alguns clássicos do maracatu cearense como Maculelê (Pingo de Fortaleza e Guaracy Rodrigues), Noite Azul (Pingo de Fortaleza, Parahyba e Augusto Moita), Maracatu Solar (Descartes Gadelha, Inês Mapurunga, Wiltom Matos, Pingo de Fortaleza e Alan Mendonça) , Solencanto (Pingo de Fortaleza) Paz de Oxalá (Pingo de Fortaleza e Guaracy Rodrigues), além de todas as parcerias de Pingo de Fortaleza e Descartes Gadelha compostas para o Maracatu Solar (Oxum de Mim, O axé Oculto de Ossain entre outras) e inédita “Para Minha Mãe Yemanjá” composta por Pingo de Fortaleza e Descartes Gadelha para ser a loa oficial do Maracatu Solar em 2019.

“Inicialmente íamos gravar um novo CD em estúdio (em 2015 lançamos um CD do Maracatu Solar em comemoração aos 10 anos da Solar),mas pensamos numa maneira de registrar nosso trabalho com o volume e intensidade que temos adquirido no palco e em cortejos. Então resolvemos fazer o CD ao vivo, para tentarmos captar a força da musicalidade coletiva do Maracatu Solar, posteriormente, vimos que a musicalidade sozinha não representaria a concepção de um maracatu, portanto resolvemos incluir todos os personagens e alas que configuram nosso cortejo, dessa maneira o CD virou também DVD”, explica Pingo de Fortaleza.

Para a realização dessa gravação pioneira no Ceará, estão sendo mobilizados dezenas de técnicos. A engenharia de som (gravação, mixagem e masterização do áudio) será realizada pelo Planeta Estúdio na figura do experiente técnico Airton Montezuma. A direção de luz será da premiada Tatiana Amorim e nas câmeras atuarão Saulo Monteiro , Sunny Maia e Israel Branco (edição).

“Embora o grupo Maracatu Solar não seja formado exclusivamente por profissionais da arte, a ONG Solar tem se constituído numa grande escola de múltiplas linguagens no universo do maracatu cearense. Hoje contamos com a Orquestra Solar de Tambores e a Cia Solar de Dança, que procuram aprofundar tecnicamente os conhecimentos específicos de suas linguagens artísticas e trabalham com uma visão de heterogeneidade estética tendo o maracatu como referência. A realização desse espetáculo é fruto desse processo contínuo de formação que realizamos”, pontua Pingo de Fortaleza que também é o coordenador de projetos e programas da Associação Solar.

 

Serviço
“Um Cada Um…Um Cada Sol…” – Show de Gravação do DVD/CD do Maracatu Solar
Local: Cineteatro São Luiz
Dia: 06 de outubro de 2018
Horário:19h
Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
No local, também estarão disponíveis à venda produções da Solar (Livros, CDs, etc)
Informações: (85) 3226 1189 / 9.9987 7321

Silvero Pereira apresenta Silvershow no Cineteatro São Luiz

Neste sábado (29/9), às 19h, Silvero Pereira apresenta, no Cineteatro São Luiz, um espetáculo que celebra sua passagem pelo Show do Famosos do Domingão do Faustão. Em Silvershow, o artista homenageia novamente Pablo Vitttar, Freddie Mercury, Gal Costa, Wesley Safadão, Steve Tyler, Cher, Piaf entre outros nomes ligados a história do intérprete. O repertório conta ainda com canções e interpretações do conterrâneo Belchior, da rainha Carmem Miranda, e do icônico Jair Rodrigues. Os ingressos para o evento podem ser R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), na bilheteria do Cineteatro e no site da Tudus.

O espetáculo conta ainda com uma banda orquestrada por Caio Castelo, bailarinos coreografados por Nádia Fabrici, e números apresentados na novela “A Força do Querer” além de muitas outras surpresas.

Serviço:
Evento: Silvershow
Data: 29/9, às 19h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) / R$ 15,00 (meia)

À venda na bilheteria do Cineteatro (de terça a sábado, das 10h às 18h30) e no site da Tudus (com taxa de conveniência).

Classificação: Livre
Duração: 75 min

Gilberto Gil se apresenta em programação alusiva aos 60 anos do Cineteatro São Luiz

O show, no qual Gil apresenta seu novo álbum “Ok Ok Ok”, está marcado para o dia 9 de dezembro.

Os ingressos para o evento começam a ser vendidos em novembro. Em Ok Ok Ok, Gil, ícone da música brasileira, retrata a síntese de sua carreira e propõe importante reflexão ao momento político, social e cultural do Brasil contemporâneo.

Descontadas as faixas-bônus, o cantor, compositor e instrumentista baiano apresenta 12 músicas inéditas no álbum Ok Ok Ok, o primeiro disco de inéditas de Gil desde Fé na festa (2010).

Gero Camilo traz “Andy” para o Cineteatro São Luiz


                                                        Fotos: Roberto Setton

 

O Cineteatro São Luiz será palco, no próximo dia 28 de setembro, de “Andy”, novo espetáculo da Cia Tertúlia de Acontecimentos. Com direção de Gero Camilo e texto também dele, em parceria com Victor Mendes, a peça faz um mergulho na vertiginosa trajetória do performer americano Andy Kaufman, um humorista à frente do seu tempo. O espetáculo dialoga com os pensamentos transgressores do artista tido como morto em 1984 nos EUA.
A história, uma “biografia ficcional”, traz Victor Mendes como Andy Kaufman e Gero Camilo como Laika, a cadela russa que foi o primeiro animal a viajar para o espaço. Gero interpreta ainda personagens que fizeram parte da vida do artista, como o empresário George Shapiro e o melhor amigo, Bob Zmuda. “Faremos um paralelo entre o homem que tira o pé do chão e está com a cabeça na Terra e o homem que está na Terra mas tem a cabeça na Lua”, explica o diretor.
Embora o artista americano seja mais conhecido por ser um humorista, o espetáculo “Andy” não pode ser classificado apenas como uma comédia, mas também como um espaço para se emocionar com a carreira meteórica de Andy Kaufman.
Sobre Andy Kaufman:

Andy Kaufman (Nova Iorque, 17 de janeiro de 1949 – Los Angeles, 16 de maio de 1984) foi um cantor, dançarino e ator performático estadunidense. O artista quebrou as estruturas da comédia convencional, apresentando números vanguardistas no teatro e outros eventos públicos diversos. O performer misturava a própria vida com a arte e é pioneiro nessa linguagem que buscava desenvolver.
Nesse universo, interpretava personagens que escondiam sua verdadeira identidade, como o cantor Tony Clifton. Seus números irreverentes e criativos o tornaram célebre nos Estados Unidos. Fez sucesso no programa Saturday Night Live e ganhou a admiração de críticos e artistas diversos com suas performances.
Mas Kaufman não se considerava humorista e começou a realizar piadas herméticas para se relacionar com o público. Muitas vezes, irritava seus espectadores com pegadinhas, além de inventar falsas histórias para a imprensa americana. Kaufman queria ser o melhor artista do mundo e, após ser demitido da ABC, passou a fazer shows em ringues de luta livre, onde desafiava mulheres. Muitos o consideraram louco durante essa fase, mas Kaufman, muito além da realidade, estava interpretando seus personagens realísticos.
Devido ao estilo de humor conhecido por encarnar alteregos e aplicar trotes em si mesmo, especula-se até mesmo que o comediante, morto vítima de um câncer em 1984, aos 35 anos, poderia, pelo contrário, estar vivo.
Sobre a Companhia Tertúlia de Acontecimentos:

Criado em janeiro de 2016, a Companhia Tertúlia de Acontecimentos é formada pelos atores Gero Camilo e Victor Mendes e pela produtora cultural Flávia Corrêa.

O significado de Tertúlia é agrupamento ou reunião de pessoas para trocarem conhecimento no campo das artes e pensamentos, justamente o propósito desta nova companhia, que pretende criar espetáculos com dramaturgia própria e alheia, a partir da experiência cênica. Arte e Pensamento no Teatro.

