Cineteatro São Luiz traz nesta semana show com o grupo “A Cor do Som” em comemoração aos 40 anos de trabalho

 

A Programação do Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura (SECULT), segue bastante diversa nesta semana e inicia, nos dias 20, 22 e 23 de agosto, com a realização da Mostra Perfil de Cinema “Ingmar Bergman”. A retirada dos ingressos inicia uma hora antes de cada sessão na bilheteria do Cineteatro, por ordem de chegada. Basta apresentar documento de identificação com foto.

No dia 21 de agosto (terça-feira), às 17h, será realizado no Cineteatro a palestra “A cidade do capital e as loucuras da razão econômica” com o geógrafo britânico David Harvey. A iniciativa do evento é do Laboratório de Estudos da Habitação (LEHAB) e da editora Boitempo. (ingressos esgotados)

Durante a sexta-feira (24), às 12h30, ocorre apresentação do “Balé Folclórico Arte Popular de Fortaleza”. O evento tem entrada gratuita. Ainda na sexta, às 19h30, a humorista Luana do Crato faz gravação do DVD “A Dona do Borogodó” em comemoração aos seus 25 anos de carreira. Os ingressos estão à venda por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) na bilheteria do equipamento ou no site da Tudus: http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-a-dona-do-borogodo–luana-do-crato.
No sábado (25), às 19h, quem sobe ao palco principal do São Luiz é o grupo Pavilhão da Magnólia, que apresentará o espetáculo “Baldio” – em sessão única. A entrada é gratuita e limitada a 60 lugares – o público é acomodado no palco. Os ingressos começam a ser distribuídos uma hora da sessão, por ordem de chegada e mediante apresentação de documento com foto.
No dia 26 de agosto (domingo), às 18h, será a vez do público conferir o rock, choro e o pop do grupo “A cor do som – 40 anos”, composto por Dadi (baixo), Armandinho (guitarra, bandolim e guitarra baiana), Ary Dias (percussão), Gustavo Schroeter (bateria) e Mu Carvalho (teclados). O espetáculo que ocorre no Cineteatro São Luiz (Rua major Facundo, 500 – Centro) tem classificação livre e já está com ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e através do site da Tudus (http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-a-cor-do-som–40-anos) por R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

Mais informações/entrevistas:
ASCOM Secult – (85) 3101 – 6761 / imprensasecultce@gmail.com /
Ivna Girão (Secult) – (85) 98817-5149
Lucas Benedecti – (85) 99693-7303
Paula Candice – (85) 98848-4987
>> PROGRAMAÇÃO COMPLETA
DIA 20/08 (Segunda-feira)
13h30 [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | O SÉTIMO SELO
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 16 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1956 | 1h36 | Legendado
Sinopse: Após dez anos, um cavaleiro (Max Von Sydow) retorna das Cruzadas e encontra o país devastado pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte (Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez que decidirá se ele parte com a Morte ou não. Tudo depende da sua vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde nunca.

16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | FANNY E ALEXANDER

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos

Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia, França, Alemanha Ocidental | 1982 | 3h02 | Legendado

Sinopse: No início do século XX, após um alegre Natal na família Ekdahl, o pai de um casal de crianças vem a falecer. Deste momento em diante Alexander (Bertil Guve), o menino, passa a ver o fantasma do pai freqüentemente. Tempos depois Emilie (Ewa Fröling), sua mãe, casa-se com um extremamente rígido religioso e as crianças são obrigadas a deixar a casa da avó paterna, onde foram muito felizes, e passam a viver com a família do padrasto de hábitos severos, onde são tratados como prisioneiros. Na casa do padrasto o menino passa a ver o fantasma da primeira esposa dele e suas filhas, que haviam morrido tentando escapar dele. Decorrido algum tempo, a mãe se conscientiza da real personalidade do marido e de quanto seus filhos sofrem naquela casa, assim planeja um modo de tirá-los daquele lugar e levá-los de volta à casa da avó.

19h30 [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | GRITOS E SUSSURROS
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 18 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1972 | 1h30 | Legendado
Sinopse: Em uma casa no campo uma mulher está bastante enferma e recebe cuidados de suas duas irmãs e de uma empregada da família, que precocemente perdeu sua filha e por isso extravasa seu amor de mãe dando o maior carinho possível para aquela moça tão debilitada. Dentro deste contexto lembranças, frustrações e imaginações em um misto de amor e ódio surgem no interior de cada pessoa.
DIA 21/08 (Terça-feira)
17h – [CONFERÊNCIA] “A CIDADE DO CAPITAL E A LOUCURA DA RAZÃO ECONÔMICA”, COM O PROFESSOR DAVID HARVEY (Haverá tradução simultânea)

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: Livre
No dia 21 de agosto (terça-feira), às 17h, será realizado no Cineteatro São Luiz a palestra “A cidade do capital e as loucuras da razão econômica” com o geógrafo britânico David Harvey. A iniciativa do evento é do Laboratório de Estudos da Habitação (LEHAB) e da editora Boitempo.

