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CD

Aurélia lança o disco Acesa no Cineteatro São Luiz no dia 29/10

Cantora, compositora, atriz e jornalista, Marta Aurélia, ou simplesmente Aurélia, lança, no dia 29 de outubro de 2018, às 19h, no Cineteatro São Luiz, o seu segundo CD autoral, intitulado Acesa. Produzido pela própria artista, em parceria com Eric Barbosa, o trabalho “cria uma poética da voz em sinestesia com outras fontes sonoras e de instrumentação, de maneira fluida e livre”, como Aurélia faz questão de definir.

Acesa é um álbum orgânico, nascido do desejo da cantora de investigar outros territórios para sua voz, seu som e sua poesia e de aproximar-se mais da performance, do happening, da arte sonora, do noise e, mais do que presente nos sets de cinema como atriz, aproximar-se, também, da linguagem do audiovisual com sua música. Nessa perspectiva, surge a parceria com o músico-performer Eric Barbosa e, daí, começam os encontros criativos na Trincheira – residência artística localizada no Centro de Fortaleza – incluindo, paulatinamente, a presença de Eduardo Escarpinelli e Ayrton Pessoa.

Improvisações de guitarra, baixo, teclado, acordeon, clarinete, voz e efeitos começam a acontecer inicialmente no estúdio, seguidas por ensaios para apresentação, mixagens do material diverso, mantendo sempre a liberdade criativa que se apresenta nas oito faixas que compõem o disco. “O Acesa nasceu com a ideia de se trabalhar a canção, a palavra, em outras fontes e diretrizes, a partir do conceito de hibridismo de linguagem, entre performance sonora e filosofia, passando ainda pelas instalações sonoras e o audiovisual”, afirma Eric, que ainda ressalta, do trabalho, a predileção por novas timbragens dos instrumentos, além das experimentações da voz.

Já Ayrton Pessoa pontua uma característica do processo criativo de Aurélia, que é o fato de seus projetos serem tangenciais, “que se confundem e se atravessam”. “A gente acaba sem saber o que começou, onde, quando, como ou por que”, brinca. Para o músico, Acesa ganhou ainda mais força com a chegada de Eric Barbosa ao projeto, dando ao disco uma orientação estética melhor delineada e, principalmente, trabalhando o poder de escrita de Aurélia, com composições espontâneas e improvisos. Canções tradicionais se transformaram em ‘peças sonoras’ com a mistura de sons complexos e caóticos, ruídos, palavras, timbres de guitarra com riffs, sintetizadores, um clarinete encantadoramente perdido e sua voz.”

Eduardo Escarpinelli destaca ainda a poética sonora sinestésica de Aurélia, do seu texto falado e das frequências de seus movimentos, no estúdio e no palco, que evocam imagens que também geram sons, deslocando poeticamente sentidos clássicos, tradicionais, de se ver/ouvir/sentir/etc. “A Aurélia inverte, expande e junta o cosmos sonoro”, diz.

 

O território da voz

A voz é território de atuação mais comum de Aurélia, desde o rádio, a música, o teatro, o cinema, passando por suas investigações desse que também é instrumento de autoconhecimento e expressão multicultural, dos diversos usos da voz seja na comunicação, seja na arte, e da compreensão do som como experiência com o sagrado e como força vital presente nos processos criativos. É da convergência desses aspectos que Aurélia carrega a bateria para construir uma poética vocal capaz de transitar por alguns parâmetros mais harmônicos do canto e da fala e criar novas imagens sonoras e ruidísticas.

“A voz é expressão do ser, que é perfeito, imperfeito, harmônico e ruidoso. Então, queria caminhar com essa voz, que, quando audível, também pudesse esmorecer, arranhar, borrar, sujar, enfim, além de expressar a beleza do som e da voz, esta entendida também como discurso, como o que está sendo dito. O álbum brinca entre entrar e sair de alguns padrões, entre o som que é e não é, necessariamente, ‘compreensível’ ou ‘entendível’, mas que tem poesia e que provoca a imaginação”, explica a cantora.

“Também não tivemos essa questão de trabalhar com o polimento do som, quando se pensa no referencial de gravação de estúdio, tanto que sons captados da rua foram incorporados ao álbum. Isso porque o Acesa pretende trabalhar essas outras formas de escuta”, pontua Eric Barbosa.

Os textos foram escritos e as músicas foram compostas durante o processo de construção do Acesa. “Ando Cantando o que Sou” expõe, mais visceralmente, o que a artista revela de si neste momento. Nesta música, é possível perceber o resultado das possibilidades construídas em conjunto, a partir do diálogo entre melodia e voz. “Essa música bate na porta da canção, é quase um aboio. Ela é quase cantada, meio preguiçosa, às vezes quase inaudível. É para você sentir, uma espécie de meditação em si mesma”, explica Aurélia.

