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CAIXA Cultural Fortaleza

MARGARETH MENEZES INTERPRETA COMPOSITORES CONTEMPORÂNEOS EM REBELDIA NORDESTINA II

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 05 a 07 de janeiro de 2018, o show Rebeldia Nordestina 2 – Música Contemporânea, projeto da cantora Margareth Menezes de homenagear artistas que são referência da música urbana da Região. Nessa segunda edição, a cantora baiana reúne no repertório obras da nova geração de compositores, entre eles os baianos Carlinhos Brown, Baiana System e Jorge Portugal, os paraibanos Flávia Wenceslau e Chico César, o cearense Marcos Lessa, o maranhense Zeca Baleiro e o pernambucano Lenine.

Aplaudido pelo público e pela crítica, o primeiro Rebeldia Nordestina trouxe no repertório composições contemporâneas de artistas como Raimundo Fagner, Belchior, Zé Ramalho, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Raul Seixas. São compositores nordestinos que influenciaram na formação e na trajetória dos 30 anos de carreira da cantora. Agora, Margareth Menezes prepara o show com canções de uma nova geração de autores regionais, também modernos e contemporâneos, que estão trabalhando na formação do pensamento e do sentimento do público jovem brasileiro.

“Estas duas gerações já estão presentes em meus shows, com sua linguagem moderna, repleta de amor e questionamentos. A primeira fez parte da minha formação, ascenderam em mim como cidadã, como cabeça pensante e como artista, o amor pela força nordestina. Depois, chegaram nos novos “rebeldes nordestinos”, que continuaram a influenciar os nossos jovens com uma música urbana e atual”, explica Margareth.

 

Valorização da música nordestina

O projeto Rebeldia Nordestina foi pensado e desenvolvido na total intenção de valorizar a música nordestina que influenciou a construção da identidade da MPB contemporânea. Depois do sucesso alcançado na primeira edição, a proposta da artista Margareth Menezes é continuar a sua pesquisa e apresentar elementos da obra dos novos representantes da música brasileira.

Os ritmos nordestinos contemporâneos fundidos com instrumentos elétricos e eletrônicos, somados aos efeitos que revelam a influência dos mouros africanos, elementos indígenas e a lírica europeia, resultaram em um estilo musical de uma geração de cantores e compositores que não tinham meias palavras para falar da expressão e da realidade nordestina.

“O conceito AfroPop é que me define – fusão dos comportamentos rítmicos afro-nordestinos com as sonoridades pop – e nasceu com a influência desses grandes artistas que pude ouvir, cantar e cultuar em minha juventude e agora quando completo 30 anos de carreira”, afirma Margareth. “É a vontade de mostrar para o meu público de onde vem as ferramentas que me fazem pensar com mais pertencimento sobre a minha história”, completa.

 

Serviço

Música: Rebeldia Nordestina 2 – Música Contemporânea, com Margareth Menezes

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 05 a 07 de janeiro de 2018

Horários: sexta, às 20h | sábado, às 18h e às 20h | domingo, às 19h
Duração: 1h20

Classificação indicativa: Livre

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 04/01, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

PAULO MIKLOS ENCERRA A TEMPORADA DE APRESENTAÇÕES DO PROJETO “PALCO BRASIL” NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

A CAIXA Cultural Fortaleza encerra o projeto “Palco Brasil”, que vem realizando uma série de shows com três renomados cantores e compositores da música brasileira. A temporada iniciou com Fernanda Takai, seguida por Zélia Duncan e finaliza agora com Paulo Miklos, de 08 a 10 de dezembro de 2017. Uma das vozes mais conhecidas do rock nacional, o ex-Titã vai contar um pouco de suas histórias e memórias, além de mostrar músicas de seu último álbum e canções que fazem parte de sua carreira artística.

 
Idealizado pela Maré Produções Culturais, o Palco Brasil tem o objetivo de promover concertos intimistas com artistas consagrados, permeados em memórias, casos curiosos, bastidores e músicas que marcaram a trajetória de cada um. No palco, além das canções, os artistas estabelecem uma conexão com o público, que interage a cada melodia – ou a cada história partilhada. Para a terceira edição, o Palco Brasil convidou estes três cantores e compositores para cantar e compartilhar suas experiências musicais e de vida.

 
Paulo Miklos
Paulo Miklos lançou recentemente um novo álbum de caráter autobiográfico, intitulado A Gente Mora no Agora, contando com parceiros como Emicida, Céu e Russo Passapusso, além de contribuições do Maestro Letieres Leite nos arranjos e a produção musical de Pupilo, baterista da Nação Zumbi. O Palco Brasil será uma oportunidade de conhecer algumas das faixas deste novo trabalho do músico e de revisitar canções de vários momentos de sua carreira. O músico irá contar histórias, memórias, referências, compartilhar um pouco do seu processo criativo, do seu modo de compor, assim como revelar causos e lembranças que tem tudo a ver com as músicas que apresentará para o público.

 
Transitando entre a agressividade e a delicadeza, entre a doçura e a contundência, Miklos é cantor, compositor, instrumentista, além de ator, tendo passagens pelo cinema e teatro (inclusive encarnando a lenda do jazz Chet Baker nos palcos) e atual jurado da versão brasileira do programa Ex-Factor.
Em 2016 saiu do Titãs, assumindo integralmente a carreira solo, somando um total de três álbuns individuais: Paulo Miklos (1994) e Vou Ser Feliz e Já Volto (2001). No grupo, foram 34 anos de trajetória artística atuando como cantor, compositor e instrumentista (guitarra, saxofone e teclado, ocasionalmente) e 14 álbuns de estúdio, além dos ao vivo, formato acústico, coletâneas e DVDs.

 
Palco Brasil 80 e 90
Em seu terceiro ano, o projeto Palco Brasil aproveita o ambiente acolhedor da CAIXA Cultural Fortaleza para propiciar a interatividade dos artistas com o público. A cada apresentação, os cantores revelam histórias de suas carreiras e curiosidades sobre suas trajetórias. Nas edições anteriores, o projeto contou com shows de Hyldon, Chico César Paulinho Moska, Maria Gadu, Moraes Moreira e João Bosco.
Fernanda Bezerra, idealizadora do projeto, explica que, nesta terceira edição, a escolha se deu por artistas que participaram ativamente da construção da cena pop-rock brasileira dos anos de 1980 e 1990 principalmente. “O Palco Brasil foi criado para a Caixa Cultural Salvador, mas que neste ano acontecerá também em Fortaleza. A proposta é promover uma experiência íntima da plateia com o artista, fazendo um show cheio de memórias e músicas que marcaram cada trajetória”, revela a produtora cultural.

 
Arrecadação de livros
Durante a temporada do Palco Brasil na CAIXA Cultural Fortaleza, o público pode contribuir com a campanha de arrecadação de livros infantis. Os interessados em colaborar podem fazer sua doação no ato da compra do ingresso. Os livros arrecadados serão doados para a biblioteca da Edisca.

 

 

Serviço
Música: Palco Brasil
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: Paulo Miklos – de 8 a 10 de dezembro de 2017 (sexta a domingo)
Horários: sexta, às 20h | sábado, às 17h e às 20h | domingo, às 19h
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Vendas a partir do dia 07/12, para as sessões de 08 a 10/12, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza
*Na compra dos ingressos, os interessados podem contribuir com a campanha de arrecadação de livros, que serão doados para a biblioteca da Edisca
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local
Paraciclo disponível no pátio interno

ZÉLIA DUNCAN FAZ APRESENTAÇÕES NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA DENTRO DO PROJETO “PALCO BRASIL”

A CAIXA Cultural Fortaleza dá continuidade ao projeto “Palco Brasil” com uma série de shows apresentados por três renomados cantores e compositores da música brasileira. Depois de Fernanda Takai na última semana, a próxima atração será a artista Zélia Duncan, de 01 a 03 de dezembro. Além de apresentar sua trajetória artística, a cantora vai passear por vários estilos, do pop ao samba, entre músicas de trabalhos mais recentes e os clássicos de sua carreira. O projeto será finalizado pelo ex-Titã Paulo Miklos, que se apresenta no final de semana seguinte, de 08 a 10 de dezembro.

Idealizado pela Maré Produções Culturais, o Palco Brasil tem o objetivo de promover concertos intimistas com artistas consagrados, permeados em memórias, casos curiosos, bastidores e músicas que marcaram a trajetória de cada um.No palco, além das canções, os artistas estabelecem uma conexão com o público, que interage a cada melodia – ou a cada história partilhada. Para a terceira edição, o Palco Brasil convidou estes três cantores e compositores para cantar e compartilhar suas experiências musicais e de vida.

Zélia Duncan

Com pouco mais de 35 anos de carreira, Zélia Duncan é uma intérprete consagrada na cena musical brasileira, com uma marca de versatilidade, passeando do pop ao samba, enveredando mais recentemente nas obras de compositores como Luiz Tatit e Itamar Assumpção. A cantora incluída na safra de vozes femininas dos anos de 1990, ao lado de Adriana Calcanhoto, Cássia Eller e Marisa Monte. De lá para cá, a artista colecionou hits, destacando-se como violonista e cantora de timbre grave. Fez turnês por todo mundo, integrou o revival do grupo Os Mutantes, ao lado dos irmãos Arnaldo e Serginho Batista.