O primeiro trabalho que a companhia assinou, nasceu em 2015 em Portugal é a peça “Caminham nus empoeirados”. Soma-se ao repertório da Companhia as peças “Aldeotas”(2004) ,”Cartas à/de Pio”(2014), “Razão Social” (2016), “Plinioceia Desvairada” (2017) (homenagem a Plinio Marcos), “Andy “ (2018). Estreia ainda este ano o espetáculo infantil “Umbigo”.
Serviço:

ANDY, com Victor Mendes e Gero Camilo

Local: Cineteatro São Luiz

Endereço: Rua Major Facundo, 500 – Centro – Fortaleza

Data: Sexta, 28 de setembro de 2018

Horário: 19h

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: R$20,00(inteira) / R$10,00(meia)

Bilheteria Cineteatro São Luiz

Os ingressos já podem ser adquiridos de terça a sábado, de 10h às 18h30. Venda com taxa de conveniência no site da Tudus: https://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-andy-com-victor-mendes-e-gero-camilo

Mais informações: (85) 3252.4138

Programação semanal Cineteatro São Luiz de 18 a 23 de setembro

Acompahe a Programação semanal  do Cineteatro São Luiz, de 18 a 23 de setembro

 

Nesta semana entra em cartaz a Mostra Perfil de Cinema “Alfred Hitchcock” com os filmes: Interlúdio (dia 18/9 às 16h), Janela Indiscreta (dia 18/9, às 19h), Trama Macabra (dia 19/9, às 16h), Os Pássaros (dia 19/9, às 19h), O Homem que Sabia Demais (dia 20/9, às 16h), Psicose (dia 20/9, às 19h), Festim Diabólico (dia 21/9, às 14h), Disque M Para Matar (dia 21/9, 16h) e Vertigo (dia 21/9, às 19h). As sessões são gratuitas e a retirada dos ingressos iniciam uma hora antes de cada sessão na bilheteria do Cineteatro.

Já na sexta-feira (21/9), o projeto Curta São Luiz realiza edição especial com o Coral da Secult. O evento tem entrada gratuita e ocorre no Hall de entrada do São Luiz.

No sábado (22/9), às 19h, a casa recebe o show “Encontro de Tambores Rio-Fortaleza” com entrada gratuita. Rio Pandeiro, Batucriolo e Acadêmicos da Casa Caiada e o som da percussão brasileira trazem no repertório músicas consagradas da MPB, passando pelo pop e ritmos da cultura popular, com destaque para o maracatu.

No domingo (23/9), é realizada a Sessão Sonora “Pepeu Gomes”, com exibição do filme “Os filhos de João, admirável mundo nova baiano” de Henrique Dantas, às 16h, seguido do show de Pepeu Gomes “Pepeu 50 – A Mais de Mil Tour”, às 18h. Os ingressos estão à venda por R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) na bilheteria do Cineteatro e através do site da Tudus (http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-sessao-sonora-pepeu-gomes)

Programação completa:

DIA 18/09 (Terça-Feira)

16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | INTERLÚDIO

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense, Policial | EUA | 1946 | 1h42

Sinopse: Após seu pai alemão ser condenado como espião, uma jovem mulher (Ingrid Bergman) passa a se refugiar em bebida e homens. É assim que se aproxima de um agente do governo (Cary Grant), que pergunta se ela concorda em ser uma espiã americana no Rio de Janeiro, onde nazistas amigos do pai dela estão operando. Ela acaba se casando com um espião nazista, mas se apaixona pelo seu contato no governo americano.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | JANELA INDISCRETA

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense | EUA | 1954 | 1h52

Sinopse: Em Greenwich Village, Nova York, L.B. Jeffries (James Stewart), um fotógrafo profissional, está confinado em seu apartamento por ter quebrado a perna enquanto trabalhava. Como não tem muitas opções de lazer, vasculha a vida dos seus vizinhos com um binóculo, quando vê alguns acontecimentos que o fazem suspeitar que um assassinato foi cometido.

DIA 19/09 (Quarta-Feira)

16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | TRAMA MACABRA

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense, Comédia | EUA | 1976 | 2h

Sinopse: A falsa médium Madame Blanche (Barbara Harris) e seu namorado, o taxista George Lumley (Bruce Dern), tentam arrancar algum dinheiro de Julia Rainbird (Cathleen Nesbitt) dizendo que conseguem se comunicar com seu sobrinho desaparecido. Enquanto isso, Arthur Adamson (William Devane) e sua parceira, Fran (Karen Black), enriquecem sequestrando magnatas. Brevemente os caminhos dos quatro trambiqueiros se cruzarão.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | OS PÁSSAROS

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense | EUA | 1963 | 2h

Sinopse: Melanie Daniels (Tippi Hedren) é uma bela e rica socialite que sempre vai atrás do que quer. Um dia ela conhece o advogado Mitch Brenner (Rod Taylor) em um pet shop e fica interessada nele. Após o encontro ela decide procurá-lo em sua cidade. Ela dirige por uma hora até a pacata cidade de Bodega Bay, na Califórnia, onde Mitch costuma passar os finais de semana. Entretanto, Melaine só não sabia que iria vivenciar algo assustador: milhares de pássaros se instalaram na localidade e começam a atacar as pessoas.

DIA 20/09 (Quinta-Feira)

16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | O HOMEM QUE SABIA DEMAIS

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense | EUA | 1956 | 2h

Sinopse: Durante suas férias no Marrocos, Ben McKenna (James Stewart), um médico, e sua família se envolvem acidentalmente em uma trama internacional de assassinato, quando um moribundo fala ao ouvido de Ben algumas palavras. Para impedi-lo de denunciar a trama à polícia, os conspiradores resolvem então sequestrar seu filho.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | PSICOSE

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense, Terror | EUA | 1960 | 1h49

Sinopse: Marion Crane é uma secretária (Janet Leigh) que rouba 40 mil dólares da imobiliária onde trabalha para se casar e começar uma nova vida. Durante a fuga à carro, ela enfrenta uma forte tempestade, erra o caminho e chega em um velho hotel. O estabelecimento é administrado por um sujeito atencioso chamado Norman Bates (Anthony Perkins), que nutre um forte respeito e temor por sua mãe. Marion decide passar a noite no local, sem saber o perigo que a cerca.

DIA 21/09 (Sexta-feira)

12H30 [CURTA SÃO LUIZ] CORAL DA SECULT
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: Livre | Duração: 60 min

Local: Hall de entrada (Foyer)

Release: Cantos e encantos. O Coral da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) retoma as suas atividades e faz apresentação com entrada franca no Cineteatro São Luiz, equipamento da Secult. O coral é aberto ao público e faz alegria e poesia, se apresenta com repertório variado, um convite à apreciação da arte e da cultura. O coral, formado somente por trabalhadores e trabalhadoras da Secretaria, tem história: lançou o CD “Nas Rodas da Infância” e fez, durante sua trajetória, diversas e lindas apresentações nos equipamentos culturais da cidade.

14h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | FESTIM DIABÓLICO

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense, Drama | EUA | 1948 | 1h20

Sinopse: Brandon (John Dall) e Philip (Farley Granger) matam David Kentley (Dick Hogan), um colega da escola preparatória, apenas para terem a sensação de praticar um assassinato e provar que conseguem realizar o crime perfeito. Para desafiar os amigos e a família, resolvem convidá-los para uma reunião no apartamento deles, onde colocam a comida em cima de um baú e dentro do mesmo está o corpo da vítima.

16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | DISQUE M PARA MATAR

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 16 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense, Policial | EUA | 1954 | 1h45

Sinopse: Em Londres, um ex-tenista profissional decide matar sua mulher, para poder herdar seu dinheiro e também como vingança por ela ter tido um affair um ano antes, com um escritor que vivia nos Estados Unidos mas que no momento está na cidade. Ele chantageia um colega de faculdade para estrangulá-la, dando a entender que o crime teria sido cometido por um ladrão. Mas quando algo sai muito errado, ele vê uma maneira de dar um rumo aos acontecimentos em proveito próprio.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – ALFRED HITCHCOCK | VERTIGO – UM CORPO QUE CAI

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos | Legendado

Direção de Alfred Hitchcock | Suspense, Drama | EUA | 1958 | 2h09

Sinopse: Em São Francisco, o detetive aposentado John ‘Scottie’ Ferguson (James Stewart) sofre de um terrível medo de alturas. Certo dia, encontra com um antigo conhecido, dos tempos de faculdade, que pede que ele siga sua esposa, Madeleine Elster (Kim Novak). John aceita a tarefa e fica encarregado da mulher, seguindo-a por toda a cidade. Ela demonstra uma estranha atração por lugares altos, levando o detetive a enfrentar seus piores medos. Ele começa a acreditar que a mulher é louca, com possíveis tendências suicidas, quando algo estranho acontece nesta missão.