Já “Cidades Invisíveis”, “Varanda” e “Escombros” são músicas em que os textos estão mais à frente, quase como uma crônica rítmica. É como se Aurélia contasse uma história, seja sobre cidades contemporâneas destruídas pelas guerras (Escombros), seja sobre os seus locais de afeto, encontrando-se com a poesia e a complexidade dos lugares de Ítalo Calvino (Cidades Invisíveis).

“Entre” fala da condição de vulnerabilidade da artista e do momento intraduzível da criação: “… sem proteção qualquer, a não ser a própria sorte e algum sinal de esmaecida lucidez, avanço, mergulhada no intraduzível do instante”. Complementam o álbum, ainda, “Precário”, cuja poética lança um olhar crítico sobre a condição do artista na relação com seus processos de produção e criação, “Provisória”, que evoca a condição de passagem do processo criativo e “Vox”, na qual a própria voz é motor de criação.

Outra canção de destaque é “Meu Choro”, que traduz o sentimento da cantora ao se deparar com imagens dos flagelados da seca de 1877/1878 durante pesquisa da atriz Juliana Tavares sobre os campos de concentração no Ceará. Mesmo tendo ficado fora do álbum, “Meu Choro” foi mantida no repertório do show pela conexão que estabelece com um dos dramas mais profundos do nosso tempo, a fome, e pelo sentimento de empatia e solidariedade com a tragédia humana.

Guerras, miséria, fome, dor e outros temas que Aurélia traz para as músicas traduzem, entre sons e movimento, a realidade pela qual o Brasil – e o mundo – enfrentou e, mais do que nunca, enfrenta nos dias de hoje. Como disse o jornalista Flávio Paiva, quando viu/ouviu Acesa: “a tragédia da desesperança extrai a energia do corpo e precariza a mente. Mas ninguém desaparece enquanto existir o outro”.

 

Som e imagem

O processo orgânico que deu origem a este álbum vai além da relação entre Aurélia e os músicos. Isso porque o disco também segue um conceito visual, que dialoga com a fluidez das canções e de seu próprio processo de construção. “O disco é um conjunto de todas essas referências: música, imagem, design, poesia, teatro, dentre outras inspirações”, afirma Aurélia.

O processo de desenvolvimento gráfico do disco, por exemplo, foi uma troca entre alguns artistas e realizado em etapas. A capa partiu do desenho da Antonia Malau, baseado nas próprias referências do Acesa, em que a voz de Aurélia é alimentada pelas raízes poéticas, que são ramificadas num “corpo em explosão com a terra e a alma!”, define Antonia. A partir daí, Diego Maia elaborou todo o design do encarte, cuja arte final busca fortalecer o link entre o desenho e a atmosfera criada nas músicas.

As imagens feitas pela fotógrafa Natália Parente, que também dialoga com a estética do álbum, foram feitas apenas com luz natural, a partir da captura com o auxílio da técnica de longa exposição. Após o tratamento digital, Aurélia criou toda a linguagem de forma manual, escrevendo e interferindo sobre as imagens impressas. “A partir desse material, fiz mais intervenções, com pintura, bordado, além de queimar e colocar água. Trata-se de um trabalho que, embora digital, o aspecto manual está muito presente em todo o processo”, explica Natália.

No Cineteatro São Luiz, Aurélia estará acompanhada de Eric Barbosa, Eduardo Escarpinelli e Ayrton Pessoa, além de artistas convidados.

Acesa – Ficha Técnica

Produzido por Marta Aurélia e Eric Barbosa

Concepção e direção artística: Marta Aurélia

Gravação e mixagem: Eric Barbosa

Co-direção artística e assistência de mixagem: Uirá dos Reis

Gravado entre 2016 e 2018 na Trincheira Estúdio (Fortaleza/CE – Brasil)

Masterização: Klaus Sena – KlausHaus Studio (São Paulo/SP – Brasil)

Desenho da capa: Antonia Malau

Artefinal do encarte: Diego Maia

Fotos: Natália Parente

Figurino: Silvania de Deus

Maquiagem: Netinho Nogueira

Assessoria de Imprensa: Bebel Medal

Mídia Social: Nanda Loureiro

Produção executiva e fonográfica: Ana Azeredo

Selo: Trincheira / Índigo Azul / SuburbanaCo

Distribuição: Índigo Azul / OneRPM

 

Serviço:

Show: Acesa

Artista: Aurélia

Dia: 29 de outubro de 2018

Horário: 19h

Local: Cine-Teatro São Luiz

Classificação: livre

Duração: 1h30

Entrada: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia): https://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-acesa-aurelia