Em 2004, Zélia lança “Eu Me Transformo Em Outras”. Baseado no show homônimo, o disco traz interpretações da cantora que deixam de lado a marca pop que a consagrou para experimentar os caminhos do samba. O álbum seguinte foi “Pré Pós Tudo Bossa Band”, lançado em 2005 pela Universal Music. Consagrada no Prêmio da Música Brasileira, em diversas categorias, a artista ainda mergulha no universo de compositores como Luís Tatit e Itamar Assumpção, gerando dois shows aclamados pelo público e pela crítica.

No Palco Brasil, Zélia Duncan passeia por todos esses estilos, do pop ao samba, entre músicas de trabalhos mais recentes e clássicos da sua aclamada carreira de sucesso.

Palco Brasil 80 e 90

Em seu terceiro ano, o projeto Palco Brasil aproveita o ambiente acolhedor da CAIXA Cultural Fortaleza para propiciar a interatividade dos artistas com o público. A cada apresentação, os cantores revelam histórias de suas carreiras e curiosidades sobre suas trajetórias. Nas edições anteriores, o projeto contou com shows de Hyldon, Chico César Paulinho Moska, Maria Gadu, Moraes Moreira e João Bosco.

Fernanda Bezerra, idealizadora do projeto, explica que, nesta terceira edição, a escolha se deu por artistas que participaram ativamente da construção da cena pop-rock brasileira dos anos de 1980 e 1990 principalmente. “O Palco Brasil foi criado para a Caixa Cultural Salvador, mas que neste ano acontecerá também em Fortaleza. A proposta é promover uma experiência íntima da plateia com o artista, fazendo um show cheio de memórias e músicas que marcaram cada trajetória”, revela a produtora cultural.

Arrecadação de livros

Durante a temporada do Palco Brasil na CAIXA Cultural Fortaleza, o público pode contribuir com a campanha de arrecadação de livros infantis. Os interessados em colaborar podem fazer sua doação no ato da compra do ingresso. Os livros serão doados para a biblioteca da Edisca.

Serviço

Música: Palco Brasil

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: Zélia Duncan – de 1 a 3 de dezembro de 2017 (sexta a domingo)

Horários: sexta, às 20h | sábado, às 17h e às 20h | domingo, às 19h
Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 30/11, para sessões de 01 a 03/12 das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

Oficina Treinamento – Improvisação (Os Caminhos do Ator no Amok Teatro)

 

 

 

Salina – A Última Vértebra

 

Além do espetáculo Salina – A Última Vértebra (em cartaz de 16 a 19/11), o grupo carioca realiza a oficina Treinamento – Improvisação (Os Caminhos do Ator no Amok Teatro), que acontece no dia 18 de novembro, das 14h às 18h, na Sala de Ensaio da Caixa Cultural Fortaleza.

Conduzido por Ana Teixeira, pedagoga, diretora do Amok Teatro e da Casa do Amok, o encontro na oficina propõe um olhar sobre a improvisação no jogo do ator, como um caminho que articula técnica e organicidade. O Treinamento também objetiva desenvolver a presença cênica do ator, conhecer e edificar sua individualidade, acessar uma determinada linguagem cênica ou ainda, auxiliar diretores e atores na investigação de processos poético-pedagógicos.

 

As inscrições podem ser feitas de 06 a 10 de novembro, através do formulário http://bit.ly/2lNes2n. Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mailoficina@amokteatro.com.br. Podem participar atores com experiência, estudantes de artes cênicas e demais interessados a partir de 18 anos. O resultado da seleção sai no dia 13/11 e os participantes vão ser informados pela produção com listagem também divulgada na página do grupo amok teatro no facebook (https://www.facebook.com/amok.teatro/).

FERNANDA TAKAI, ZÉLIA DUNCAN E PAULO MIKLOS SE APRESENTAM NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA NO PROJETO “PALCO BRASIL”

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta o projeto “Palco Brasil”, que vai realizar uma série de shows com três renomados cantores e compositores da música brasileira. A temporada inicia com a cantora Fernanda Takai, entre os dias 24 e 26 de novembro, seguida por Zélia Duncan, de 1 a 03 de dezembro, e finalizando com Paulo Miklos, que se apresenta no final de semana seguinte, de 08 a 10 de dezembro.
Idealizado pela Maré Produções Culturais, o Palco Brasil tem o objetivo de promover concertos intimistas com artistas consagrados, permeados em memórias, casos curiosos, bastidores e músicas que marcaram a trajetória de cada um. No palco, além das canções, Takai, Duncan e Miklos estabelecem uma conexão com o público, que interage a cada melodia – ou a cada história partilhada. Para a terceira edição, o Palco Brasil convidou estes três cantores e compositores para cantar e compartilhar suas experiências musicais e de vida.
Fernanda Takai

www.brunosennaimagens.com

Vocalista da banda mineira Pato Fu, que existe há 25 anos, Fernanda Takai se lançou em carreira solo no ano de 2007, alcançando repercussão nacional e internacional. Em 2012, gravou um CD de canções inéditas com o guitarrista Andy Summers (The Police). Ao todo, já lançou 18 álbuns e 7 DVDs. Tem 4 Discos de Ouro, com os quais vendeu mais de um milhão de cópias.
Artista multipremiada pela APCA, Grammy Latino, MTV Brasil, Multishow, Revista Bravo! e Prêmio da Música Brasileira, entre outros, Fernanda já se apresentou em países como Japão, Inglaterra, Portugal, Austrália, Argentina e Estados Unidos. Artisticamente, fez parcerias com nomes como Rita Lee, Zélia Duncan, Roberto Menescal, Maki Nomiya, João Donato, Gilberto Gil e Erasmo Carlos.
Seu trabalho mais recente é o CD Na Medida do Impossível, que conta com a produção de John Ulhoa, seu companheiro na vida e no Pato Fu. O DVD deste novo trabalho foi gravado no Instituto Inhotim, celebrando os 10 anos do museu. No Palco Brasil Fortaleza, ela vai cantar canções de seu repertório solo como “Diz que fui por aí” (Zé Kéti e Hortêncio Rocha) e “Debaixo dos caracóis dos seus cabelos” (Roberto Carlos), além de “Antes que seja tarde” e “Perdendo Dentes” – do repertório do Pato Fu – e “A paz” (Gilberto Gil), entre outros sucessos.

 
Zélia Duncan


Com pouco mais de 35 anos de carreira, Zélia Duncan é uma intérprete consagrada na cena musical brasileira, com uma marca de versatilidade, passeando do pop ao samba, enveredando mais recentemente nas obras de compositores como Luiz Tatit e Itamar Assumpção. A cantora incluída na safra de vozes femininas dos anos de 1990, ao lado de Adriana Calcanhoto, Cássia Eller e Marisa Monte. De lá para cá, a artista colecionou hits, destacando-se como violonista e cantora de timbre grave. Fez turnês por todo mundo, integrou o revival do grupo Os Mutantes, ao lado dos irmãos Arnaldo e Serginho Batista.
Em 2004, Zélia lança “Eu Me Transformo Em Outras”. Baseado no show homônimo, o disco traz interpretações da cantora que deixam de lado a marca pop que a consagrou para experimentar os caminhos do samba. O álbum seguinte foi “Pré Pós Tudo Bossa Band”, lançado em 2005 pela Universal Music. Consagrada no Prêmio da Música Brasileira, em diversas categorias, a artista ainda mergulha no universo de compositores como Luís Tatit e Itamar Assumpção, gerando dois shows aclamados pelo público e pela crítica.
No Palco Brasil, Zélia Duncan passeia por todos esses estilos, do pop ao samba, entre músicas de trabalhos mais recentes e clássicos da sua aclamada carreira de sucesso.

 
Paulo Miklos


Lançou recentemente um novo álbum de caráter autobiográfico, intitulado A Gente Mora no Agora, contando com parceiros como Emicida, Céu e Russo Passapusso, além de contribuições do Maestro Letieres Leite nos arranjos e a produção musical de Pupilo, baterista da Nação Zumbi. O Palco Brasil será uma oportunidade de conhecer algumas das faixas deste novo trabalho do músico, além de revisitar canções de vários momentos de sua carreira. O músico irá contar histórias, memórias, referências, compartilhar um pouco do seu processo criativo, do seu modo de compor, além de revelar causos e lembranças que tem tudo a ver com as músicas que apresentará para o público.
Um artista de múltiplas facetas e uma das vozes mais marcantes do Titãs, um dos mais importantes grupos de rock brasileiros. Transitando entre a agressividade e a delicadeza, entre a doçura e a contundência, Miklos é cantor, compositor, instrumentista, além de ator, tendo passagens pelo cinema e teatro (inclusive encarnando a lenda do jazz Chet Baker nos palcos) e atual jurado da versão brasileira do programa Ex-Factor.
Em 2016 saiu do Titãs, assumindo integralmente a carreira solo, somando um total de três álbuns individuais: Paulo Miklos (1994) e Vou Ser Feliz e Já Volto (2001). No grupo, foram 34 anos de trajetória artística atuando como cantor, compositor e instrumentista (guitarra, saxofone e teclado, ocasionalmente) e 14 álbuns de estúdio, além dos ao vivo, formato acústico, coletâneas e DVDs.
Palco Brasil 80 e 90
Em seu terceiro ano, o projeto Palco Brasil aproveita o ambiente acolhedor da CAIXA Cultural Fortaleza para propiciar a interatividade dos artistas com o público. A cada apresentação, os cantores revelam histórias de suas carreiras e curiosidades sobre suas trajetórias. Nas edições anteriores, o projeto contou com shows de Hyldon, Chico César Paulinho Moska, Maria Gadu, Moraes Moreira e João Bosco.
Fernanda Bezerra, idealizadora do projeto, explica que, nesta terceira edição, a escolha se deu por artistas que participaram ativamente da construção da cena pop-rock brasileira dos anos de 1980 e 1990 principalmente. “O Palco Brasil foi criado para a Caixa Cultural Salvador, mas que neste ano acontecerá também em Fortaleza. A proposta é promover uma experiência íntima da plateia com o artista, fazendo um show cheio de memórias e músicas que marcaram cada trajetória”, revela a produtora cultural.