DIA 23/09 (Domingo)

[SESSÃO SONORA] PEPEU GOMES

Resumo da programação:

16h – Exibição do filme “OS FILHOS DE JOÃO, ADMIRÁVEL MUNDO NOVO BAIANO”, de Henrique Dantas

18h – Show de PEPEU GOMES (Entrada: R$40, inteira / R$20, meia).

Sobre o filme

16h [CINEMA] OS FILHOS DE JOÃO, ADMIRÁVEL MUNDO NOVO BAIANO

Entrada: INCLUSO NO INGRESSO DA SESSÃO SONORA | Classificação indicativa: Livre

Direção de Henrique Dantas | Documentário | Brasil | 2011 | 1h15

Sinopse: Um panorama da música popular brasileira dos anos 60 e 70 através do grupo musical Novos Baianos. Uma retrospectiva do estilo de vida comunitário adotado por seus integrantes e a influência sofrida pelo grupo do cantor João Gilberto.

Sobre o show

18H [MÚSICA] PEPEU 50 – A MAIS DE MIL TOUR

Entrada: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia) – com limitação de 40% de meia | Classificação indicativa: Livre | Duração: 75 min

Local: Palco

Release: “Pepeu 50 – A Mais de Mil Tour” traz no repertório grandes sucessos revisitados em novos arranjos, além de projeções, cenários, e figurinos, que contam um pouco da sua trajetória de artista inquieto, de vanguarda, que está pronto para iniciar a história dos próximos 50 anos. Entre as músicas que o público vai ouvir estão “Masculino e Feminino”, “Sexy Yemanjá”, “Eu também Quero Beijar” e “Mil e Uma Noites”, “Raio Laser”, entre outras.

Nascido em Salvador, Pepeu aprendeu muito cedo a tocar violão, e logo aos 11 anos, “Los Gatos”, foi a sua primeira banda. Mas foi aos 14, já integrando a banda “Os Minos”, que Pepeu Gomes, como contra baixista, gravou seu primeiro trabalho profissional: 2 singles, que foram lançados no ano seguinte.

Na década de 70, com Moraes Moreira, Paulinha Boca, Galvão e Baby do Brasil, o “China” como era chamado pelos companheiros de banda, formou o grupo “Novos Baianos”. Pepeu tocava, compunha e produzia, nesta, que foi uma das maiores representações da cultura brasileira, e responsável por tantos clássicos, como o álbum “Acabou Chorare”, de 1972.

Em carreira solo, encheu o Brasil de hits, trilhas de aberturas de novelas e junto com Gilberto Gil, é o artista brasileiro que mais participou do celebrado Festival de Montreux, na Suíça, além de estar presente em todas as edições do Rock in Rio.

Programação semanal (11 a 16/9) no Cineteatro São Luiz

 

Abrindo a programação da semana, o Cineteatro São Luiz recebe no dia 11 (terça-feira), às 18h, o show “Sentimental Demais: Marcos Lessa canta Evaldo Gouveia”, uma homenagem ao compositor cearense. O evento, limitado a 90 lugares, está com ingressos à venda por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Na quarta-feira (12), às 19h, a Cia Teatral Acontece traz o espetáculo “Relato Final”. O evento tem entrada gratuita e limitada a 60 lugares. Já na sexta-feira (14), às 12h30, o Maracatu Az de Ouro se apresenta no Foyer do equipamento. A entrada é gratuita e aberta ao público.

Nos dias 14 e 15 de setembro, o musical “Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José” chega à Fortaleza em três sessões, sendo duas na sexta-feira (14/9), às 14h30 e 19h, e uma no sábado (15/9), às 18h. As sessões já estão com ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e no site da Tudus por R$20 (inteira) e R$10 (meia), sendo a sessão das 14h30 do dia 14/9 gratuita e destinada à alunos de escolas públicas. Durante a temporada de Fortaleza, haverá, em todas as sessões, acessibilidade para pessoas com surdez (libras).

Fechando a semana, no domingo (16), às 18h, Argonautas convidam Renato Braz. Um show especial, unindo pela primeira vez um dos maiores intérpretes brasileiros a um dos mais talentosos grupos da cena musical cearense. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Cineteatro e no site da Tudus por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

 

PROGRAMAÇÃO

DIA 11/09 (Terça-feira)

18H [DENTRO DO SOM] SENTIMENTAL DEMAIS: MARCOS LESSA FAZ SHOW ESPECIAL EM HOMENAGEM AO COMPOSITOR CEARENSE EVALDO GOUVEIA
Entrada: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia) | Classificação indicativa: Livre | Duração: 70 min
Local: Sobre o Palco Cineteatro São Luiz – 90 lugares
Release: Em busca de traduzir uma relação que já passa de “ídolo” e “fã”, Marcos Lessa decidiu preparar um show em homenagem ao cantor e compositor cearense, Evaldo Gouveia. O concerto, que leva o nome de uma das principais canções do artista “Sentimental Demais”, vai ocorrer no Cineteatro São Luiz, no dia 11 de setembro, a partir das 20h e será no formato intimista. Outros grandes sucessos de Evaldo serão interpretados por Lessa, dentre eles: “Alguém Me Disse”, “O Conde”, “Bloco da Saudade” e “O Trovador”, bem como canções inéditas. Os ingressos custam R$20 a inteira e R$10, a meia entrada.

Os dois, que hoje são amigos, começaram a firmar uma relação mais próxima em 2013, quando Evaldo conheceu o trabalho de Marcos Lessa no programa The Voice Brasil. “Sempre admirei o trabalho de Evaldo e hoje o considero o maior compositor vivo da música popular brasileira. Me senti muito honrado quando ele compôs uma música, juntamente com Paulo César Pinheiro, chamada “Entre O Mar e O Sertão” e disse que tinha feito para eu gravar. Essa canção deu nome ao meu disco”, explica Marcos Lessa.

Com vários encontros na cidade paulista, os dois conversam sobre música e futuras composições. Evaldo Gouveia conta com um leque de 100 músicas inéditas. “Nesse show, além de apresentar as canções destaques desse grande compositor da nossa terra, quero mostrar que ele continua compondo como nunca e mostrar seu verdadeiro valor para o Estado do Ceará”, comenta Lessa.

Mais sobre Evaldo Gouveia
Compositor de rara produtividade, Evaldo iniciou sua carreira profissional no famoso Trio Nagô, em companhia de Mário Alves e Epaminondas de Souza. A primeira composição, “Deixe que Ela Se Vá” logo foi sucesso na voz de Nelson Gonçalves. A partir daí foram mais de uma centena de belas composições, a maioria boleros e samba-canções que se transformaram em clássico como: “Alguém Me Disse”, “Poema do Olhar”, “Que Queres Tu de Mim”, “Somos Iguais”, “Ninguém Chora por Mim”, brigas, “Sentimental Demais”, “Serenata da Chuva” e as marchas-rancho “O Trovador” e “Bloco da Solidão, dentre tantas outras. Os principais sucessos foram frutos de uma parceria vitoriosa de 32 anos com Jair Amorim.

DIA 12/09 (Quarta-feira)

19H [CURTA MAIS TEATRO] RELATO FINAL, com Cia Teatral Acontece
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 10 anos | Duração: 65 min
Local: Palco Cineteatro São Luiz | 60 lugares
Release: A Senhora Morte parece não se preocupar muito com as questões individuais das pessoas que a testemunham. Indignado, um jovem rapaz com sua alma prestes a trilhar uma jornada espiritual, decide afrontar a Senhora Que Finda Os Destinos com acusações e certezas por não aceitar sua condição. Nem tudo está perdido, sempre há esperança no coração de quem vive.

