Companhia Laguz Circo APRESENTA Espetáculo Pedra no Sapato

O espetáculo “Pedra no Sapato”, encenado pela Companhia Laguz Circo estará em cartaz, em Fortaleza, dias 22 e 29 de setembro, às 15h. no Centro Cultural Banco do Nordeste (Ria Conde D’Eu, 560 – Centro). A companhia Laguz Circo é formada peelo brasileiro, Felipe Abreu, e a argentina, Romina Sanchez, que pesquisa o circo e o palhaço explorando a comicidade nas técnicas circenses.

A companhia utiliza técnicas inerentes da palhaçaria clássica, usando as técnicas circenses como pano de fundo do espetáculo “Pedra no Sapato”. Felipe e Romina buscam manter viva a arte cômica na qual o corpo está em evidência, explorando as possibilidades de quedas, golpes e absurdos cômicos. A dupla se inspira nos antigos clowns de picadeiro, teatro e cinema trazendo-os para o momento atual. O intuito é experimentar possibilidades estéticas, gerando no espectador novas referências de comédia ressaltando a poesia sem a necessidade do recurso apelativo.

 

Sinopse

A história baseia-se na relação entre o palhaço Suspiro, o artista, e a palhaça Burbuja, faxineira do teatro. Suspiro entra em cena para apresentar o show, mas é interrompido pela faxineira que se preocupa em fazer o seu trabalho. Com uma sequência de truques clássicos de palhaço, Suspiro e Burbuja direcionam o espetáculo para um final divertido, poético e surpreendente.

Os palhaços comunicam-se essencialmente através da linguagem corporal, gestos e expressões acompanhados pela trilha sonora instrumental, feita especialmente para o espetáculo. Um convite a mergulhar na singela e encantadora arte do palhaço clássico.

 

Histórico

A primeira montagem do espetáculo “Pedra no Sapato” nasceu em 2014 e estreou em Florianópolis/SC no Espaço Cultural Circo da Dona Bilica. No mesmo ano, foi apresentado em diversas cidades do Ceará no projeto “Arte Itinerante” e em Fortaleza pela “Programação Infantil” as duas através do Centro Cultural Banco do Nordeste. Em 2015, participou do “2º Encontro Internacional de Palhaços Euriso” em Fernandópolis/SP. Depois de dois anos com o espetáculo engavetado, os artistas decidem remontá-lo. O mesmo nome, a mesma ideia, mas cenas totalmente diferentes. Agora com outra roupagem, enfatizando a dramaturgia e a pesquisa na arte da palhaçaria clássica.

Você também pode gostar leia