 
Arrecadação de livros
Durante a temporada do Palco Brasil na CAIXA Cultural Fortaleza, o público pode contribuir com a campanha de arrecadação de livros infantis. Os interessados em colaborar podem fazer sua doação no ato da compra do ingresso.
Serviço
Música: Palco Brasil
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data:
Fernanda Takai – de 24 a 26 de novembro de 2017 (sexta a domingo)
Zélia Duncan – de 1 a 3 de dezembro de 2017 (sexta a domingo)
Paulo Miklos – de 8 a 10 de dezembro de 2017 (sexta a domingo)
Horários: sexta, às 20h | sábado, às 17h e às 20h | domingo, às 19h
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Vendas a partir do dia 23/11, para sessões de 24 a 26/11, a partir do dia 30/11, para sessões de 01 a 03/12, e a partir do dia 07/12, para as sessões de 08 a 10/12, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local
Paraciclo disponível no pátio interno

MOSTRA PALAVRA EM MOVIMENTO, DE ARNALDO ANTUNES, ENTRA EM CARTAZ NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 

 


Obra de Arnaldo Antunes. Crédito: Rogério Alves

A CAIXA Cultural Fortaleza recebe, de 19 de outubro a 22 de dezembro de 2017, a exposição Palavra em Movimento, que marca três décadas de produção visual de Arnaldo Antunes. Toda a poesia do multiartista brasileiro emerge em meios técnicos diversos, trabalhando a palavra irrompida em suas dimensões verbais, sonoras e visuais.

Com obra e processo criativo marcados pelo vanguardismo, a mostra propõe uma síntese dessa trajetória eclética, enfatizando a produção de Antunes no âmbito do circuito das artes visuais contemporâneas. A mostra é um passeio pelas três dimensões – verbivocovisual – da obra artística de Antunes. Reúne caligrafias, colagens, instalações e objetos poéticos. Além disso, apresenta adesivos, cartazes, áudios e vídeos de trabalhos realizados em toda sua carreira artística.

Com a curadoria de Daniel Rangel, que foi Diretor de Museus da Secretaria de Cultura da Bahia entre 2008 e 2011, a exposição já passou por cidades como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro e encerra, em Fortaleza, a itinerância de 2017.

Processo criativo

Segundo Daniel Rangel, a maneira integrada de criar de Arnaldo Antunes é inspirada na poesia concreta e remete à expressão joyceana “verbivocovisual”, que sintetiza a proposta, colocada em prática nos anos 1950 pelos concretistas brasileiros, dos novos modos de se fazer poesia, visando a uma “arte geral da palavra”.

“Seja esta falada, escrita, desenhada, fotografada, filmada, construída ou cantada, sua obra estrutura-se a partir da palavra. Um dinamismo que caracteriza seu trabalho, aliado ao não pertencimento a um local ou gêneros específicos. Um mensageiro-viajante, cidadão do mundo, que manipula a linguagem como poucos”, afirma Rangel.

O recorte cronológico da exposição, o mais completo já apresentado da obra do artista, evidencia um percurso no qual a poesia ultrapassa seus limites para se manifestar na letra de uma música, em placas de rua, em objetos comuns, em imagens com movimento ou até mesmo no tradicional papel, emoldurado e pendurado nas paredes da exposição.

A excentricidade de Antunes é ligada subjetivamente à ideia da mostra, o que leva o curador a lembrar da “rica fusão referencial heterogênea do artista — herdeiro da poesia concreta dos anos 50, do rock e tropicalismo dos 60 e 70, da arte pop, e do movimento punk dos anos 80 –, aliada ao pleno domínio da linguagem e da comunicação, e a uma poderosa voz abissal que se tornou uma verdadeira marca”.

“Ele é um artista do presente, que aborda temas atuais; conceitos políticos, comportamentais, ecológicos, espirituais e poéticos para diversos públicos e em contato com diferentes mídias”, afirma Rangel.

Detalhes de Palavra em Movimento

Os objetos e instalações poéticas, juntamente com os adesivos, banners e letreiros, buscam no universo do readymade novas formas de retirar a poesia do papel. Poemas podem virar esculturas, objetos comuns com forma ou uso subvertidos, ou peças que propõem uma interatividade e participação direta do público.

A série Caligrafias reúne um pequeno recorte das monotipias realizadas com tinta de carimbo (entre 1998 e 2003), nas quais Arnaldo pintava seus poemas espremendo os tubos de pigmento diretamente sobre o papel de gravura.

Oráculo, realizada entre 1981 e 1982, é a série mais antiga incluída nesta mostra, sendo aqui apresentada de forma parcial.  É um conjunto de colagens com rasgos manuais sobre pequenos papéis cartonados com sobreposições de imagens, letras, fontes e palavras recortadas de revistas, jornais e outros impressos da época.

A série O Interno Exterior, de 2014, é seu trabalho mais recente e busca no cotidiano sua inspiração. Monitores digitais se tornam suporte para poemas estruturados a partir de leituras simultâneas de textos urbanos capturados em fotos de suas viagens, animadas em stop motion.

Serão apresentados também alguns objetos de luz, uma fotografia ampliada e colada em um espelho, o video-poesia Nome, além de gravações sonoras com leituras poéticas de Arnaldo que, segundo o curador, de certa forma aproximam a exposição do fã mais recorrente do músico e cantor pop.

Serviço:
Exposição: Palavra em Movimento – Arnaldo Antunes
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Abertura da exposição: 18 de outubro, a partir das 19h
Período: 19 de outubro a 22 de dezembro de 2017
Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h
Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

ITINERÂNCIA ANIMA MUNDI CHEGA A FORTALEZA

 

 

Contando Ovelhas

 

Os apaixonados por filmes de animação terão a chance de participar da programação especial de um dos mais importantes festivais do mundo, que conta com exibição de curtas e oficina gratuita de animação para crianças e adultos na técnica Pixilation. A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre os dias 27 e 29 de outubro de 2017, o Circuito Itinerante Anima Mundi.

A versão itinerante da mostra que aportará em Fortaleza conta com uma seleção de curtas nacionais e internacionais de autores consagrados, em diversas técnicas de animação. É um amplo recorte do que foi apresentado na versão integral do Anima Mundi nos últimos anos.

Com acesso gratuito, as exibições dos curtas serão distribuídas em 7 sessões. A abertura será na sexta-feira (27/10), às 20h, com a exibição de alguns dos curtas que serão projetados nos dois dias seguintes. No sábado (28) e domingo (29) acontecem sessões às 15h, 17h e 19h, com duração em torno de uma hora cada. O público poderá conferir um panorama do que vem sendo produzido no mundo e no Brasil em termos de animação.

 

Oficina de Pixilation:

Além dos filmes, esta edição do festival Anima Mundi conta com oficina gratuita de animação na técnica Pixilation. Com esta técnica, os participantes criam uma história, se fantasiam e fazem poses sucessivas, fotografadas uma a uma. A idade mínima para a participação é de 6 anos. A atividade acontecerá nos dias 28 e 29, das 13h às 19h, com grupos de até cinco pessoas a cada 15 minutos. A inscrição é feita na hora, por ordem de chegada.

 

Programação

27/10

20h – Sessão: Abertura

 

28/10

15h – Sessão: Retrospectiva National Film Board Infantil

17h – Sessão: Retrospectiva National Film Board (*14 anos)

19h – Sessão: Anima Mundi 25 anos (*14 anos)

 

29/10

15h – Sessão: Infantil 2       

17h – Sessão: Infantil 1

19h – Sessão: Premiados Anima Mundi 2017 (*14 anos)

 

28 e 29/10

13h às 19h – Oficina de animação (Pixilation)
Serviço

Cinema: Circuito Anima Mundi em Fortaleza
Local: 
CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema
Data: 27 a 29 de outubro de 2017 (abertura no dia 27 às 20h)
Sessões: 28 e 29 de outubro, às 15h, 17h e 19h

Ingressos: Entrada gratuita, com distribuição de senhas com uma hora de antecedência

Classificação indicativa: Conferir individualmente na programação.
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Oficina Pixilation

Data: 28 e 29 de outubro

Horário: das 13h às 19h

Inscrições: Por ordem de chegada, nos dias das oficinas
Vagas: Grupos de até 5 pessoas, a cada 15 minutos
Classificação indicativa: 6 anos

 

Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO INSTITUTO CANARINHOS DE SERGIPE SE APRESENTAM EM FORTALEZA

 

 

 

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, nos dias 30 de setembro e 01 de outubro de 2017, o show Vida de Viajante,  encenado por um grupo de 35 crianças e adolescentes de escolas públicas de Aracaju, pertencentes ao Instituto Canarinhos de Sergipe – INCASE. No palco, os talentosos artistas prometem mostrar ao público, além de talento musical, o poder transformador da arte, contribuindo de forma efetiva para um futuro mais digno, humano e cidadão desses jovens e seus familiares.

