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Arte

16ª Mostra Brasileira de Teatro Transcendental: espetáculos nacionais e abertos ao público

 

 

Este mês, Fortaleza recebe a 16ª Mostra Brasileira de Teatro Transcendental. O evento será realizado entre os dias 23 a 26 de agosto e acontecerá no Teatro Riomar Fortaleza.
Esta edição contará com cinco espetáculos teatrais, com encenações que vão do drama à comédia e também são acessíveis ao público infantil. As apresentações são abertas ao público, mas a organização sugere que as pessoas troquem seus ingressos por dois ou mais quilos de alimentos não-perecíveis. A “troca de ingressos” já está ocorrendo em quiosques montados nos shoppings Riomar Fortaleza, Riomar Kennedy, Aldeota e nas sedes do Grupo Espírita Paulo e Estevão (GEPE) – sedes Piedade e Água Fria. Os alimentos arrecadados serão destinados a entidades beneficentes.
Espetáculos

Em 2018, a Mostra, que é promovida pela Associação Estação da Luz, contará com os seguintes espetáculos: “Emanuel – A luz de Chico Xavier (SP)”, “Naquela Estação (DF)”, “O Pequeno Ogum (CE)”, “Se Romeu e Julieta não tivessem morrido (CE)” e “Samara Sempre Sabe (RJ)”, todos levando ao público mensagens de paz, amor e solidariedade. Vale ressaltar que o evento não possui fins lucrativos e que ao longo desses 16 anos já arrecadou mais de 148 toneladas de alimentos, beneficiando mais de 88 entidades sociais.
Apoio

A Mostra não sairia do papel se não fossem as empresas que tanto apoiam a arte e enxergam na iniciativa uma oportunidade de promover uma cultura de paz e de ajuda mútua ao próximo. Estão juntos nesse projeto a Halexistar, Servis Segurança, Ultralimpo Soluções Ambientais, Corpvs Segurança, Hapvida, Café Santa Clara, Stand Show, Jardins Gourmet, Pasto & Pizza, Shopping Aldeota, Construtora Manhattan e Shopping Riomar Fortaleza, com o apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará.
Entidades beneficiadas

Este ano, as entidades que receberão as doações serão: Fundação Beto Studart, Movimento de Saúde Mental Comunitária, Instituto João de Deus, Casa da Misericórdia, O Pequeno Nazareno, Associação Casa de Abrigo ao Idoso 3 Irmãs e o Projeto Acordes Mágicos – da Instituto Silva Cruz.
Homenagem

A comenda Madre Tereza de Calcutá é entregue desde 2010 como forma de reconhecer as figuras da sociedade que têm como característica principal a doação e a dedicação em prol do próximo. Este ano, o agraciado é Nilton Sousa, professor de História desde 1996. Ele Concilia as aulas com atividades na Sociedade de Estudos Espíritas Casa de Francisco e também no Lar Clara de Assis, obra assistencial de amparo a crianças carentes.
Interior

Além de o evento acontecer na capital cearense, também deve percorrer o interior do estado, com espetáculos itinerantes. Icó, Cascavel, Sobral, Limoeiro do Norte, Tabuleiro do Norte, Viçosa do Ceará, São Gonçalo do Amarante, Eusébio, Pentecoste e Horizonte contarão com apresentações abertas ao público.
Serviço:

16ª Mostra Brasileira de Teatro Transcendental

Data: 23 a 26 de agosto de 2018

Local: Cineteatro São Luiz e Teatro Riomar Fortaleza

Entrada: Sugere-se que sejam trocados alimentos pelos ingressos. Os pontos de troca são nos shoppings Riomar Fortaleza, Riomar Kennedy, Aldeota, e nas sedes do Grupo Espírita Paulo e Estevão (GEPE) Piedade e Água Fria.

Telefone: (85) 3260-5140

Site: www.teatrotranscendental.com/
Programação

23/08 – às 20h (Quinta-feira)

EMANNUEL – A LUZ DE CHICO XAVIER / SP

Categoria: Drama

Sinopse: O espetáculo que vem emocionando o Brasil. Em uma conversa entre Chico e Emmanuel, conhecemos sua trajetória de reencarnações, a conversa pessoal que teve com Jesus Cristo, suas provações, frustrações, realizações e, principalmente, seu trabalho junto ao Médium Chico Xavier que, como poucos sabem, já ocorreu outras vezes em outras encarnações.
24/08 – às 20h (Sexta-feira)

NAQUELA ESTAÇÃO / DF

Categoria: Adulto

Sinopse: Em uma estação de trem perdida no tempo, seus trilhos podem se tornar grades que aprisionam as pessoas naquele lugar. Nas encruzilhadas de seus destinos, histórias se encontram e seus passageiros vivem na expectativa de que algo chegue, de que algo não se vá. Encontros e desencontros pairam em meio à fumaça e ao soar do apito. Estação é apenas lugar de passagem.
25/08 – às 16h (Sábado)

O PEQUENO OGUM / CE

Categoria: Infantil

Sinopse: A história do menino que deixa sua aldeia para se aventurar em terras desconhecidas e se tornar um guerreiro. Para conseguir realizar seu desejo precisa enfrentar grandes obstáculos e provar que consegue vencer até mesmo a morte.

25/08 – às 20h (Sábado)

SE ROMEU E JULIETA NÃO TIVESSEM MORRIDO / CE

Categoria: Comédia

Sinopse: Como seria a continuação de Romeu e Julieta, se eles tivessem conseguido ficar juntos? É o que imagina essa comédia que se passa entre os anos 80 e os dias de hoje. Romário e Julinha, filhos de candidatos municipais de partidos opostos, se casam, apesar das diferenças, e provocam uma reviravolta na cidade de Jatobazinho. Entre disputas familiares e políticas, a busca da paz através do amor é o tema central dessa história divertida.
26/08 – às 20h (Domingo)

SAMARA SEMPRE SABE / RJ

Categoria: Comédia

Sinopse: Humor e suspense eletrizante se fundem numa linguagem inspirada nos antigos clássicos da comédia pastelão para falar sobre os perigos do mau uso da mediunidade. Eldora Montgomery, uma senhora simples mas de princípios, é convencida por uma amiga a montar um “negócio de violência” para atender consulentes endinheirados. Até uma certa altura, eles se dão bem e ganham muito dinheiro, mas acabam se metendo em perigosas enrascadas.
Associação Estação Luz

A Associação Estação da Luz é uma entidade civil sem fins lucrativos, sediada no Ceará e com 14 anos de atuação. Fundada no dia 12 de fevereiro de 2004 por um grupo de voluntários, assumiu o compromisso de implementar projetos com foco social nas áreas de Educação, Cultura e Esporte, todos voltados para a construção de uma cultura de paz e transformação cultural.
A Associação Estação Luz também é destaque na área cinematográfica, através da Luz Filmes, de onde já produziu, ao longo dos seus dez anos de história, diversas produções cinematográficas. Além de também encabeçar a Mostra Brasileira de Teatro Transcendental. Este que já reuniu mais de 30 mil espectadores.

Festival Nordestino de Teatro comemora 25 anos

Foto: Patrícia Almeida

 
Uma celebração às artes da cena. Esse é o espírito do Festival Nordestino de Teatro (FNT) em 2018, quando completa 25 anos. Anualmente o evento transforma Guaramiranga, no Ceará, proporcionando a artistas e público oito dias de uma verdadeira imersão nas artes cênicas. Apresentações teatrais de artistas dos nove estados do Nordeste, além de convidados de outras regiões e países, já estiveram nos palcos e participaram deste importante intercâmbio na cidade serrana.

Para comemorar o jubileu de prata do FNT, que acontece de 1 a 8 de setembro deste ano, a Associação dos Amigos da Arte de Guaramiranga (AGUA) escolheu contemplar os valores presentes em todas as edições do Festival e que estruturam sua via de crescimento, diversidade e diálogo plural: as artes da cena.

Ao longo destes 25 anos, o FNT vem apresentando e refletindo sobre transversalidade entre as diversas linguagens cênicas. E pensar acerca dessas artes significa não somente buscar novos modos de criação e formatos estéticos, mas debater a sustentabilidade das artes, a ideia de cena ampliada e os intercruzamentos com outras linguagens artísticas.

Foi com esse conceito que o FNT este ano buscou um olhar híbrido sobre o teatro nordestino e compôs uma equipe de curadores de diversas linguagens, que trabalhou junta para apresentar uma programação especial na Mostra Nordeste. Os 25 anos serão festejados com a participação dos nove estados da região, representados por grupos e artistas convidados, revelando a potência e a diversidade das artes cênicas no Nordeste, presentes no teatro, na dança, no circo e na música. Dessa forma, o Festival em 2018 extrapola as convencionalidades de um evento cultural e configura-se como uma PLATAFORMA que fomenta processos de criação, reflexão e fruição artística, mecanismos de difusão e circulação e acessos à produção cênica.

Curador desta edição comemorativa, Paulo Feitosa, gestor da Rede Brasileira de Festivais de Artes Cênicas, ressalta a importância do FNT para o Nordeste. “Ao longo de duas décadas e meia de trajetória, tornou-se umas das principais plataformas de difusão, reflexão e promoção das artes da cena nordestina”, avalia. “O Festival agora reconfigura o seu papel no campo cultural, indo além da promoção de mostra de espetáculos, seminários e atividades de formação artística e de plateia para se assumir enquanto importante espaço de provocação e reflexão de temas relacionados ao fortalecimento da economia e da sustentabilidade dessas artes”, comenta.

Quem conhece de perto a história do FNT sabe o quanto sua transformação, crescimento e reconhecimento são importantes para o Festival e a cidade que o abriga. Que o diga o jornalista Magela Lima, doutor em Teatro pela UFBa, que tantas vezes fez a cobertura jornalística e passou a assumir funções mais próximas da organização, como curador e debatedor. “Quando a Compadecida intercede a Jesus por João Grilo, ela diz que ele é merecedor porque teve que suportar as maiores dificuldades, numa terra seca e pobre como a nossa. Lembro sempre dessa frase da famosa peça do Suassuna quando penso nos 25 anos do Festival de Guaramiranga, um gigante, apesar de tudo. Além do mérito de desafiar o tempo e as limitações tradicionais do campo da cultura no país, o FNT ajudou a redesenhar o mapa do teatro no Brasil, provocando um olhar sincero e delicado cada vez mais para dentro, revelando, assim, uma cena nova e potente, hoje central no panorama nacional”, diz.

AS ARTES DA CENA NA MOSTRA NORDESTE DO FNT 25 ANOS

Os nove estados da região estão presentes na Mostra Nordeste desta edição que festeja os 25 anos do FNT.