DIA 14/09 (Sexta-feira)

12H30 [CURTA A TRADIÇÃO, CURTA A CULTURA, CURTA O SÃO LUIZ] MARACATU AZ DE OURO
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: Livre | Duração: 60 min
Local: Hall de entrada (Foyer)
Release: Criado no dia 26 de setembro de 1936 por Raimundo Alves Feitosa com seus irmãos, como: Zé Neguinho e Alcides (em memória), com objetivo de criar um maracatu para o carnaval de rua de Fortaleza. Seu primeiro ensaio foi no antigo beco do aperto da hora, hoje o cruzamento da Rua Visconde do Rio Branco com Avenida Aguanambi em Fortaleza. Em 1937, o Maracatu desfilou pela primeira vez, com apenas 42 participantes. Foi o único Maracatu no Carnaval de Rua de Fortaleza, nos anos 1937 a 1950, a desfilar. Em crise entre os anos de 1951 e 1960, o Maracatu Az de Ouro ficou sem desfilar. Na presidência de Raimundo Feitosa, o Maracatu voltou a desfilar por 20 anos consecutivos. E, nos anos seguintes, sempre fazendo apresentação em vários espaços e eventos.

14h30* E 19H [TEATRO] EU VOU TIRAR VOCÊ DESTE LUGAR – AS CANÇÕES DE ODAIR JOSÉ
Entrada: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) | *A sessão das 14h30 é gratuita ( destinada a estudantes de escolas públicas) | Classificação indicativa: 12 anos | Duração: 90 min | Acessibilidade: Libras | Direção: Sérgio Maggio | Elenco: Watusi, Jones Schneider, Gabriela Correa, Luiz Felipe Ferreira, Camila Guerra, Rodrigo Mármore e Tainá Baldez.
Local: Palco
Release: Nos dias 14 e 15 de setembro, o musical “Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José” chega à Fortaleza em três sessões, sendo duas na sexta-feira (14/9), às 14h30 e 19h, e uma no sábado (15/9), às 18h. As sessões já estão com ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e no site da Tudus (www.tudus.com) por R$20 (inteira) e R$10 (meia), sendo a sessão das 14h30 do dia 14/9 gratuita e destinada à alunos de escolas públicas. Durante a temporada de Fortaleza, haverá, em todas as sessões, acessibilidade para pessoas com surdez (libras).

Depois de cumprir itinerância de 100 sessões em quatro capitais (Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro) e nas cidades do DF (Taguatinga, Ceilândia e Gama), para público superior a 22 mil espectadores, o musical Eu vou tirar você deste lugar – As canções de Odair José, do Criaturas Alaranjadas Núcleo de Criação Continuada, segue a estrada rumo a Fortaleza, com três sessões.

Com dramaturgia e direção do baiano Sérgio Maggio, o musical mexe com o imaginário dos espectadores ao pôr em cena temas de um dos maiores ídolos da canção romântica e popular no Brasil (10 milhões de discos vendidos na década de 1970). É comum, durante e após a apresentação, o espectador cantarolar temas que venceram o tempo, como Cadê você e A noite mais linda do mundo.

A partir de um roteiro inédito e ficcional, 20 canções (de um repertório que beira 400 músicas) costuram uma narrativa não-biográfica, que teve roteiro musical supervisionado por Odair José. “Estou muito feliz em saber que a minha obra serviu a um teatro de qualidade”, exalta o cantor goiano, que assina a supervisão musical do espetáculo.

Em cena, estão intérpretes de três gerações de musicais brasileiros: Watusi (primeira brasileira e negra a estrelar um show no mítico Moulin Rouge, em Paris), Jones Schneider (de “O Tocador da Viola Envenenada” e “O Coqueiro que Dá Coco”), Luiz Filipe Ferreira (“O Fole Roncou – Uma História do Forró! e “O Tocador da Viola Envenenada”), Camila Guerra (“OperAta”), Gabriela Corrêa (“L, O Musical”), Rodrigo Mármore (“Á Margem do Abrigo”), Tainá Baldez (“L, O Musical) e Renato Milan (do projeto “Garçons que Cantam”). Na banda, estão Guilherme Gê (teclados), Zé Krishna (guitarra) e André Togni (bateria). A direção musical é de Luís Filipe de Lima (“Sassaricando” e “L, O Musical”), enquanto a direção de movimento, de Márcia Duarte.

DIA 15/09 (Sábado)

19H [TEATRO] EU VOU TIRAR VOCÊ DESTE LUGAR – AS CANÇÕES DE ODAIR JOSÉ
Entrada: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) | Classificação indicativa: 12 anos | Duração: 90 min | Acessibilidade: Libras | Direção: Sérgio Maggio | Elenco: Watusi, Jones Schneider, Gabriela Correa, Luiz Felipe Ferreira, Camila Guerra, Rodrigo Mármore e Tainá Baldez.
Local: Palco

DIA 16/09 (Domingo)

18H [SHOW DO CEARÁ] ARGONAUTAS CONVIDAM RENATO BRAZ
Entrada: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia) | Classificação indicativa: livre| Duração: 60 min
Local: Palco
Release: Um show especial, unindo pela primeira vez um dos maiores intérpretes brasileiros a um dos mais talentosos grupos da cena musical cearense. Assim é a apresentação “Argonautas convidam Renato Braz”, que acontece no domingo, 16/9, às 18h, no Cineteatro São Luiz, destacando o encontro entre os compositores, cantores e instrumentistas cearenses, que estão lançando o álbum “Jangada Azul”, e o grande cantor paulista que consagrou músicas como “Anabela”, “Porto”, “Bambayuque”, “Desenredo”, “Outro Quilombo”, “Passarinheiro”, “Na ilha de Lia, no barco de Rosa”, entre tantas outras.

O projeto “Argonautas Convidam”, que reforça a divulgação do novo disco dos Argonautas, “Jangada Azul”, consiste na realização de shows com artistas com que o grupo guarda forte identificação. Para cada show, os Argonautas elaboram arranjos originais para obras do repertório do artista em questão. Canções dos músicos cearenses também são interpretadas pelos convidados, em novos arranjos.

Programação da semana (5 a 9/9) no Cineteatro São Luiz

Nesta semana, um dos mais festejados longas-metragens da atualidade do cinema da Bahia, “Café com Canela”, entra em cartaz no Cineteatro São Luiz. Ao todo, são quatro sessões divididas entre os dias 4/9 (terça-feira, às 16h e 18h30) e 5/9 (quarta-feira, às 16h e 18h30). Os ingressos podem ser adquiridos por R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Na quarta-feira, às 12h30, quem se apresenta no Foyer do Cineteatro é o Coral da Secult. O evento tem entrada gratuita e é aberto ao público.

Já na quinta-feira (6/9), entra em cartaz no Cinema do Cineteatro “Os Vingadores: Guerra Infinita”. O filme terá 8 sessões, divididas entre os dias 6/9 (quinta-feira, às 16h e 19h10), 7/9 (sexta-feira, às 10h, 14h e 17h30) e 8/9 (sábado, às 10h, 14h e 17h30).

Finalizando a semana, no domingo (9/9), às 18h, o São Luiz recebe o Maestro João Carlos Martins e Camerata Bachiana com homenagem a Heitor Villa-Lobos. (Ingressos esgotados)

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

DIA 05/09 (Quarta-feira)

12H30 [CURTA SÃO LUIZ] CORAL DA SECULT
Entrada: gratuita | Classificação indicativa: Livre | Duração: 60 min

Local: Hall de entrada (Foyer)

Release: Cantos e encantos. O Coral da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) retoma as suas atividades e faz apresentação com entrada franca no Cineteatro São Luiz, equipamento da Secult. O coral é aberto ao público e faz alegria e poesia, se apresenta com repertório variado, um convite à apreciação da arte e da cultura. O coral, formado somente por trabalhadores e trabalhadoras da Secretaria, tem história: lançou o CD “Nas Rodas da Infância” e fez, durante sua trajetória, diversas e lindas apresentações nos equipamentos culturais da cidade.