Dona Zefinha lança álbum “Da Silva: El Hijo de Las Américas” em show dia 16 de setembro no Anfiteatro do Dragão do Mar

 

 

Dona Zefinha e Pato Mojado. Dois grupos de países e idiomas diferentes. Um é de Itapipoca, cidade brasileira do interior do Ceará, e o outro, de Rosário, no interior da Argentina. Fora isso, têm muita coisa em comum. Uma delas é o uso das linguagens da música e do teatro como expressões artísticas em seus espetáculos. A afinidade entre eles deu margem ao intercâmbio que resultou em uma montagem teatral com apoio cultural do IBERESCENA, cuja estreia aconteceu em Rosário em 2016. A trilha sonora da peça está no álbum Da Silva: El Hijo de las Américas (Independente/2018), que Dona Zefinha lança em show no dia 16 de setembro, às 20h, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

“Ambos somos ativistas culturais natos que contribuem para difusão de shows em suas moradas através de ações, eventos, festivais e projetos de exibição pública de arte. A partir destes e de outros itens de pertença e similitude surgiram os primeiros rabiscos de ideias, troca de referências, parcerias musicais e vivências artísticas”, diz Orlângelo Leal, do grupo Dona Zefinha, sobre a parceria com Pato Mojado.

Com 12 faixas, o disco foi gravado em Itapipoca (Studio JP) e Rosário (Studio El Espacio La Casona), entre julho e outubro de 2016, numa co-produção dos dois grupos, através de e-mails e com o auxílio das redes sociais. Tem a participação especial do cearense Daniel Groove na música “Indecisão”. A mixagem e masterização é de Gustavo Portela.

Os temas alternam entre instrumentais e canções populares nas línguas maternas criolas, português e castelhano, figurando lado a lado numa mistura de sotaques que aponta o quanto os dois povos são iguais e distintos no cotidiano. É um trabalho baseado na vida do povo latino, com arranjos inspirados nas expressões artísticas populares e fusões de ritmos como tango, bolero, cumbia, arrocha, samba, milonga e carnavalito. O ecletismo sonoro destaca-se pela diversidade de timbres de instrumentos como rabeca, piano, violão, bombardino, tuba, trompete, flauta, congas, pandeiro, zabumba, proporcionando uma atmosfera de word music.

 

O SHOW

O show no dia 16 de setembro no Anfiteatro do Dragão do Mar faz parte do edital da Temporada de Arte Cearense (TAC), programa de ocupação artística do Dragão do Mar, e da turnê de lançamento do disco, que começa no dia 8 de setembro no Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (FNT). Também no dia 8 o álbum será lançado de forma digital nas plataformas de streaming. Será um espetáculo dançante, com uma pegada latino-americana, envolvente e divertida, tudo junto e misturado, quente fervendo Dona Zefinha e Pato Mojado sabem fazer.

O time dos brasileiros no show será composto por Orlângelo leal (voz, baixo, guitarra), Paulo Orlando (vocal, percussão), Ângelo Márcio (sax, percussão) Joélia Braga (voz) Samuel Furtado (rabeca, bombardino, trompete, trombone, tuba), Vanildo Franco (pífano, percussão), Maninho (bateria), Tamily Braga (baixo, ukulele, vocal) e, como participação especial, o cantor Daniel Groove em “Indecisão”. Do Pato Mojado o show contará com a presença dos músicos Alejo Castillo (voz, sintetizador, piano) e Pedro Jozzami (voz, sintetizador, piano, violão, baixo, guitarra).

 

O ÁLBUM

“Da Silva: El Hijo de las Américas é um disco baseado na vida do povo da América Latina e sua relação com a natureza, sociedade e cultura. Os países da América do Sul são todos frutos da colonização ibérica e vítimas do mercantilismo mundial. As fusões étnicas ‘íberoafroameríndias’ deram margem a diversidade sonora, criando uma música variada e pulsante, que serviu como inspiração para concepção de um álbum latino”, explica Orlângelo Leal, do Dona Zefinha.

As letras de cunho social assumem seu duplo: ora como aglutinador de culturas entre povos de territórios distantes e realidades parecidas, ora como chave para abertura das mentes enclausuradas nas ideologias de dominação, neste ambiente contemporâneo, pós-colonial, trazendo à tona discussões como a subsistência, a capacidade de resiliência e a expertise criadora para fugir da escravidão moderna e navegar com mais autonomia nos tortuosos caminhos da insegurança da era planetária.

As composições são de Orlângelo Leal, Samuel Furtado e dos argentinos Alejo Castillo e Pedro Jozzami. Entre os convidados, Além de Daniel Groove, estão os Itapipoquenses Mauro de Moraes, Alcio Barroso e Arizzinho no samba “Bloco dos Excluídos”, com arranjos vocais de Davi Silvino.