A turma do Biribinha (AL): “APalhassadamuzikada”

Lívia Mattos (BA): “A sanfonástica mulher-lona”

Teatro Máquina (CE): “Nossos Mortos”

No Barraco da Constância tem! (CE): “Marlene – dissecação do corpo do Espetáculo”

Criolina (MA): show “Radiola em Transe”

Grupo Teatro Carmin (RN): “A invenção do Nordeste”

Violetas de Teatro (PB): “Violetas”

Teatro Fronteira (PE): “Luzir é negro”

Grupo Teatral Boca de Cena (SE): “Os cavaleiros da triste figura”

Flávia Pinheiro (PE): “Como manter-se vivo”

Canteiro (PI): “Menu de heróis” e “Sacolândia”

CEARA CONVIDA

Além da Mostra Nordeste, a Bahia estará presente na Mostra Ceará Convida, espaço dedicado a companhias do Nordeste ou outras regiões. O espetáculo é “Looping: Bahia Overdub”, apresentado por artistas independentes, cujas trajetórias atravessam a dança, o teatro e a música. É também na Mostra Ceará Convida que o FNT recebe a paulista Companhia do Latão, que traz o espetáculo “Lugar Nenhum”, de Sérgio de Carvalho.

Outras mostras e ações formativas vão compor a 25ª edição do Festival Nordestino de Teatro. Em breve a programação completa estará disponível da página e redes do FNT.

O 25º FNT é apresentado pelo Governo do Estado do Ceará/Secretaria da Cultura, numa realização da Associação dos Amigos da Arte de Guaramiranga (AGUA), com apoio institucional da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará/Secult, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, apoio institucional da Prefeitura Municipal do Guaramiranga, através da Secretaria de Cultura e Secretaria de Turismo. Consultoria executiva: Quitanda das Artes. Agradecimentos: Enel.

 

Serviço:

FNT 25 ANOS – 25ª edição do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga: De 01 a 08 de setembro de 2018 em Guaramiranga, Ceará. Informações: (85) 3321-1405, fnt@agua.art.br. fnt.agua.art.br. Facebook e Instagram: fntguaramiranga. GRATUITO.

Sucesso de público, espetáculo”Enfim Nós” retorna ao Theatro Via Sul Fortaleza

 

ENFIM, NÓS foi escrita por dois experientes autores da TV, Bruno Mazzeo e Cláudio Torres Gonzaga; o primeiro, responsável por programas como Cilada, A Diarista e Junto e Misturado; o segundo, por Zorra Total e Sob Nova Direção, dentre outros. Aplaudido pela crítica e público, o espetáculo atingiu média de 96% da lotação no Teatro Folha em São Paulo, 97% no teatro Laura Alvim e 94% no teatro das Artes no Rio de Janeiro. Esteve em turnê por mais de 90 cidades, como Niterói, Vitória, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Maceió, Natal, Recife, São Luis, Salvador, Belém e Teresina. ENFIM, NÓS é sucesso por onde passa, atingindo a marca de mais de 600 mil espectadores.

ENFIM, NÓS conta em cena com a presença do novo casal, Larissa Góes e Luis Costa, atores cearenses em ascensão. Larissa interpretou o papel de Luzia na fase jovem da personagem na novela Velho Chico em 2016; Luis já é nome conhecido no Nordeste, por ter sido apresentador do Globo Esporte durante oito anos, ingressando em seguida na carreira de ator.

A peça conta a história de Zeca e Fernanda. Os dois vão passar o seu primeiro dia dos namorados juntos, desde que decidiram dividir o mesmo teto. Porém, um pequeno incidente faz com que eles fiquem presos no banheiro. Passar a noite trancados faz muitos sentimentos virem à tona na relação do casal, causando discussões sobre ciúmes, cobranças, manias, amor… Outros contratempos surpreendentes também marcam o roteiro. Sem dúvida, os personagens terão uma noite inesquecível, mesmo que tudo não saia exatamente como o planejado.

Este é um pequeno resumo da comédia “Enfim, nós”, que já foi encenado pelo próprio Bruno Mazzeo e artistas como Fernanda Souza, Maria Clara Gueiros e Ricardo Tozzi, Fernanda Vasconcelos e Cássio Reis, dentre outros pares. E para dar um toque especial à essa comédia romântica, a encenação conta com vozes em off de Luciano Huck, Heloísa Perissé e Leandro Hassum.

Definitivamente, todo casal, antes mesmo de unir os trapos, deveria passar pelo menos uma noite trancado no banheiro.

FICHA TÉCNICA:
Autores: Bruno Mazzeo e Cláudio Torres Gonzaga
Direção: Cláudio Torres Gonzaga
Elenco: Larissa Goes e Luis Costa
Cenário: Edward Monteiro
Iluminação: Luiz Paulo Nenén
Produção de Figurinos: Rhasny Roque (T-SHIRT IN BOX)
Trilha Sonora: Mú Carvalho
Direção de Produção: Mario Alves e Lucia Regina de Souza
Direção Executiva: Manoel Rolim
Produção Nacional: PROCULT e Caravana
Vozes em Off: Luciano Huck, Heloísa Perissé e Leandro Hassum
Serviço:
Enfim, Nós
Data: 18 de agosto (sábado)
Horário: 21h
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Ingressos: R$ 20/R$10
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Shopping Via Sul
Informações: (85) 3099-1290

Dez anos de Festival de Dança do Litoral Oeste celebra integração de ações culturais da região

 

Há 20 anos, entusiastas da dança das cidades de Paracuru, Itapipoca e Trairi realizam ações que incentivam a descentralização da cultura no Estado. Em 10 desses 20 anos, é realizado o Festival de Dança do Litoral Oeste, que, na edição de 2018, lançou o catálogo “Festival de Dança do Litoral Oeste: uma década em companhias”, celebrando a integração dos movimentos de dança da região.

Na noite desta quinta-feira (09), bailarinos, coreógrafos, diretores de companhias e amantes da dança do Ceará se encontraram no coquetel de lançamento da publicação, que reúne imagens e informações que marcaram uma década de Festival, além de depoimentos de parceiros e colaboradores.

“Estamos celebrando essa trajetória de luta, de resistência e de reinvenções. Isso se deve a um trabalho desenvolvido no dia-a-dia nas cidades de Trairi, Itapipoca e Paracuru, que formam o Vale do Curu e realizam ações de dança não somente como produção estética, não somente visando o espetáculo a ser apresentado em um palco, como um processo que é também educacional, que chega a territórios diversos”, expressa Gerson Moreno, curador e produtor do Festival.

Quem animou a festa foi o Mestre da Cultura / Tesouro Vivo do Estado do Ceará Mestre Moisés, que se apresentou com a tradicional Roda de Coco de Lagoa do Alagadiço. “É uma honra apresentar a dança do coco, porque eu herdei do meu tataravô, trago essa história desde criança e faço questão de passar para os meus filhos e netos para dar continuidade à tradição”, expressa Mestre Moisés.

 

Programação

A abertura oficial do 10º Festival de Dança do Litoral Oeste acontece nesta sexta-feira (10), na Praça da Justiça (Fórum), a partir das 19h30. A programação segue até o sábado (11). Todas as apresentações são gratuitas.

“Temos uma programação diversificada, com apresentações de companhias do interior do estado, de Salvador e do México, criando uma grande rede de afetos para a gente estar brindando esse trajeto importantíssimo, que vem sendo construindo com a colaboração de muita gente, um movimento de fato coletivo”, destaca Gerson.

Na sexta-feira, serão apresentados quatro espetáculos de companhias cearenses: For Life (Escola de Dança de Paracuru e Paracuru Cia de Dança), Estado de Luta (Cia Balé Baião de Itapipoca), Caiçaras Entre Linhas e Redes (Arreios Cia de Dança de Trairi) e O Quebra Cocos (Academia de Artes Vânia Dutra, de Horizonte).

Quem encerra a programação da noite é o coletivo mexicano e colombiano enNingúnlugar com Las Ultimas Cosas, que tem a direção de Luis Rubio. É uma obra que investiga as necessidades predominantes, incoerentes e caprichosas que o ser humano apresenta ao se deparar com a ideia do fim de sua consciência.

O 10° Festival de Dança do Litoral Oeste é uma realização da AARTI – Associação de Artes Cênicas de Itapipoca (proponente), Associação Dança Arte e Ação e Associação de Dança Arreios de Trairi, em parceria com a Quitanda das Artes. Tem o apoio cultural do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Lei Estadual Nº 13.811), e o apoio institucional da Prefeitura Municipal de Trairi. Produção: Associação Cênica Difusão Marketing Cultural. Coprodução WM Cultural. Agradecimento: Enel.

SERVIÇO

10° Festival de Dança do Litoral Oeste – De 09 a 11 de agosto em Trairi. Espetáculos nos dias 10 e 11, a partir das 19h30 na Praça da Justiça (Fórum): Rua Fortunato Barroso, s/n – Trairi. Informações: (85) 3046.2744 e (85) 98162.2847. Gratuito.

FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO CHEGA À TERCEIRA EDIÇÃO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA DE 16 A 19 DE AGOSTO

 

 

 

De 16 a 19 de agosto de 2018 a CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a III Feira do Cordel Brasileiro, na qual cordelistas, pesquisadores, xilogravadores, músicos, repentistas violeiros, emboladores, declamadores, escritores e folheteiros de várias partes do País terão um encontro marcado com todos os públicos interessados pela autêntica cultura brasileira. Com programação 100% gratuita, a feira reúne vários dos principais agentes criativos do gênero.

Serão quatro dias dedicados ao gênero literário do cordel e às artes que com ele têm afinidades. Este ano o evento homenageia dois grandes vultos da cultura nordestina: Luiz Gonzaga – Rei do Baião e o pioneiro do cordel e inspirador de “O Auto da Compadecida”, Leandro Gomes de Barros. Idealizado pelo cordelista, escritor, ilustrador e editor cearense Klévisson Viana, com realização pela AESTROFE – Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará, a Feira do Cordel Brasileiro tem a cada edição encantado um número maior de pessoas.

A III Feira do Cordel Brasileiro traz o mais expressivo dessas linguagens e oferta vasta programação de qualidade e livre a todos os públicos. Vale conferir, trazer familiares, parceiros e amigos para se deixarem encantar pelas artes populares e fazer um passeio imaginário nas asas do pavão misterioso – do clássico em cordel de José Camelo de Melo Rezende ou no tapete mágico em formato de cordel do nosso cartaz, que retrata, numa mistura do Nordeste com as Mil e Uma Noites, um Aladim sertanejo na xilogravura elaborada pelo artista Eduardo Macedo, uma das revelações do cordel e da gravura popular nos últimos anos.

AMPLA PROGRAMAÇÃO EM QUATRO DIAS

Entre as atrações, o músico-cordelista Beto Brito (parceiro de Zé Ramalho e de Robertinho do Recife); o cantor, compositor, arranjador, letrista e violonista do antigo Grupo Bendegó, Gereba Barreto, e o cordelista e forrozeiro Marcus Lucena, o ‘Cantador dos 4 Cantos’ que acompanhado pelo músico Tarcísio Sardinha apresenta o seu mais recente trabalho. Mais uma vez, a presença do icônico cordelista, repentista e sambador Mestre Bule-Bule, que vem lançar o seu novo livro “Orixás em cordel”, em parceria com Klévisson Viana.

