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Pingo de Fortaleza lança Centauros e Canudos Redivivo em LP e CD no Mercado dos Pinhões

 

O LP Centauros e Canudos lançado pelo artista Pingo de Fortaleza em 1986 renasce em formato de LP e CD, após 32 anos de seu Lançamento através de uma releitura e com o título Centauros e Canudos Redivivo será apresentado ao público com show neste sábado, 14, às 19h, no Mercado dos Pinhões na programação da Feira do Vinil. Na apresentação, canções, prosa e audição do LP. Entrada gratuita.

A epopeia do cearense Antônio Conselheiro, a saga e o massacre da comunidade de Canudos na Bahia constituem substancialmente fatos relevantes da história do Brasil.

Após 125 anos da fundação desse arraial, essa temática que tanto inspirou e inspira reflexões e releituras de múltiplas linguagens sobre seus personagens e sua existência, continua a intrigar e a mover diversas engrenagens sociais brasileiras.

Desde a publicação do clássico Os Sertões, de Euclides da Cunha, em 1902, ao surgimento da ficção A Guerra do Fim de Mundo, do escritor peruano Vargas Llosa, em 1981, até nossos dias, Canudos continua inspirando e sendo reinventada por inúmeros trabalhos acadêmicos e centenas de obras de arte reconhecidas e anônimas.

Assim foi com o LP Centauros e Canudos – Pingo, primeiro disco existente sobre esse tema, lançado de forma independente no ano de 1986 em Fortaleza.

Agora em 2018, 32 anos após seu surgimento, Centauros e Canudos (LP) ganha um renovado lançamento sob o título de Centauros e Canudos Redivivo – Pingo de Fortaleza (LP/CD). Esse disco de valor histórico recebe uma nova leitura e um dimensionamento em seus aspectos sonoros e gráficos.

E assim como um centauro guerreiro, a história de Canudos e também a história desse disco continuam a ser recontadas através de vários olhares e tempos, feito o sertão que de vez em quando muda sua paisagem e a poesia dos que nele se inspiram.

Considerado um clássico pela complexidade de seus arranjos em estilo armorial (movimento cultural que mescla o erudito com o popular tendo o escritor Ariano Suassuna como um dos seus idealizadores) o LP original Centauros e Canudos apresenta 12 faixas do compositor Pingo de Fortaleza em parceria com Guaracy Rodrigues, Oswald Barroso, Rosemberg Cariry, Eurico Bivar, Leite Júnior e Diogo Fontenelle (primeiros parceiros do artista) interpretadas por um conjunto de instrumentistas de primeira linha da música brasileira, tais como: Jaques Morelembaum (Cello), Paulo Russo (Baixo Acústico), João Daltro (Violino) e Celso Woltzernlogel), entre outros. Os conteúdos das canções do disco abordam de várias maneiras o tema de Canudos e seus aspectos correlatos e o encarte do trabalho original de 1986 apresenta 12 páginas com fotos históricas de Canudos e textos elucidativos sobre o tema, como por exemplo um texto escrito por Firmino Holanda.

Nessa nova roupagem de 2018 o LP/CD Centauros e Canudos Redivivo mantém 9 faixas com os arranjos originais do disco de 1986, acrescidas de novas vozes de Pingo de Fortaleza e algumas de um com coro feminino, além de uma faixa inédita intitulada Centauros e Canudos Redivivo composta em parceria com Augusto Moita, com arranjo de Tarcísio Lima (diretor musical do LP Centauros e Canudos -1986) e que apresenta em seu conteúdo uma espécie de suíte (conjunto) de arranjos de outras 5 faixas do LP original de 1986 e mantém a mesma instrumentação acústica do disco original Centauros e Canudos. A releitura desse trabalho trás também duas faixas bônus que simbolizam dois momentos e olhares diferenciados sobre Canudos: 3ª Missa Pelos Mártires de Canudos (Pingo de Fortaleza) que relata a chegada do artista Pingo de Fortaleza na região de Canudos para cantar na 3ª Missa Pelos Mártires de Canudos em 1986 (LP Lendas e Contendas, 1988) e a canção Canudos (Marinho Júnior), que trata da memória de Canudos gravada por Pingo em seu CD Cantares de 1996.