 

SERVIÇO

“Silva: El Hijo de las Américas” – Show de lançamento do novo CD do grupo Dona Zefinha, dia 16 de setembro de 2018, às 20h, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema). Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Informações: (85) 99972-2871.

Ricardo Bacelar lança Sebastiana em show no dia 26 de agosto no Iguatemi

 

Depois de turnê em Portugal, em palcos de Lisboa e Cascais, e apresentação na concorrida Blue Note, no Rio de Janeiro, o pianista, compositor e arranjador cearense Ricardo Bacelar lança em Fortaleza o CD Sebastiana com show no dia 26 de agosto, às 18 horas, na Área Verde do Shopping Iguatemi. O acesso é gratuito.

Com uma vertente jazzística Sebastiana é o terceiro trabalho solo de Ricardo Bacelar. O disco foi gravado e mixado em 2017 em Miami, nos Estados Unidos, nos lendários estúdios Hit Factory (Criteria) e Rebel 11. Lançado em maio de 2018 na América Latina, Japão, Europa e Estados Unidos, entrou na lista dos 50 discos mais tocados nas rádios de jazz norte-americanas e durante 16 semanas ficou entre os 100 mais tocados.

Importantes revistas, jornais e sites de jazz estrangeiros publicaram críticas elogiosas à obra. Para citar alguns: “Jazz pianist Ricardo Bacelar crafts a masterful celebration of Latin American music from a Brazilian perspective” (Jazz Corner), “Ricardo Bacelar brings his Brazilian keyboard concepts along with a fresh and energetic core team” (jazz Weekly), “Ricardo Bacelar has truly created something outstanding that captures the music of Brazil in all its glory” (Music News Today) e “The video just makes you want to live in this world” (Simplyvideos).

Sebastiana gravita em torno de uma releitura latino-americana de uma porção do repertório da música brasileira. Apresenta obras de compositores como Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Lô Borges, Villa-Lobos, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ivan Lins e Victor Martins, Flora Purim e Luiz Roberto Bertrami, com arranjos de Bacelar.

O show em Fortaleza

Para o lançamento de Sebastiana em Fortaleza, Ricardo Bacelar apresenta o repertório do álbum, entre as quais A Volta da Asa Branca (Luiz Gonzaga e Zé Dantas), Menina Baiana (Gilberto Gil), Oh Mana Deixa Eu Ir (Caicó Cantiga, de Heitor Villa-Lobos, Milton Nascimento e Teca Calazans), Depois dos Temporais (Ivan Lins e Vitor Martins), Sebastiana (Rosil Cacalcanti) e Sernambetiba, 1992 (Ricardo Bacelar e Cesar Lemos).

Interpreta também algumas músicas de seu segundo disco, Concerto para moviola, como So may it secretely begin (Pat Metheny), Nanã (Moacir Santos/ Mario Telles) e Agua de Beber (Tom Jobim/Vinicius de Moraes). No palco, será acompanhado por Lu D’Sosa (guitarra), Miquéias dos Santos (baixo), Thiago (sax), Hoto Júnior (percussão) e Roberto Marçal (bateria).

In natura e Concerto para Moviola

O primeiro disco solo de Ricardo Bacelar foi in natura, lançado em 2001, com forte influência erudita e participações especiais de nomes como Belchior, Frejat e Hanoi-Hanoi. O segundo trabalho, Concerto para moviola, foi gravado ao vivo no tradicional Festival Jazz & Blues, em fevereiro de 2015. Nele apresentou um repertório de jazz fusion e música brasileira. O lançamento foi em 2016 no Brasil e Estados Unidos, em CD, digital, DVD e vinil, conseguindo uma expressiva execução nas rádios americanas de jazz, com diversas críticas em importantes veículos na imprensa americana do segmento.

SERVIÇO

Show Sebastiana, de Ricardo Bacelar – Dia 26 de agosto, às 18h, na Área Verde no estacionamento do Shopping Iguatemi (Av. Washington Soares, 85 – Edson Queiroz). Livre para todas as idades. Duração: 1h15min. Informações: (85)3477-3560. GRATUITO.

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Pingo de Fortaleza lança Centauros e Canudos Redivivo em LP e CD no Mercado dos Pinhões

 

O LP Centauros e Canudos lançado pelo artista Pingo de Fortaleza em 1986 renasce em formato de LP e CD, após 32 anos de seu Lançamento através de uma releitura e com o título Centauros e Canudos Redivivo será apresentado ao público com show neste sábado, 14, às 19h, no Mercado dos Pinhões na programação da Feira do Vinil. Na apresentação, canções, prosa e audição do LP. Entrada gratuita.

A epopeia do cearense Antônio Conselheiro, a saga e o massacre da comunidade de Canudos na Bahia constituem substancialmente fatos relevantes da história do Brasil.