16h [CINEMA] CAFÉ COM CANELA

Entrada: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) | Classificação indicativa: 14 anos | Nacional Direção de Ary Rosa e Glenda Nicácio | Ficção | Brasil | 2018 | 1h43

Sinopse: Margarida vive em São Félix, isolada pela dor da perda do filho. Violeta segue a vida em Cachoeira, entre adversidades do dia a dia e traumas do passado. Quando Violeta reencontra Margarida inicia-se um processo de transformação, marcado por visitas, faxinas e cafés com canela, capazes de despertar novos amigos e antigos amores.

18h30 [CINEMA] CAFÉ COM CANELA

Entrada: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) | Classificação indicativa: 14 anos | Nacional

Direção de Ary Rosa e Glenda Nicácio | Ficção | Brasil | 2018 | 1h43

Sinopse: Margarida vive em São Félix, isolada pela dor da perda do filho. Violeta segue a vida em Cachoeira, entre adversidades do dia a dia e traumas do passado. Quando Violeta reencontra Margarida inicia-se um processo de transformação, marcado por visitas, faxinas e cafés com canela, capazes de despertar novos amigos e antigos amores.

DIA 06/09 (QUINTA-FEIRA)

16h [CINEMA] VINGADORES: GUERRA INFINITA

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos | Dublado

Direção de Joe Russo, Anthony Russo | Aventura, Ação | EUA | 2018 | 2h36

Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

19h10 [CINEMA] VINGADORES: GUERRA INFINITA

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos | Legendado

Direção de Joe Russo, Anthony Russo | Aventura, Ação | EUA | 2018 | 2h36

Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

DIA 07/09 (SEXTA-FEIRA)

10h [CINEMA] SÃO LUIZ 3D – VINGADORES: GUERRA INFINITA

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos | Legendado

Direção de Joe Russo, Anthony Russo | Aventura, Ação | EUA | 2018 | 2h36

Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

14h [CINEMA] VINGADORES: GUERRA INFINITA

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos | Dublado

Direção de Joe Russo, Anthony Russo | Aventura, Ação | EUA | 2018 | 2h36

Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

17h30 [CINEMA] VINGADORES: GUERRA INFINITA

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos | Legendado

Direção de Joe Russo, Anthony Russo | Aventura, Ação | EUA | 2018 | 2h36

Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

DIA 08/09 (SÁBADO)

10h [CINEMA] SÃO LUIZ 3D – VINGADORES: GUERRA INFINITA
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos | Dublado
Direção de Joe Russo, Anthony Russo | Aventura, Ação | EUA | 2018 | 2h36
Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

14h [CINEMA] VINGADORES: GUERRA INFINITA
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos | Legendado
Direção de Joe Russo, Anthony Russo | Aventura, Ação | EUA | 2018 | 2h36
Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

17h30 [CINEMA] VINGADORES: GUERRA INFINITA

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos | Dublado
Direção de Joe Russo, Anthony Russo | Aventura, Ação | EUA | 2018 | 2h36
Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

DIA 09/09 (Domingo)

18H [MÚSICA] NA RODA COM O MAESTRO – UMA HOMENAGEM A HEITOR VILLA-LOBOS, COM O MAESTRO JOÃO CARLOS MARTINS E CAMERATA BACHIANA

Entrada: gratuita (ingressos esgotados) | Classificação indicativa: Livre | Duração: 60 min

Local: Palco

O projeto apresenta um concerto gratuito da Camerata Bachiana, sob regência do renomado maestro João Carlos Martins, no qual será apresentada algumas das principais composições de Villa-Lobos. O espetáculo conta ainda, com comentários feitos pelo maestro sobre a vida do compositor homenageado, explicando a importância e contribuições de Heitor Villa-Lobos para o cenário da música clássica brasileira. O espetáculo é patrocinado pela Algar Telecom e é produzido pela D’color Produções Culturais.

CINETEATRO SÃO LUIZ apresenta Programação Cultural de 26 Agosto a 02 Set

 

Esta semana, no Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro), começa com a Maratona de Séries “Roda de Mulheres” (28/8 às 16h; 30/8 às 16h). Serão exibidas oito edições do projeto que integra a grade da TVCeará.

A Mostra Perfil de Cinema “Ingmar Bergman” também continua com a exibição dos filmes: “Persona – Quando duas Mulheres Pecam” (28/8 às 19h), “Gritos e Sussurros” (29/8 às 19h) e “Morangos Silvestre” (30/8 às 16h).

No dia 29/8 às 12h30 o Curta São Luiz recebe o Coral da Secult e no dia 31/8, também às 12h30, o grupo Oré Anacã. O Curta São Luiz ocorre no Hall de entrada do Cineteatro e tem entrada gratuita.

Nos dias 1 e 2 de setembro, o espetáculo “Os Realistas” chega à Fortaleza em três sessões, sendo duas no sábado (1/9), às 18h e 21h, e uma no domingo (2/9), às 18h. “Os Realistas” têm direção de Guilherme Weber e Débora Bloch e conta, no elenco, com os atores: Débora Bloch, Emílio de Mello, Guilherme Weber e Isabel Teixeira. Esta é a primeira montagem realizada na América Latina do “The Realistic Joneses”, espetáculo que marcou a estreia de Will Eno na Brodway em 2014. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Cineteatro com preços populares, sendo: R$25 e R$12,50.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

DIA 28/08 (Terça-feira)

16h [CINEMA] MARATONA DE SÉRIES – RODA DE MULHERES (SÉRIE CEARENSE)
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: Livre
Sinopse: Exibição dos quatro primeiros episódios dessa série que se propõe a dialogar com a sociedade em geral e sem amarras sociais, percebendo as mudanças e o simbolismo da presença da mulher na ocupação dos diferentes espaços, possibilitando outros olhares e novas perspectivas.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | PERSONA – QUANDO DUAS MULHERES PECAM
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1966 | 1h24 | Legendado
Sinopse: Após um desempenho na peça “Electra”, uma famosa atriz, Elisabeth Vogler (LIv Ullmann), pára de falar. Sua psiquiatra, Lakaren (Margaretha Krook), a deixa sob os cuidados de Alma (Bibi Andersson), uma dedicada enfermeira. Como já fazem três meses que Elisabet não profere uma palavra, Lakaren decide que ela deva ser mandada para uma isolada casa de praia, com Alma. Na casa Alma fala pelas duas, pois Elisabet continua muda, comunicando-se apenas com pequenos gestos. Com o convívio Alma fica uma pouco enamorada pela atriz. Num dia conta para Elisabeth sobre uma excitante experiência sexual que teve numa praia, com desconhecidos, e a conseqüência desagradável disto. Pouco depois de fazer esta confidência ela lê uma carta que Elisabeth tinha escrito, onde fica chocada ao descobrir que a atriz pensa nela como um divertido objeto de estudo.

DIA 29/08 (Quarta-feira)

12H30 [CURTA SÃO LUIZ] CORAL DA SECULT
Entrada: gratuita | Classificação indicativa: Livre | Duração: 30 min
Local: Hall de entrada (Foyer)
Release: Apresentação do Coral da Secult, sob a regência da professora e cantora Aparecida Silvino.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | GRITOS E SUSSURROS
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 18 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1972 | 1h30 | Legendado
Sinopse: Em uma casa no campo uma mulher está bastante enferma e recebe cuidados de suas duas irmãs e de uma empregada da família, que precocemente perdeu sua filha e por isso extravasa seu amor de mãe dando o maior carinho possível para aquela moça tão debilitada. Dentro deste contexto lembranças, frustrações e imaginações em um misto de amor e ódio surgem no interior de cada pessoa.