O LP/CD Centauros e Canudos tem o apoio da SECULT (Secretaria de Cultura do Estado do Ceará) através da Lei de Incentivo à Cultura (Mecenato) e será lançado no dia 20, às 19h, no Foyer do Theatro José de Alencar, com audição do disco e uma apresentação por Pingo de Fortaleza de algumas faixas do referido trabalho, além de uma fala do autor baseado no texto do encarte do disco que conta a história da gravação do LP Centauros e Canudos e demais acontecimento envolvendo Pingo de Fortaleza e a temática de Canudos.

Em agosto o disco será lançado em São Paulo no evento Estéticas da Periferia (ONG Ação Educativa) e ainda esse ano o artista Pingo de Fortaleza realiza a caravana Pelos Caminho do Conselheiro, lançando esse trabalho em várias cidades (Uauá, Monte Santo, Euclides da Cunha, Nova Canudos etc) emblemáticas na história de Canudos situadas no nordeste da Bahia.

Nas palavras de Pingo de Fortaleza: “Lançar esse disco Centauros e Canudos Redivivo é remexer nas memórias iniciais do meu trabalho musical. É retornar ao ponto de partida e recontar não só a história de Canudos, mas minha própria história. Refazer as vozes desses complexos arranjos 32 anos depois foi um grande desafio, redimensionar a capa e o encarte do LP foi um grande passeio pelos acontecimentos que se elucidaram após o lançamento do meu primeiro disco.

Transformar esse disco tão querido e apreciado no Brasil e no exterior e lança-lo redimensionado (redivivo) em formato de LP e CD representa uma emoção muito grande, pois além de rever minha própria história, estou voltando a cantar e a difundir um dos maiores acontecimentos da história do Brasil e que continua a estimular uma reflexão, não só sobre a história brasileira, mas sobre a realidade atual e as desigualdades sociais de nosso pais, além de outros temas, como a luta contra a violência em todas as suas formas e a valorização da importância da convivência coletiva e o papel da espiritualidade no equilíbrio individual e social, dentre muitos outros tópicos que cantar Canudos sucinta”.

 

Serviço
Lançamento do LP/CD Centauros e Canudos Redivivo, de Pingo de Fortaleza

Local: Mercado dos Pinhões

Praça Visconde de Pelotas S/N- Centro

Data: 14 de julho

Horário: 19h

Entrada gratuita

Discos à venda no local: CD com Livreto: R$ 30,00 / LP capa dupla com encarte de 12 páginas: R$ 100,00

Cineteatro São Luiz recebe o projeto “Cordas que Falam” em alusão ao Dia Nacional do Choro

 

O “choro”, popularmente chamado de chorinho, é elemento fundamental da identidade musical brasileira e expressará seu potencial no Ceará no palco do Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), no dia 29 de abril, às 10h.

Com entrada gratuita e transmissão ao vivo pela Rádio Universitária, no programa “Brasileirinho” de Nelson Augusto, o evento traz o projeto “Cordas que Falam” que, atualmente, é um quinteto composto pelos “chorões”: Manoel Guerreiro (violão 6 cordas), Lucas Ervedosa (violão 7 cordas), Saraiva do Bandolim, Luiz José (cavaquinho) e Fernando do Pandeiro.

Por volta de 1870, nas biroscas do bairro Cidade Nova e nos quintais dos subúrbios cariocas, surgiam os primeiros grupos de choro, estilo musical tipicamente brasileiro que, ao longo dos anos, se tornou um dos estilos musicais mais prestigiados da música popular nacional. Com o crescimento das bandas e do rádio, o choro tomou conta do país até ser consolidado como gênero musical através de Pixinguinha, o maior compositor de choro da história. Não por acaso o Dia Nacional do Choro é comemorado em 23 de abril, homenagem à data de nascimento de Pixinguinha.