Na primeira parte do show, os componentes da Orquestra Popular Villa Lobos, um dos projetos desenvolvidos pelo INCASE, apresentam-se com instrumentos como violinos, violoncelos, contrabaixo, teclado, flautas e percussão. No repertório, canções de compositores que vão do erudito ao regional, passando ainda pelos mestres da nossa MPB, com destaque para Beethoven, Luiz Gonzaga, Fagner, Roupa Nova, Gilson, Roberto Carlos e Alceu Valença.

Já no segundo momento, os mesmos músicos da Orquestra retornam ao palco, dessa vez acompanhados do premiado coral Canarinhos de Aracaju, também pertencente ao INCASE. Juntos, vão apresentar canções de compositores como Gilberto Gil, Caetano Veloso, O Rappa, Jota Quest e Tim Maia. Tudo isso de uma forma lúdica e divertida, mas com muito empenho e dedicação.

 

Arte, cidadania e oportunidade

Instituto Canarinhos de Sergipe, o INCASE, foi fundado no dia 23 de novembro de 2008, para atender crianças e adolescentes, entre 6 e 18 anos, de escolas públicas de Aracajú, Sergipe. A iniciativa é do Maestro Carlos Magno, que viu a necessidade de se criar um espaço onde as crianças em estado de vulnerabilidade pudessem praticar música, teatro, dança, circo e atividades de leitura, como forma de estimular a criatividade e, principalmente, a inclusão social.

Os resultados dessa iniciativa mostram que o INCASE está no caminho certo. O Coral Canarinhos de Aracaju, por exemplo, tem cinco CDs gravados e já se apresentaram em eventos promovidos por instituições públicas e privadas em estados como Sergipe, Bahia, Alagoas e, agora, Ceará. Muitos ex-alunos do Instituto estão fazendo carreira-solo, cantando ou tocando em Orquestras Sinfônicas em todo o Brasil. Além disso, o projeto, que também está de portas abertas para alunos com Síndrome de Down e com Transtornos do Espectro Autista (TEA), já recebeu diversos prêmios ao longo de seus quase 10 anos, como o Troféu Tributo à Cidadania (2010), o Selo Itaú – Unicef (2015) e o Prêmio Vivo Música que Transforma (2016).

 

Serviço:

Música: Vida de Viajante – show com crianças e adolescentes do Instituto Canarinhos de Sergipe – INCASE

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 30 de setembro e 01 de outubro

Horários: sábado, às 17h | domingo, às 18h

Duração: 90 minutos

Ingressos: Gratuitos (distribuídos com 1h de antecedência, sujeitos à lotação do teatro)

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARTICIPAM DE WORKSHOPS DA ESCOLA DE TEATRO BOLSHOI NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre os dias 26 e 28 de setembro de 2017, o projeto Workshop com a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, como forma de disseminar a arte da dança entre o público de Fortaleza. Na ocasião, serão ministradas para as crianças e adolescentes aulas de Dança Clássica e Contemporânea por um grupo de professores e bailarinos da instituição, única filial do Bolshoi russo no mundo.
O workshop é destinado a bailarinos e apreciadores da dança, com classes de iniciante, intermediário e avançado, a partir de 9 anos (ano de nascimento 2008). As aulas de dança clássica são para Iniciante I e II para nascidos de 2005 a 2008, Intermediário I e II para nascidos de 2002 a 2005 e Avançado nascidos até 2002. Já as aulas de dança contemporânea para Intermediário I são para interessados nascidos de 2003 a 2005, Intermediário II nascidos até 2002 e Avançado nascidos até 2000. Todos os participantes precisam ter conhecimento em dança.
Bate-papo
No dia 28 de setembro, às 18h30, no teatro da CAIXA Cultural Fortaleza, os professores da Escola Bolshoi realizam um bate-papo, com duração de 40 minutos, para profissionais da Dança do Estado do Ceará. No bate-papo, os participantes terão a oportunidade de conhecer a história do Bolshoi no Brasil, informações sobre o processo seletivo, audições de novos alunos e todo o funcionamento da única filial do Teatro Bolshoi.
As inscrições para participar dos workshops e do bate-papo foram divulgadas antecipadamente e foram realizadas entre 13 e 21 de setembro pelo site da Escola Bolshoi (www.escolabolshoi.com.br). As vagas dos workshops foram limitadas em 16 alunos por turma e o bate-papo em 150 vagas, disponibilizadas por ordem de inscrição. Os participantes, tanto dos workshops quanto do bate-papo têm que entregar 1 kg de alimento não perecível, que será doado para o Lar Torres de Melo.
Educação, cultura e cidadania
A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é um projeto cultural em pleno desenvolvimento, cuja grandeza se verifica pela extensão social, dimensão cultural e pela abrangência educacional que alcança com seus propósitos e atividades. Instalada na cidade de Joinville, Santa Catarina, desde 15 de março de 2000, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única extensão do Teatro Bolshoi no mundo e, pela primeira vez, o Teatro transfere a outro país o método de ensino de balé que o tornou uma das mais respeitadas instituições do mundo.
Com 17 anos de implantação no Brasil, a primeira Escola do Teatro Bolshoi educa 228 alunos, vindos de 22 Estados Brasileiros e outros 2 países.

A instituição concede 100% de bolsas de estudo para todos os alunos do curso técnico. Além de ensino gratuito, os alunos recebem benefícios como alimentação, transporte, uniformes, figurinos, assistência social, orientação pedagógica, assistência odontológica preventiva, atendimento fisioterápico, nutricional e assistência médica de emergência/urgência pré-hospitalar. Para isso, devem apresentar bom rendimento na Escola Bolshoi e também no ensino médio e fundamental, pois a ausência de boas notas implica na perda da bolsa de estudo no Bolshoi. Os alunos recebem educação, aprendem uma profissão, exercitam responsabilidade e constroem cidadania.
O complexo escolar é formado por salas para aulas de balé, estúdios de música, ateliê, núcleo de saúde, biblioteca, cantina, espaços culturais e dois laboratórios cênicos. Cerca de 6 mil metros quadrados de absoluta dedicação profissional ao ensino. A Escola é uma instituição, com personalidade jurídica, de direito privado, sem fins lucrativos, que tem apoio da Prefeitura Municipal de Joinville e é mantida pelo Governo do Estado de Santa Catarina e pelos chamados “Amigos do Bolshoi”, empresas e pessoas físicas socialmente responsáveis que apoiam o projeto através de serviços prestados pro bono e patrocínios não incentivados ou incentivados por leis de incentivo a cultura municipal, estadual e federal.
Programação
Workshops
Local: Teatro e sala de ensaio da CAIXA Cultural Fortaleza.
Dança Clássica – Iniciante I
Faixa Etária: de 2005 a 2008
26/09/2017 – 10h45 às 12h15
Dança Clássica – Iniciante II
Faixa Etária: de 2005 a 2008
28/09/2017 – 15h às 16h30
Dança Clássica – Intermediário I
Faixa Etária: de 2002 a 2005
26/09/2017 – 15h às 16h30
Dança Clássica – Intermediário II
Faixa Etária: de 2002 a 2005
27/09/2017 – 13h15 às 14h45
Dança Clássica – Avançado I
Faixa Etária: até 2002
26/09/2017 – 18h30 às 20h
Dança Clássica – Avançado II
Faixa Etária: até 2002
27/09/2017 – 16h45 às 18h15
Dança Contemporânea – Intermediário I
Faixa Etária: de 2003 a 2005
27/09/2017 – 15h às 16h30
Dança Contemporânea – Intermediário II
Faixa Etária: até 2002
28/09/2017 – 16h45 às 18h15
Dança Contemporânea – Intermediário/Avançado
Faixa Etária: até 2000
26/09/2017 – 16h45 às 18h15
Dança Contemporânea – Intermediário/Avançado
Faixa Etária: até 2000
27/09/2017 – 18h30 às 20h
Bate-papo
Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza
28/09/2017 – 18h30 (duração de 40 minutos)
Destinado para profissionais da Dança do Estado do Ceará
Serviço:
Vivências: Workshop com a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 26 a 28 de setembro de 2017
Horário: Conferir programação
Classificação indicativa: a partir de 9 anos
Entrada Workshops e Bate-Papo: inscrições foram divulgadas antecipadamente e já estão fechadas
*Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

ARNALDO ANTUNES APRESENTA SEUS MAIORES SUCESSOS EM SHOW INTIMISTA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 19 e 22 de outubro de 2017, o projeto A Casa é Sua, com o cantor, poeta, compositor e artista plástico Arnaldo Antunes. Na ocasião, o público terá a oportunidade de conferir um show mais intimista, acompanhado de Chico Salem (violão e guitarra) e André Lima (teclados e sanfona), como forma de explorar com liberdade uma nova sonoridade a cada música, a partir das múltiplas combinações de violões, guitarras, teclados e sanfona. Essa formação, mais concentrada, revela as canções de outro modo, evidenciando mais as letras.

O repertório passeia por músicas de toda a carreira de Arnaldo Antunes, como Não Vou Me AdaptarO PulsoSaiba e Muito Muito Pouco. Além disso, o artista apresenta canções escritas em parceria com Paulo Miklos (Fim do Dia), Marisa Monte e Carlinhos Brown (Consumado), Liminha (Invejoso), Alice Ruiz (Socorro), entre outros.