DIA 30/08 (Quinta-feira)

16h [CINEMA] MARATONA DE SÉRIES – RODA DE MULHERES (SÉRIE CEARENSE)
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: Livre
Sinopse: Exibição dos quatro últimos episódios dessa série que se propõe a dialogar com a sociedade em geral e sem amarras sociais, percebendo as mudanças e o simbolismo da presença da mulher na ocupação dos diferentes espaços, possibilitando outros olhares e novas perspectivas.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | MORANGOS SILVESTRES
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1957 | 1h32 | Legendado
Sinopse: Isak Borg (Victor Sjöström) é um professor de medicina que revisita vários momentos marcantes de seu passado durante uma viagem de carro até sua antiga universidade, onde ele irá receber uma honraria. Acompanhado de sua nora Marianne (Ingrid Thulin) ele evoca memória de sua família e de sua ex-namorada. Durante a viagem ele conhece uma garota adolescente que em muito se assemelha a Sara, seu antigo amor. A jovem pega carona com o professor e Marianne. Quanto mais Borg recorda as decepções e desilusões que viveu, mais ele se sente frio e cheio de culpa. Esses sentimentos se afloram quando ele encontra seu filho, igualmente frio e ressentido.

DIA 31/08 (Sexta-feira)

12H30 [CURTA SÃO LUIZ] ORÉ ANACÃ
Entrada: gratuita | Classificação indicativa: Livre | Duração: 60 min
Local: Hall de entrada (Foyer)
Release: Entre Penas e Contas, espetáculo que traz à cena danças brasileiras de influência étnica negra indígena, coreografadas a partir de pesquisas in loco realizadas em todo o país, graças ao programa de extensão financiado pelo Ministério da Educação. Boi bumbá, afoxé, maracatu, coco; são danças que traduzem a importância da ascendência negra e indígena nas raízes de nossos ritmos e gestos da danças tradicionais brasileiras.

DIA 01/09 (Sábado)
18H E 21H [TEATRO] OS REALISTAS
Entrada: R$ 25,00 (inteira) e R$ 12,50 (meia) – com limitação de 40% de meia | Classificação indicativa: 12 anos | Gênero: Comédia Dramática | Duração: 100 min | Acessibilidade: Libras nas duas sessões
Direção: Guilherme Weber | Elenco: Debora Bloch, Emílio de Mello, Guilherme Weber e Isabel Teixeira
Local: Palco

Release: Nos dias 1 e 2 de setembro, o espetáculo “Os Realistas” chega à Fortaleza em três sessões, sendo duas no sábado (1/9), às 18h e 21h, e uma no domingo (2/9), às 18h. “Os Realistas” têm direção de Guilherme Weber e Débora Bloch e conta, no elenco, com os atores: Débora Bloch, Emílio de Mello, Guilherme Weber e Isabel Teixeira. Esta é a primeira montagem realizada na América Latina do “The Realistic Joneses”, espetáculo que marcou a estreia de Will Eno na Brodway em 2014.

Débora Bloch, que acompanhava e estudava a trajetória do autor, assistiu à montagem do espetáculo e decidiu que iria produzir o texto no Brasil. Com os direitos cedidos, firmou parceria com Guilherme Weber, que assina a direção da empreitada e tem total intimidade com o universo do dramaturgo: ele ostenta o título de ator que mais encenou Will Eno em todo o mundo.

Em cena, dois casais de vizinhos se encontram e descobrem ter mais em comum do que as casas idênticas e sobrenomes iguais. Com este ponto de partida, a peça flagra a convivência do quarteto e os relacionamentos que começam a se entrelaçar. Em um hábil jogo de cena, o autor mostra também que nem tudo é o que parece ser, fazendo ainda que as situações reflitam sobre os diferentes estágios do casamento.

Para o diretor, ‘Os Realistas’ é um exercício do autor sobre o gênero realista. ‘É um gênero em que os heróis dão lugar a pessoas comuns. Nesta história, Eno desloca seus personagens para uma pequena cidade interiorana e campestre, em um movimento de alguma maneira também reverente ao teatro de Tchekhov.

Este confronto com a natureza, o vasto e o desconhecido faz com que estes personagens se cruzem em uma comédia existencialista sobre vida, morte, amor e vizinhos’, analisa Guilherme Weber, cuja relação com a obra de Will Eno começou em 2003, quando estrelou e assinou a criação com Felipe Hirsch da montagem brasileira de ‘Temporada de Gripe’ (‘The FluSeason’).

“Os Realistas” marca o retorno de Débora Bloch à produção teatral, tarefa que abraçou em meados dos anos 80. De lá para cá, ela foi responsável por espetáculos que marcaram a história recente do teatro brasileiro, como ‘Fica Comigo Esta Noite’ (1990), que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz em 1990, ‘Duas Mulheres e Um Cadáver’ (2000), estrelado e produzido ao lado de Fernanda Torres, ‘Tio Vânia’ (2003), em montagem dirigida por Aderbal Freire-Filho que ocupou o Parque Lage. Seu último espetáculo foi o monólogo ‘Brincando Em Cima Daquilo’ (2007/2008), com direção de Otávio Muller.

DIA 02/09 (Domingo)

18H [TEATRO] OS REALISTAS
Entrada: R$ 25,00 (inteira) e R$ 12,50 (meia) – com limitação de 40% de meia | Classificação indicativa: 12 anos | Gênero: Comédia Dramática | Duração: 100 min | Acessibilidade: Audiodescrição
Direção: Guilherme Weber | Elenco: Debora Bloch, Emílio de Mello, Guilherme Weber e Isabel Teixeira
Local: Palco

Espetáculo “Os Realistas” recebe três sessões em setembro no Cineteatro São Luiz

 

Nos dias 1 e 2 de setembro, o espetáculo “Os Realistas” chega à Fortaleza em três sessões, sendo duas no sábado (1/9), às 18h e 21h, e uma no domingo (2/9), às 18h. “Os Realistas” têm direção de Guilherme Weber e Débora Bloch e conta, no elenco, com os atores: Débora Bloch, Emílio de Mello, Guilherme Weber e Isabel Teixeira. Esta é a primeira montagem realizada na América Latina do “The Realistic Joneses”, espetáculo que marcou a estreia de Will Eno na Brodway em 2014.

Débora Bloch, que acompanhava e estudava a trajetória do autor, assistiu à montagem do espetáculo e decidiu que iria produzir o texto no Brasil. Com os direitos cedidos, firmou parceria com Guilherme Weber, que assina a direção da empreitada e tem total intimidade com o universo do dramaturgo: ele ostenta o título de ator que mais encenou Will Eno em todo o mundo.

Em cena, dois casais de vizinhos se encontram e descobrem ter mais em comum do que as casas idênticas e sobrenomes iguais. Com este ponto de partida, a peça flagra a convivência do quarteto e os relacionamentos que começam a se entrelaçar. Em um hábil jogo de cena, o autor mostra também que nem tudo é o que parece ser, fazendo ainda que as situações reflitam sobre os diferentes estágios do casamento.

Para o diretor, ‘Os Realistas’ é um exercício do autor sobre o gênero realista. ‘É um gênero em que os heróis dão lugar a pessoas comuns. Nesta história, Eno desloca seus personagens para uma pequena cidade interiorana e campestre, em um movimento de alguma maneira também reverente ao teatro de Tchekhov.

Este confronto com a natureza, o vasto e o desconhecido faz com que estes personagens se cruzem em uma comédia existencialista sobre vida, morte, amor e vizinhos’, analisa Guilherme Weber, cuja relação com a obra de Will Eno começou em 2003, quando estrelou e assinou a criação com Felipe Hirsch da montagem brasileira de ‘Temporada de Gripe’ (‘The FluSeason’).

“Os Realistas” marca o retorno de Débora Bloch à produção teatral, tarefa que abraçou em meados dos anos 80. De lá para cá, ela foi responsável por espetáculos que marcaram a história recente do teatro brasileiro, como ‘Fica Comigo Esta Noite’ (1990), que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz em 1990, ‘Duas Mulheres e Um Cadáver’ (2000), estrelado e produzido ao lado de Fernanda Torres, ‘Tio Vânia’ (2003), em montagem dirigida por Aderbal Freire-Filho que ocupou o Parque Lage. Seu último espetáculo foi o monólogo ‘Brincando Em Cima Daquilo’ (2007/2008), com direção de Otávio Muller.