 

Serviço:

– Lançamento do CD do Regional “Cordas que Falam”

– 29 de abril (domingo), às 10h no Palco do Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro)

– Entrada Gratuita

– Transmissão ao vivo pela Rádio Universitária (FM 107,9), no programa “Brasileirinho” de Nelson Augusto

– Classificação livre

– Duração: 120 minutos

Cineteatro São Luiz recebe o projeto “Cordas que Falam” em alusão ao Dia Nacional do Choro

 

O “choro”, popularmente chamado de chorinho, é elemento fundamental da identidade musical brasileira e expressará seu potencial no Ceará no palco do Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), no dia 29 de abril, às 10h. Com entrada gratuita e transmissão ao vivo pela Rádio Universitária, no programa “Brasileirinho” de Nelson Augusto, o evento traz o projeto “Cordas que Falam” que, atualmente, é um quinteto composto pelos “chorões”: Manoel Guerreiro (violão 6 cordas), Lucas Ervedosa (violão 7 cordas), Saraiva do Bandolim, Luiz José (cavaquinho) e Fernando do Pandeiro.

Por volta de 1870, nas biroscas do bairro Cidade Nova e nos quintais dos subúrbios cariocas, surgiam os primeiros grupos de choro, estilo musical tipicamente brasileiro que, ao longo dos anos, se tornou um dos estilos musicais mais prestigiados da música popular nacional. Com o crescimento das bandas e do rádio, o choro tomou conta do país até ser consolidado como gênero musical através de Pixinguinha, o maior compositor de choro da história. Não por acaso o Dia Nacional do Choro é comemorado em 23 de abril, homenagem à data de nascimento de Pixinguinha.

 

Serviço:

– Lançamento do CD do Regional “Cordas que Falam”

– 29 de abril (domingo), às 10h no Palco do Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro)

– Entrada Gratuita

– Transmissão ao vivo pela Rádio Universitária (FM 107,9), no programa “Brasileirinho” de Nelson Augusto

– Classificação livre

– Duração: 120 minutos

Cordel do Fogo Encantado lança clipe 360º para Liberdade, A Filha do Vento e plataforma interativa.

 

Após o lançamento do disco Viagem ao Coração do Sol, no último dia 6, o Cordel do Fogo Encantado divulga vídeo da faixa Liberdade, a Filha do Vento, gravado em 360 graus e dirigido por Marcela Nunes e Felipe Barros. O clipe traz o grupo em estúdio ao lado de bailarinas, que representam a personagem Filha do Vento, citada na canção. Além do vídeo, a banda lança hoje uma plataforma que permite a edição da faixa.

Segundo Lirinha, lançar o vídeo em 360 graus “se relaciona diretamente com a personagem da canção, com a ideia da música e com o tema liberdade. Usando um óculos 3D, com o celular acoplado, ou apenas pelo celular, podemos escolher para que lado olhar e todos os lugares terão ações diferentes, inclusive no alto, de onde vem as bailarinas que representam a filha do vento”, diz o compositor.

Para a gravação foi construído um cenário em forma de cilindro onde imagens, que farão parte da cenografia dos shows, foram projetadas. Além disso, grandes luminárias foram confeccionadas para o vídeo e também estarão no palco da banda. As bailarinas, Monique Vilela, Júlia Franca e Isabela Loepert, são do grupo de dança recifense do dançarino Dielson Pessoa. “As bailarinas criaram a coreografia que começa no teto, aproveitando esse recurso do 360 graus, e aí elas vêm penduradas em cordas, descem, tocam no chão no meio da canção e dançam, simbolizando a filha do vento”, conta Lirinha.