Após 125 anos da fundação desse arraial, essa temática que tanto inspirou e inspira reflexões e releituras de múltiplas linguagens sobre seus personagens e sua existência, continua a intrigar e a mover diversas engrenagens sociais brasileiras.

Desde a publicação do clássico Os Sertões, de Euclides da Cunha, em 1902, ao surgimento da ficção A Guerra do Fim de Mundo, do escritor peruano Vargas Llosa, em 1981, até nossos dias, Canudos continua inspirando e sendo reinventada por inúmeros trabalhos acadêmicos e centenas de obras de arte reconhecidas e anônimas.

Assim foi com o LP Centauros e Canudos – Pingo, primeiro disco existente sobre esse tema, lançado de forma independente no ano de 1986 em Fortaleza.

Agora em 2018, 32 anos após seu surgimento, Centauros e Canudos (LP) ganha um renovado lançamento sob o título de Centauros e Canudos Redivivo – Pingo de Fortaleza (LP/CD). Esse disco de valor histórico recebe uma nova leitura e um dimensionamento em seus aspectos sonoros e gráficos.

E assim como um centauro guerreiro, a história de Canudos e também a história desse disco continuam a ser recontadas através de vários olhares e tempos, feito o sertão que de vez em quando muda sua paisagem e a poesia dos que nele se inspiram.

Considerado um clássico pela complexidade de seus arranjos em estilo armorial (movimento cultural que mescla o erudito com o popular tendo o escritor Ariano Suassuna como um dos seus idealizadores) o LP original Centauros e Canudos apresenta 12 faixas do compositor Pingo de Fortaleza em parceria com Guaracy Rodrigues, Oswald Barroso, Rosemberg Cariry, Eurico Bivar, Leite Júnior e Diogo Fontenelle (primeiros parceiros do artista) interpretadas por um conjunto de instrumentistas de primeira linha da música brasileira, tais como: Jaques Morelembaum (Cello), Paulo Russo (Baixo Acústico), João Daltro (Violino) e Celso Woltzernlogel), entre outros. Os conteúdos das canções do disco abordam de várias maneiras o tema de Canudos e seus aspectos correlatos e o encarte do trabalho original de 1986 apresenta 12 páginas com fotos históricas de Canudos e textos elucidativos sobre o tema, como por exemplo um texto escrito por Firmino Holanda.

Nessa nova roupagem de 2018 o LP/CD Centauros e Canudos Redivivo mantém 9 faixas com os arranjos originais do disco de 1986, acrescidas de novas vozes de Pingo de Fortaleza e algumas de um com coro feminino, além de uma faixa inédita intitulada Centauros e Canudos Redivivo composta em parceria com Augusto Moita, com arranjo de Tarcísio Lima (diretor musical do LP Centauros e Canudos -1986) e que apresenta em seu conteúdo uma espécie de suíte (conjunto) de arranjos de outras 5 faixas do LP original de 1986 e mantém a mesma instrumentação acústica do disco original Centauros e Canudos. A releitura desse trabalho trás também duas faixas bônus que simbolizam dois momentos e olhares diferenciados sobre Canudos: 3ª Missa Pelos Mártires de Canudos (Pingo de Fortaleza) que relata a chegada do artista Pingo de Fortaleza na região de Canudos para cantar na 3ª Missa Pelos Mártires de Canudos em 1986 (LP Lendas e Contendas, 1988) e a canção Canudos (Marinho Júnior), que trata da memória de Canudos gravada por Pingo em seu CD Cantares de 1996.

O LP/CD Centauros e Canudos tem o apoio da SECULT (Secretaria de Cultura do Estado do Ceará) através da Lei de Incentivo à Cultura (Mecenato) e será lançado no dia 20, às 19h, no Foyer do Theatro José de Alencar, com audição do disco e uma apresentação por Pingo de Fortaleza de algumas faixas do referido trabalho, além de uma fala do autor baseado no texto do encarte do disco que conta a história da gravação do LP Centauros e Canudos e demais acontecimento envolvendo Pingo de Fortaleza e a temática de Canudos.

Em agosto o disco será lançado em São Paulo no evento Estéticas da Periferia (ONG Ação Educativa) e ainda esse ano o artista Pingo de Fortaleza realiza a caravana Pelos Caminho do Conselheiro, lançando esse trabalho em várias cidades (Uauá, Monte Santo, Euclides da Cunha, Nova Canudos etc) emblemáticas na história de Canudos situadas no nordeste da Bahia.

Nas palavras de Pingo de Fortaleza: “Lançar esse disco Centauros e Canudos Redivivo é remexer nas memórias iniciais do meu trabalho musical. É retornar ao ponto de partida e recontar não só a história de Canudos, mas minha própria história. Refazer as vozes desses complexos arranjos 32 anos depois foi um grande desafio, redimensionar a capa e o encarte do LP foi um grande passeio pelos acontecimentos que se elucidaram após o lançamento do meu primeiro disco.