Ainda nos destaques das muitas atrações, os excelentes repentistas Zé Viola, o Mestre da Cultura Geraldo Amâncio Pereira e o jovem talento Guilherme Nobre, além do grupo folclórico Coco do Iguape; os cordelistas Chico Pedrosa, Tiago Monteiro, Paola Torres, Pedro Paulo Paulino, Jota Batista, Olegário Alfredo, Julie Ane Oliveira, Evaristo Geraldo, Lucarocas, Valdecy Alves, Paulo de Tarso, Maércio Siqueira, Raul Poeta, Moisés Marinho, Francisco Melchiádes, Romário Braga, Marcos Abreu, Paiva Neves, Stélio Torquato, Leila Freitas, Rivani Nasário, Rafael Brito e Eduardo Macedo, cordelista e xilogravurista criador da imagem que ilustra essa edição da Feira do Cordel Brasileiro. Dentre os pesquisadores, a Feira recebe os brasileiros Rosilene Melo, Rosemberg Cariry, Ione Severo, Oswald Barroso, Maria Alice Amorim, Alberto Perdigão, Arievaldo Vianna, Carlos Dantas, Marco Haurélio, Bráulio Tavares e o português António de Abreu Freire.

Uma grande novidade será a palestra “Imagens da Ficção Científica no Cordel” com Bráulio Tavares. Conhecido pesquisador dessas duas formas literárias, Bráulio usará folhetos clássicos e contemporâneos para mostrar como cordelistas brasileiros versam sobre o tema, exibindo folhetos que abordam a viagem interplanetária, robôs-transformers, alienígenas, seres mutantes, entre outros elementos que explicitam a identificação entre as duas “literaturas da imaginação”.

Além dos shows, recitais e palestras, a Feira promove lançamentos literários, como também a exposição de obras raras e a venda de folhetos de cordel, livros, camisetas e CDs referenciais.

Oficina:

Também estarão abertas aos interessados a participação nas oficinas de xilogravura e de cordel, cujas inscrições vão de 07 a 15 de agosto de 2018, por meio dos emails encenaproducoes@gmail.com e aestrofe@gmail.com ou pelo telefone (85) 3023-3064. Cada oficina terá limite de 20 vagas.

* Mais informações também na página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/IIIFeiradoCordelBrasileiro

MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA

O Ceará se perpetua como o maior pólo produtor de Literatura de Cordel desde os longínquos tempos da Tipografia São Francisco, em Juazeiro do Norte, posteriormente rebatizada de Lira Nordestina. A partir da década de 1990, essa produção se acentuou na capital do Estado, sobretudo após surgirem associações de poetas, trovadores e folheteiros, tais como o Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste (CECORDEL), a Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará (AESTROFE), entre outras, além da consolidada casa editorial Tupynanquim Editora e da Cordelaria Flor da Serra.

Com linguagem simples e informal, a literatura de cordel é, hoje, revista como importante manifestação literária, pois é compreendida como uma das nossas primeiras manifestações poéticas em língua portuguesa, tendo origem na produção oral trovadoresca. Neste sentido, a literatura de cordel é cada vez mais aceita e estudada pelas academias, e já possui a Academia Brasileira de Cordel, fundada em 07 de setembro de 1988 com sede no Rio de Janeiro.

A III Feira do Cordel Brasileiro, de 16 a 19 de agosto de 2018 na CAIXA Cultural Fortaleza, é uma iniciativa da AESTROFE (Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará) com patrocínio da CAIXA Econômica Federal e do Governo Federal, junto ao apoio cultural da Tupynanquim Editora, Cariri Filmes, Editora Imeph, Programa A Hora do Rei do Baião e da Premius Editora..

Programação:

DIA 16 de Agosto (Sexta-feira)

Teatro

14h – Solenidade de abertura com mestres do cordel e da cantoria | Apresentação “A Saga de um vaqueiro” – Escola José Antão de Alencar Neto (Pio IX/PI)

15h – Aula-espetáculo “Imagens da Ficção Científica no Cordel” com o escritor, compositor e estudioso Braulio Tavares (Rio de Janeiro/RJ)

Café Luiz Gonzaga

16h40 – Lançamento do livro no “Tempo que os bichos estudavam” de Paulo de Tarso, o poeta de Tauá (Fortaleza/CE)

Palco Leandro Gomes de Barros

17h – Recital com Raul Poeta (Juazeiro do Norte/CE), Rafael Brito (Fortaleza/CE), Pedro Paulo Paulino (Canindé/CE) e Jota Batista (Canindé/CE)

18h – Show interativo de voz e violão “Cante lá que eu toco cá” com o Mestre Gereba Barreto (Salvador/BA)

19h – Cantoria com o Mestre Geraldo Amâncio Pereira (Fortaleza/CE) e Guilherme Nobre (Fortaleza/CE).

19h50 – Recital com o mestre Chico Pedrosa (Olinda/PE)

20h20 – Show com o rabequeiro e cordelista Beto Brito e Banda (João Pessoa /PB)

DIA 17 de Agosto (Sexta-feira)

Sala de Ensaio

14h – Oficina de xilogravura com João Pedro de Juazeiro (Fortaleza/CE) e Francorli (Juazeiro do Norte/CE)

Teatro

15h – Mesa “Literatura Popular, na escola, tem lugar” com o pesquisador Arievaldo Viana (Caucaia/CE) e os professores Stélio Torquato (Fortaleza/CE), Paiva Neves (Fortaleza/CE) e Ione Severo (Pombal/PB) – Mediação: Professor Carlos Dantas(Fortaleza/CE)

Café Luiz Gonzaga

16h20 – Lançamento dos livros “Rapunzel em Cordel” e “A onça com o bode” de Sergio Magalhães e Kátia Castelo Branco (CE)

Palco Leandro Gomes de Barros

17h – Recital com os poetas Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE), Julie Oliveira (Fortaleza/CE), Lucarocas (Fortaleza/CE), Antônio Marcos Bandeira (Fortaleza/CE) e Ivonete Morais (Fortaleza/CE)

Café Luiz Gonzaga/ Palco Leandro Gomes de Barros

18h – Lançamento do livro em cordel “Andei por Aí – Narrativas de uma Médica em Busca da Medicina (2ª edição – revista e ampliada)”, de Paola Tôrres (Fortaleza/CE)

18h20 – Apresentação musical de Paola Tôrres (Fortaleza/CE)

19h – Recital com o mestre Chico Pedrosa (Olinda/PE) e Rafael Brito (Fortaleza/CE),

Café Luiz Gonzaga/ Palco Leandro Gomes de Barros

19h30 – Lançamento do livro “Orixás em Cordel”, do Mestre Bule-Bule (Camaçari/BA) e de Klévisson Viana (Fortaleza/CE)

20h – “Chulas, Sambas e Licutixos” com o mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)

20h30 – Forró com Cutuca a Burra (Fortaleza/CE)

Dia 18 de agosto (Sábado)

Sala de Ensaio

14 – Oficina de cordel com Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE)

Teatro

15 – Mesa “Cordel – Memória e Contemporaneidade” com a pesquisadora do IPHAN Rosilene Melo (São Paulo/SP), o cineasta Rosemberg Cariry (Fortaleza/CE), o jornalista Alberto Perdigão (Fortaleza/CE) e o advogado, documentarista e cordelista Valdecy Alves (Senador Pompeu/CE). Mediação: Cordelista Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)

Palco Leandro Gomes de Barros

16h40 – Declamação com o ator Aldanísio Paiva

Café Luiz Gonzaga

17h – Lançamento do livro “No Tempo da Lamparina” de Arievaldo Viana (Caucaia/CE) com participação especial do multiartista mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)

Palco Leandro Gomes de Barros

17h40 – Recital com o garotinho Moisés Marinho (Mossoró – RN)

18h – Show e lançamento do CD “Marcus Lucenna, na Corte do Rei Luiz” com Marcus Lucenna (Rio de Janeiro/RJ) – Participação especial de Tarcísio Sardinha (Fortaleza/CE)

Café Luiz Gonzaga/ Palco Leandro Gomes de Barros

19h – Lançamento do livro “Poesia em gotas diárias” de autoria de Padre Tula (Edições Karuá)

19h30 – Declamação com o mestre Chico Pedrosa (Olinda/PE)

20h – Cantoria com Zé Maria de Fortaleza e Tião Simpatia.

20h40 – Apresentação com o Mestre Bule-Bule e convidados.

DIA 19 (Domingo)

Teatro

14h – Mesa “Cordel Brasil-Portugal: o fio que nos conecta” com os pesquisadores Marco Haurélio (São Paulo/SP), Maria Alice Amorim (Recife/PE) e António de Abreu Freire (Portugal). Mediação: Professor Oswald Barroso (Fortaleza/CE)

Café Luiz Gonzaga

16h – Lançamento dos cordéis “As histórias das plantas”, “Padagogia do oprimido” de Francisco Paiva Neves (Fortaleza/CE) e do “Amor no tempo de chumbo” por Nando Poeta (Natal/RN)

Palco Leandro Gomes de Barros

16h20 – Canções com Edilson Barros (Fortaleza/ CE)

16h50 – Recital da despedida com Raul Poeta, Evaristo Geraldo da Silva, Rivani Nasário, Leila Freitas, Bule-Bule, Lucarocas e Chico Pedrosa

17h50 – Canções de viola com o mestre Zé Viola (Teresina/ PI)

Pátio externo

18h30 – Coco do Iguape (Iguape/CE)

EXPOSITORES:

1. ABLC (Rio de Janeiro/RJ)

2. AESTROFE (Fortaleza/CE)

3. Arievaldo Vianna (Caucaia/CE)

4. Beto Brito (João Pessoa/PB)

5. Editora Caruá (Fortaleza/CE)

6. CECORDEL (Fortaleza/CE)

7. Chico Pedrosa (Olinda/PE)

8. Cordelaria Flor da Serra (Fortaleza/CE)

9. Edições Patabego (Tauá/CE)

10. Editora Coqueiro (Olinda/PE)

11. Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)

12. Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE)

13. Francisco Melchiades (Fortaleza/CE)

14. Francorli (Juazeiro do Norte/CE)

15. Maercio Siqueira (Crato/CE)

16. Geraldo Amâncio (Fortaleza/CE)

17. Guilherme Nobre (Fortaleza/CE)

18. Instituto Roda da Vida (Fortaleza/SP)

19. João Pedro do Juazeiro (Fortaleza/CE)

20. Jotabê (Fortaleza/CE)

21. Lucarocas (Fortaleza/CE)

22. Nando Poeta (Natal/RN)

23. Nonato Araújo/ Ivonete Morais (Fortaleza/CE)

24. Olegário Alfredo (Belo Horizonte/MG)

25. Marcos Abreu (Fortaleza/CE)

26. Rivani Nasário (Recife/PE)

27. Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE)

28. Valentina Monteiro (Campina Grande/PB)

29. Tupynanquim Editora (Fortaleza/CE)

30. Stélio Torquato (Fortaleza/CE)

Serviço:

III FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO

Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: De 16 a 19 de agosto de 2018

Horários: Quinta a sábado: 14 às 21h | Domingo: 14 às 19h
Classificação indicativa: Livre
GRATUITO

Paraciclo disponível no pátio interno

Festival União da Ibiapaga chega à 12º edição

 

 

 

De 20 a 25 de agosto acontece na chapada da Ibiapaba a 12º edição do Festival União da Ibiapaba (FUI), que ao longo de seus doze anos atravessa a região levando música, audiovisual e literatura e agora chega ao município de Ipu, democratizando o acesso a arte. Serão seis dias de imersão nas mais variadas linguagens com um foco especial na tradição literária do município, que durante a semana do festival completa 178 anos de existência e as festividades se somam a programação do FUI.