 

Exposição

Multiartista brasileiro, Arnaldo Antunes emerge sua poesia em meios técnicos diversos, trabalhando a palavra irrompida em suas dimensões verbais, sonoras e visuais. Sua produção visual será apresentada na Caixa Cultural Fortaleza a partir de 19 de outubro na exposição Palavra em Movimento, que marca três décadas de produção visual do artista. Com obras e processo criativo marcados pelo vanguardismo, a mostra  propõe uma síntese dessa trajetória eclética, enfatizando a produção de Antunes no âmbito do circuito das artes visuais contemporâneas. A mostra segue até o dia 22 de dezembro, de terça-feira a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 12h às 19h. Entrada gratuita. Classificação: Livre.

 

Sobre Arnaldo Antunes

 

Poeta, cantor e compositor, nasceu em São Paulo em 1960. Integrou o grupo Titãs, com o qual gravou sete discos. Em carreira solo desde 1992, lançou os discos NomeNinguémO SilêncioUm Som,O Corpo (trilha para espetáculo de dança do Grupo Corpo), ParadeiroSaibaQualquerAo Vivo no EstúdioIêIêIê, Ao Vivo Lá em Casa, A Curva da Cintura, Acústico MTV e Disco, além de Tribalistas(com Marisa Monte e Carlinhos Brown) e Pequeno Cidadão (projeto infantil com Edgard Scandurra, Taciana Barros, Antônio Pinto e seus filhos). Tem vários livros publicados no Brasil (entre eles Psia,TudosAs Coisas2 ou + Corpos no Mesmo Espaço40 EscritosComo É Que Chama o Nome Disso e N. D. A., na Espanha (Doble Duplo) e em Portugal (Antologia).

 

Site: www.arnaldoantunes.com.br

Facebook: www.facebook.com/arnaldo.antunes

Youtube: www.youtube.com/user/arnaldooficial

Soundcloud: www.soundcloud.com/antunes_arnaldo

 

Serviço:

Música: Arnaldo Antunes – A Casa é Sua

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 19 a 22 de outubro de 2017

Horários: quinta a sábado, às 20h | domingo, às 19h

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: Livre

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 18/10, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno.

ENCENADO NO ESCURO, ESPETÁCULO “TEATRO CEGO – ACORDA AMOR!” ENTRA EM CARTAZ NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 


Foto: Vicente Sileo

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 29 de setembro a 1 de outubro, o espetáculo Teatro Cego – Acorda, Amor!, que inova como forma de expressão teatral com a encenação acontecendo totalmente no escuro. A ideia é fazer com que o espectador possa explorar os demais sentidos, como olfato, tato e audição, tendo como pano de fundo uma história de amizade em meio ao período da ditadura militar.

As músicas, interpretadas ao vivo pela banda Social Samba Fino, vão costurando a trama. Vozes, sons, cheiros e sensações táteis figuram como elementos imprescindíveis para a compreensão do enredo, o que faz o público mergulhar no universo dos deficientes visuais, com a percepção de que a compreensão do mundo que nos cerca vai muito além daquilo que os olhos podem ver.

O espetáculo, que acontece nas Galerias I e II da CAIXA Cultura Fortaleza, conta a história de quatro jovens, que lutam contra a ditadura militar nos anos de 1970. Três rapazes e uma garota envolvidos com a guerrilha lutam, na verdade, por muito mais do que a volta da Democracia. Enquanto tentam driblar os militares, Paulo, Lucas e Cesar lutam pelo amor de Natasha. O amadurecimento das relações entre esses quatro jovens, ao mesmo tempo em que aprendem a lidar com a situação do seu país, é o que move toda a trama.

 

Exposição em 5 atos

Depois de 30 anos do fim da ditadura no Brasil, o Teatro Cego – Acorda, Amor! aborda fatos relevantes desse período político e, para ambientar o público com o tema do espetáculo, disponibiliza uma pequena exposição, A Ditadura Militar em 5 Atos, composta por 5 banners que trazem fotos e textos da época. Uma vez que o espetáculo acontece totalmente no escuro, a exposição prepara o público para entender um pouco mais este fato histórico, hoje tão distante de nossa realidade.

 

Sobre a banda

Social Samba Fino é uma banda formada por 7 integrantes, que apesar de sua formação fixa, mas não limitada, está permanentemente aberta a receber músicos vindos dos diversos estilos musicais, como choro, bossa nova, rock, baião, frevo, jazz, entre outros, para valorizar e enriquecer a interpretação do samba. Destacando em suas interpretações, a elegância e a sofisticação natural que o samba carrega em suas melodias, letras, ritmo e importância cultural, desde a sua criação até os nossos dias, o Social Samba Fino rompe suas fronteiras musicais, abrindo seu samba para as mais diversas influências, revelando-se mais urbano e dando à sua música um tom de universalidade. Atualmente em um novo desafio, de tocar no escuro, a banda interpreta ao vivo no formato Teatro Cego, a trilha sonora do espetáculo “Acorda, Amor!”.

 

Serviço:

Teatro: Teatro Cego – Acorda, Amor!

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 29 de setembro a 1 de outubro de 2017

Horários: sexta-feira e sábado, às 20h | domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: 16 anos

Vendas a partir de 28/09, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

CAIXA CULTURAL FORTALEZA PROMOVE WORKSHOPS COM A ESCOLA DE TEATRO BOLSHOI NO BRASIL

 

 

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre os dias 26 e 28 de setembro de 2017, o projeto Workshop com a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, como forma de disseminar a arte da dança entre o público de Fortaleza. Na ocasião, vão ser ministradas aos interessados aulas de Dança Clássica e Contemporânea por um grupo de professores e bailarinos da instituição, única filial do Bolshoi russo no mundo.

O workshop é destinado a bailarinos e apreciadores da dança, com classes de iniciante, intermediário e avançado, a partir de 9 anos (ano de nascimento 2008). As inscrições podem ser realizadas por meio do site da Escola Bolshoi (www.escolabolshoi.com.br) de 13 a 21 de setembro. As vagas são limitadas, 16 alunos por turma. No dia do workshop é necessária a entrega de 1 kg de alimento não perecível.

As aulas de dança clássica são para Iniciante I e II para nascidos de 2005 a 2008, Intermediário I e II para nascidos de 2002 a 2005e Avançado nascidos até 2002. Já as aulas de dança contemporânea para Intermediário I são para interessados nascidos de 2003 a 2005, Intermediário II nascidos até 2002e Avançado nascidos até 2000. Todos os participantes precisam ter conhecimento em dança.

 

Bate-papo

No dia 28 de setembro, às 18h30, no teatro da CAIXA Cultural Fortaleza, os professores da Escola Bolshoi realizam um bate-papo, com duração de 40 minutos, para profissionais da Dança do Estado do Ceará. As inscrições são realizadas também pelo site da Escola Bolshoi (www.escolabolshoi.com.br), de 13 a 21 de setembro. Serão 150 vagas disponibilizadas por ordem de inscrição.

No bate-papo, os participantes terão a oportunidade de conhecer a história do Bolshoi no Brasil, informações sobre o processo seletivo, audições de novos alunos e todo o funcionamento da única filial do Teatro Bolshoi. Para participar, é necessária a entrega de 1 kg de alimento não perecível.

 

Educação, cultura e cidadania

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é um projeto cultural em pleno desenvolvimento, cuja grandeza se verifica pela extensão social, dimensão cultural e pela abrangência educacional que alcança com seus propósitos e atividades. Instalada na cidade de Joinville, Santa Catarina, desde 15 de março de 2000, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única extensão do Teatro Bolshoi no mundo e, pela primeira vez, o Teatro transfere a outro país o método de ensino de balé que o tornou uma das mais respeitadas instituições do mundo.

Com 17 anos de implantação no Brasil, a primeira Escola do Teatro Bolshoi educa 228 alunos, vindos de 22 Estados Brasileiros e outros 2 países. A instituição concede 100% de bolsas de estudo para todos os alunos do curso técnico. Além de ensino gratuito, os alunos recebem benefícios como alimentação, transporte, uniformes, figurinos, assistência social, orientação pedagógica, assistência odontológica preventiva, atendimento fisioterápico, nutricional e assistência médica de emergência/urgência pré-hospitalar. Para isso, devem apresentar bom rendimento na Escola Bolshoi e também no ensino médio e fundamental, pois a ausência de boas notas implica na perda da bolsa de estudo no Bolshoi. Os alunos recebem educação, aprendem uma profissão, exercitam responsabilidade e constroem cidadania.

O complexo escolar é formado por salas para aulas de balé, estúdios de música, ateliê, núcleo de saúde, biblioteca, cantina, espaços culturais e dois laboratórios cênicos. Cerca de 6 mil metros quadrados de absoluta dedicação profissional ao ensino.

A Escola é uma instituição, com personalidade jurídica, de direito privado, sem fins lucrativos, que tem apoio da Prefeitura Municipal de Joinville e é mantida pelo Governo do Estado de Santa Catarina e pelos chamados “Amigos do Bolshoi”, empresas e pessoas físicas socialmente responsáveis que apoiam o projeto através de serviços prestados pro bono e patrocínios não incentivados ou incentivados por leis de incentivo a cultura municipal, estadual e federal.