Transformar esse disco tão querido e apreciado no Brasil e no exterior e lança-lo redimensionado (redivivo) em formato de LP e CD representa uma emoção muito grande, pois além de rever minha própria história, estou voltando a cantar e a difundir um dos maiores acontecimentos da história do Brasil e que continua a estimular uma reflexão, não só sobre a história brasileira, mas sobre a realidade atual e as desigualdades sociais de nosso pais, além de outros temas, como a luta contra a violência em todas as suas formas e a valorização da importância da convivência coletiva e o papel da espiritualidade no equilíbrio individual e social, dentre muitos outros tópicos que cantar Canudos sucinta”.

 

Serviço
Lançamento do LP/CD Centauros e Canudos Redivivo, de Pingo de Fortaleza

Local: Mercado dos Pinhões

Praça Visconde de Pelotas S/N- Centro

Data: 14 de julho

Horário: 19h

Entrada gratuita

Discos à venda no local: CD com Livreto: R$ 30,00 / LP capa dupla com encarte de 12 páginas: R$ 100,00

Cineteatro São Luiz recebe o projeto “Cordas que Falam” em alusão ao Dia Nacional do Choro

 

O “choro”, popularmente chamado de chorinho, é elemento fundamental da identidade musical brasileira e expressará seu potencial no Ceará no palco do Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), no dia 29 de abril, às 10h.

Com entrada gratuita e transmissão ao vivo pela Rádio Universitária, no programa “Brasileirinho” de Nelson Augusto, o evento traz o projeto “Cordas que Falam” que, atualmente, é um quinteto composto pelos “chorões”: Manoel Guerreiro (violão 6 cordas), Lucas Ervedosa (violão 7 cordas), Saraiva do Bandolim, Luiz José (cavaquinho) e Fernando do Pandeiro.

Por volta de 1870, nas biroscas do bairro Cidade Nova e nos quintais dos subúrbios cariocas, surgiam os primeiros grupos de choro, estilo musical tipicamente brasileiro que, ao longo dos anos, se tornou um dos estilos musicais mais prestigiados da música popular nacional. Com o crescimento das bandas e do rádio, o choro tomou conta do país até ser consolidado como gênero musical através de Pixinguinha, o maior compositor de choro da história. Não por acaso o Dia Nacional do Choro é comemorado em 23 de abril, homenagem à data de nascimento de Pixinguinha.

 

Serviço:

– Lançamento do CD do Regional “Cordas que Falam”

– 29 de abril (domingo), às 10h no Palco do Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro)

– Entrada Gratuita

– Transmissão ao vivo pela Rádio Universitária (FM 107,9), no programa “Brasileirinho” de Nelson Augusto

– Classificação livre

– Duração: 120 minutos

Cineteatro São Luiz recebe o projeto “Cordas que Falam” em alusão ao Dia Nacional do Choro

 

O “choro”, popularmente chamado de chorinho, é elemento fundamental da identidade musical brasileira e expressará seu potencial no Ceará no palco do Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), no dia 29 de abril, às 10h. Com entrada gratuita e transmissão ao vivo pela Rádio Universitária, no programa “Brasileirinho” de Nelson Augusto, o evento traz o projeto “Cordas que Falam” que, atualmente, é um quinteto composto pelos “chorões”: Manoel Guerreiro (violão 6 cordas), Lucas Ervedosa (violão 7 cordas), Saraiva do Bandolim, Luiz José (cavaquinho) e Fernando do Pandeiro.

Por volta de 1870, nas biroscas do bairro Cidade Nova e nos quintais dos subúrbios cariocas, surgiam os primeiros grupos de choro, estilo musical tipicamente brasileiro que, ao longo dos anos, se tornou um dos estilos musicais mais prestigiados da música popular nacional. Com o crescimento das bandas e do rádio, o choro tomou conta do país até ser consolidado como gênero musical através de Pixinguinha, o maior compositor de choro da história. Não por acaso o Dia Nacional do Choro é comemorado em 23 de abril, homenagem à data de nascimento de Pixinguinha.

 

Serviço:

– Lançamento do CD do Regional “Cordas que Falam”

– 29 de abril (domingo), às 10h no Palco do Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro)

– Entrada Gratuita

– Transmissão ao vivo pela Rádio Universitária (FM 107,9), no programa “Brasileirinho” de Nelson Augusto

– Classificação livre

– Duração: 120 minutos

Cordel do Fogo Encantado lança clipe 360º para Liberdade, A Filha do Vento e plataforma interativa.