A ideia do Festival, que acontece em vários pontos da cidade, é trazer para o público da região uma programação de qualidade e fomento da cultura local, capacitando e fortalecendo agentes para a perpetuação dessas ações. Para esta edição, o destaque serão as produções literárias com uma programação que transita entra capacitação de educadores, palestras e concursos.

A música local também tem lugar de destaque na programação com o II FuiFest, Festival de Música Autoral da Ibiapaba, que este ano conta com a participação de doze bandas da região. Saraus musicais e shows farão ainda a alegria do público. Grupo Choro Feliz (Ipu), Igo Negão (Ipu), Transacionais, Pedro e Benício, Dona Leda, Renegados, Amado Batista e Toca do Vale sobem ao palco desta edição, montando no meio da praça principal de Ipu. Mostra de cinema, debates, palestras, feira de livro e artesanato compõem ainda a programação.

Feira do livro e Artesanato:

Dos dias 23 a 25 de agosto, no meio da praça principal, será montada uma grande feira a céu aberto, que irá reunir o melhor da literatura e do artesanato local. O objetivo é unir e proporcionar uma grande troca de saberes, aberta a quem quiser somar ao movimento literário.

Mostra de cinema:

Animação é a linha que define o jovem trabalho audivisual de Ipu. Com muita vontade, jovens do município vem trabalhando o cinema sob este viés. Por conta disso, o Festival dedica um momento para o cinema. Com o objetivo de trazer capacitação a aprimoramento ao núcleo audivisual da região, a oficina Roteiro de ficção e cinema, com o renomado cineasta Nirton Venâncio, acontece no dia 22, finalizando com a exibição do melhor que vem sendo produzido quando o assunto é cinema na Ibiapaba.

Saraus musicais:

De 23 a 25, sempre aos finais de tarde, os ipuenses poderão se encantar pela magia sonora dos saraus musicias. Com recitais de textos e poesias, serão feitos por de escritores e músicos da região.

Festival União da Ibiapaba

O FUI começou em 2016 e se consolidou como o maior festival de música da serra da Ibiapaba. Com uma proposta itinerante, o Festival a cada ano acontece em municípios diferentes da microregião, favorecendo a democratização de suas ações. Ao longo de sua trajetória já passaram mais de 2 mil artistas e a cada edição um público de cerca de 15 mil pessoas transitam pelo evento. Uma longa história que versa entre o cultural, social e ambiental. Como o nome já diz, tem como objetivo provocar a união de uma região que tem um potencial muito forte, política e culturalmente falando.

Programação:

Música:

Quinta-Feira – 23 de agosto

Grupo Choro Feliz (Ipu)

Abertura do II FuiFest – Festival de Música Autoral da Ibiapaba

Os Transacionais

Sexta-Feira – 24 de agosto

Igo Negão (Ipu)

Final do II FuiFest – Festival de Música Autoral da Ibiapaba

Renegados

Dona Leda

Sábado – 25 de agosto

Pedro e Benício

Amado Batista

Toca do Vale

Palestras Literárias:

Uso da Leitura Literária Como Ferramenta de Ampliação de

Repertório no ensino fundamental.

Data:20 de Agosto de 2018

Horário:19 às 21 horas

Publico Alvo:200 Professores de ensino Fundamental da região

Local:Auditório da Escola Patronato
Novas Mídias em sala de Aula

Data:21 de Agosto de 2018

Horário:19 às 21 horas

Publico Alvo: 200 Professores do Fundamental avançado e médio.

Local:Auditório da Escola Patronato

A Cultura como fonte de valorização do desenvolvimento humano

Facilitadores:Ana Miranda e Fabiano Piuba Cidade: Ipu/Ceará

Data:24 de Agosto de 2018

Horário:17 às 19 horas

Publico Alvo: Professores, Escritores e Interessados da região

Local:Auditório da Escola Patronato

Mostra de cinema:

Oficina:Roteiro de Ficção em Cinema

Facilitador:Nirton Venâncio

Local:Casa de Cultura

Data:22 de Agosto de 2018

Horário:14:00 às 17:00
Exibição da Produção de Cinema da Ibiapaba

Local:Casa de Cultura

Data:22 de Agosto de 2018

Horário:17h30 às 20h

Debates literários:

Inspiração e Transpiração – Do Ato Criativo ao Livro Cidade

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:23 de Agosto de 2018

Horário:15h às 17h horas

PúblicoAlvo:Escritores locais,professorese interessados pela

literatura da região
Literatura Universal – Dos Papiros as Novas Mídias Cidade

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:24 de Agosto de 2018

Horário:15h às 17h

Público Alvo:Escritores locais, professores e interessados pela

literatura da região

Inspiração e Transpiração – Do Ato Criativo ao Livro Cidade

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:23 de Agosto de 2018

Horário:15 às 17h

Público Alvo: Escritores locais, professores e interessados pela

literatura da região
Literatura Universal – Dos Papiros as Novas Mídias Cidade

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:24 de Agosto de 2018

Horário:15h às 17h

Público Alvo:Escritores locais, professores e interessados pela

literatura da região
Literatura Elementar – Do Alimento das Artes a Transformação

Social

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:25 de Agosto de 2018

Horário:15h às 17h

Público Alvo:Escritores locais, professores e interessados pela

literatura da região

Saraus musicais:

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:23, 24 e 25 de agosto de 2018

Horário:17h30 às 19 horas

II Encontro dos Agentes de Leitura da Região

Local:Escolas Selecionadas dos 5 Distritos de Ipu

Data:24 de Agosto

Horário:7h30 às 17h30

público-alvo:Agentes de Leitura.
VII – Feira do Livro e Artesanato Feira do Livro

Local:Praça Iracema

Data:23, 24 e 25 de agosto de 2018

Horário:18h às 21h
Serviço:

Festival União da Ibiapaba

Local:Ipu – Ibiapaba

Data:20 a 25 de agosto de 2018

NOITE DE HOMENAGENS E ESTREIA NA ABERTURA DO 28° CINE CEARÁ


“O Barco”, de Petrus Cariry, abre a Mostra Competitiva na noite de abertura do Festival

 

Com estreia nacional do filme O Barco, do cearense Petrus Cariry, e homenagens ao humorista Renato Aragão e o professor Henry Campos, reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC) será aberta na noite deste sábado, 04 de agosto, o 28º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. Será no Cineteatro São Luiz, no Centro de Fortaleza, a partir das 19h30. O acesso é gratuito com distribuição de convites a partir das 19h na bilheteria do local.

O 28º Cine Ceará acontece de 04 e 11 de agosto exibindo cerca de 100 produções, entre longas e curtas-metragens, nas salas de cinema e na Praça do Ferreira. Antes da noite de abertura oficial, duas mostras já deram início à programação. Ao longo do mês de julho foi realizada a Mostra os Trapalhões no Cineteatro São Luiz e, no dia 31, teve início a Mostra de Cinema Peruano, que se estende até o dia 05 de agosto na Caixa Cultural Fortaleza.

 

HOMENAGEM A HENRY CAMPOS

A solenidade começa com homenagem ao professor Henry Campos. Além do importante apoio que dá ao Cine Ceará, o Reitor da UFC é um incentivador de diversos eventos, entre os quais, o Festival UFC de Cultura, e instituiu o corredor cultural do Benfica, tradicional bairro universitário da cidade.

ENEL COMPARTILHA ANIMAÇÃO

Na sequência, acontece a primeira exibição da noite, o curta-metragem A Vila, produzido coletivamente pelos alunos da Oficina de Animação do projeto Enel Compartilha Animação, sob orientação de Telmo Carvalho e Josimário Façanha. Logo após a exibição, acontece a entrega dos certificados aos alunos.

HOMENAGEM A RENATO ARAGÃO

A programação de abertura oficial continua com a homenagem a Renato Aragão, cearense de Sobral, um dos maiores humoristas brasileiros de todos os tempos, com uma extensa obra no cinema e na televisão. Em Fortaleza, sua cinematografia está ligada ao Cineteatro São Luiz, onde, nas décadas de 1970 a 90, gerações de cearenses assistiram a muitos de seus mais de 40 filmes. Renato Aragão recebe duas homenagens, uma placa do Cineteatro São Luiz e, do Cine Ceará, o troféu Eusélio Oliveira.

O BARCO

Encerrada a solenidade, começa a Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem desta edição do Cine Ceará com O Barco. Após finalizar a Trilogia da Morte, o cineasta Petrus Cariry retorna ao circuito de festivais com este drama inspirado no conto homônimo do escritor Carlos Emílio Corrêa Lima. A exibição na noite deste sábado marca a estreia nacional do longa, que já foi exibido nos festivais americanos Sunscreen International Film Festival e Interrobang Film Festival, além do espanhol Islantilla Cineforum. Em setembro, participará do Rivne International Film Festival 2018, na Ucrânia, e do Oldenburg International Film Festival, na Alemanha.

O 28º Cine Ceará acontecerá de 04 a 11 de agosto, numa promoção da Universidade Federal do Ceará (UFC), através da Casa Amarela Eusélio Oliveira, com apoio do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Lei Estadual Nº 13.811), do Ministério da Cultura, via Secretaria do Audiovisual, da Agência Nacional do Cinema (Ancine), do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secultfor. A realização é da Associação Cultural Cine Ceará e Bucanero Filmes. Patrocínio: SP Combustíveis, M. Dias Branco, Banco do Nordeste, Café Santa Clara e Indaiá. Agradecimentos: Enel e Oi.

 

SERVIÇO

28° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – De 4 a 11 de agosto de 2018 em Fortaleza. Informações: www.cineceara.com. E-mail: contatos@cineceara.com. Tel: (85) 3055-3465. Grátis.

Cineteatro São Luiz (Praça do Ferreira, s/n – Centro); Cinema do Dragão (R. Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema); CAIXA Cultural Fortaleza (Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema); Hotel Oásis Atlântico (Av. Beira Mar, 2500 – Meireles), Acesso gratuito mediante ingressos com distribuição no local. Mais informações: www.cineceara.com. Email: contatos@cineceara.com. Tel: (85)3055-3465.

Distribuição de ingressos:

Abertura: Dia 4 a partir das 19h, na bilheteria do Cineteatro São Luiz.

Encerramento: Dia 11 a partir das 19h, na bilheteria do Cineteatro São Luiz.

Mostras: CAIXA Cultural Fortaleza e Cineteatro São Luiz: Uma hora antes do início da sessão, nas bilheterias; Cinema do Dragão: a partir das 14h, na bilheteria.

 

PROGRAMAÇÃO DO DIA 04/08 (SÁBADO)

MOSTRA DE CINEMA PERUANO

Caixa Cultural Fortaleza

15h – Cabo para a Tierra (Karina Cáceres. Documentário. 2012. 50′. Livre). Sessão para escolas.

16h – PALESTRA: O Cinema Regional Peruano, de Emilio Bustamante (jornalista, crítico e professor de cinema).

17h – Climas (Enrica Pérez. Ficção. 2014. 85′. 14 anos)

19h – Paraíso (Héctor Gálvez. Ficção. 2009. 87′. 14 anos). Festival de Veneza.