 

Programação

Workshops

Dança Clássica  – Iniciante I

Faixa Etária: de 2005 a 2008

26/09/2017 – 10h45 às 12h15

Dança Clássica – Iniciante II

Faixa Etária: de 2005 a 2008

28/09/2017 – 15h às 16h30

Dança Clássica – Intermediário I

Faixa Etária: de 2002 a 2005

26/09/2017 – 15h às 16h30

Dança Clássica – Intermediário II

Faixa Etária: de 2002 a 2005

27/09/2017 – 13h15 às 14h45

Dança Clássica – Avançado I

Faixa Etária: até 2002

26/09/2017 – 18h30 às 20h

Dança Clássica – Avançado II

Faixa Etária: até  2002

27/09/2017 – 16h45 às 18h15

Dança Contemporânea – Intermediário I

Faixa Etária: de 2003 a 2005

27/09/2017 – 15h às 16h30

Dança Contemporânea – Intermediário II

Faixa Etária: até 2002

28/09/2017 – 16h45 às 18h15

Dança Contemporânea – Intermediário/Avançado

Faixa Etária: até 2000

26/09/2017 – 16h45 às 18h15

Dança Contemporânea – Intermediário/Avançado

Faixa Etária: até 2000

27/09/2017 – 18h30 às 20h

Local: Teatro e sala de ensaio da CAIXA Cultural Fortaleza.

Entrada: 1 kg de alimento

 

Bate-papo

28/09/2017 – 18h30 (duração de 40 minutos)

Destinado para profissionais da Dança do Estado do Ceará

Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza

Entrada: 1 kg de alimento

 

Serviço:

Vivências: Workshop com a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil

Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 26 a 28 de setembro de 2017
Horário: Conferir programação
Inscrições para workshops e bate-papo: 13 a 21 de setembro, pelo site www.escolabolshoi.com.br  

Classificação indicativa: a partir de 9 anos

Entrada: 1 kg de alimento não perecível, que será doado para o Lar Torres de Melo.

*Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

 

Acesse o site www.caixacultural.gov.br
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ZIZI POSSI INTERPRETA CANÇÕES DE CHICO BUARQUE E EDU LOBO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 

 

 

 

©Rama de Oliveira

 

A cantora Zizi Possi apresenta, de 8 a 10 de setembro, na CAIXA Cultural Fortaleza, o show ‘Zizi Possi canta Chico e Edu’. Uma homenagem que a intérprete faz a Chico Buarque e Edu Lobo, parceiros musicais desde o início de sua carreira musical. Em curta temporada de cinco shows, Zizi interpreta alguns de seus sucessos e apresenta canções da parceria da dupla de compositores que ela nunca gravou nos próprios CDs, como ‘Sentimental’, ‘Blues da Rosa’ e ‘Dueto’.

No repertório, Zizi interpreta ainda canções gravadas originalmente por outros cantores, que foram ou não cantadas por ela, como ‘Com Açúcar com Afeto’ e Ciranda da Bailarina. Para acompanhar Zizi no espetáculo, a cantora contará com a participação do tecladista Keco Brandão e do violonista e guitarrista Bruno Mangueira.

Segundo Zizi Possi, a ideia de cantar um repertório com majoritariamente músicas de Chico Buarque e Edu Lobo é um privilégio. “Percebi ao longo da minha carreira o quanto esta dupla está presente no meu repertório, o quanto me ajudaram a moldar minha personalidade de artista e intérprete. As músicas que nasceram dessa parceria não fizeram refletir só a mim, mas a milhões de pessoas no Brasil e outras espalhadas pelo mundo, que se alimentam da sua beleza e profundidade”. Com estas palavras, ela descreve seu estado de alma ao iniciar esse trabalho.

A relação musical de Zizi com Chico e Edu vem de muito tempo. O primeiro LP da cantora, ‘Flor do Mal’, gravado em 1978, chamou a atenção de Chico Buarque, que a convidou para cantar no disco dele a canção ‘Pedaço de Mim’, em dueto. Já em 1982, Zizi participou da peça de ballet teatro ‘O Grande Circo Místico’ e interpretou a canção-tema da peça, também escrita por Chico e Edu Lobo. Depois da peça, a intérprete trabalhou diversas vezes com Edu Lobo em trilhas de musicais. Ele afirma que ela faz disparar o coração das pessoas. “Qualquer ideia que a Zizi tiver na vida eu vou sempre querer fazer com ela”, diz Edu.

 

Sobre Zizi Possi

Zizi Possi nasceu em São Paulo e começou a estudar piano bem cedo, aos 5 anos de idade. Aos 18 anos foi morar em Salvador, onde cursou Composição e Regência na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Em 1977 Roberto Menescal, na época diretor artístico da gravadora Philips, assistiu Zizi Possi pela primeira vez, em um programa piloto de TV. No ano seguinte, já no Rio de Janeiro, Zizi Possi assina com a gravadora e lança ´Flor do Mal´, seu primeiro LP. Dois anos depois, consolida-se como cantora popular através de sucessos como ‘Pedaço de Mim’ (que gravou em 78 a convite de Chico Buarque), ‘Nunca’, ‘Meu Amigo, Meu Herói’, ‘Asa Morena’, ‘O Amor Vem Pra Cada Um’ (versão de ‘The Love Come To Everyone’, de George Harrison), ´Caminhos de Sol´, ‘Perigo’, ‘A Paz’, ‘Esquece e Vem’, entre outras.

No início dos anos 90, Zizi concebe, arranja e interpreta três trabalhos em um formato inusitado na época, mas muito conhecido hoje: o tal acústico. ‘Sobre Todas as Coisas’, ‘Valsa Brasileira’ e ‘Mais Simples’ são considerados obras-primas e marcam definitivamente a carreira de Zizi e a música popular brasileira.

Com 39 anos de carreira, 19 cds e quatro dvds lançados e com mais de 3 milhões de discos vendidos, Zizi Possi é uma das maiores cantoras da MPB. Em seu currículo, quatro discos de ouro, dois discos de platina e um duplo de platina, diversas canções em primeiro lugar nas paradas de sucesso como Nunca,  Meu amigo meu herói, Caminhos de Sol, Asa Morena, Perigo, a Paz, Noite e Per amore, além de mais de 30 canções em trilhas de novelas, várias apresentações em países como Portugal, Argentina, Espanha, Itália, França, Estados Unidos, Suíça e Dinamarca, além de vários prêmios como Troféu Imprensa e Prêmio de música, sendo premiada como melhor cantora e/ou melhor disco.

 

Keco Brandão – tecladista que a acompanha há alguns anos, e participou dos trabalhos: Per Amore, Passione, show “Bossa”, os DVDs comemorativos de 30 anos de carreira da cantora, intitulados “Cantos e Contos”, dividiu o arranjo de “Rosa dos Ventos” com Zizi, especialmente para a TV Record. Neste show é diretor musical, arranjador, pianista, tecladista e solista.

 

Bruno Mangueira : violonista e guitarrista, concluiu os cursos de bacharelado, mestrado e doutorado em Música pela Unicamp – Campinas. Residiu também nas cidades de São Paulo, Nova Iorque e Cincinnati (EUA), onde desenvolveu parte de seu doutorado como pesquisador visitante na University of Cincinnati. Neste show mostra seu talento e versatilidade musical em diversos timbres nos duetos com Keco Brandão.

 

Ficha Técnica:

Zizi Possi – Voz

Keko Brandão – Teclados

Bruno Mangueira – Violão e guitarra

Produção local – Elivane Medeiros

Produção Executiva – Vander Lopes, Glauker Bernardes e Leticia Trindade

Coordenação de Produção – Luciana Medeiros

Sonorização – Projesom

Iluminação – Proluz

Técnico de som – Raul Muller

Técnico de Iluminação – Guilherme Varela

Roadie – Alan Martins (Roupa Nova)

Maquiagem – Reginaldo Bossi

 

Serviço:

Música: Zizi Possi canta Chico e Edu

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 8 a 10 de setembro de 2017

Horários: sexta, às 20h | sábado, às 18h e às 20h | domingo, às 17h e 19h
Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Vendas a partir do dia 07/09, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

CAIXA CULTURAL FORTALEZA RECEBE A SEGUNDA EDIÇÃO DA FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO

 

 

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 17 a 20 de agosto de 2017, a II Feira do Cordel Brasileiro. O objetivo da Feira é incentivar e promover a literatura popular e as manifestações artísticas tipicamente nordestinas. Com aproximadamente 30 expositores, o evento também pretende fomentar o encontro do público geral com os artistas, como forma de conhecer melhor a expressiva produção do melhor do cordel, da cantoria e da xilogravura nacional.

Com entrada gratuita, a Feira do Cordel Brasileiro reúne vários dos principais nomes da literatura de cordel no País, além de emboladores, cantadores de viola e da música regional. Entre as atrações estão os músicos-cordelistas Jorge Mello, parceiro de Belchior em aproximadamente 40 canções; o cordelista, repentista e sambador Mestre Bule-Bule; o Mestre Valdeck de Garanhuns, bonequeiro, cordelista, repentista e xilogravador; a médica, cantora e cordelista Paola Torres; os grupos Tempo de Brincar; o jovem Rafael Brito e a Rabecaria; dos forrós Kutuca a Burra e Cacimba de Aluá. O evento conta ainda com show de repente pela dupla Geraldo Amâncio e Guilherme Nobre, além de muitas declamações pelos cordelistas Chico Pedrosa, Antônio Francisco, Klévisson Viana, Evaristo Geraldo, Lucarocas, Paulo de Tarso, Raul Poeta, Arievaldo Vianna e Tiago Monteiro.

A Feira vai promover palestras, lançamentos literários, a exibição do documentário “Cego Aderaldo – o Cantador  e o Mito”, de Rosemberg Cariry, como também a exposição e venda de folhetos de cordel, livro, camisetas e CDs. A curadoria é do cordelista e editor Klévisson Viana, vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura (2015) com o livro “O Guarani em cordel” (Ed. Amarylis, baseado na obra de José de Alencar).