David Harvey é referência mundial nos estudos urbanísticos e um dos marxistas mais influentes dos dias atuais. Harvey vem ao Brasil a convite da Boitempo para o lançamento de seu novo livro, “A loucura da razão econômica: Marx e o Capital no Século XXI”.

(ingressos esgotados)
O livro

Em “A Loucura da Razão Econômica”, Harvey se propõe a atualizar o pensamento de Karl Marx à luz das novas transformações da globalização capitalista contemporânea. Disparando contra a “loucura da razão econômica”, ele revela a total impotência da dita “ciência econômica” imperante para lidar com os problemas postos pela crise atual do capitalismo.
DIA 22/08 (Quarta-feira)
16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | SONATA DE OUTONO

Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos

Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia, França, Alemanha Ocidental | 1978 | 1h33 | Legendado

Sinopse: Após ter sido uma mãe ausente por anos, Charlotte (Ingrid Bergman), uma renomada pianista, vai até a casa de sua filha Eva (Liv Ullmann) para lhe fazer uma visita. Ela se surpreende ao encontrar sua outra filha, Helena (Lena Nyman), que tem problemas mentais. Eva tirou Helena da instituição que Charlotte a havia internado para cuidar dela em casa. A tensão entre mãe e filha começa a crescer devagar até elas colocarem tudo em panos limpos, dizendo tudo que sempre gostariam de dizer.

19h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | SONATA DE OUTONO
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia, França, Alemanha Ocidental | 1978 | 1h33 | Legendado
Sinopse: Após ter sido uma mãe ausente por anos, Charlotte (Ingrid Bergman), uma renomada pianista, vai até a casa de sua filha Eva (Liv Ullmann) para lhe fazer uma visita. Ela se surpreende ao encontrar sua outra filha, Helena (Lena Nyman), que tem problemas mentais. Eva tirou Helena da instituição que Charlotte a havia internado para cuidar dela em casa. A tensão entre mãe e filha começa a crescer devagar até elas colocarem tudo em panos limpos, dizendo tudo que sempre gostariam de dizer.
DIA 23/08 (Quinta-feira)
16h [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | FANNY E ALEXANDER
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 14 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia, França, Alemanha Ocidental | 1982 | 3h02 | Legendado
Sinopse: No início do século XX, após um alegre Natal na família Ekdahl, o pai de um casal de crianças vem a falecer. Deste momento em diante Alexander (Bertil Guve), o menino, passa a ver o fantasma do pai freqüentemente. Tempos depois Emilie (Ewa Fröling), sua mãe, casa-se com um extremamente rígido religioso e as crianças são obrigadas a deixar a casa da avó paterna, onde foram muito felizes, e passam a viver com a família do padrasto de hábitos severos, onde são tratados como prisioneiros. Na casa do padrasto o menino passa a ver o fantasma da primeira esposa dele e suas filhas, que haviam morrido tentando escapar dele. Decorrido algum tempo, a mãe se conscientiza da real personalidade do marido e de quanto seus filhos sofrem naquela casa, assim planeja um modo de tirá-los daquele lugar e levá-los de volta à casa da avó.
19h30 [CINEMA] MOSTRA PERFIL DE CINEMA – INGMAR BERGMAN | O SÉTIMO SELO
Entrada: Gratuita | Classificação indicativa: 16 anos
Direção de Ingmar Bergman | Drama | Suécia | 1956 | 1h36 | Legendado
Sinopse: Após dez anos, um cavaleiro (Max Von Sydow) retorna das Cruzadas e encontra o país devastado pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte (Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez que decidirá se ele parte com a Morte ou não. Tudo depende da sua vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde nunca.
DIA 24/08 (Sexta-feira)
12H30 [CURTA SÃO LUIZ] BALÉ FOLCLÓRICO ARTE POPULAR DE FORTALEZA

Entrada: gratuita | Classificação indicativa: Livre | Duração: 60 min

Local: Hall de entrada (Foyer)

O Balé Folclórico Arte Popular de Fortaleza (BFAPF) é uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em julho de 1993 pela bailarina e coreógrafa Sandra Veloso, com o objetivo de pesquisar e divulgar manifestações populares através da dança e música, principalmente do Brasil e do nordeste e, em especial do Ceará, no intuito de obter uma total aceitação, preservação e valorização das nossas tradições.
19H30 [HUMOR] A DONA DO BOROGODÓ – GRAVAÇÃO DO DVD DA HUMORISTA LUANA DO CRATO

Entrada: R$20,00 (inteira), R$10,00 (meia) | Classificação indicativa: 14 anos | Duração: 80 min