19h30 – CERIMÔNIA DE ABERTURA DO 28° CINE CEARÁ

MOSTRA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM

O Barco (Petrus Cariry. Ficção. 72′. Brasil. 2018. 14 anos). Première Brasil

20h – CINEMA NA PRAÇA

Praça do Ferreira

O Cangaceiro Trapalhão (Daniel Filho. Ficção. 90′. Brasil. 1983. Livre)

DIVULGADA PROGRAMAÇÃO DO CINETEATRO SÃO LUIZ PARA ESTA SEMANA

 

A retirada dos ingressos para o cinema inicia uma hora antes de cada sessão na bilheteria do Cineteatro, por ordem de chegada. Basta apresentar documento de identificação com foto.

No domingo (12/08), às 18h, ocorre no Cineteatro São Luiz o show “Dois em Um: Lúcio Ricardo e Marília Lima”. Os ingressos estão à venda por R$ 20 e R$ 10 na bilheteria do Cineteatro e no site da Tudus (http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-lucio-ricardo-e-marilia-lima-). O show tem classificação livre e duração de 100 minutos – 50 minutos de espetáculo por cada artista.

DIA 06/08 (Segunda-feira)

19h30 [CINEMA] CINE CEARÁ 2018

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 16 anos

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTA-METRAGEM

MARIA CACHOEIRA

Direção de Pedro Carcereri | Suspense | 11 min | Brasil | 2017
O EVANGELHO SEGUNDO TAUBA E PRIMAL

Direção de Marcia Deretti e Marcio Junior | Animação | 11 min | Brasil | 2018
EU SOU O SUPER-HOMEM

Direção de Rodrigo Batista | Aventura | 19 min | Brasil | 2017

NOMES QUE IMPORTAM

Direção de Angela Donini e Muriel Alves | Documentário | 15 min | Brasil | 2018

MOSTRA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM

PETRA (estreia nacional)

Direção de Jaime Rosales | Ficção | 1h47 | Espanha | 2018

DIA 07/08 (Terça-feira)

19h30 [CINEMA] CINE CEARÁ 2018

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: livre

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM

EDUARDO GALEANO VAGAMUNDO (estreia mundial)

Direção de Felipe Nepomuceno | Documentário | 1h12 | Brasil | 2018
AMÉLIA, A SECRETÁRIA (estreia nacional)

Direção de Andrés Burgos | Ficção | 1h43 | Colômbia | 2017

DIA 08/08 (Quarta-feira)
19h30 [CINEMA] CINE CEARÁ 2018

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos
MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTA-METRAGEM

A CANÇÃO DE ALICE

Direção de Bárbara Cariry | Drama | 15 min | Brasil (CE) | 2018
O VESTIDO DE MYRIAM

Direção de Lucas H Rossi | Drama | 15 min | Brasil (RJ) | 2017
NOVA IORQUE

Direção de Leo Tabosa | Drama | 24 min | Brasil (PE) | 2017
EXIBIÇÃO ESPECIAL

CHE MEMÓRIAS DE UM ANO SECRETO

Direção de Margarita Hernandez | Documentário | 1h19 | Brasil | 2018
DIA 09/08 (Quinta-feira)

9h [CINEMA] 28º CINE CEARÁ

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: Livre
O PRIMEIRO FILME A GENTE NUNCA ESQUECE

Os Saltimbancos Trapalhões

Direção de J. B. Tanko | Comédia | Brasil | 1981 | 1h35

19h30 [CINEMA] 28º CINE CEARÁ

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 12 anos
HOMENAGEM | Antônio Pitanga

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM

ANJAS DE IPANEMA

Direção de Conceição Senna | Documentário | 1h30 | Brasil | 2018
SENHORITA MARIA, A SAIA DA MONTANHA

Direção de Rubén Mendoza | Documentário | 1h30 | Colômbia | 2017
DIA 10/08 (Sexta-feira)

12H30 [CURTA SÃO LUIZ] CIA ETINIQUE TRIBE

Entrada: gratuita | Classificação indicativa: Livre | Duração: 60 min

Local: Hall de entrada (Foyer)

Release: Projeto idealizado e constituído por mulheres, com intuito de buscar uma estética étnica através da dança. A proposta da Etinique Tribe se inspira em retratar manifestações artísticas com protagonismo feminino, dentro da cultura oriental. São fontes de inspiração as Ghawazee egípcias, as Kalbelias indianas, grupos ciganos do Leste Europeu e as bailarinas da era de ouro também do Egito. A companhia conta atualmente com oito integrantes e duas diretoras, Thyara Matos e Mel Rayzel e atua na cidade de Fortaleza desde 2015.
19h30 [CINEMA] 28º CINE CEARÁ

Entrada: gratuita | Classificação indicativa: 14 anos

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTA-METRAGEM

SÓ POR HOJE

Direção de Sabrina Garcia | Drama | 19 min | Brasil (RJ) | 2017

CAPITAIS

Direção de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha | Drama | 11 min | Brasil (CE) | 2018

A ESCOLHA DE ISAAC

Direção de Sergio GAG | Drama | 24 min | Brasil (SP) | 2018
MOSTRA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM

DIAMANTINO (estreia nacional) – Ganhador do Grande Prêmio da Semana da Crítica em Cannes

Direção de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt | Ficção | 1h32 | Brasil, Portugal, França | 2018
DIA 11/08 (Sábado)
19h30 [CINEMA] PREMIAÇÃO E CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO DO 28° CINE CEARÁ

Classificação indicativa: livre

Homenagem: Paulo Mendonça
PRÉ-ESTREIA DO CAPÍTULO 1 DA SÉRIE CINE HOLLIÚDY

Direção de Halder Gomes | Comédia | Brasil | 2018 | 30 min
DIA 12/08 (Domingo)

18H [SHOW] DOIS EM UM: LÚCIO RICARDO / MARÍLIA LIMA

Entrada: R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia) | Classificação indicativa: livre| Duração: 100 min (50 min de cada show)

Local: Palco

Release: Lúcio Ricardo | Intérprete cearense, iniciou sua carreira em 1979, como líder da banda de rock Perfume Azul, que participou do movimento “Massafeira”. No Rio de Janeiro, Lúcio Ricardo participou de vários shows, tendo integrado o movimento musical “Falange Canibal”, composto por Lenine, Lula Queiroga, Ivan Santos, Fernando Piancó e muitos outros. De volta a Fortaleza, participou de várias gravações e shows, dentre os quais, trabalhos dedicado a Lauro Maia, Ray Charles. Seu último disco, intitulado “Notas da Memória”, foi lançado em 2016 com canções de Joaquim Ernesto e Silvio Barreira.

Marília Lima | A intérprete e compositora cearense inspira-se em grandes divas da música universal, como Dalva de Oliveira, Etta James, Maysa, Aretha Franklin, Janis Joplin, Núbia Lafayette, Ella Fitzgerald, Amy Winehouse e Nina Simone. Seu show intitulado “Rosa Negra” procura valorizar a música negra e mostra uma face amadurecida da cantora, além de revelar composições suas e de parceiros, canções experimentais e regravações de clássicos emdiálogo com a cultura brasileira, conta com um time de músicos experientes.

CIA DE DANÇAS POPULARES TXAI APRESENTA ESPETÁCULO “NOS RITMOS DO CEARÁ” NO ANFITEATRO DO DRAGÃO DO MAR EM AGOSTO

 

Durante todos os sábados do mês de agosto, a Cia de Danças Populares Txai apresenta o espetáculo “Nos Ritmos do Ceará” no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Com uma hora de duração, “Nos Ritmos do Ceará” oferece ao público um musical que alia a literatura de Cordel à expressão corporal, juntando o canto e a musicalidade para contar um pouco da história do povo cearense. As apresentações são gratuitas, sempre às 19h, e fazem parte da programação da Temporada de Arte Cearense.

Desenvolvido a partir de pesquisas e vivências realizadas pelos integrantes da Cia de Danças Populares Txai, “Nos Ritmos do Ceará” se baseia na riqueza da cultura popular cearense para narrar a história de fé de um povo sofrido, representado pela magnitude das calungas do maracatu, a alegria contagiante quando se dança o coco, o mistério da asa branca que, quando surge, anuncia a época chuvosa, o carcará que luta para sobreviver, a musicalidade no ato da pesca onde, mesmo cansados, os pescadores cultuam sua puxada de rede esperando a fartura na fé , proporcionando ao espectador uma viagem inesquecível pela cultura do Ceará.

Sob direção do premiado coreógrafo Lairton Guedes, desde 1999 a Cia de Danças Populares Txai elabora suas coreografias a partir do entendimento de que as manifestações populares são a sua essência em forma de ação: no pensar, no agir e no sentir, transbordando seus mais verdadeiros sentimentos. Por meio de pesquisas dessas verdadeiras e autênticas manifestações, a Cia de Danças Populares Txai faz uma releitura das diversas formas de tradições populares, com muita responsabilidade e respeito, transformando-as em espetáculos de projeções folclóricas, contribuindo para a propagação das raízes cearenses e valorizando a riqueza histórica cultural popular.

FICHA TÉCNICA – Nos Ritmos do Ceará

Direção – Lairton Guedes
Textos – Lucarocas, poeta e comunicólogo
Participação especial – Calé Alencar *
Dançarinas – Lidiane Spinosa A. Pereira, Ilssikleik Sales Freitas, Isabel Spinosa Pereira, Ellen Neres da Silva, Liana Batista Andrade, Maria Karolaine Gomes, Taliane Arruda Martins, Claudineide Corpi Moraes
Dançarinos – Clécio Sidney de Oliveira, Francisco Helder Fraga Filho, Daniel Matos Silva, Gilmarques Nascimento Rodrigues, José Luciano Freitas Cordeiro, Daniel da Silva Maia, Ismael Linconl Meneses Araújo, Francisco Márcio Almeida Ferreira
Direção Musical – Felipe Lima Barroso
Músicos – Francisco Claudemir Freire, Rendell da Silva Barreto, Raimundo Adriano da Cruz Ribeiro, Claudenir Corpi Moraes, Francisco Jefferson do Nascimento Andrade
Cantora – Maria Valdimeire Nobre Freire
Cantor – Jefferson Renato
Duração – 60 minutos
Classificação – Livre

 

Serviço – Nos Ritmos do Ceará
Datas: 04, 11, 18 e 25 de agosto (sábados)
Horário: 19h
Gratuito

Mais informações: (85) 99989-0103
Siga nas redes sociais: Facebook @Txaidancaspopulares | Instagram @txaiciadedanca
Site: http://www.txaiciadedanca.com.br

Mostra Videografias Performativas e Mostra Entre Performances começam nesta quinta-feira (2), no Dragão do Mar

Tem início, no dia 2 de agosto, a Mostra Videografias Performativas, na Multigaleria do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Reunindo sete videoperformances de diferentes artistas cearenses, a mostra segue até dia 19 de agosto. Paralelamente, será realizada a Mostra Entre Performances, que, nos dias 2, 3, 4, 10, 11 e 12 de agosto, apresenta doze performances distribuídas ao longo dessas datas em vários espaços do Centro Dragão do Mar e entorno.

Toda a programação é gratuita. As duas mostras estão na terceira edição e são compostas por projetos artísticos selecionados pelos Editais Culturais 2018/2019 do Instituto Dragão do Mar. São uma programação, portanto, da Temporada de Arte Cearense (TAC).