Além do clipe de Liberdade, A Filha do Vento em 360 graus, a banda lança também uma plataforma que permite ao público editar a faixa do álbum. A ideia da ferramenta é para que o fã possa escutar a música da forma que quiser, é possível mexer nos canais [voz, violão e percussão], baixar e subir o volume. Além disso, ele poderá também subir a sua gravação na ferramenta e retirar um dos canais, por exemplo: tirar a voz de Lirinha e inserir a dele.
Ao final, poderá compartilhar nas redes sociais a versão própria de Liberdade, A Filha do Vento. “Disponibilizamos as faixas de áudio separados para se fazer novas mixagens. Esse clipe com a plataforma traduz o sentimento de liberdade que conduz a nossa canção”, diz Lirinha.

Shows

Até o lançamento do disco, as datas divulgadas são: 21 de abril em Salvador-BA, na Concha Acústica, dia 28 no Rio de Janeiro-RJ, no Circo Voador, 12 de maio em Recife-PE no Clube Português, 19 de maio em Belo Horizonte-MG, no Music Hall, 09 de junho no João Rock, em Ribeirão Preto-SP, 29 de junho no MECAInhotim e 11 de agosto em Fortaleza-CE, no Dragão do Mar.

LINK VÍDEO: https://youtu.be/twD4Gvjumbs
LINK PLATAFORMA: https://cordeldofogoencantado.com.br/mix

FICHA TÉCNICA CLIPE:

Direção: Marcela Nunes e Felipe Barros

Assistente de Direção: Bruno Lima e Rafael Machado

Operador de Câmera: Rafael Machado e Felipe Barros

Edição: Rafael Machado

Montagem: Rafael Machado

Acabamento: Rafael Machado

Diretor de Produção: Felipe Barros
Produção Executiva: Felipe Falcão

Bailarinas: Monique Vilela, Júlia Franca e Isabela Loepert
Produtora: Mergulho

Gerente de Produção: Marcela Nunes

Pesquisador: Bruno Lima

PARA OUVIR
Loja Cordel: https://bit.ly/2q8sT0b
Spotify: https://spoti.fi/2Ix2bpm
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/59398282
Google Play: https://goo.gl/Kiwmpo
Amazon Music: https://amzn.to/2GYuGPy
iTunes e Apple Music: https://apple.co/2Ixexhc

CORDEL DO FOGO ENCANTADO É

Lirinha – Voz

Clayton Barros – Voz e Violões

Nego Henrique – Voz e Percussões

Emerson Calado – Voz e Percussões

Rafael Almeida – Voz e Percussões
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SITE:

Cordel do Fogo Encantado

DISCOGRAFIA

Cordel do Fogo Encantado (2001)

O Palhaço do Circo Sem Futuro (2002)

MTV Apresenta: Cordel do Fogo Encantado (2005) DVD

Transfiguração (2006)

Viagem Ao Coração Do Sol (2018)

Sobre o Cordel do Fogo Encantado

No ano 1997, em Arcoverde, sertão de Pernambuco, no Nordeste brasileiro, surgiu um grupo cênico-musical, compartilhando o teatro e a poesia oral e escrita dos cantadores e ritmos afro-indígenas da região. E, dessa mistura, nasceu o espetáculo: Cordel do Fogo Encantado.

Cordel é sinônimo de história de um povo em forma de poesia. Enquanto, Fogo é o elemento mais representativo do lugar de origem e da intenção músico-poética inconstante e mutável do grupo. Já Encantado ressalta a visão fantástica e profética dos mistérios entre o céu e a terra.

Por dois anos, o espetáculo, sucesso de público, percorreu o interior pernambucano.

No carnaval de 1999, o Cordel se apresentou no Festival Rec-Beat, em Recife, e adaptou a narrativa do Fogo Encantado aos palcos de rua. Nisso, a estreia no carnaval pernambucano chamou a atenção da crítica, e o que era, até então, sucesso regional, ultrapassou as fronteiras, ganhando visibilidade em outros estados e a condição de revelação da música brasileira.