Local: Palco

A humorista Luana do Crato gravará seu DVD no palco do Cineteatro São Luiz, comemorando seus 25 anos de carreira, com o espetáculo: A Dona do Borogodó. Nesse show, Luana do Crato relata o dia a dia da mulher, desde a pré-história até os dias atuais. Como essa figura feminina se colocou no mundo? O que a faz ser única e absoluta? Tudo com muita reflexão e humor sobre a figura feminina. Luana vai falar um pouco da sua história como humorista, das pessoas que a ajudaram a chegar ao sucesso. Alguns convidados especiais dividirão o palco com a virgem do humor cearense para abrilhantar ainda mais o evento. O cerimonialista será o produtor do Programa do Ratinho, Murilo Bordoni.
Ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e através do site da Tudus (http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-a-dona-do-borogodo–luana-do-crato)
DIA 25/08 (Sábado)
19H [CURTA MAIS TEATRO] Baldio, com Grupo Pavilhão da Magnólia

Entrada: Gratuita | Limite de público: 60 cadeiras

Classificação indicativa: 18 anos | Duração: 60 min

Local: Palco

Cinco atores em quadros cênicos abordam histórias reais, pessoais. Um atravessamento de temas como a morte, o estar-no-mundo e a possibilidade do encontro que se costuram por meio dos relatos em uma junção de cena, audiovisual e literatura. A figura do cão “vira-lata”, em sua dimensão de abandono, inspirado numa das narrativas do livro “Contos de Lugares Distantes”, do escritor australiano Shaun Tan, reverbera na criação dos atores, em memórias que oscilam entre delicadezas e violência. Essa é a imagem que emoldura os contrastes e oposições de “Baldio”.

O espetáculo terá sessão única no dia 25 de agosto (sábado), às 19h. A entrada é gratuita e limitada a 60 lugares – o público é acomodado no palco. Os ingressos começam a ser distribuídos uma hora da sessão, por ordem de chegada e mediante apresentação de documento com foto.
Baldio

O texto foi originado durante o processo de criação, com assinatura do dramaturgo paraibano Astier Basílio (prêmio Funarte de dramaturgia 2014). A direção de Héctor Briones se dá na parceria do Grupo Pavilhão da Magnólia com o LPCA – Laboratório de Poéticas Cênicas e Audiovisuais do ICA – Instituto de Cultura e Arte da UFC. A direção audiovisual é assinada por Lenildo Gomes, pesquisador em linguagem de cinema, sociólogo e professor.

O espetáculo faz parte das comemorações de 10 anos do grupo e na culminância das atividades desenvolvidas como grupo residente do Teatro Universitário, dentro do projeto TU-residência.
Classificação indicativa: 18 anos

Duração: 60 min
DIA 26/08 (Domingo)
18H [SHOW] A COR DO SOM – 40 ANOS

Entrada: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia) | Classificação indicativa: livre| Duração: 80 min

Local: Palco

No dia 26 de agosto (domingo), às 18h, Dadi (baixo), Armandinho (guitarra, bandolim e guitarra baiana), Ary Dias (percussão), Gustavo Schroeter (bateria) e Mu Carvalho (teclados) misturam rock, choro e pop no show “A cor do som – 40 anos”. O espetáculo que ocorre no Cineteatro São Luiz (Rua major Facundo, 500 – Centro) tem classificação livre e já está com ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e através do site da Tudus (http://www.tudus.com.br/evento/cineteatro-sao-luiz-a-cor-do-som–40-anos) por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).
Com a formação original, o grupo comemora 40 anos de carreira em turnê e com um novo disco. O repertório de “40 anos” aponta para o futuro, com canções novas, além das regravações de clássicos tirados dos primeiros álbuns.
Com sua inusitada e orgânica fusão de pop, choro, trio elétrico e progressivo, A Cor do Som foi a grande surpresa da música brasileira em fins dos anos 1970, antecipando o rock que iria imperar na década seguinte. O grupo começou a nascer no primeiro álbum solo de Moraes Moreira, em 1975, recém-saído dos Novos Baianos. Estavam nessas gravações Dadi (o jovem baixista carioca que tinha entrado para a comunidade musical dos Novos Baianos e também tocava com Jorge Ben), Armandinho (o mestre da guitarra baiana e do bandolim, filho do Osmar, um dos inventores do trio elétrico) e Gustavo (outro carioca, baterista que veio do grupo A Bolha e também músico de Jorge Ben), com Mú (pianista e tecladista, irmão caçula de Dadi) estreando profissionalmente em uma faixa – e, logo em seguida, incorporado à banda nos shows. Já Ary Dias (percussionista baiano que veio de Banda do Companheiro Mágico), tocou no disco de estreia d’A Cor, mas só entrou oficialmente, completando a formação clássica, a partir do segundo álbum.
Como Dadi, mais de três décadas depois, contou no livro de memórias “Meu caminho é chão e céu” (Record, 2014), a paixão de Armandinho e Mú pelo choro foi o estímulo para as primeiras músicas do grupo que começava a nascer. Quanto ao nome, foi pedido emprestado a Galvão e Pepeu Gomes, que chamavam de A Cor do Som o núcleo instrumental dos Novos Baianos.

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