Além disso, os interessados poderão participar de oficinas de xilogravura e de cordel. As inscrições estarão abertas de 07 a 16 de agosto de 2017, por meio dos emails encenaproducoes@gmail.com e aestrofe@gmail.com ou pelo telefone. (85) 3023-3064. Cada oficina terá limite de 20 vagas.

Nessa edição, os homenageados serão o repentista Cego Aderaldo (50 anos de morte), os cordelistas Gonçalo Ferreira (80 anos), Arievaldo Vianna (50 anos), o Mestre Bule-Bule (70 anos), Zé Maria de Fortaleza (60 anos de viola) e o cordelista e xilogravador Mestre José Costa Leite (90 anos de vida e 72 anos de arte).

 

Show de Bule Bule na V FENAFRA. Rio de Janeiro RJ 2008.

 

 

Manifestação literária

O Ceará se perpetua como o maior polo produtor de Literatura de Cordel desde os longínquos tempos da Tipografia São Francisco, em Juazeiro do Norte, posteriormente rebatizada de Lira Nordestina. A partir da década de 1990, essa produção se acentuou na capital do Estado, sobretudo após o surgimento de associações de poetas, trovadores e folheteiros, tais como o Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste (CECORDEL), a Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará (AESTROFE), entre outras, além da consolidada casa editorial Tupynanquim Editora e da Cordelaria Flor da Serra.

Apesar do linguajar simples e informal, a literatura de cordel é, hoje, revista como importante manifestação literária, pois é compreendida como uma das nossas primeiras manifestações poéticas em língua portuguesa, tendo sua origem na produção oral trovadoresca. Neste sentido, a literatura de cordel vem sendo cada vez mais aceita e estudada pelas academias e já possui uma Academia Brasileira de Cordel, fundada em 07 de setembro de 1988 com sede no Rio de Janeiro.

II Feira do Cordel Brasileiro é uma iniciativa da AESTROFE (Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará) com patrocínio da CAIXA Econômica Federal e Governo Federal com o apoio cultural da Tupynanquim Editora, Cariri Filmes, Editora Imeph, Programa A Hora do Rei do Baião e Premius Editora.

 

 

 

Sobre os homenageados

CEGO ADERALDO (Aderaldo Ferreira de Araújo) – 50 anos de morte (24 de junho de 1878 + 29 de junho de 1967)

No dia 29 de julho de 2017, completaram-se 50 anos do desaparecimento daquele que é considerado um dos mais importantes poetas populares nordestinos, Aderaldo Ferreira de Araújo – o famoso Cego Aderaldo. Nascido no Crato (CE), ele veio morar muito jovem na cidade de Quixadá (CE), depois de ficar órfão de pai, empregando-se na estrada de ferro. Cegou aos 18 anos. Trabalhava abastecendo uma caldeira quando tomou um copo de água fria e os olhos estalaram imediatamente, fazendo com que perdesse a visão pelo resto da vida. Comprou então o seu primeiro instrumento e descobriu que sabia fazer versos. Achava humilhante ter que pedir esmolas por isso exerceu diversas profissões: além de cantador foi comerciante e exibia filmes num cinematógrafo lhe presenteado por Ademar de Barros, ex-governador de São Paulo.

GONÇALO FERREIRA – 80 anos

Cearense da cidade de Ipu, o poeta, contista e ensaísta Gonçalo Ferreira da Silva nasceu no dia 20 de dezembro de 1937. Aos 14 anos transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde, em 1963, publicou pela Editora da Revista Rural Fluminense o primeiro livro: “Um resto de razão”, coletânea de contos regionais do Nordeste. Em 1978 iniciou sua produção de literatura em cordel, quando, ao realizar estudos sobre cultura popular na Fundação Casa de Rui Barbosa, conheceu o pesquisador Sebastião Nunes Batista e em companhia dele passou a frequentar a Feira de São Cristóvão. Muito exigente com a forma, tem estrofes primorosas em seus mais de 200 trabalhos já publicados. Também escreveu livros em prosa, como uma biografia romanceada do cangaceiro Lampião. É fundador e atual presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel – ABLC, situada no bairro de Santa Tereza (RJ).

 

ARIEVALDO VIANNA (Arievaldo Vianna Lima)  50 anos

Nascido aos 18 de setembro de 1967 na fazenda Ouro Preto (Sertão Central do Ceará), o escritor Arievaldo Vianna foi criado à luz de lamparina, em contato permanente com as cacimbas dos saberes do povo nordestino. Foi alfabetizado em meados de 1970, graças ao valioso auxílio da Literatura de Cordel. Estreou na imprensa em 1982 no Jornal de Canindé e, logo em seguida, passou a publicar seus trabalhos no Caderno de Domingo do jornal O POVO, de Fortaleza. A partir dos anos 1980 vem publicando diversos folhetos, alguns em parceria com Gonzaga Vieira, Klévisson Viana, Pedro Paulo Paulino, Jota Batista e Sílvio Roberto Santos, entre as dezenas de livros com temática diversa e mais de 120 folhetos de cordel já publicados. É também xilogravador, chargista e ilustrador. Participou, ao lado de Dominguinhos, Assis Ângelo e Sinval Sá, de documentário da TV Câmara de Brasília sobre o Centenário de Luiz Gonzaga.

 

MESTRE BULE-BULE (Antônio Ribeiro da Conceição) – 70 anos

Um dos mestres da cultura popular nordestina mais renomados do Brasil, Antônio Ribeiro da Conceição, cujo nome artístico é Bule-Bule, nasceu em 22 de outubro de 1947 na cidade de Antônio Cardoso (BA), uma região onde as influências culturais do sertão e do recôncavo baiano se misturam e contribuíram decisivamente para o arcabouço artístico deste grande poeta. Figura emblemática da cultura popular, também é um excelente cordelista com mais de 100 títulos publicados; um exímio sambador e tiraneiro, além de forrozeiro de grande valor, tendo todas estas virtudes comprovadas nos oito discos e dois DVDs gravados em mais de 45 anos de carreira. Já dividiu o palco com renomadas figuras como Gilberto Gil, Beth Carvalho, Gabriel o Pensador e Tom Zé, em apresentações nos Estados Unidos, na Alemanha, Espanha e em Portugal. Em 2008, Bule Bule foi condecorado com a maior premiação brasileira para a Cultura, a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, e em 2017 foi um dos homenageados da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará.

 

ZÉ MARIA DE FORTALEZA (José Maria do Nascimento) – 60 anos de viola

Zé Maria de Fortaleza é o nome artístico de José Maria do Nascimento, nascido em Aracoiaba (CE) em 07 de agosto de 1945. É cantador, repentista, músico, ator e cordelista. Membro da Academia Brasileira da Literatura de Cordel (ABLC), cadeira nº 24, que tem como patrono o poeta Francisco Sales Areda. Vice-presidente da Academia Brasileira de Cordel (ABC), filiado à Ordem dos Músicos do Brasil, à União dos Compositores Cearenses (UCC), à Associação dos Cantadores do Nordeste (ACN), à Sociedade dos Amigos da Arte (SOAMA) e vice-presidente da Associação de Escritores Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará (AESTROFE). Também cursou Teoria Musical no Conservatório de Música Alberto Nepomuceno e foi certificado nos cursos “Influência afro na cultura brasileira” e “História da música popular brasileira”.

 

JOSÉ COSTA LEITE – 90 anos

José Costa Leite nasceu em 27 de julho de 1927, em Sapé (Paraíba). Diz que nunca frequentou a escola tradicional, tendo aprendido a ler soletrando folhetos de cordel. Em 1938 muda-se com a família para Pernambuco, fixando residência em Condado, cidade aonde mora até hoje. Em 1947 começa a vender folhetos nas feiras do interior e, em 1949, publica os seus primeiros títulos: Eduardo e Alzira e Discussão de José Costa com Manuel Vicente. Verseja sobre praticamente todos os temas do cordel, escrevendo clássicos como A carta misteriosa do Padre Cícero Romão BatistaO dicionário do amor e Os dez mandamentos, o Pai Nosso e o Credo dos cachaceiros.

Suas xilogravuras ilustram inúmeros folhetos – tanto os seus, como os de outros poetas – e ganharam status de obra de arte a partir dos anos 1960, quando passaram a ser publicadas em álbuns e expostas em museus, no Brasil e no exterior. Em 2005, José Costa Leite foi o convidado especial de uma exposição realizada no Musée du Dessin et de l’Estampe Originale de Gravelines (França), aonde também fez ateliês de xilogravura.