A Mostra Videografias Performativas começa nesta quinta-feira (2),  às 18h, com a abertura da Multigaleria. Às 19h, é a vez da Mostra Entre Performances iniciar com a performance “Guttur”, de Marta Aurélia e A Pessoa Bob, dentro da Multigaleria. Em seguida, às 19h30, Ari Areia, do Outro Grupo de Teatro apresenta “Expurgo”. A noite de abertura das mostras se encerra com o show da banda A Fera Neném, às 20h, com um resgate histórico ideológico da cena disco, nas décadas de 1970 e 1980. A banda foi selecionada dentro do programa Dragão Instrumental, da TAC. Essas duas últimas apresentações – Expurgo e A Fera Neném – serão realizadas em frente à Multigaleria.

PROGRAMAÇÃO
Abertura das mostras
Dia 2 | Quinta-feira

18h – Abertura da Mostra Videografias Performativas | Multigaleria

19h – “Guttur”, de Marta Aurélia e A Pessoa Bob | Multigaleria (Entre Performances)

19h30 – “Expurgo”, de Outro Grupo de Teatro | Em frente à Multigaleria (Entre Performances)

20h – Show da banda A Fera Neném | Em frente à Multigaleria
Mostra Videografias Performativas

De 2 a 19 de agosto, na Multigaleria

Abertura dia 2, às 18h. De 3 a 19 de agosto, visitação de terça a domingo, das 14h às 21h (com acesso até das 20h30). Acesso gratuito.

Videoperformances em cartaz

“Era”, de KlangoPreá

“Economize”, de Abu

“Pontos Terminais Emaranhados”, de Ruy Cézar Campos

“Exumação”, de Thales Luz e Diogo Braga

“Territorialidades”, de Humano

“Água Preta”, de Wellington Gadelha

“Metendo a boca”, de Ricardo Tabosa
Mostra Entre Performances
Dia 3 | Sexta-feira

19h – “Transpassar”, de Gabriela Jardim e Tatiana Valente

Espaço Patativa e entorno
Dia 4 | Sábado

19h – “Transpassar”, de Gabriela Jardim e Tatiana Valente

Espaço Patativa e entorno
Dia 10 | Sexta-feira

15h – “Romeiro”, de Lívio do Sertão

Percorre o Dragão do Mar e segue até a Igreja do Rosário, na Praça dos Leões

17h – “Fardos”, de Jefferson Skorupski

Percurso se inicia na calçada do Seminário da Prainha e termina em frente ao Teatro Dragão do Mar

19h – “Cara de Viado”, de Márcio Peixoto

Multigaleria

20h – “Batendo beira, batendo boca, pagando brabo”, de Edivaldo Ferrer

Espaço Patativa e entorno

21h – “Quebrando o silêncio do medo”, de Dhany Marinho

Arena Dragão do Mar, Espaço Patativa e entorno
Dia 11 | Sábado

15h – “Romeiro”, de Lívio do Sertão

Percorre o Dragão do Mar e segue até a Catedral da Sé
17h – “Fôlego”, de Alysson Lemos

Arena Dragão do Mar
17h30 – “Vende-si | Dança Ambulante”, de João Paulo Barros

Arena Dragão do Mar, Praça Almirante Saldanha e entorno
18h – “Cara de Viado”, de Márcio Peixoto

Multigaleria
19h – “Fardos”, de Jefferson Skorupski

Praça Almirante Saldanha e entorno
19h – “Expurgo”, de Outro Grupo de Teatro

Arena Dragão do Mar
20h – “Travestis alimentam todo dia ao meio-dia”, de Júnior Meireles e Rhayram Edson

Multigaleria
20h30 – “Hater: posso ajudar?”, de Felipe Damasceno e Tatiana Valente

Espaços do Dragão do Mar, Praça Almirante Saldanha e entorno
21h – “Batendo beira, batendo boca, pagando brabo”, de Edivaldo Ferrer

Praça Almirante Saldanha e entorno
Dia 12 | Domingo

17h – “Fôlego”, de Alysson Lemos

Arena Dragão do Mar
18h – “Guttur”, de Marta Aurélia e A Pessoa Bob

Arena Dragão do Mar
19h – “Quebrando o silêncio do medo”, de Dhany Marinho

Arena Dragão do Mar, Espaço Patativa e entorno
19h – “Hater: posso ajudar?”, de Felipe Damasceno

Espaços do Dragão do Mar, Praça Almirante Saldanha e entorno
19h30 – “Vende-si | Dança Ambulante”, de João Paulo Barros

Arena Dragão do Mar, Praça Almirante Saldanha e entorno

Clássicos na Lagoa apresenta Música de Câmara: sonatas e quinteto com piano do período Clássico

 

O encontro entre músicos eruditos de várias partes do país dará a tônica ao próximo concerto do projeto Clássicos na Lagoa, a ser realizado no dia 03 de agosto, às 17 horas, na Lagoa do Porangabussu.

A apresentação marca ainda o início do período Clássico, de acordo com a programação cultural do projeto, que prevê a realização de concertos que abordam a evolução dos períodos da história da música ocidental. Serão interpretadas as obras de Haydn, Mozart e Beethoven.

O concerto, intitulado “Música de Câmara: sonatas e quinteto com piano do período Clássico”, contará com a participação de músicos de renome no país: Tiago Ribas, professor de violino da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL-RS); Nadilson Gama, professor de violino da Escola Clássicos na Lagoa e violinista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de SP; Liu Man Ying, professora de violino e viola da Universidade Federal do Ceará; João Paulo Machado, professor de viola da Universidade de Brasília (UNB-DF); Dora Utermohl de Queiroz, professora de violoncelo da Universidade Federal do Ceará; e Marcelo Brum, professor de piano da Universidade Federal do Acre (UFAC-AC). Eles estarão reunidos em Fortaleza para participar do II Encontro de Cordas Flausino Valle (IIECFV).

O Clássicos na Lagoa é um projeto mantido pelo Instituto de Ciências Médicas Paulo Marcelo Martins Rodrigues (ICM), cujo propósito é promover cultura e incentivar a promoção da saúde por meio da arte. O instituto também está financiando uma escola de música voltada à formação de crianças de colégios públicos do bairro. Ao todo 30 estudantes estão tendo aula gratuita de violino com o professor e violinista Nadilson Gama. O ICM é uma instituição que tem atuado na formação de profissionais de saúde e investido na construção de um hospital de alta complexidade em cardiologia e outras especialidades.

No atual programa musical do Clássicos na Lagoa, que terá duração de dois anos, já foram abordados os seguintes períodos da música erudita: música medieval e renascentista com o Grupo Syntagma; período Barroco com a Orquestra Jacques Klein (IBLF) e a Camerata de Cordas da UFC; e o final do período Barroco e transição para o classicismo com o Quarteto da Orquestra Contemporânea Brasileira. O programa foi idealizado pela professora de violino e viola da UFC, Liu Man Ying, e pelo maestro Arley França.

Espaço Cordel e Repente leva cultura nordestina para a 25a Bienal Internacional do Livro, em São Paulo

 

Entre os artistas confirmados estão o músico e compositor cearense Adelson Viana e Moraes Moreira, do “Novos Baianos”, que fará sessão de autógrafos e pocket show. A Programação promovida pela Editora Imeph terá a participação de cordelistas, repentistas e autores e compositores cearenses como Socorro Lira, Klévisson Viana, Paulo de Tarso entre outros.

A 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 03 a 12 de agosto, no Anhembi, contará pela segunda edição seguida com um estande exclusivo criado para resgatar a Cultura Popular Nordestina. O espaço denominado “Cordel e Repente” e organizado pela Editora IMEPH em parceria com a Câmara Cearense do Livro (CCL) e Câmara Brasileira do Livro (CBL), levará um caminhão personalizado para dentro do pavilhão, que se transformará em um grande palco para artistas que se expressam através dessa literatura.

Entre os destaques da programação está o compositor e músico cearense Adelson Viana. Acordeonista, tem DVDs gravados além de participação em trabalhos de artistas como Dominguinhos, Lenine, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro. Também é autor do livro o Nordeste nas Canções de Luiz Gonzaga (Editora Imeph), onde interpertreta as múicas do livros e partituras do livro.

Outra atração do espaço é do cantor e compositor Moraes Moreira, integrante do grupo “Novos Baianos”, que fará o lançamento de uma nova edição do livro “A História dos Novos Baianos e Outros Versos”, escrito em linguagem de cordel. Após o lançamento com sessão de autógrafos, o artista fará um pocket show para o público.

Outros nomes já confirmados são os ds artistas e escritores Maciel Melo, Socorro Lira, Paola Torres, Xangai, Chambinho do Acordeon, Adelson Viana, Paulo de Tarso, Klévisson Viana, Rouxinol do Rinaré, Marco Aurélio (BA), Crispiniano Neto (RN), Antônio Francisco (RN), Arlene Holanda (CE), José Walter, Bráulio Tavares, Celso Antunes, Marcos Mairton entre outros. (ver programação anexo)

“O Espaço do Cordel e Repente se consolidou como uma ação de grande porte na divulgação, preservação e disseminação das artes e saberes ligados a cultura tradicional nordestina. Com muita satisfação, vamos levar esse ano cerca de 100 artistas entre cordelistas, repentistas, escritores, músicos e contadores de histórias. Na edição de 2016, fomos eleitos pelo Instituto Data Folha como o segundo espaço mais visitado da 24ª Bienal, esse ano, gostaríamos de ser o primeiro.”, comenta Lucinda Marques, curadora do espaço.

Outra atração de destaque da programação da Editora Imeph na Bienal é o lançamento do livro “Andei por Aí – Narrativas de uma Médica em Busca da Medicina”, da pernambucana radicada no Ceará Paola Tôrres Costa com prefácio do médico Dráuzio Varella com quem gravou uma WebSérie sobre Linfoma (tipo de câncer do sangue) que é uma das suas especialidades.

Em Fortaleza, a médica ensina e pratica Medicina como professora Titular da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Unifor. Também é médica no CRIO (Centro Regional Integrado de Oncologia), onde atende pacientes com câncer. É escritora, cordelista, compositora, tocadora de rabeca e outros instrumentos. Ministra palestras e oficinas em educação médica, medicina integrativa, promoção de saúde em oncologia e outros temas da cultura popular e medicinas ancestrais do povo brasileiro. É fundadora e presidente do Instituto Roda da Vida, ONG que oferece de forma gratuita Medicina Integrativa para pessoas com câncer e seus familiares.

O Espaço Cordel e Repente da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo conta com o patrocínio do Banco do Nordeste.