 

Serviço:
Data: 1/9 às 18h e 21h e 2/9 às 18h
Ingressos: R$ 25 (inteira) e R$ 12,50 (meia)
À venda com cadeiras marcadas na bilheteria do Cinetetaro São Luiz – de terça a sábado, das 10h às 18h30 – e no site da Tudus (www.tudus.com.br)

Grupo Pavilhão da Magnólia apresenta “Baldio” no Cineteatro São Luiz

 

Cinco atores em quadros cênicos abordam histórias reais, pessoais. Um atravessamento de temas como a morte, o estar-no-mundo e a possibilidade do encontro que se costuram por meio dos relatos em uma junção de cena, audiovisual e literatura. A figura do cão “vira-lata”, em sua dimensão de abandono, inspirado numa das narrativas do livro “Contos de Lugares Distantes”, do escritor australiano Shaun Tan, reverbera na criação dos atores, em memórias que oscilam entre delicadezas e violência. Essa é a imagem que emoldura os contrastes e oposições de “Baldio”.

O espetáculo terá sessão única no dia 25 de agosto (sábado), às 19h, no Cineteatro São Luiz. A entrada é gratuita e limitada a 60 lugares – o público é acomodado no palco. Os ingressos começam a ser distribuídos uma hora da sessão, por ordem de chegada e mediante apresentação de documento com foto.

 

Baldio

O texto foi originado durante o processo de criação, com assinatura do dramaturgo paraibano Astier Basílio (prêmio Funarte de dramaturgia 2014). A direção de Héctor Briones se dá na parceria do Grupo Pavilhão da Magnólia com o LPCA – Laboratório de Poéticas Cênicas e Audiovisuais do ICA – Instituto de Cultura e Arte da UFC. A direção audiovisual é assinada por Lenildo Gomes, pesquisador em linguagem de cinema, sociólogo e professor.

O espetáculo faz parte das comemorações de 10 anos do grupo e na culminância das atividades desenvolvidas como grupo residente do Teatro Universitário, dentro do projeto TU-residência.

Classificação indicativa: 18 anos

Duração: 60 min

Cineteatro São Luiz traz nesta semana show com o grupo “A Cor do Som” em comemoração aos 40 anos de trabalho

 

A Programação do Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura (SECULT), segue bastante diversa nesta semana e inicia, nos dias 20, 22 e 23 de agosto, com a realização da Mostra Perfil de Cinema “Ingmar Bergman”. A retirada dos ingressos inicia uma hora antes de cada sessão na bilheteria do Cineteatro, por ordem de chegada. Basta apresentar documento de identificação com foto.

No dia 21 de agosto (terça-feira), às 17h, será realizado no Cineteatro a palestra “A cidade do capital e as loucuras da razão econômica” com o geógrafo britânico David Harvey. A iniciativa do evento é do Laboratório de Estudos da Habitação (LEHAB) e da editora Boitempo. (ingressos esgotados)

Durante a sexta-feira (24), às 12h30, ocorre apresentação do “Balé Folclórico Arte Popular de Fortaleza”. O evento tem entrada gratuita. Ainda na sexta, às 19h30, a humorista Luana do Crato faz gravação do DVD “A Dona do Borogodó” em comemoração aos seus 25 anos de carreira. Os ingressos estão à venda por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) na bilheteria do equipamento ou no site da Tudus: http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-a-dona-do-borogodo–luana-do-crato.
No sábado (25), às 19h, quem sobe ao palco principal do São Luiz é o grupo Pavilhão da Magnólia, que apresentará o espetáculo “Baldio” – em sessão única. A entrada é gratuita e limitada a 60 lugares – o público é acomodado no palco. Os ingressos começam a ser distribuídos uma hora da sessão, por ordem de chegada e mediante apresentação de documento com foto.
No dia 26 de agosto (domingo), às 18h, será a vez do público conferir o rock, choro e o pop do grupo “A cor do som – 40 anos”, composto por Dadi (baixo), Armandinho (guitarra, bandolim e guitarra baiana), Ary Dias (percussão), Gustavo Schroeter (bateria) e Mu Carvalho (teclados). O espetáculo que ocorre no Cineteatro São Luiz (Rua major Facundo, 500 – Centro) tem classificação livre e já está com ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e através do site da Tudus (http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-a-cor-do-som–40-anos) por R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

Mais informações/entrevistas:
ASCOM Secult – (85) 3101 – 6761 / imprensasecultce@gmail.com /
Ivna Girão (Secult) – (85) 98817-5149
Lucas Benedecti – (85) 99693-7303
Paula Candice – (85) 98848-4987
>> PROGRAMAÇÃO COMPLETA
DIA 20/08 (Segunda-feira)
13h30 [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | O SÉTIMO SELO
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 16 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1956 | 1h36 | Legendado
Sinopse: Após dez anos, um cavaleiro (Max Von Sydow) retorna das Cruzadas e encontra o país devastado pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte (Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez que decidirá se ele parte com a Morte ou não. Tudo depende da sua vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde nunca.

16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | FANNY E ALEXANDER

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos

Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia, França, Alemanha Ocidental | 1982 | 3h02 | Legendado

Sinopse: No início do século XX, após um alegre Natal na família Ekdahl, o pai de um casal de crianças vem a falecer. Deste momento em diante Alexander (Bertil Guve), o menino, passa a ver o fantasma do pai freqüentemente. Tempos depois Emilie (Ewa Fröling), sua mãe, casa-se com um extremamente rígido religioso e as crianças são obrigadas a deixar a casa da avó paterna, onde foram muito felizes, e passam a viver com a família do padrasto de hábitos severos, onde são tratados como prisioneiros. Na casa do padrasto o menino passa a ver o fantasma da primeira esposa dele e suas filhas, que haviam morrido tentando escapar dele. Decorrido algum tempo, a mãe se conscientiza da real personalidade do marido e de quanto seus filhos sofrem naquela casa, assim planeja um modo de tirá-los daquele lugar e levá-los de volta à casa da avó.

19h30 [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | GRITOS E SUSSURROS
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 18 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1972 | 1h30 | Legendado
Sinopse: Em uma casa no campo uma mulher está bastante enferma e recebe cuidados de suas duas irmãs e de uma empregada da família, que precocemente perdeu sua filha e por isso extravasa seu amor de mãe dando o maior carinho possível para aquela moça tão debilitada. Dentro deste contexto lembranças, frustrações e imaginações em um misto de amor e ódio surgem no interior de cada pessoa.
DIA 21/08 (Terça-feira)
17h – [CONFERÊNCIA] “A CIDADE DO CAPITAL E A LOUCURA DA RAZÃO ECONÔMICA”, COM O PROFESSOR DAVID HARVEY (Haverá tradução simultânea)

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: Livre
No dia 21 de agosto (terça-feira), às 17h, será realizado no Cineteatro São Luiz a palestra “A cidade do capital e as loucuras da razão econômica” com o geógrafo britânico David Harvey. A iniciativa do evento é do Laboratório de Estudos da Habitação (LEHAB) e da editora Boitempo.

David Harvey é referência mundial nos estudos urbanísticos e um dos marxistas mais influentes dos dias atuais. Harvey vem ao Brasil a convite da Boitempo para o lançamento de seu novo livro, “A loucura da razão econômica: Marx e o Capital no Século XXI”.