Fonte: www.casaderuibarbosa.gov.br/cordel

 

 

 

Programação da II Feira do Cordel Brasileiro

 

17 de agosto (Quinta-feira)

Teatro

14h – Abertura Oficial da II Feira do Cordel Brasileiro – Recital dos Mestres

14h40min – “Bagunça dos Brinquedos” – Apresentação teatral com texto adaptado do cordel de Mariane Bigio e participação especial das crianças da cidade de Pio IX/PI

 

Palco Cego Aderaldo

15h – Forró de raiz: Cecília do Acordeom (Redenção/CE)

15h30min – Rafael Brito e a Rabecaria (Fortaleza/CE)

16h – Raul Poeta (Juazeiro do Norte/CE)

16h30min – Olegário Alfredo e Ricardo Evangelista (Belo Horizonte/MG)

17h – Tempo de Brincar (Sorocaba/SP)

18h – Geraldo Amâncio e Guilherme Nobre (Fortaleza/CE)

19h – Mestre Valdeck de Garanhuns (Guararema/SP)

 

18 de agosto (Sexta-feira)

Teatro

14h – Palestra “Receitando Cordel”

Palestrantes: Paola Torres (Fortaleza/CE), Sávio Pinheiro (Várzea Alegre/CE) e Breno de Holanda (Fortaleza/CE)

Mediador: Assis Almeida (Fortaleza/CE)

 

Sala de Ensaio

14h – Oficina de Xilogravura – Facilitador: Sergio Magalhães (Itapajé/CE) – para o público a partir de 14 anos

14h – Oficina de Xilogravura – Facilitador: João Pedro do Juazeiro (Fortaleza/CE) – para o público a partir de 14 anos

 

Palco Cego Aderaldo

16h – Recital: Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE), Lucarocas (Fortaleza/CE) e Arievaldo Viana (Caucaia/CE)

17h – Declamação: Dideus Sales (Aracati/CE)

17h30min – Embolada: Marreco e convidado (Fortaleza/CE)

18h15min –“A grande peleja de Benedito com Guilherme Nobre” – Mestre Valdeck de Garanhuns (Guararema/SP)

19h15min – Mestre Chico Pedrosa (Olinda/PE)

 

19 de agosto (Sábado)

Teatro

14h – Palestra “A Literatura de Cordel no panorama brasileiro”

Palestrantes: Jorge Melo (São Paulo/SP), Marco Haurélio (São Paulo/SP), Oswald Barroso (Fortaleza/CE)

Mediação: Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)

 

Sala de Ensaio:

14h – Oficina de Cordel – Facilitador: Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE) – para o público a partir de 12 anos

 

Palco Cego Aderaldo:

15h – Recital: Antônio Francisco (Mossoró/RN)

16h – Tempo de Brincar (Sorocaba/SP)

17h – Declamação – Tiago Monteiro (Pocinhos/PB)

17h30min – Francine Maria (Ibiapina/CE)

18h – Show: Canto Cordel – Tião Simpatia (Fortaleza/CE)

18h50min – Eugênio Leandro (Limoeiro do Norte/CE)

19h10min – Mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)

 

20 de agosto (Domingo)

Teatro

14h – Palestra “Cego Aderaldo, o trovador do Nordeste”

Exibição do Filme Cego Aderaldo – o Cantador  e o Mito – Classificação: Livre

Palestrantes: Rosemberg Cariry (Fortaleza/CE), João Eudes Costa (Quixadá/CE) e Arievaldo Viana (Caucaia/CE)

Mediação: Poeta Orlando Queiroz (Quixadá/CE)

 

Palco Cego Aderaldo

16h – Chico Pedrosa (Olinda-PE) e Antônio Francisco (Mossoró/RN)

16h30min – Forró pé-de-serra: Kutuka a Burra (Fortaleza/CE)

17h – Canções de Viola: Antônio Jocélio (Fortaleza/CE)

17h30min – Marco Lucena (RJ) e Cacimba de Aluá (Fortaleza/CE)

18h30min – Show de Encerramento: Mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)

 

EXPOSITORES:

  1. ABLC (Rio de Janeiro/RJ)
  2. AESTROFE (Fortaleza/CE)
  3. Arievaldo Viana (Caucaia/CE)
  4. CECORDEL (Fortaleza/CE)
  5. Chico Pedrosa (Olinda/PE)
  6. Cordelaria Flor da Serra (Fortaleza/CE)
  7. Edições Patabego (Tauá/CE)
  8. Editora Coqueiro (Olinda/PE)
  9. Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)
  10. Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE)
  11. Francisco Melchiades (Fortaleza/CE)
  12. Francorli (Juazeiro do Norte/CE)
  13. Geraldo Amâncio (Fortaleza/CE)
  14. Guilherme Nobre (Fortaleza/CE)
  15. João Pedro do Juazeiro (Fortaleza/CE)
  16. José Lourenço (Juazeiro do Norte/CE)
  17. Jotabê (Fortaleza/CE)
  18. Lucarocas (Fortaleza/CE)
  19. Nonato Araújo (Fortaleza/CE)
  20. Olegário Alfredo (Belo Horizonte/MG)
  21. Regina Drozina (Guararema/SP)
  22. Ricardo Evangelista (Belo Horizonte/MG)
  23. Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE)
  24. Valdeck de Garanhuns (Guararema/SP)
  25. Valentina Monteiro (Campina Grande/PB)
  26. Tupynanquim Editora (Fortaleza/CE)

 

Serviço:

II FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO

Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: De 17 a 20 de agosto de 2017

Horários: Quinta a sábado: 14 às 20h | Domingo: 14 às 19h
Classificação indicativa: Livre
GRATUITO

PROJETO AGRESTE REVERENCIA A MÚSICA NORDESTINA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

 

 

 

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre os dias 11 e 13 de agosto de 2017, o projeto Agreste, encontro musical entre quatro amigos com o objetivo de homenagear essa região, a partir da música e da poesia de um dos maiores artistas do Brasil, mestre Dominguinhos. Como uma travessia, o repertório apresenta a dureza do sertão e a leveza do nosso litoral, trazendo uma sonoridade ao mesmo tempo forte e doce, incisiva e sutil, características tão marcantes do agreste brasileiro.

O projeto é formado por Gennaro, ex-integrante do Trio Nordestino, João Netto, que compunha a banda do homenageado, Marcelo Melo, fundador do Quinteto Violado, e Sérgio Andrade, criador da Banda de Pau e Corda. Quatro artistas nordestinos marcados de diferentes formas pelas composições de Dominguinhos, influenciados por sua terra e orgulhosos de suas raízes.

Os músicos trazem consigo influências muito afinadas com a tradição da canção popular brasileira, que foi desenvolvida no nordeste dos anos 1970 e 1980. Uma tradição que tem em Luiz Gonzaga um de seus pais criadores, mas que encontra em Dominguinhos seu principal representante. Assim, violão, viola, sanfona e voz se encontram no palco para reverenciar um dos artistas mais versáteis do Brasil.

 

 

Sobre os artistas:

 

Sérgio Andrade

Cantor e compositor pernambucano, fundador de uma das mais importantes representações da música pernambucana dos anos 1970, a Banda de Pau e Corda. Com 44 anos de carreira e mais de 10 discos gravados, percorreu os palcos de todo o Brasil cantando e encantando o público com letras que retratam o Nordeste e seu povo. Em suas canções estão representados os principais símbolos da cultura pernambucana, tal qual a ciranda, o carnaval, o sertão e o símbolo maior da resistência popular, Lampião. Sua voz doce ficou marcada em gravações como Flor D’Água, Esperança e Telha Nua. Em carreira solo desde 2009, lançou o CD “Outros Carnavais”, que reúne composições próprias e inéditas que representam uma nova faceta do artista, além do CD “FREVO”, totalmente dedicado ao mais pernambucano dos ritmos populares.

 

João Netto

Guitarrista, violonista e compositor brasileiro natural de Buíque, Pernambuco, mas muito cedo se mudou para Garanhuns, onde iniciou sua trajetória na música. Quando menino, entrou para o grupo mirins do SESC, onde se destacou pelo imenso talento musical. Daí por diante, recebeu convites de vários grupos da época, entre eles o Super Oara de Arcoverde. Passou temporadas em Petrolina, Juazeiro do Norte, Recife e São Paulo, realizando inúmeros trabalhos e fazendo parceiro, com destaque para Nando Cordel e Maciel Melo, entre outros. Durante sua longa trajetória, tocou com grandes artistas, como Belchior, Gilliard, Alceu Valença e Nando Cordel, mas foi, sem dúvidas, o Mestre Dominguinhos com quem ele mais trabalhou, tendo passado mais de 10 anos viajando de Norte a Sul do Brasil, registrando sua guitarra em shows e CDs.

 

Gennaro

Cantor e compositor, mas é principalmente um dos principais sanfoneiros do país. Herdeiro de Luiz Gonzaga e do Mestre Dominguinhos, fez parte da segunda formação do Trio Nordestino, tendo substituído o Mestre Lindu ainda no início dos anos 1980. Antes disso já havia acompanhado Marinês e também o Rei do Baião. No início dos anos 1990 deixa o Trio Nordestino e consolida sua carreira como músico, cantor e compositor de primeira linha da música nordestina. Em sua trajetória, tocou e gravou ainda com artistas como Alceu Valença, Zé Ramalho e com o próprio Dominguinhos. Com quatro décadas dedicadas à música nordestina, Gennaro é hoje um dos maiores nomes do forró e importante representante do legado de Luiz Gonzaga.

 

Marcelo Melo

Cantor, compositor e um dos principais violonistas de sua geração. Fundador do Quinteto Violado, focou seu trabalho na música regional, valorizando a cultura brasileira através de trabalhos de pesquisa e agregando as experiências pessoais. Sendo responsável pelo violão, viola e voz até hoje, Marcelo imprimiu ao Quinteto sua identidade musical. A música praticada na sua vida é orgânica, com personalidade local, sempre inspirado na leitura da música dos folguedos populares, nos cancioneiros nordestinos e também através de uma criação autoral. Produz um som universal com fortes influências nordestinas e cosmopolitas na sua harmonia. Não é exagero dizer que o primeiro disco do Quinteto Violado, há 45 anos, plantou uma semente de mudança no modo de sentir e expressar a música do Nordeste do Brasil. Música esta que desbravou novos e amplos horizontes pelo mundo.

 

 

 

Serviço:

MúsicaAgreste

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 11, 12 e 13 de agosto de 2017

Horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Classificação indicativa: 12 anos

Vendas a partir de 10/07, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770