 

Conheça alguns destaques do espaço:

ADELSON VIANA

(6/8 – 18h40 – pocket show)

Acordeonista, tem DVDs gravados além de participação em trabalhos de artistas como

Dominguinhos, Lenine, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro. Músico de múltiplos recursos, que passeia por diferentes caminhos da sonoridade brasileira, tendo como referência ritmos nordestinos como xote, baião e frevo. Também é autor do livro o Nordeste nas Canções de Luiz. Interpertreta as musicas do livros e partituras do livro

MORAES MOREIRA

(3/8 – 18h40 – Lançamento de livro “Os Novos Baianos”, sessão de autógrafos e pocket show)

Compositor, cantor e violonista, começa a carreira artística tocando sanfona de 12 baixos. Na década de 1960 opta pelo violão e muda-se para Salvador. Passa a estudar música e conhece Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão – que viriam a integrar a banda Novos Baianos – e Tom Zé. O grupo musical é considerado um marco na MPB e alcança sucesso de público e de vendas. Em 1975 parte para a carreira solo. Toca com o trio elétrico de Dodô e Osmar (pai do parceiro Armandinho) e faz grande sucesso com a marchinha Pombo Correio, parceria com Dodô e Osmar. Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira – com vários parceiros consagrados – consolida seu sucesso musical. A música Santa Fé – parceria com Fausto Nilo – é tema de abertura da novela Roque Santeiro (Rede Globo em 1985). Em 1997, reúne o grupo Novos Baianos e lança o disco ao vivo Infinito Circular, com canções dos discos anteriores e algumas inéditas. Em 2002 publica o livro A História dos Novos Baianos e Outros Versos, escrito em linguagem de cordel.

MACIEL MELO

(4/8 – 18h40 – Lançamento de livro “ O Refúgio das Interrogações”, sessão de autógrafos e pocket show)

(5/8 – 17h30 – Lançamento de livro “ A Poeira e a Estrada”, sessão de autógrafos)

Cantor e compositor, inovou o forró nos anos 90. É considerado uma referência da música nordestina, tendo como ponto de partida a canção Caboclo sonhador, que se tornou icônica. Seu primeiro disco, Desafio das Léguas, teve participações de Vital Farias, Xangai, Dominguinhos e Dércio Marques. Melodista, letrista e cantor afinado com a cultura tradicional, Maciel Melo fez releituras de clássicos de Geraldo Azevedo, José Marcolino e Gilberto Gil, entre outros. A temática de suas letras dá continuidade ao forró que teve as bases assentadas por Gonzagão. Ganhou diversos prêmios, dentre eles o de 1o lugar, no Canta Nordeste (Rede Globo/1995), com “Meninos do Sertão” – parceria com Petrúcio Amorim – que integrou a trilha sonora da novela Marcas da Paixão (TV Record). Em 2008 conquistou o 3º lugar no Festival de Música e Arte de Garanhuns-PE. Em 2003 teve a canção “Dama de Ouro” – parceria com Zéu Britto – incluída na trilha de Lisbela e o Prisioneiro. Em 2013 a música Rainha foi incluída na trilha sonora da novela Flor do Caribe (Rede Globo) e em 2016 atuou, juntamente com Xangai, na novela Velho Chico. Em 2012 fez uma homenagem ao Rei do Baião Luiz Gonzaga em Nova York. Lançou 01 LP, 17 CDs e 02 DVDs. Tem publicado o livro A poeira e a estrada, pela Editora IMEPH.

SOCORRO LIRA

(04/08 – 16h – Lançamento de livro “ A Língua que a Gente Fala”e sessão de autógrafos)

Poeta, compositora, intérprete, instrumentista e produtora cultural. Em 2012 recebeu o 23º Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantora (categoria regional). Em 1998 foi contemplada com o PRÊMIO EUROPA 98 da “Associazione Senza Frontiere” para intercâmbio cultural, de Lentate Sul – Seveso, Itália. Já se apresentou na Itália, França, Grécia, Espanha, Portugal, Moçambique, Gana, Argentina e Venezuela, em eventos coletivos e shows individuais.

BRAULIO TAVARES

(8/8 – 14h – Lançamento de livro “BANDEIRA SOBRINHO- UMA VIDA E ALGUNS VERSOS”, sessão de autógrafos e pocket show)

Bráulio começou a escrever influenciado pelo pai e com a idade de oito anos já havia produzido alguns sonetos, nunca publicados. Teve vários livros de poesias e ficção científica editados, além de dois folhetos de cordel, a saber: “Cantoria: regras e estilos” e “Cabeça elétrica, coração acústico” no ano de 1981. Com forte influência da literatura de cordel, escreveu a peça “Folias Guanabaras”, espetáculo dirigido por Ivaldo Bertazzo com o Corpo de Dança da Maré e a participação da atriz Rosi Campos e do ator, cantor e compositor Seu Jorge.

XANGAI

(8/8 – 20h – Pocket show)

(9/8 – 20h – Pocket show)

A influência da cultura tradicional formata sua obra. Filho e neto de sanfoneiros, teve seu primeiro disco, Acontecivento, lançado em 1976 pela gravadora CBS, mas depois seguiu uma carreira independente, desvinculada das grandes gravadoras. Cantador, trovador, violeiro, gravou, além dos discos individuais, um em parceria com Renato Teixeira e dois volumes do disco “Cantoria”, resultado de um show ao lado de Elomar, Vital Farias e Geraldo Azevedo, realizado em 1984. Com sua voz forte e marcante, interpreta composições próprias e adaptações de textos da tradição oral nordestina em ritmo de Xote, Cocos e Toadas. Fez uma participação como ator na telenovela Velho Chico, da Rede Globo, e também é autor de canção integrante da trilha sonora. Foi escolhido como melhor cantor no 27° Prêmio de Música Brasileira, na categoria Música Regional.

CHAMBINHO DO ACORDEON

(10/8 – 20h – Pocket show)

Cantor, compositor, acordeonista e ator, teve sua carreira alavancada pela excelente intepretação de Luiz Gonzaga jovem. Aprendeu acordeom com seu avô, Zezinho Barbosa, passando, assim, a desenvolver um trabalho referenciado na obra de grandes sanfoneiros nordestinos.

Realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), serão 10 dias no qual os visitantes poderão viver diversas experiências culturais, ter contato direto com autores, participar de bate-papos e conferir palestras exclusivas. Com a assinatura “Venha fazer esse download de conhecimento”, a campanha deste ano enfatiza a importância do diálogo, da abertura de perspectivas e busca de novos conceitos.

Os ingressos já estão à venda pelo site oficial do evento www.bienaldolivrosp.com.br e pelo telefone (11) 2626-1061.

Em breve, mais informações sobre a programação pelo www.bienaldolivrosp.com.br ou por nossas redes sociais. Acompanhe!

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Serviço

25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

03 a 12 de agosto de 2018

Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana / 02012-021 São Paulo – SP

www.bienaldolivrosp.com.br

Exposição em homenagem a Zé Tarcísio abre, nesta quinta (26), no Dragão do Mar

 

 

Nesta quinta-feira (26), às 18h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC|CE), será aberta a exposição “ZÉ: Acervo de Experiências Vitais”, em homenagem ao cearense Zé Tarcísio. A exposição com seu caráter panorâmico ocupará todo o museu, reunindo mais de 100 trabalhos, entre pinturas, esculturas, instalações, fotos e vídeos. A exposição segue em cartaz até novembro, com visitações gratuitas, de terça a sexta, das 9h às 19h (com último acesso até 18h30), e sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com último acesso até 20h30).

Com curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Cecília Andrade, a exposição decorre de um longo projeto de pesquisa, iniciado há quatro anos. Gerente do MAC|CE, Cassundé afirma que a ideia surgiu por ocasião da exposição “Carneiro”, que ocupou o Museu de Arte Contemporânea do Ceará em 2014, com uma sala em homenagem ao artista: “A partir daí, comecei a me aproximar mais do trabalho do Zé e fazer visitas constantes ao seu ateliê, o que despertou a minha curiosidade sobre alguns de seus trabalhos que estavam guardados há muito tempo, em mapotecas, alguns deles inéditos no Ceará e outros nunca apresentados”.

Segundo Cassundé, a inspiração para o recorte vem da afirmação do próprio homenageado, durante entrevista, em 1969: “Tudo que vivi se incorporou, automaticamente, ao meu acervo de experiências vitais, estando de uma ou outra forma, expresso em meus trabalhos”. ZÉ: Acervo de Experiências Vitais traz obras do acervo do artista, de coleções particulares e de importantes acervos institucionais como o do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, da Coleção do Museu de Arte Contemporânea do Ceará e do Centro Cultural do Banco do Nordeste do Brasil.

Conforme os curadores, a exposição não se propõe a fazer uma retrospectiva, e sim apresentar uma mostra panorâmica que aponta para alguns eixos importantes no trabalho de Zé Tarcísio. As obras não estão organizadas de forma cronológica, a fim de não fragmentá-las pelo tempo. Ao contrário, a disposição das obras foi concebida para potencializar a vitalidade dos trabalhos e a sua capacidade de resgatar a tradição para refletir sobre o contemporâneo. Os trabalhos são agrupados por questões que se vinculam a signos muito recorrentes, a exemplo das pedras, apresentadas como metáfora do corpo e da paisagem.

Trata-se de um conjunto de trabalhos que atravessam as questões do corpo e se projetam nas questões políticas que discutem o entorno, a ecologia, a preservação das dunas e uma natureza envolta pelo desejo. Algumas delas, criadas entre o final da década de 60 e o início da década de 70, apresentam grande carga política, como “Golpe” (1973), quando o artista esteve ligado a movimentos políticos e chegou a ter trabalhos apreendidos pela ditadura.

Estão representadas várias séries do premiado artista, que iniciou sua atuação nas artes nos anos 1960 e segue produtivo até a atualidade, como Loteamentos, Kaosmos, Nativos, entre outras. Constam trabalhos de técnicas e linguagens variadas, como desenho, pintura, gravura e escultura, apontando a versatilidade de Zé Tarcísio em seus 57 anos de produção em artes. “O talento de Zé Tarcísio não pode ser limitado. Embora a exposição privilegie o eixo das artes visuais, o recorte evidencia o perfil multifacetado do artista, que transita com muita fluidez entre diferentes linguagens artísticas, como cinema, teatro, cenografia e artes plásticas”, afirma a curadora assistente Cecília Andrade.

Entre os destaques da exposição, as esculturas “Movimento I” (1974), mais conhecida como “Regador”, e “Silêncio” (1973), ambas pertencentes ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Na passagem entre os dois pisos do Museu, uma grande instalação formada por ex-votos, que Zé Tarcísio reúne desde os anos 50, toma a forma de instalação, fazendo referência à relação com o sagrado e à questão da graça alcançada. Em outra sala, ganha destaque sua passagem pela figuração pop, entre as décadas de 60 e 70. A mostra exibe ainda um percurso audiovisual da construção do projeto e da composição curatorial, permitindo ao público adentrar na instância mais processual de elaboração da exposição.

Ao longo da mostra, o público também pode conferir a reprodução de trechos de entrevistas dadas por Zé Tarcísio à imprensa. As falas do artista são utilizadas como guia para o percurso. Até novembro, os visitantes poderão ainda participar de oficinas e palestras que abordarão, através da relação de Zé Tarcísio com outras linguagens, o seu fazer artístico.

 

Sobre Zé Tarcísio

José Tarcísio Ramos é pintor, artista intermídia, gravador, escultor, cenógrafo e figurinista. Nascido em 1941 em Fortaleza, inicia seus primeiros trabalhos aos 19 anos, no pensar artístico. No ano seguinte, viaja para o Rio de Janeiro, depois de ter conhecido Antônio Bandeira. Frequenta, por dois anos, o Curso Livre de Pintura na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1971, é comissionado por Walmir Ayala para ser um dos representantes brasileiros na VII Bienal de Paris. E, 1974, expondo no XXIII Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, ganha o prêmio nacional: uma viagem ao exterior. Em 1976, tem seu trabalho Regando Pedras reproduzido em selo pela ECT.