 

Após o lançamento do disco Viagem ao Coração do Sol, no último dia 6, o Cordel do Fogo Encantado divulga vídeo da faixa Liberdade, a Filha do Vento, gravado em 360 graus e dirigido por Marcela Nunes e Felipe Barros. O clipe traz o grupo em estúdio ao lado de bailarinas, que representam a personagem Filha do Vento, citada na canção. Além do vídeo, a banda lança hoje uma plataforma que permite a edição da faixa.

Segundo Lirinha, lançar o vídeo em 360 graus “se relaciona diretamente com a personagem da canção, com a ideia da música e com o tema liberdade. Usando um óculos 3D, com o celular acoplado, ou apenas pelo celular, podemos escolher para que lado olhar e todos os lugares terão ações diferentes, inclusive no alto, de onde vem as bailarinas que representam a filha do vento”, diz o compositor.

Para a gravação foi construído um cenário em forma de cilindro onde imagens, que farão parte da cenografia dos shows, foram projetadas. Além disso, grandes luminárias foram confeccionadas para o vídeo e também estarão no palco da banda. As bailarinas, Monique Vilela, Júlia Franca e Isabela Loepert, são do grupo de dança recifense do dançarino Dielson Pessoa. “As bailarinas criaram a coreografia que começa no teto, aproveitando esse recurso do 360 graus, e aí elas vêm penduradas em cordas, descem, tocam no chão no meio da canção e dançam, simbolizando a filha do vento”, conta Lirinha.

Além do clipe de Liberdade, A Filha do Vento em 360 graus, a banda lança também uma plataforma que permite ao público editar a faixa do álbum. A ideia da ferramenta é para que o fã possa escutar a música da forma que quiser, é possível mexer nos canais [voz, violão e percussão], baixar e subir o volume. Além disso, ele poderá também subir a sua gravação na ferramenta e retirar um dos canais, por exemplo: tirar a voz de Lirinha e inserir a dele.
Ao final, poderá compartilhar nas redes sociais a versão própria de Liberdade, A Filha do Vento. “Disponibilizamos as faixas de áudio separados para se fazer novas mixagens. Esse clipe com a plataforma traduz o sentimento de liberdade que conduz a nossa canção”, diz Lirinha.

Shows

Até o lançamento do disco, as datas divulgadas são: 21 de abril em Salvador-BA, na Concha Acústica, dia 28 no Rio de Janeiro-RJ, no Circo Voador, 12 de maio em Recife-PE no Clube Português, 19 de maio em Belo Horizonte-MG, no Music Hall, 09 de junho no João Rock, em Ribeirão Preto-SP, 29 de junho no MECAInhotim e 11 de agosto em Fortaleza-CE, no Dragão do Mar.

LINK VÍDEO: https://youtu.be/twD4Gvjumbs
LINK PLATAFORMA: https://cordeldofogoencantado.com.br/mix

FICHA TÉCNICA CLIPE:

Direção: Marcela Nunes e Felipe Barros

Assistente de Direção: Bruno Lima e Rafael Machado

Operador de Câmera: Rafael Machado e Felipe Barros

Edição: Rafael Machado

Montagem: Rafael Machado

Acabamento: Rafael Machado

Diretor de Produção: Felipe Barros
Produção Executiva: Felipe Falcão

Bailarinas: Monique Vilela, Júlia Franca e Isabela Loepert
Produtora: Mergulho

Gerente de Produção: Marcela Nunes

Pesquisador: Bruno Lima

PARA OUVIR
Loja Cordel: https://bit.ly/2q8sT0b
Spotify: https://spoti.fi/2Ix2bpm
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/59398282
Google Play: https://goo.gl/Kiwmpo
Amazon Music: https://amzn.to/2GYuGPy
iTunes e Apple Music: https://apple.co/2Ixexhc

CORDEL DO FOGO ENCANTADO É

Lirinha – Voz

Clayton Barros – Voz e Violões

Nego Henrique – Voz e Percussões

Emerson Calado – Voz e Percussões

Rafael Almeida – Voz e Percussões
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Cordel do Fogo Encantado

DISCOGRAFIA

Cordel do Fogo Encantado (2001)

O Palhaço do Circo Sem Futuro (2002)

MTV Apresenta: Cordel do Fogo Encantado (2005) DVD

Transfiguração (2006)

Viagem Ao Coração Do Sol (2018)

Sobre o Cordel do Fogo Encantado

No ano 1997, em Arcoverde, sertão de Pernambuco, no Nordeste brasileiro, surgiu um grupo cênico-musical, compartilhando o teatro e a poesia oral e escrita dos cantadores e ritmos afro-indígenas da região. E, dessa mistura, nasceu o espetáculo: Cordel do Fogo Encantado.