Foi quando a banda consolidou sua formação definitiva com os arcoverdenses José Paes de Lira (Lirinha), Clayton Barros e Emerson Calado, e os percussionistas recifenses, Nego Henrique e Rafael Almeida (do Morro da Conceição).

Através da poesia de Lirinha, a força do violão de Clayton, a referência rock de Emerson e o peso da levada dos tambores dos ogãs Rafa e Nego Henrique, o Cordel do Fogo Encantado passou a percorrer o país, conquistando a todos com suas apresentações únicas e antológicas. Surpreendendo não somente, pela ousada mistura sonora, mas também, pela intensidade cênica de seus integrantes e os requintes de um projeto de iluminação e cenário.

Em 2001, com a produção musical de Naná Vasconcelos, o grupo lançou seu primeiro álbum: Cordel do Fogo Encantado. A evolução artística ampliou ainda mais o alcance do som da banda que, atuando de forma independente, por onde passava, ganhava mais público e atenção da mídia.

Em 2003, o grupo lançou seu segundo registro de estúdio: O Palhaço do Circo Sem Futuro, co-produzido pelos próprios integrantes e por Buguinha Dub e Ricardo Bolognine. O álbum foi considerado pela crítica especializada um dos mais inventivos trabalhos musicais produzidos nos últimos anos. Em turnê, seu show ganhou projeção internacional, com apresentações na Bélgica, Alemanha, França e Portugal.

Em outubro de 2003, o Cordel do Fogo Encantado lançou o DVD “MTV Apresenta”, o primeiro registro audiovisual da banda. “Transfiguração”, terceiro álbum, lançado em setembro de 2006, com produção de Carlos Eduardo Miranda e Gustavo Lenza, e mixagem de Scotty Hard, vem transformar, ainda mais, a linha tênue entre poesia, artes cênicas e música, firmando o Cordel do Fogo Encantado como um dos grupos mais representativos no cenário da música independente nacional.

Entre os prêmios conquistados pelo grupo estão o de banda revelação pela APCA (2001), melhor grupo nacional pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003), bicampeonato do prêmio Hangar (2002 e 2003) e APCA, como melhor compositor nacional, Lirinha (2006).

No cinema, a banda participou do filme de Cacá Diegues, Deus é Brasileiro, e do documentário O Homem que Engarrafava Nuvens, de Lírio Ferreira.Em fevereiro de 2010, após 13 anos de trabalho ininterrupto, a banda anunciou a paralisação de suas atividades.

No início de 2017, o Cordel do Fogo Encantado voltou a se reunir para a criação de um novo disco, que será lançado em abril de 2018, e turnê, que dará início logo em seguida.

Cantor Felipão lança CD e comemora resultados

 

 

O cantor Felipão é considerado um fenômeno em seu estilo musical. O cantor lançou na última terça-feira, 7, seu primeiro CD promocional e os números alcançados impressionam.

Felipão, que não chegou a fazer  show de lançamento depois de anunciar seu retorno ao forró, já resultados  expressivos obtidos no novo álbum.

Em menos de uma semana, o CD, intitulado #OlhaEuDeVolta, já é o mais baixado e escutado em março, no site “Sua Música”. Mas não é só isso, o disco é o 18º mais baixado do ano, sendo o sétimo com a melhor taxa de convergência. Ou seja, a cada 1,05 pessoas que escutam o CD, uma faz download.

Na lista de mais baixados do mês, Felipão ultrapassou artistas como Solange Almeida e Márcia Felipe, em apenas seis dias de lançamento!

SOBRE O CD

No novo trabalho, intitulado ‘Olha eu de volta’, o cantor gravou 12 faixas inéditas e seis sucessos regravados de outros artistas. O disco está disponível para download no site “Sua Música”.

O repertório conta com um dueto com a cantora Márcia Fellipe e também com Romim Mata. Apesar de não trazer músicas da época do Forró Moral no CD, Felipão garante que no show vão entrar os grandes sucessos que arrastaram milhares de forrozeiros.

Baixe agora: www.suamusica.com.br/felipaooficial