Em 1982, monta seu ateliê nos arredores do Centro Dragão do Mar. No ano seguinte, cria a Por Hipótese Produções. A década de 90 rende-lhe uma homenagem do Museu de Arte da Universidade do Ceará, o MAUC, por 30 anos de atividades artísticas e uma temporada na Europa e em Cuba. Em 2001, recebe a Medalha Boticário Ferreira, da Câmara Municipal de Fortaleza. No ano de 2002 Realiza oficinas de criatividade para Projeto de Interiorização na Escola Pública no Ceará. Já em 2003 retorna ao velho mundo, com algumas atividades: integra o júri da III Bienal Internacional de Arte Jovem, em Vila Verde , Portugal. Realiza sua primeira obra pública na Europa, na Escola Profissionalizante. Promove oficinas culturais para: crianças adolescentes na mesma cidade, e para 500 participantes no Convívio Nacional do Movimento Encontro de Jovens SHALOM em Montemor-o-Velho, em Coimbra, Portugal.

Durante o ano de 2004 realiza oficinas para jovens no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. No ano de 2005 com o prêmio do I Edital de Incentivo as Artes do Estado do Ceará, promovido pela SECULT, edita no formato de cd-rom seu arquivo geral. No mesmo ano retorna à Europa. Integra o júri na VI Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, Portugal. Apresenta o arquivo na Escola de Belas Artes da Universidade do Porto, Portugal.

Exposição “Promessa paga – Pinturas de José Tarcísio” no espaço Cultural correios de Fortaleza – 2006, “Viva a arte viva do povo brasileiro” – Museu Afro-Brasil de São Paulo – 2006/2007, Bienal São Paulo/Valencia – Encuentro Entre dos Mares – Espanha/2007, Exposição Caminhos da Serigrafia – Museu do Ceará 2009. Elos da lusofonia, Museu Histórico Nacional – Rio de Janeiro e Museu Afro Brasil, São Paulo – 2010.

2011 Elos da Lusofonia – curadoria Emanoel Araujo Museu Histórico Nacional – RIO Museu Afro Brasil – São Paulo Deuses D’ África-Visualidades brasileiras – Curadoria Emanoel Araujo – Museu Afro Brasil – São Paulo. Homenagem sala especial – Salão de Abril – Curadoria Ricardo Resende – Fortaleza CE.

 

Serviço:

Abertura da exposição “Zé: acervo de experiências vitais”
Data: 26 de julho de 2018
Hora: 18h
Local: Museu de Arte Contemporânea do Ceará
Acesso gratuito
Visitações até novembro de 2018, de terça a sexta, das 9h às 19h (com último acesso até 18h30), e sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com último acesso até 20h30).

​ WORK SHOW LANÇA ESCRITÓRIO QUE VAI TRABALHAR COM FOCO EXCLUSIVO NA REGIÃO NORDESTE

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Eberth Santos, Fernando Parente, Toninho Duettos, Wander Oliveira, Douglas Santos, Eugenio                                                                    Parente e Filipe Risse (Foto: Nara Fassi)

 

Que a Região Nordeste é uma potência em diferentes aspectos, isso todo mundo sabe. Detém a segunda maior população do Brasil com cerca de 57 milhões de habitantes, o segundo maior colégio eleitoral e o terceiro maior PIB do país. Além disso, é um dos destinos mais procurados por turistas do mundo inteiro. No entretenimento, destaca-se como centro das mais diversas manifestações culturais.

Quem nunca ouviu falar no São João do Nordeste ou no carnaval de Salvador? Nos bonecos gigantes de Olinda, no frevo, no forró, no axé ou no reggae que embala os maranhenses? E nos shows de humor que lotam as barracas de praia de Fortaleza? No bumba meu boi, no maracatu ou nas micaretas que atraem pessoas de todos os cantos do país e fazem uma mistura de ritmos que agradam a todos os gostos?

Foi observando o comportamento do mercado musical e a forma de como os nordestinos abraçaram a música sertaneja e seus respectivos artistas, que a gigante Work Show – uma das mais importantes empresas da indústria do entretenimento no Brasil – resolveu fazer um trabalho exclusivo para o Nordeste, dando à marca o sobrenome da região. O lançamento da WORK SHOW NORDESTE aconteceu na noite desta terça-feira (17), em coquetel realizado em Fortaleza-CE, cidade onde está instalada a nova sede da produtora, e contou com a presença de empresários do show business de várias partes do país.

“Eu não nasci no Nordeste. Mas meu coração nasceu. Eu me apaixonei pelo Nordeste antes mesmo de pisar o pé aqui. Não troco, não dou, não vendo o amor que tenho por vocês e que vocês têm por mim. Meu coração mora nessa terra e eu jamais vou abrir mão. Sentia que o público nordestino era fiel. A mulher que deixa de comprar uma sandália, de fazer uma escova, para curtir seu show. Comecei aqui, depois fui espalhando para as outras partes do país. Não consegui descer por um ano. Fiz cerca de 120 shows nessa terra”, Marília Mendonça em declarações sobre o início da carreira na Região Nordeste.

A Work Show Nordeste terá à frente quatro empresários cearenses que carregam na bagagem um know how já consolidado no universo de mega produções e agenciamento artístico. Douglas Santos, Eberth Santos, Eugenio Parente e Fernando Parente conhecem bem o mercado de eventos e dirigem paralelamente a D&E Entretenimento e, junto a outros sócios, fazem parte da diretoria da 7tons Eventos. “Com a instalação do escritório em uma capital nordestina, vamos facilitar, valorizar e aproximar ainda mais o público da região aos maiores eventos e artistas do Brasil”, afirma Eberth.

Dona do cardápio artístico mais cobiçado do momento, o casting da Work Show é formado por Marília Mendonça, Henrique e Juliano, Maiara e Maraisa, Zé Neto e Cristiano, Naiara Azevedo, Marcos e Belluti, Jads e Jadson, Kleo Dibah, Breno e Caio César e Luiza e Maurílio. E para quebrar o monopólio do ritmo sertanejo, o cantor Léo Santana integra o time com a swingueira baiana.

A produtora assina, além da carreira dos artistas, eventos que conquistaram o público brasileiro e se firmaram no calendário anual de grandes shows. Sob os cuidados da Work Show, o Festeja passou a ser considerado o ‘Melhor Festival de Música Sertaneja’ do Brasil. É um mega festival itinerante com agenda mais extensa, ultrapassando 30 edições por ano. Em 2017, foi o primeiro do segmento a cruzar fronteiras e chegou a Boston – EUA, Lisboa – POR, Londres – ING e Bruxelas – BEL.

Já a ‘Festa das Patroas’, tem mais de 40 edições por ano e é protagonizada por Marília Mendonça e Maiara e Maraisa. A grade não se limita a atrações femininas, mas tem a mulher como foco. Já no noroeste paulista, a Work Show revitalizou o Recinto de Exposições de Mirassol, de forma totalmente privada. Mais de 50 mil pessoas testemunharam em quatro dias de festa, a volta do orgulho da população de Mirassol. Em 2018, foi a vez do lançamento do Skuta, um festival que promete ser um divisor de águas fazendo as melhores combinações musicais, passando pelo sertanejo, forró, axé, eletrônico, pop, rock, funk e muito mais.

A Work Show nasceu em 2006 fruto de um sonho de Wander Divino de Oliveira: construir a melhor empresa de entretenimento artístico do Brasil. Talvez o maior diferencial da empresa seja o fato de já ter nascido grande. Não em tamanho ou estrutura, mas em ideais. Em resposta ao esforço, a Work Show passou a colher frutos sem interromper a semeadura. Com o crescimento estrutural, o aprimoramento e evolução do seu casting e equipe, o time cresceu e a notícia se espalhou. Hoje temos os artistas mais consagrados na música brasileira, apresentando números físicos e digitais surpreendentes para os padrões nacionais.

Exposição MAGICIAN e outras artes na Casa Vândala, a partir desta sexta, 20

 

A Casa Vândala apresenta, a partir desta sexta-feira (22), a exposição MAGICIAN e outras Artes, de Maurício Coutinho. Na ocasião, havera show com projeto audiovisual Preto Neon, de Lucas Santos e João Emannuel e Lançamento da Cerveja Artesanal Molotov, com arte do M.C. e design de Lucas Santos.

O que é visto quando se entra em contato com uma obra de arte pode não ser o desejo do artista, ou o desejo do espectador como sugerem alguns testes de personalidade. A riqueza de interpretações de uma obra convida um indivíduo específico, ou a todos, para uma reflexão que pode dar um salto sobre o próprio objeto e suas possibilidades interpretativas. É quase como um jogo de tarô que se abre diante do insuspeito gerando emoções que ultrapassam o ilusionismo, e beiram o indescritível.
O papel sempre foi um chamado para os desenhos que poderiam ser esquecidos nas gavetas das casas demolidas, nos cadernos escolares que não sobreviveram às mudanças da vida, nos papiros e livros seculares que ainda não encontrados, que correm o risco de perderem-se na ação diluidora do tempo.
A efemeridade desta plataforma, o papel que antes pode ter sido vida na forma de árvore, e que agora se abre em liberdade para a arte, tão pouco limita a criatividade ao seu espaço ou a suas características de absorção.
Longe de afirmar a efemeridade como liquidez contemporânea, a realização e a vivência de um momento singular, ou da criação de um desenho, nos marca profundamente com uma memória não estática que fica sensível às mudanças dos desejos e do tempo, já que estes também absorvem e desenham novas imagens como uma aquarela difusa e sem exatidão.

 

O ARTISTA
Maurício Coutinho nasceu em Fortaleza – CE. Estudou música, letras e comunicação e atuou em diversas áreas com cenografia, cinema e música. Seu interesse pelo desenho surgiu muito cedo e se mantém vivo até a atualidade. Em 1976 participou de sua primeira exposição coletiva, e a partir dos anos 80 começou a ampliar o seu vasto e premiado currículo com exposições individuais e coletivas, em salões e bienais internacionais em várias cidades, Panorama da Arte Atual Brasileira no MAM – SP – Pinacoteca – MASP – MAC – Representação brasileira na Bienal do México ao lado de Beatriz Milhazes, são algumas mostras relevantes.

 

NOITE DE ABERTURA
O artista Maurício Coutinho criará as obras no ambiente da casa durante 24h, inclusive no momento da abertura, e parte da sua produção será exposta no local até o dia 25 de agosto.

Na ocasião haverá apresentação do grupo audiovisual “Preto Neon”, com Lucas Santos e João Emannuel, e o lançamento da Cerveja Artesanal Molotov em homenagem à magia alquímica.

 

 

Serviço:

Abertura da exposição Magician, de Maurício Coutinho.
Show com projeto audiovisual Preto Neon, de Lucas Santos e João Emannuel.

Lançamento da Cerveja Artesanal Molotov, com arte do M.C. e design por Lucas Santos.

Data: 20/07, a partir das 17h.

Endereço: Rua Instituto do Ceará, 164 ; Benfica, Fortaleza.

Valor: Gratuito.