Grupo Pavilhão da Magnólia apresenta “Baldio” no Cineteatro São Luiz

 

Cinco atores em quadros cênicos abordam histórias reais, pessoais. Um atravessamento de temas como a morte, o estar-no-mundo e a possibilidade do encontro que se costuram por meio dos relatos em uma junção de cena, audiovisual e literatura. A figura do cão “vira-lata”, em sua dimensão de abandono, inspirado numa das narrativas do livro “Contos de Lugares Distantes”, do escritor australiano Shaun Tan, reverbera na criação dos atores, em memórias que oscilam entre delicadezas e violência. Essa é a imagem que emoldura os contrastes e oposições de “Baldio”.

O espetáculo terá sessão única no dia 25 de agosto (sábado), às 19h, no Cineteatro São Luiz. A entrada é gratuita e limitada a 60 lugares – o público é acomodado no palco. Os ingressos começam a ser distribuídos uma hora da sessão, por ordem de chegada e mediante apresentação de documento com foto.

 

Baldio

O texto foi originado durante o processo de criação, com assinatura do dramaturgo paraibano Astier Basílio (prêmio Funarte de dramaturgia 2014). A direção de Héctor Briones se dá na parceria do Grupo Pavilhão da Magnólia com o LPCA – Laboratório de Poéticas Cênicas e Audiovisuais do ICA – Instituto de Cultura e Arte da UFC. A direção audiovisual é assinada por Lenildo Gomes, pesquisador em linguagem de cinema, sociólogo e professor.

O espetáculo faz parte das comemorações de 10 anos do grupo e na culminância das atividades desenvolvidas como grupo residente do Teatro Universitário, dentro do projeto TU-residência.

Classificação indicativa: 18 anos

Duração: 60 min

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