Cordel é sinônimo de história de um povo em forma de poesia. Enquanto, Fogo é o elemento mais representativo do lugar de origem e da intenção músico-poética inconstante e mutável do grupo. Já Encantado ressalta a visão fantástica e profética dos mistérios entre o céu e a terra.

Por dois anos, o espetáculo, sucesso de público, percorreu o interior pernambucano.

No carnaval de 1999, o Cordel se apresentou no Festival Rec-Beat, em Recife, e adaptou a narrativa do Fogo Encantado aos palcos de rua. Nisso, a estreia no carnaval pernambucano chamou a atenção da crítica, e o que era, até então, sucesso regional, ultrapassou as fronteiras, ganhando visibilidade em outros estados e a condição de revelação da música brasileira.

Foi quando a banda consolidou sua formação definitiva com os arcoverdenses José Paes de Lira (Lirinha), Clayton Barros e Emerson Calado, e os percussionistas recifenses, Nego Henrique e Rafael Almeida (do Morro da Conceição).

Através da poesia de Lirinha, a força do violão de Clayton, a referência rock de Emerson e o peso da levada dos tambores dos ogãs Rafa e Nego Henrique, o Cordel do Fogo Encantado passou a percorrer o país, conquistando a todos com suas apresentações únicas e antológicas. Surpreendendo não somente, pela ousada mistura sonora, mas também, pela intensidade cênica de seus integrantes e os requintes de um projeto de iluminação e cenário.

Em 2001, com a produção musical de Naná Vasconcelos, o grupo lançou seu primeiro álbum: Cordel do Fogo Encantado. A evolução artística ampliou ainda mais o alcance do som da banda que, atuando de forma independente, por onde passava, ganhava mais público e atenção da mídia.

Em 2003, o grupo lançou seu segundo registro de estúdio: O Palhaço do Circo Sem Futuro, co-produzido pelos próprios integrantes e por Buguinha Dub e Ricardo Bolognine. O álbum foi considerado pela crítica especializada um dos mais inventivos trabalhos musicais produzidos nos últimos anos. Em turnê, seu show ganhou projeção internacional, com apresentações na Bélgica, Alemanha, França e Portugal.

Em outubro de 2003, o Cordel do Fogo Encantado lançou o DVD “MTV Apresenta”, o primeiro registro audiovisual da banda. “Transfiguração”, terceiro álbum, lançado em setembro de 2006, com produção de Carlos Eduardo Miranda e Gustavo Lenza, e mixagem de Scotty Hard, vem transformar, ainda mais, a linha tênue entre poesia, artes cênicas e música, firmando o Cordel do Fogo Encantado como um dos grupos mais representativos no cenário da música independente nacional.

Entre os prêmios conquistados pelo grupo estão o de banda revelação pela APCA (2001), melhor grupo nacional pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003), bicampeonato do prêmio Hangar (2002 e 2003) e APCA, como melhor compositor nacional, Lirinha (2006).

No cinema, a banda participou do filme de Cacá Diegues, Deus é Brasileiro, e do documentário O Homem que Engarrafava Nuvens, de Lírio Ferreira.Em fevereiro de 2010, após 13 anos de trabalho ininterrupto, a banda anunciou a paralisação de suas atividades.

No início de 2017, o Cordel do Fogo Encantado voltou a se reunir para a criação de um novo disco, que será lançado em abril de 2018, e turnê, que dará início logo em seguida.

Cantor Felipão lança CD e comemora resultados

 

 

O cantor Felipão é considerado um fenômeno em seu estilo musical. O cantor lançou na última terça-feira, 7, seu primeiro CD promocional e os números alcançados impressionam.

Felipão, que não chegou a fazer  show de lançamento depois de anunciar seu retorno ao forró, já resultados  expressivos obtidos no novo álbum.

Em menos de uma semana, o CD, intitulado #OlhaEuDeVolta, já é o mais baixado e escutado em março, no site “Sua Música”. Mas não é só isso, o disco é o 18º mais baixado do ano, sendo o sétimo com a melhor taxa de convergência. Ou seja, a cada 1,05 pessoas que escutam o CD, uma faz download.

Na lista de mais baixados do mês, Felipão ultrapassou artistas como Solange Almeida e Márcia Felipe, em apenas seis dias de lançamento!

SOBRE O CD

No novo trabalho, intitulado ‘Olha eu de volta’, o cantor gravou 12 faixas inéditas e seis sucessos regravados de outros artistas. O disco está disponível para download no site “Sua Música”.

O repertório conta com um dueto com a cantora Márcia Fellipe e também com Romim Mata. Apesar de não trazer músicas da época do Forró Moral no CD, Felipão garante que no show vão entrar os grandes sucessos que arrastaram milhares de forrozeiros.

Baixe agora: www.suamusica.com.br/felipaooficial