(ingressos esgotados)
O livro

Em “A Loucura da Razão Econômica”, Harvey se propõe a atualizar o pensamento de Karl Marx à luz das novas transformações da globalização capitalista contemporânea. Disparando contra a “loucura da razão econômica”, ele revela a total impotência da dita “ciência econômica” imperante para lidar com os problemas postos pela crise atual do capitalismo.
DIA 22/08 (Quarta-feira)
16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | SONATA DE OUTONO

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos

Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia, França, Alemanha Ocidental | 1978 | 1h33 | Legendado

Sinopse: Após ter sido uma mãe ausente por anos, Charlotte (Ingrid Bergman), uma renomada pianista, vai até a casa de sua filha Eva (Liv Ullmann) para lhe fazer uma visita. Ela se surpreende ao encontrar sua outra filha, Helena (Lena Nyman), que tem problemas mentais. Eva tirou Helena da instituição que Charlotte a havia internado para cuidar dela em casa. A tensão entre mãe e filha começa a crescer devagar até elas colocarem tudo em panos limpos, dizendo tudo que sempre gostariam de dizer.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | SONATA DE OUTONO
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia, França, Alemanha Ocidental | 1978 | 1h33 | Legendado
Sinopse: Após ter sido uma mãe ausente por anos, Charlotte (Ingrid Bergman), uma renomada pianista, vai até a casa de sua filha Eva (Liv Ullmann) para lhe fazer uma visita. Ela se surpreende ao encontrar sua outra filha, Helena (Lena Nyman), que tem problemas mentais. Eva tirou Helena da instituição que Charlotte a havia internado para cuidar dela em casa. A tensão entre mãe e filha começa a crescer devagar até elas colocarem tudo em panos limpos, dizendo tudo que sempre gostariam de dizer.
DIA 23/08 (Quinta-feira)
16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | FANNY E ALEXANDER
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia, França, Alemanha Ocidental | 1982 | 3h02 | Legendado
Sinopse: No início do século XX, após um alegre Natal na família Ekdahl, o pai de um casal de crianças vem a falecer. Deste momento em diante Alexander (Bertil Guve), o menino, passa a ver o fantasma do pai freqüentemente. Tempos depois Emilie (Ewa Fröling), sua mãe, casa-se com um extremamente rígido religioso e as crianças são obrigadas a deixar a casa da avó paterna, onde foram muito felizes, e passam a viver com a família do padrasto de hábitos severos, onde são tratados como prisioneiros. Na casa do padrasto o menino passa a ver o fantasma da primeira esposa dele e suas filhas, que haviam morrido tentando escapar dele. Decorrido algum tempo, a mãe se conscientiza da real personalidade do marido e de quanto seus filhos sofrem naquela casa, assim planeja um modo de tirá-los daquele lugar e levá-los de volta à casa da avó.
19h30 [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | O SÉTIMO SELO
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 16 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1956 | 1h36 | Legendado
Sinopse: Após dez anos, um cavaleiro (Max Von Sydow) retorna das Cruzadas e encontra o país devastado pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte (Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez que decidirá se ele parte com a Morte ou não. Tudo depende da sua vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde nunca.
DIA 24/08 (Sexta-feira)
12H30 [CURTA SÃO LUIZ] BALÉ FOLCLÓRICO ARTE POPULAR DE FORTALEZA

Entrada: gratuita | Classificação indicativa: Livre | Duração: 60 min

Local: Hall de entrada (Foyer)

O Balé Folclórico Arte Popular de Fortaleza (BFAPF) é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em julho de 1993 pela bailarina e coreógrafa Sandra Veloso, com o objetivo de pesquisar e divulgar manifestações populares através da dança e música, principalmente do Brasil e do nordeste e, em especial do Ceará, no intuito de obter uma total aceitação, preservação e valorização das nossas tradições.
19H30 [HUMOR] A DONA DO BOROGODÓ – GRAVAÇÃO DO DVD DA HUMORISTA LUANA DO CRATO

Entrada: R$20,00 (inteira), R$10,00 (meia) | Classificação indicativa: 14 anos | Duração: 80 min

Local: Palco

A humorista Luana do Crato gravará seu DVD no palco do Cineteatro São Luiz, comemorando seus 25 anos de carreira, com o espetáculo: A Dona do Borogodó. Nesse show, Luana do Crato relata o dia a dia da mulher, desde a pré-história até os dias atuais. Como essa figura feminina se colocou no mundo? O que a faz ser única e absoluta? Tudo com muita reflexão e humor sobre a figura feminina. Luana vai falar um pouco da sua história como humorista, das pessoas que a ajudaram a chegar ao sucesso. Alguns convidados especiais dividirão o palco com a virgem do humor cearense para abrilhantar ainda mais o evento. O cerimonialista será o produtor do Programa do Ratinho, Murilo Bordoni.
Ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e através do site da Tudus (http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-a-dona-do-borogodo–luana-do-crato)
DIA 25/08 (Sábado)
19H [CURTA MAIS TEATRO] Baldio, com Grupo Pavilhão da Magnólia

Entrada: Gratuita | Limite de público: 60 cadeiras

Classificação indicativa: 18 anos | Duração: 60 min

Local: Palco

Cinco atores em quadros cênicos abordam histórias reais, pessoais. Um atravessamento de temas como a morte, o estar-no-mundo e a possibilidade do encontro que se costuram por meio dos relatos em uma junção de cena, audiovisual e literatura. A figura do cão “vira-lata”, em sua dimensão de abandono, inspirado numa das narrativas do livro “Contos de Lugares Distantes”, do escritor australiano Shaun Tan, reverbera na criação dos atores, em memórias que oscilam entre delicadezas e violência. Essa é a imagem que emoldura os contrastes e oposições de “Baldio”.

O espetáculo terá sessão única no dia 25 de agosto (sábado), às 19h. A entrada é gratuita e limitada a 60 lugares – o público é acomodado no palco. Os ingressos começam a ser distribuídos uma hora da sessão, por ordem de chegada e mediante apresentação de documento com foto.
Baldio

O texto foi originado durante o processo de criação, com assinatura do dramaturgo paraibano Astier Basílio (prêmio Funarte de dramaturgia 2014). A direção de Héctor Briones se dá na parceria do Grupo Pavilhão da Magnólia com o LPCA – Laboratório de Poéticas Cênicas e Audiovisuais do ICA – Instituto de Cultura e Arte da UFC. A direção audiovisual é assinada por Lenildo Gomes, pesquisador em linguagem de cinema, sociólogo e professor.

O espetáculo faz parte das comemorações de 10 anos do grupo e na culminância das atividades desenvolvidas como grupo residente do Teatro Universitário, dentro do projeto TU-residência.
Classificação indicativa: 18 anos

Duração: 60 min
DIA 26/08 (Domingo)
18H [SHOW] A COR DO SOM – 40 ANOS

Entrada: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia) | Classificação indicativa: livre| Duração: 80 min

Local: Palco

No dia 26 de agosto (domingo), às 18h, Dadi (baixo), Armandinho (guitarra, bandolim e guitarra baiana), Ary Dias (percussão), Gustavo Schroeter (bateria) e Mu Carvalho (teclados) misturam rock, choro e pop no show “A cor do som – 40 anos”. O espetáculo que ocorre no Cineteatro São Luiz (Rua major Facundo, 500 – Centro) tem classificação livre e já está com ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e através do site da Tudus (http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-a-cor-do-som–40-anos) por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).
Com a formação original, o grupo comemora 40 anos de carreira em turnê e com um novo disco. O repertório de “40 anos” aponta para o futuro, com canções novas, além das regravações de clássicos tirados dos primeiros álbuns.
Com sua inusitada e orgânica fusão de pop, choro, trio elétrico e progressivo, A Cor do Som foi a grande surpresa da música brasileira em fins dos anos 1970, antecipando o rock que iria imperar na década seguinte. O grupo começou a nascer no primeiro álbum solo de Moraes Moreira, em 1975, recém-saído dos Novos Baianos. Estavam nessas gravações Dadi (o jovem baixista carioca que tinha entrado para a comunidade musical dos Novos Baianos e também tocava com Jorge Ben), Armandinho (o mestre da guitarra baiana e do bandolim, filho do Osmar, um dos inventores do trio elétrico) e Gustavo (outro carioca, baterista que veio do grupo A Bolha e também músico de Jorge Ben), com Mú (pianista e tecladista, irmão caçula de Dadi) estreando profissionalmente em uma faixa – e, logo em seguida, incorporado à banda nos shows. Já Ary Dias (percussionista baiano que veio de Banda do Companheiro Mágico), tocou no disco de estreia d’A Cor, mas só entrou oficialmente, completando a formação clássica, a partir do segundo álbum.
Como Dadi, mais de três décadas depois, contou no livro de memórias “Meu caminho é chão e céu” (Record, 2014), a paixão de Armandinho e Mú pelo choro foi o estímulo para as primeiras músicas do grupo que começava a nascer. Quanto ao nome, foi pedido emprestado a Galvão e Pepeu Gomes, que chamavam de A Cor do Som o núcleo instrumental dos Novos Baianos.